História Na Mira do Feiticeiro - Capítulo 16


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Categorias Originais
Tags Amor, Bruxa, Bruxo, Feitiço, Lobisomens, Lobo, Perseguição, Possessivo, Romance, Sobrenatural
Visualizações 432
Palavras 1.381
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


O Gato do Drian na mídia. Me digam o que acharam dele 😊.
Boa leitura❤

Capítulo 16 - 16 (Não Revisado)


Fanfic / Fanfiction Na Mira do Feiticeiro - Capítulo 16 - 16 (Não Revisado)

Drian Narrando:

Ele olha atentamente em meus olhos enquanto movimenta sua calda informando sua agitação com o contato visual. Até que ele meche levemente uma das orelhas e volta a pose inicial.

_ Sabe o que tem que fazer. - Falo sério e calmo a ele, que apenas mia e logo depois corre para a saída. - Conto com você. - Falo enquanto novamente fecho os olhos.

Bianca... Espero realmente que sobreviva a isso. E se sobreviver, vai se arrepender de ter fugido!

Minutos depois;

_ Então? - Pergunto sério.

_ Senhor... preciso trata-la pessoalmente. - Fala a Victoria com seus olhos de plasma, enquanto segura a mão de mais dois bruxos.

_ É g-grave... - Fala um dos 7 bruxos.

Respiro fundo e carrego magia em meus olhos concentrando-o enquanto fecho os olhos. Apesar de ainda estarem fechados, eu consigo enxerga. Mas não vejo a biblioteca, eu vejo o litoral. Vejo pelos olhos do meu gato.

O avião, de fato, caiu no litoral. Contém muitas pessoas olhando para o mar, já que o avião caiu na água. Vejo alguns policiais e ambulância.

Meu gato, sentindo minha presença, sobe ainda mais no telhado da lanchonete​, onde está, me permitindo ver com clareza o local.

_ Não a vejo. - Falo sério enquanto abro os olhos.

_ Eu também não sei onde ela está, mas sinto sua magia e ferimentos. - Fala ele calma. - É grave. E preciso cuidar disso pessoalmente.

Vou até a mesa, onde fiz o feitiço mais cedo. Pego uma agulha e espeto meu dedo. Logo depois passo o dedo na mesa, formando um circulo no litoral o de o avião caiu. Depois de pronto, eu pego um fio do cabelo dela, em cima da meda, e coloco no meio do circulo.

_ Ópou krývetai. Apó ópou katafévgei. Ópou krývetai. - Falo fechabdo os olhos enquanto começo meu feitiço para localiza-la. - Ópou krývetai. Apó ópou katafévgei. Ópou krývetai. Eláte mésa!

Abro os olhos e vejo uma pequena parte de meu sangue forma uma única gota em um hospital. Enquanto a outra metade forma um endereço.

_ European Hospital Marseille. - Falo sério o nome do hospital. - Em Marselha.

_ Não posso interrompe o feitiço. - Fala ela séria. - Ela tem que vir até mim, ou...

_ Ou? - Pergunto.

_ Se Star for até ela, posso usa-la como uma ponte ou um "atalho". - Fala ela calma.

Já que feitiço de cura, tem que haver calma. Ninguém aqui contém nível suficiente para se estressar em um feitiço como esse.

_ Então vamos. - Falo sério enquanto vou em direção a saída da biblioteca.

Fotiá.

Pego meu celular no meu bolso e disco três números.

_ Preparem o helicóptero para daqui a 10 minutos. - Ordeno sério assim que atendem o celular.

_ Mas senhor. 10 minutos é pouco tempo para preparar um helicóptero. - Fala um dos meus seguranças.

_ Se virem! - Falo sério. - Por acaso deixaram de ser bruxos?!

_ Sim, meu senhor, mas... - Eu não deixo termina.

_ Mas nada. Usem magia, varinha, se virem. - Falo sério. - O destino é o litoral de Marselha. Quero esse helicóptero pronto em 10 minutos.

Falo e desligo o celular enquanto começo chego em frente ao meu escritório. Entro no meu escritório, e com magia abro uma gaveta. De lá, eu tiro as cópias dos documentos da Bianca junto com uma foto dela. Depois de pegar as copias dos documentos dela, eu pego alguns dos meus documentos e fecho a gaveta.

Após sair do escritório, eu encontro uma gata cinza me encarando. Ignoro e vou em passos largos até a saída, sentindo o gata me me seguindo.

Após sair da mansão, eu vou até o jardim, enquanto sou observado pelos meus seguranças. Depois de chegar ao jardim, vou até a pista de pouso, onde o helicóptero está.

Depois de chegar, eu abro a porta e subo nele. Assim que a gata, que estava me seguindo entra, eu fecho a porta.

_ European Hospital Marseille. - Falo o hospital que desejo ir, enquanto me ajeito no helicóptero.

_ Sim senhor. - Fala o piloto enquanto começa a conduzir o helicóptero.

Uma hora depois;

_ Posso ajudar senhor? - Pergunta a recepcionista do hospital.

_ É aqui que estão os feridos do acidente de avião de hoje a tarde? - Pergunto sério.

_ Sim senhor. - Ela confirma. -  É conhecido, amigo ou parente...

_ Minha mulher estava naquele avião. - Falo a cortando. - Bianca Brown. Quero saber dela.

_ Um momento senhor. - Fala ele calma, o que me irrita. Calma, é algo que falta em meu interior. Principalmente com aquela fujona. -Desculpe senhor, mas não encontrei ninguém com esse nome e sobrenome.

_ Como não encontrou? - Pergunto sério.

_ Alguns sobreviventes não não tem identificação. - Fala ela calma. - Tem algo que possamos usar para identifica-la?

_ Tenho uma foto e a copia de alguns documentos. - Fala sério colocando a copia dos documentos básicos.

_ Espere um momento. - Fala ela calma enquanto se afasta.

Tempo para esperar é o que me falta.

Alguns minutos depois, ela volta.

_ Tem uma mulher em estado grave com esse perfil. - Fala ela calma.

_ Quero vê-la. - Falo sério.

_ Ela não pode receber visitas.

_ Pouco me importa! - Falo sério. - Quero ver minha mulher agora.

_ Senhor, peço que se acalme. - Fala ela tentando me conter.

_ Minha mulher sofreu um acidente de avião e você quer que eu tenha calma? - Falo sério. - Qual o quarto?

_ Desculpe, mas não posso lhe informa. - Fala ela calma.

_ Então eu descubro. - Falo indo em direção ao corredor.

_ Senhor espere! - A recepcionista me chama, mas eu ignoro. - Segurança!

Ao fim dessa palavra, um homem me esbarra.

_ Encoste em mim novamente e vai vender bilhete de sorteio na rua. - Falo sério.

_ Senhor, pesso que se acalme. - Fala o segurança. 

_ O senhor é? - Ouço a voz de um homem atrás de mim, o que me faz olha-lo.

_ Drian Taylor. - Falo sério enquanto olho na ficha no avental dele. - Doutor.

_ Das empresas Taylor? - Pergunta ele meio surpreso. Eu apenas levanto uma sombra velha. - O senhor deseja ver uma paciente em estado grave não é?

_ Eu exijo vê-la. - Falo sério.

_ Receio que isso não será possível. - Fala ele olhando alguns papéis em sua mão. - O Senhor, pode pelo menos preencher o registro da paciente?

_ Como vou preencher o registro de alguém, sendo que não confirmei quem é? - Pergunto irônico, o que faz ele me olhar.

_ Tudo bem. - Fala ele em um suspiro. - Por aqui.

Fala ele me guiando através do corredor, indo até o elevador. Depois de chegar no andar desejado, saímos do elevador e caminhamos por um corredor.

_ Esse é o limite. - Fala ele sério parando em frente a um vidro.

Olho através do vidro e vejo um quarto, onde ela está deitada e cercada de aparelhos.

_ Essa é... sua mulher? - Ele pergunta e eu confirmo com a cabeça.

_ Qual o estado? - Pergunto sério sem deixar de olha-la.

_ Serei sincero com o senhor. - Fala o doutor. - Além dos vários cortes e machucados sério pelo corpo. Um estilhaço de metal quente perfurou o pescoço. - O doutor soltou um suspiro. - Sinceramente... não sei como ela ainda está viva.

_ Diga o que precisa e o que tenho que preencher, eu fornecerei. - Falo sério.

_ Por aqui. - Fala ele voltando em direção ao elevador. Eu o acompanho e logo entramos no elevador.

Depois de, novamente, chegar ao andar desejado, o doutor toma a dianteira me levando até uma porta. Ele abre e me da passagem enquanto revela seu escritório. Eu entro e logo espero ele entrar. Ele vai até atrás de sua mesa e guarda os papéis, para depois se sentar.

_ O que o e senhor é dela? - Ele pergunta.

_ Noivo. - Falo sério.

_ Gostaria de fazer o registro agora? - Ele pergunta e eu confirmo com a cabeça. - Sente-se por favor.

_ Tem uma média para recuperação dela? - Pergunto sério.

_ Sinceramente, eu não sei. - Fala ele e da um suspiro - Ela está em coma. 



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