História Nada como você. - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), CL (Chaelin Lee), Got7
Personagens BamBam, Jackson, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Lee Chaelin "CL", Rap Monster, Suga, V
Tags Bambam, Bangtan Boys, Bts, Chaelin Lee, Hoseok, Jackson, Jhope, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Kookie, Min Yoongi, Namjin, Namjoon, Rap Monster, Suga, Taehyung, Vhope
Exibições 11
Palavras 3.524
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


ANNYEONG MEUS BOLINHOS DE ARROZ ❤️
Quero explicar algumas coisas, demorei para postar o capítulo porque estava curto demais e revisei algumas vezes, não iria postar somente para ter capítulo e ficar ruim. ❤️
Espero que gostem, boa leitura e até as notas finais ❤️✨

Capítulo 3 - Córeia do Sul


Fanfic / Fanfiction Nada como você. - Capítulo 3 - Córeia do Sul

    Acordei com o despertador tocando, espreguicei-me juntando coragem e força para levantar, olhei para o lado em direção ao despertador que marcava 8:00 horas. Fiquei mais cinco minutos na cama, olhando para o teto sem pensar em nada até finalmente me levantar.
  

 [ Autora: Quem mais é assim? \o/ ]
  

 Fui ao banheiro, escovei meus dentes, troquei de roupa e prendi o meu cabelo em um rabo de cavalo e fui para a cozinha preparar o café da manhã, já que hoje era sábado e meu appa não iria trabalhar então a minha omma dormia até tarde, o que era merecido afinal ela se esforçava tanto.
  

 Eu sempre gostei de cozinhar, era como um hobbie, me relaxava e eu esquecia de tudo, poderia considerar que cozinhar para mim era muito mais que um hobbie e sim uma terapia. Queria fazer algo diferente já que daqui a algumas horas eu estaria deixando o Brasil, procurei algumas receitas na internet até achar uma que me interessasse. Resolvi que iria fazer waffles com calda de chocolate e por sorte tinha tudo em casa, ou seja eu não iria precisar ir no mercado. 
  

 Fiz os waffles cobertos com a calda de chocolate, preparei algumas torradas com geleia de morango, fiz um suco de laranja e café. Assim que terminei tudo, fui acordar os outros. Subi as escadas em direção ao meu quarto para acordar a Chae, abri a porta com cuidado e fui em direção da minha cama me jogando em cima da Chae.
  

 — Puta com P maiúsculo. — ela resmunga ainda com sono.

 — Acorda logo vai, 20:00 am o vôo sai e a gente nem as malas arrumamos ainda. 

— Aish, fala mais baixo. — ela resmunga novamente — estou com muita dor de cabeça. — diz colocando a mão na cabeça.

— Quem mandou abusar da bebida. — falei e ela colocou a língua para fora — vem me ajudar a acordar os outros para a gente comer, fiz uma coisa que você vai amar. — falei na tentativa de animar ela.

— Quando o assunto é comida eu já estou pronta. — ela diz se levantando.

    Decidimos que iríamos acordar meus pais primeiro e depois a Abigail, estávamos prestes a entrar no quarto quando a porta é aberta pelo meu appa.

    — Aish, nós iríamos acordar vocês agorinha mesmo. — diz a Chae desapontada. 

    — Me desculpem por estragar o plano de vocês. — Meu appa diz prendendo o riso.

    — Tudo bem, vamos acordar a Abigail agora. — digo puxando a Chae em direção ao quarto da Abigail.

    — Esperem... Nós também vamos. — Meu appa diz puxando minha omma pela mão. 

    Eu e a Chae nos entreolhamos e sorrimos, eu amava o meu pai por causa disso, ele sempre entrava nas brincadeiras. Nós quatro fomos na direção do quarto da Abigail e paramos em frente à porta escrita: "Não entre", decidindo quem iria primeiro. No final ficamos assim: Meu appa, eu, a Chae e minha omma, a porta foi aberta com cuidado e nós entramos cada um com uma almofada e fomos em direção a cama da Abigail jogando as almofadas em cima dela de vez com uma força razoável.

    — ACOOORDA! — digo, ou melhor, grito no ouvido da mesma.

    — AI MEU DEUS, SOCORRO, ME PROTEGE EM NOME DE JÉSSICA, ESTELA, MARIA, JOSÉ... — Ela diz colocando a mão no coração.

    Rimos, rimos, rimos até a barriga doer.

    — Aaah, o que vocês têm na cabeça? Até você pai? E você também mãe? Ainda bem que as insuportáveis da (s/n) e da Chaelin vão para a Coréia hoje. — ela dispara falando.

    — Então eu sou insuportável? — Fiz uma expressão de cachorrinho sem dono — Ok, tem muita comida lá em baixo e você não vai comer nad...

    — Retiro o que eu disse. — ela diz me interrompendo. 

    — Interesseira, anda logo vai. — digo.

    Saímos do quarto deixando a Abigail se "arrumar" e fomos para a sala e começamos a conversar por enquanto que a Abigail não chegava. Depois de alguns minutos a Abigail chegou, dessa vez não muito arrumada que para mim era muito estranho, nós todos fomos para a mesa e finalmente fomos comer. Todos ficaram surpresos quando comeram os waffles e me elogiaram o tempo todo. 
    
                        (...)

    Faltavam 15 minutos para o meu vôo sair e eu esperava ansiosamente, mas ao mesmo tempo triste por ter que deixar a minha família. Tentei distrair meus pais e a Abigail para eles e nem eu chorar, fiquei surpresa por ver a Abigail chorar, porém sabia que por debaixo daquela adolescente marrenta existia uma menina meiga.

    — Gente não chora. — tento acalmar eles.

    — Nós sentiremos tanto a sua falta. — Meu pai diz.

    — Eu também, eu também... Mas, isso não é um adeus. É só um tempinho, vai passar num estalar de dedos. — digo tentando controlar o choro.

       Ouvimos uma voz feminina anunciar que o vôo em destino para Seul - Coréia do Sul iria sair em dez minutos. O que eu mais tentava impedir, aconteceu. Minha mãe caiu no choro, olhava para mim e chorava, o que fazia com que o meu coração ficasse do tamanho de um grão de areia. Abracei ela com toda força que eu tinha e falava que a amava e que tudo iria passar tão rápido que ela não iria nem ter tempo de sentir saudades, consequentemente ela só chorava mais ainda. 
  

 Abracei meu pai, seguido de minha irmã, tentando segurar o choro peguei minha mala e fui em direção ao avião acompanhada pela Chae que estava em silêncio o tempo. Evitando olhar para trás o tempo todo, entramos no avião e por sorte ficamos lado á lado. Eu sentei na poltrona ao lado do corredor e a Chae na poltrona ao lado da janela.
    
  

    — Está tudo bem (s/n)? — pergunta a Chae ao me ver calada.

    — Está sim, só um pouquinho triste por deixar a minha família. — digo tristonha.

    — Aish, não fica assim! Pensa nos boys maravilhosos que a gente vai pegar. — ela diz me fazendo rir — Viu, já te fiz rir, por isso que você não deve me deixar nunca.

    — Eu estou aqui triste e você fala em "pegar boys" — falo imitando a voz dela. —  Vou te dar um kit realidade de presente, você já ganhou muito kit ilusão.

    — Aigoo, assim você me deixa triste. — ela diz fingindo estar triste e fazendo aegyo 

    — Para de fingir e o seu aegyo não vai me convencer. — disse dando língua a ela.

    Apertamos os cintos a pedido do piloto e em poucos minutos o avião decolou. Ficamos alternando em conversar, ouvir músicas e dormir já que seriam 25 horas de voo.

                        (...)

    Acordei morrendo de fome, olhei para o lado e vi a Chae dormindo profundamente, eu realmente não sei como ela consegue dormir tanto. Olhei para o corredor afim de avistar uma aeromoça para pedir uma comida, graças à G-Dragon tinha uma moça branca de cabelos pretos vestindo o uniforme de aeromoça conversando com um passageiro, esperei ela terminar de conversar e a chamei. 
  

 Ela veio na minha direção, e eu pedi que me trouxesse um suco natural de laranja e um misto, ela sorriu gentilmente e disse que me traria em poucos minutos. Enquanto eu esperava a minha comida, a Chae acordou reclamando também de estar com fome. Alguns minutos depois a minha comida chegou e a Chae pediu a dela.

    — Nem me olha assim, já sabe que eu não vou te dar. — falo para a Chae que me olha com cara de cachorrinho sem dono.

    — Aish, sua ruim. É só um pedacinho. — ela insiste.

    — Ok, mas é só um pedacinho. — acabo cedendo e ela dá uma mordida. — Era só um pedacinho, você quase comeu a minha comida toda. 

    — Larga de ser exagerada (s/a)*.

    — Exagerada? Eu? Olha quem fala e você vai me dar um pedaço do seu. — digo irritada.

    — Aigoo, está bem. Egoísta! — ela diz.

    — Quando o assunto é comida eu sou mesmo. — falo.

    Estava quase terminando de comer quando a comida dela chegou, olho maliciosa para ela e a mesma revira os olhos.

    — Eu vou te dar sua anta. — ela diz.

    — Acho bom mesmo. — digo 

    — Morde logo isso aqui e para de me olhar assim. — ela diz irritada e eu dou uma mordida um pouco maior do que a dela. — Satisfeita? —  ela diz e eu balanço a cabeça afirmando que sim. 

    Ainda tinha muito tempo de vôo, então eu e a Chae pegamos o meu MP4 e decidimos passar o tempo brincando de adivinhar músicas, que obviamente era todas Kpop. Mesmo sabendo que eu ia passar no ônibus do micão, já que eu não sabia coreano direito ao contrário da Chae que sabia de cor e salteado. 
[ Eu manjo em criar palavras que não existem no coreano, pensando que estou arrasando. Kaosksosk]
 

   Seriam três rodadas, combinamos que só poderia falar uma frase/verso, colocamos no modo aleatório e jogamos jokenpo para ver que iria começar, eu começaria. Coloquei os fones de ouvido e dei play.

    — Tchei tchá lá cá, tche tche tchei tchá lá cá — começo cantando e a Chae me olha de modo estranho.

    — What the fuck... Vou chutar, porque tá difícil de decifrar. — ela pensa um pouco mais — i am the best da 2ne1?

    — Aish, acertou. — falo desanimada e dou os fones para ela, que coloca o fone no ouvido.

    — Cóurl so tan turisó ránun fashion show show. — ela cantarola dançando.

    — Hahah, eu sei. — digo animada — Twice da TT.

    — Acertou. — ela diz colocando a língua para fora e me devolvendo os fones, que mais uma vez eu coloco no ouvido.

    — Nórl bômion né mámi tugópque taraola. — canto alto demais atraindo atenção dos outros. 

    — AAAAH, já sei, já sei. É aquela Playing with fire da Black Pink, impossível não saber você vive cantando essa música.
    
    [ BLACK PINK MEU GRUPO UTT SZ] 

    Devolvo os fones novamente para ela e espero ela começar a cantar.

    — Ran ti apdo bol su onun makdian guerida — ela canta fazendo uma dancinha.

    Penso, penso, penso e não me lembro.

    — Aish, eu não sei. — acabo desistindo.

    — Era bang bang bang do Big Bang. — ela diz animada.

    — Tá, minha vez. — digo tirando os fone do ouvido dela. — Ne mamsoguo gaguindoem tie.

    — Fácil, fácil. — ela diz sorrindo. — Monster do Exo. 

[DEFINIÇÃO DA PALAVRA EXO: GRUPO QUE SÓ TEM BOYS (OR NOT, TOMARA QUE NÃO :V ) GOSTOSO, LINDO, PERFEITO E TODOS OS ADJETIVOS BONS]

    Eu já sabia que ia perder, então só estava brincando porque realmente estava legal, e além disso eu sabia que a Chae iria dizer que eu teria que pagar prenda. Peguei os fones e coloquei na última música.

    — Onroneson mental mio po sede. 

    — Baepsae do BTS. — ela diz convencida — Você ama o BTS como eu amo comida, é impossível não saber também.

[ TE INCOMODEI? METE O PROCELSSON, DIZ PRO TEU ADVOGADO CALL ON MY CELLPHONE. FAÇA DE TUDO MAS NÃO PARE COM O RECALQUE, PORQUE É ELE QUE ILUMINA COM O MEU LACRE, RESPECT... TÁ PAREI, ME EMPOLGUEI DEMAIS, O BITIÉSS SÃO ELES QUEM TIRAM A MINHA SANIDADE, GRUPO UTT ❤️  ]

    — Bom, eu perdi e já sei que você vai fazer eu pagar uma prenda, diz logo. 

    — Quando a gente chegar na Coréia eu te falo, agora vai dormir porque eu vou também. — ela diz bocejando.

    — Vou tentar né, acabei de acordar e eu não sei de onde você tira tanto sono. 

    — Eu sou um poço de beleza e sono, baby. — ela diz e vira a cabeça para o lado já fechando os olhos.

    Fiquei olhando para o teto do avião e  pensando de como seria a minha vida na Coréia, eu estava cada vez mais ansiosa. Pensei tanto, ou melhor, sonhei, que acabei dormindo.
    
                        (...)

    Acordei com a aeromoça me chamando e avisando que o avião já tinha pousado, ainda sonolenta acordei a Chae que ficou reclamando de eu ter tido que acordar ela. 

    — Você quer morar no avião? Porque se eu não te acordasse você ia ficar aí. 

    — Chata. — ela resmunga.

    — Amiga? — chamo ela e a mesma responde. — A gente tá na Coréia. — digo animada.

    — Sério? Pensei que a gente estava na Síria. — ela diz revirando os olhos.

    — Larga de ser mal-humorada. — falo dando um empurrãozinho nela que faz a mesma tombar.

    — Ah sua quenga, vai ter troco. 

    — Ai, que meda. — falo realmente com medo, porque quando a Chae se revolta não tem nada que faça ela voltar a trás.

    — (s/n) ? — ela me chama e eu olho para ela. — Eu não esqueci da sua prenda tá? 

    — Infelizmente... — murmuro. — diz logo o que é vai. — digo enquanto a gente desce do avião.

    — E o que você vai fazer é... — ela pensa um pouco. — Dançar funk no meio de todo mundo.

    — O QUE? NANANINANÃO. — falo balançando a cabeça negativamente.

    — É isso ou beijar algum coreano desconhecido. — ela fala na maior sinceridade.

    — Você tem sérios problemas mentais. — digo revirando os olhos. — Ok, eu danço. Fazer o que não é?!

    — OMMA! — Chae diz e sai correndo em direção a uma mulher bonita, robusta de pele branca, cabelos pretos e olhos castanhos.

    Eu apenas a sigo andando e paro esperando ela falar comigo.

    — Omma, essa é a (s/n). — Chae diz.

    — Annyeonghaseyo, eu sou a Kyung-Mi, mas pode me chamar de somente de Kyung. Prazer em conhecê-la (s/n), será um prazer ter você em nossa casa

    — Annyeonghaseyo, muito prazer senhora Kyung. Muito obrigada por me hospedar em sua casa. — digo gentilmente.

    — Sem formalidades, por favor. — ela sorri e eu balanço a cabeça em afirmações. — Vamos queridas, o seu pai e seu irmão estão ansiosamente esperando por você Chae e mais ainda por você (s/n). 

    Ela diz e nós confirmamos sorrindo de orelha a orelha, olhei em volta observando todos e tudo que estava ao meu alcance, se fosse um sonho eu realmente não queria acordar. Fomos em direção ao carro da Kyung e demos partida.
  

 Fomos o caminho todo conversando, a mae da Chae me fazia várias perguntas e eu as respondia animada. Depois de alguns minutos chegamos, o carro parou em uma casa branca, grande, com um grande jardim na frente, era realmente muito linda. Pegamos a bagagem no carro e entramos, chegamos na sala e fomos recebidas pelo pai que se chamava Seon Seung e o irmão Seon Seung Ma, que parecia ter mais ou menos a nossa idade, e que foram extremamente gentis comigo.
  

 Decidimos subir e tomar banho, já que estávamos á 25 horas sem tomar banho, a Chae me disse que eu ficaria no quarto dela, nós levamos as nossas roupas para o segundo andar onde ficava os quartos, banheiros e sala de estudo. Entramos na segunda porta à direita e a Chae me explicou onde ficava cada coisa, eu apenas ouvia tentando processar as informações e guarda-las. 
 

   Quando finalmente arrumamos as roupas, fui tomar um banho e deixei a Chae conversando com os pais. Entrei no box, liguei a banheira e fui entrando em contanto água morna que fazia com que os meus músculos relaxassem, tirando um peso das minhas costas. Terminei o banho e fui vestir minha roupa que se resumia num simples vestido soltinho em tom pastel, pentei os meus cabelos fazendo um coque bagunçado e saí do banheiro em direção ao quarto.
    

Entrei no quarto e tomando um susto quando vi o Seung Ma ali parado no quarto.

    — Annyeonghaseyo. — digo fazendo ele virar na minha direção. 

    — Annyeong, como aprendeu coreano tão bem? — ele pergunta curioso.

    — A Chae me ensinou. — digo sorrindo.

    — Ah sim, prazer. — ele diz estendendo a mão.

    — Prazer. — Aperto a mão dele e sorrio.

    — As estrangeiras são bonitas assim como você? — ela pergunta sorrindo de lado.

    — Isso vai depender do ponto de vista de cada um, e obrigada. — digo gentil.

    — Eu só vim te avisar que a Chae está lá embaixo e pediu para você ir comer. — ele diz saindo sem nem me dar a oportunidade de agradecer.

    Peguei o meu celular, disquei o número do meu pai e liguei para ele, o mesmo atendeu no segundo toque.

                * Chamada de voz on *
    
  

     — Appa! Sou eu a (s/n) 

    — Olá meu bebê, como foi a viagem? Ocorreu tudo bem? E os pais da Chae te trataram bem? — ele diz me atolando de perguntas.

    — Calma appa. — digo dando risada — E respondendo as suas perguntas, a viagem foi ótimo, ocorreu tudo muito bom parece até um sonho e os pais da Chae são muito gentis. 

    — Fico feliz por você.

    — Appa,meu só te liguei para dizer que está tudo bem. Eu vou descer para comer, estou morrendo de saudades e depois eu ligo para falar com a mamãe e a Abigail.

    — Ok, elas saíram, se estivessem aqui já teriam tomado o celular da minha mão. — ele diz causando risos de ambos. — Eu também já estou com saudades, juízo hein?! E eu te amo.

    — Também te amo appa. — digo e desligo.

                * Chamada de voz Off *

    Desço as escadas e vou em direção à cozinha, aonde permanecia a voz aguda da Chae. 

    — Desculpem a demora, eu estava ligando para o meu appa avisando que estava bem. 

    — Tudo bem. — diz a Kyung e o Seon Seung em uníssono.

    Sentei na mesa, antes  fizemos agradecimentos e depois começamos a comer Korean Knife Noodles, que era basicamente um macarrão coreano, apesar de eu ter tido dificuldades em comer com os  hashis, comi o suficiente para me saciar.
    Depois de comer, a Kyung nos deu licença e nos disse que éramos para descansar. Subimos as escadas e passamos a tarde conversando, assistindo doramas e MV'S. Quando a noite chegou, a Kyung nos chamou para comer e depois já cansadas dormimos. 

                        (...) 

    Levantei preguiçosamente da cama, caminhei tateando os móveis no escuro e fui até a janela, abrindo a mesma fazendo o sol iluminar o quarto. Os raios fracos do sol que atravessavam a janela em contato com a minha pele me dava uma sensação de renovação e felicidade, eu amava quando os raios estavam fraquinhos.
    

Voltei em direção à cama para acordar a Chae que ainda dormia feito pedra,  parecia que era feita de sono. Balancei ela e nada, então eu decidi gritar com a voz mais baixa no ouvido dela, já que seria uma falta de educação da minha parte se eu gritasse. 

    — CHAE! 

    — Ah, meu santo G-Dragon! Eu não posso mais dormir? — ela reclama ainda dormindo.
                 — Já assistiu aquele programa? — pergunto.

    — Qual?

    — De onde vem?

    — Já, porque? 

    — Vou até lá perguntar de onde brota tanto sono em você. — falo rindo.

    — Idiota. — ela diz virando para o outro lado da cama e cobrindo a cara com uma coberta.

    — Não adianta virar para o outro lado, você esqueceu que a gente tem que ir fazer a nossa matrícula hoje? 

    — Esqueci.

    — Me atrapalho um pouco no fuzo horário, mas quem era para saber disso é você. Irresponsável. — digo e ela vira novamente ficando de frente para mim e coloca a língua para fora.

    — Vamos logo, eu vou tomar um banho e quando voltar quero você de pé.

    — Vai logo (s/n)! — ela resmunga.

    Fui para o banheiro e tomei um banho rápido, vestindo uma calça de cintura alta, um cropped  azul pastel e um tênis, deixei os meus cabelos soltos e voltei para o quarto, dei de cara com a Chae dormindo novamente.

    — Aish, CHAE ACORDA AGORA! — falei balançando a mesma. 

    — Mas já?! Porque não demorou um pouco mais?

    — Aigoo, eu já estou ficando irritada.  — bufei — A gente tem que fazer a matrícula. 

    — Ok, ok... Já estou indo. — ela diz se levantando da cama.

    Sentei na cama esperando a Chae e desbloqueei meu celular atualizando as minhas redes sociais. Entrei no face que haviam várias notificações das fotos que a Lívia postou da minha despedida, já estava com saudades daquelas quengas, entrei no tumblr, no Instagram e postei uma foto minha. 
  

 Depois de alguns minutos, a Chae chegou e nós descemos para comer e ir a nossa futura escola. 

    — Bom dia! — digo entrando na cozinha e me encontrando com a Kyung, o Seon Seung e o Seung Ma.

    — Bom dia. — os três respondem em uníssono. — Como foi a noite? Passou bem? — A Kyung me pergunta sorrindo.

    — Passei sim, muito obrigada. — digo me sentando na mesa e a Chae senta ao meu lado.

    Tomamos um típico café americano, com torradas, suco de laranja, waffles, e café. Depois nos despedimos e fomos eu, a Chae e o Seung Ma, que também ia estudar lá, conversando sobre a nossa vida no Brasil.
  

 O colégio não era muito longe, então chegamos rapidamente. Fomos em direção à diretoria e nos deram um papel, fiquei um pouco surpresa ao pegar a folha. A qualidade do papel era impressionante. Eu nunca tinha posto as mãos em algo assim. Espesso e levemente texturizado. O peso do papel me deixou atônita por alguns instantes. 
 

   Pus a caneta no papel, era tudo bem simples. Preenchi nome, idade, informações de contato, responsáveis ( que eram os pais da Chae). Na seção de habilidades especiais, escrevi que falava três idiomas, português (sério?! Não...), coreano e inglês.

    — Você acha que a capacidade de dormir até tarde conta como habilidade especial? — Perguntei a Chae e ao Seung Ma que riram.

    — Sim, pode colocar aí. Eu não se esqueça de dizer que você consegue comer um prato em cinco minutos. — A Chae disse e nós rimos.

    Terminamos e entregamos o papel e a taxa da matrícula e saímos, decidindo que iríamos passear um pouco pela cidade. Minha alegria era simplesmente inexplicável!


Notas Finais


Mas que audácia é essa?
Que raba mais grande pra uma tão pequena festa
Princeso você precisa de mais espaço
Tu vai encontrar o universo no meu quarto 🌚❤️
KISSUS E ATÉ O PRÓXIMO CAPÍTULO ❤️✨


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