História Na verdade, o mundo é bem grande... - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance, Sobrenatural, Suspense
Visualizações 5
Palavras 1.447
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hello meus mel❤!!!
Tudo bom com vcs? Então, aqui vai mais um capítulo, espero que gostem, boa leitura❤

Capítulo 3 - Capítulo 3.


Fanfic / Fanfiction Na verdade, o mundo é bem grande... - Capítulo 3 - Capítulo 3.

Katherine narrando  (Kath e Jony na multimídia)


Acordo com o Sol batendo em meu rosto, nem preciso dizer que minha coluna ficou destruída, não é? Não durmam em um telhado, jovens! Me sento e começo à pensar na vida, até que me lembro de que tudo que pegamos ontem no mercado ficou em minha casa.


- Parece que somos dois animais sem cérebro. - digo olhando para Jonathan, que, por incrível que pareça, dormia imóvel, logo depois me virando de volta para a "bela paisagem" de Londres, que agora se encontrava destruída, devido à radiação e  infestada de "coisas". Tudo que eu queria a agora era estar no tal refúgio, junto com minha mãe e minhas amigas. Olho para trás e Jonathan estava começando à acordar.


- Hm... - ele gemeu de dor colocando às mãos em suas costas - da próxima vez, vamos dormir em um terraço mais confortável.


- Eu realmente espero que não haja uma próxima vez. - digo rindo - Vem, temos que voltar pra minha casa.


- Ficou louca? - diz vindo atrás de mim - A sua rua tá infestada de "coisas"! Eu sei que lá é o lugar com mais suprimentos e conforto no momento, mas é meio difícil chegarmos lá sem morrermos, não é?


- Eu não quero saber, não fui naquele maldito mercado pegar comida atoa! - digo enquanto desço pela pequena escada na lateral do prédio.


- Garotas... - diz Jonathan bufando.


Desço as escadas e espero Jonathan, que está descendo aquela porcaria de vagar de propósito, só pra nós atrasar, ah, se eu tivesse com o tamanco da minha mãe...
Depois de uns longos minutos, ele finalmente acaba de descer e começa à olhar em volta, percebendo que logo na rua à frente, haviam dezenas de "coisas".


- É... - diz voltando à se segurar na escada e começando à subir - Não tô afim de morrer hoje, boa sorte lá, viu? Não morra, tá? Se cuida, beijos.


- Ahhhhhh, vem aqui agora! - digo o puxando pelo seu cinto de utilidades, fazendo Jonathan cair em cima de mim - SAI DE CIMA DE MIM, INFERNO!


- Calma, estressada, ninguém mandou me puxar! - diz ele.


- Tá, tá... - digo me levantando - Vamos, minha casa é só daqui à três quarteirões, não é tão longe. - Jonathan revira os olhos, mas acaba vindo comigo, ele não vive sem mim.


Toda vez que passávamos perto de uma "coisa", Jonathan insistia para voltarmos, ôh, garoto preucupado, viu?


- Você é sempre preucupado assim? - pergunto.


- Não, eu só tô com medo de você atirar em mim sem querer com esse troço. - ele diz apontando para sua pistola que eu estava segurando em minhas mãos caso eu precisasse - E saiba que eu só concordei em ir com você pois eu já não como direito e tomo banho à um tmpinho...


- Percebe-se claramente... - digo colocando a mão no nariz e dando uns passos pro lado.


- Nossa, kit Kath... - ele diz.


- Não me chame assim. - dou um tapa de leve no braço dele - E quem disse que você vai tomar banho e comer na MINHA casa???


- Eu não acredito que depois de tudo que eu fiz por você, você me trate assim... - ele me olhou com cara de incrédulo - SUA INGRATA! - me deu um tapinha no braço.


- Tá, tá bom, eu hein... - digo. Chegamos na minha casa e a primeira coisa que fiz (além de trancar o Jonathan no quarto de hospedes pra que ele tome logo um banho e nao coma a comida da casa inteira), foi tomar um banho daqueles bem demorados, é incrível o fato de não terem cortado a luz e a água.


Depois do banho, coloco uma roupa qualquer, confortável, porquê pretendo passar a noite na minha cama amada. Penteio os cabelos e vou até o quarto de hóspedes destrancar Jonathan.


- Tira A-G-O-R-A a roupa de militar do meu pai, A-G-O-R-A! - digo cruzando os braços ficando à frente dele.


- Qual o problema? Essa roupa vai ser muito útil quando botarmos o pé na estrada, sem falar que eu fico gato nela e tô precisando de roupa.


- Calma... Botar o pé na estrada? - pergunto levantando uma sobrancelha, ele concorda com a cabeça - E quem te disse que eu vou sair da minha casinha com comida, cama e água?


- Muito engraçado... Você sabe que não podemos ficar aqui. - ele diz saindo do quarto e descendo as escadas.


- E por quê não podemos? - pergunto indo atrás dele.


- Porque... Porque não! - olho para ele desconfiada.


- Jonathan...?


- Eu mesmo.


- O que você tá me escondendo? - pergunto o encarando.


- Nada... - ele me encara de volta, mas logo desvia o olhar e começa à andar em direção à porta. Pego um facão que havia na mesa e o arremesso, fazendo o mesma cravar no na manga esquerda do casacão de militar do meu pai que ele usava, fazendo Jonathan levar um baita susto e ficar preso na parede.


- VOCÊ QUASE ME ACERTOU, SUA MALUCA! - ele diz desesperado, ri um pouco da cara que ele fez.


- Eu não ia te matar, Jonyzinho... DESEMBUCHA, PALHAÇO, O QUE MAIS VOCÊ SABE QUE EU EU NÃO SEI? - pergunto o pressando mais ainda na parede, se é que isso era possível.


- Muita coisa... - ele disse quase num sussurro, fazendo uma expressão cabisbaixa, não consegui ouvir o que ele disse - No centro da cidade existem MILHARES de "coisas", em cerca de dois dias elas vão vir pra cá, a gente tem que sair daqui o mais rápido possível... Por favor, não quero ver mais ninguém morrer... - não entendi muito bem o que ele disse com "Não quero ver mais ninguém morrer", mas imagino que ele não queira falar disso, então ignorei.


Soltei o facão do casaco de meu pai e o levei até o sofá.


- Por que não me contou antes? - pergunto.


- Não queria te preucupar, sei que você ainda tá lidando com o fato de ficar longe de sua mãe e suas amig... Ér... Enfim, só não queria te preucupar mesmo... - ele disse.


Ficamos em silêncio por um momento, muita coisa se passava em minha cabeça, e só de pensar que se eu ficar vou ter que lutar contra milhares de "coisas", me dá um frio na barriga. Faço um lanche para nós e vejo que está começando à anoitecer, ou seja, "coisas" vão brotar...


- Eu vou com você. - digo, ele sorri.


- É tão bom saber que não vou ficar sozinho de novo, vamos. - diz se levantando e indo em direção à porta.


- Espera! - o chamo, ele para e se vira - Antes eu tenho que te mostrar uma coisa. - digo.


O levo até o porão da casa, mais especificamente, até uma certa porta lá, que leva à uma sala prateada, cheia de armas. Eram todas do meu pai, na época de militar dele, ele colecionava todas as armas(incluindo facões) que ele já usou e às guardava aqui. Jonathan ficou admirado.


Deixo ele ali e subo até o quarto de hóspedes, pego uma das calças de militar do meu pai, só que sem estampa, uma blusa preta, um casacão e umas luvas, já que estava frio (foto da roupa da Kath é mais ou menos igual à da multimídia) e volto até o porão. Jonathan continuava lá, vendo arma por arma, até os mínimos detalhes. Reviro os olhos e começo à colocar as armas e as munições dentro de uma das bolsas de meu pai que eu peguei também.


- Posso usar qual eu quiser? - perguntou animado.


- Ahm... Pode. - digo, ele soltou um gritinho de empolgação, me fazendo rir. Pegou uma Metralhadora, típico.


- É tão legal segurar uma dessas... - ele diz sorrindo, depois olhando pra mim - Mas e você?


- O que tem eu?


- Que arma vai usar? Não Vale dizer qualquer uma, tem que escolher uma especial, sabe? - ele disse. Olhei em volta e peguei uma besta (é tipo um arco e flecha, só que em formato de arma). - Olha, ela sabe escolher armas... - ele diz me aplaudindo.


- Palhaço... Agora vai dormir porque amanhã vamos embora cedo. - digo subindo junto com ele. Ele dormiu no sofá da sala e eu fui para meu quarto, fiquei na varanda por um tempo pensando em tudo que pode acontecer quando sairmos daqui... Me conhecendo do jeito que eu sou, vou fazer muita cagada...



Notas Finais


E aí? O que estão achando? Tá legal? Me dêem a opinião de vcs, beijos e até❤

SPOILER:
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: O Jonathan tá escondendo muita coisa da Kath sobre esse tal "acidente nuclear", sobre as "coisas" e sobre o que aconteceu com a mãe da Kath e suas amigas... Uma dessas coisas vai deixar ela bem magoada... Criem suas teorias❤


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