História Nada como você. - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), CL (Chaelin Lee), Got7
Personagens BamBam, Jackson, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Lee Chaelin "CL", Rap Monster, Suga, V
Tags Bambam, Bangtan Boys, Bts, Chaelin Lee, Hoseok, Jackson, Jhope, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Kookie, Min Yoongi, Namjin, Namjoon, Rap Monster, Suga, Taehyung, Vhope
Exibições 2
Palavras 1.694
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Acabei de terminar o capítulo e consegui controlar a minha ansiedade em postar amanhã.
✨ O início das tretas estão aqui! ✨
💕 Boa leitura e até o próximo capítulo 💕

Capítulo 5 - Seja bem vinda ao Baek S. Jo! Part.2


Fanfic / Fanfiction Nada como você. - Capítulo 5 - Seja bem vinda ao Baek S. Jo! Part.2

Saio e encontro o Seung Ma conversando com algumas meninas, a Chae já havia sumido. Eu não estava acreditando. Sério que ela iria me deixar de lado só por que eu não acordei ela?! Aish. 

Fico alguns minutos parada ali pensando se eu pedia ao Seung para me ajudar ou se tentava eu mesma achar. Acabei por optar a segunda opção. Andei um pouco mais pelo corredor, observando as portas e as identificações. Nenhuma do 3º ano. Subi as escadas que tinha ali perto e nada. Continuei andando, olhando para as portas quando esbarro em alguém.

[ AUTORA: Será que agora ela olha pra cima e encontra o amor da sua vida? *o* #Expectation #Clichêzinho ] 

 

 Olho um pouquinho pra cima para ver quem é e vejo uma menina meio desajeitada em pé, me olhando curiosa. 

[ AUTORA: Eu sei, eu sei. Quebrei a expectativa de vocês, desculpem a Isinha. ]

 

— Me desculpa, não te vi. — digo sorrindo.

— Tudo bem. — ela diz e morde os lábios em sinal de nervosismo — É... Você é a estrangeira? — ela diz sussurrando como se fosse um segredo.

— Ah, sou sim. — Sussurro dando uma risadinha em seguida. — Mas, isso não precisa ser segredo. Prazer, sou a (s/n). — digo sorrindo.

— É um prazer (s/n), sou a Oh Ha Ni. — ela diz sorrindo. — Então, você é de que ano? Parecia meio perdida. — pergunta dando risada.

— Eu sou do terceiro ano, e é eu estou bem perdida. Tenho aula de matemática agora e não sei aonde fica a sala.

— Ah, eu sou do segundo. Quer que eu te leve até a sua sala? 

— Claro! É uma pena você não ser do terceiro.

Oh Ha Ni me leva até a sala, que para o meu azar já estava com a porta fechada. Ótimo, vou chamar mais atenção de todos agora. Agradeci a Oh Ha Ni e combinei de lanchar com ela no intervalo e contar como é o Brasil para ela. 

Bati na porta e abri a mesma dando de cara com o professor que me olhava com uma cara feia por ter chegado atrasada. 

— Desculpa o atraso professor, eu não estava achando a sala. — digo sorrindo.

— Tudo bem, vou deixar passar dessa vez porque você é nova na escola. — ele diz com a cara emburrada. 

Entrei na sala, procurando um lugar para sentar. Achei um único lugar vazio, ao lado de um rapaz com os cabelos loiros e os seus olhos eram castanhos. Ele tinha uma cara de verão,o que muita gente deveria gostar. Seu cabelo batido em perfeita ordem, e a roupa se ajustava perfeitamente ao seu corpo, como se fosse especialmente feito para ele. Talvez ele fosse bonito, a seu modo. O seu único problema é que ele parecia superficial, que só pensa em si próprio. Cheguei a ter pena da garota que ficasse com ele.

Aquela deveria ser a pessoa mais chata que alguém poderia imaginar. O mesmo olhava atentamente para mim. Corei e me sentei ao seu lado.

— Bom, como eu ia dizendo antes de ser interrompido — O professor diz olhando diretamente para mim como se fosse me matar — Eu sou o novo professor de matemática, e podem me chamar de  Chung-Hee. Alguém quer se apresentar? 

Ninguém diz nada. 

— Ok, já que ninguém quer se apresentar, eu escolho. — ele pensa um pouco — Você, acho que todos estamos curiosos. — ele diz apontando para mim.

— É... Meu nome é (s/n), eu morava no Brasil e cheguei à poucos dias aqui com a minha melhor amiga, Chae. É só isso, acho. — digo insegura. 

Muitas pessoas se apresentavam, mas eu não estava prestando atenção. Quando chegou a vez do garoto que estava ao meu lado.

— Meu nome é Jackson e eu acabei de descobrir que eu tenho uma queda por estrangeiras. — ele diz olhando para mim.

Sua voz é tão empolada quanto o resto. Ele emitia ondas de formalismo. Torcia o nariz só em ficar ao lado dele, com toda certeza era um filhinho de mamãe. Reviro os olhos ao perceber tantas garotas com ódio no olhar em minha direção. Gostaria de saber o que ele tinha de tão interessante. Depois de todos se apresentarem, o professor deu a primeira aula para nós conversarmos uns com os outros e nos conhecemos melhor.

Algumas pessoas me perguntavam algumas coisas, eu respondia e ficava em silêncio. Jackson não parava de me olhar, e eu já estava ficando incomodada. 

O sinal tocou anunciando ser o segundo horário, suspirei e peguei o livro a mando do professor. Passei a aula toda escrevendo cálculos, prometi a meus pais boas notas, minha mão já estava doendo de tanto escrever. 

[...] 

O professor de estudos sociais entrou na sala alegremente, contagiando todos. 

"Graças a G-Dragon um professor legal" penso.

— Bom dia para todos! Meu nome é Bon-Hwa, me chamem de dr. Hwa. Seus pais são muito dinheiro para vocês estudarem aqui, espero que deem algum retorno do investimento que fizeram lendo o que eu mandar, quando eu mandar e frequentando a aula.

— É, eu acho que me enganei. — murmuro baixo, mas o suficiente para que o professor olhasse para mim. 

— Algum problema? — ele pergunta para mim e sinto minhas bochechas ruborizarem. 

— Ah, não. Desculpe! — digo envergonhada.

Ele começou a escrever no quadro, como se fosse um resumo do que ele ia dar para nós. Achei melhor escrever e então abri meu caderno e fazendo uma matéria para a mesma. Estava escrevendo até que vejo um papelzinho encostado no meu caderno, pego sem hesitar.

É, (s/n) não é? Gostaria de sair comigo? 

Ass. Jackson.

Revirei os olhos, sério que ele pensa que eu iria sair com ele só porque ele é um tremendo gato? Ok, ok, eu admito. Eu até sairia, mas se ele não fosse tão convencido de si mesmo. Torci o nariz  pela milésima vez decidindo se eu dava uma resposta ou ignorava. 

Seria uma falta de educação não responder, ainda mais porque eu estava sentada ao lado dele. Peguei o papel, virei do lado contrário e peguei uma caneta qualquer e comecei a escrever.

Eu até sairia, mas isso é realmente ridículo. Acha que só porque é consideravelmente bonito, eu sairia com você sem ao menos te conhecer? Isso soa tão superficial, aliás você é todo superficial. Não seria incomum se suas atitudes fossem ridículas.

(s/n), xoxo.

Entreguei o papel, considerando que ele não iria responder, até porque eu achei que fui um pouquinho grossa. Me enganei mais uma vez, o mesmo foi bastante ousado com a atitude de me responder.

Eu realmente não tinha a intenção de lhe ofender. Me desculpe! Mas já que é assim, podemos nos conhecer? 

Revirei os olhos ao ver a formalidade dele até nas palavras. Não escrevi muito, porque se o professor me visse, eu estava ferrada.

Talvez. 

Entreguei o papel a ele e vi o mesmo dar um sorrisinho de canto. Ignorei. O sinal bateu e nós saímos para almoçar. 

— Ei, quer almoçar comigo? — ouço alguém dizer e me viro para trás na intenção de ver quem era. Eu já tinha uma suspeita. 

Jackson. Ele estava em pé, sorrindo.

— Foi mal, combinei de almoçar com a Oh Ha Ni. — digo retribuindo o sorriso.

— Oh Ha Ni? — ele pergunta surpreso. 

— Sim, algum problema? 

— Ah, não. — ele fecha a cara. — Então, outro dia nós combinamos.

— Ok, até mais.

Saí da sala, indo em direção ao pátio e procurando a Oh Ha Ni. A Chae tinha sumido, provavelmente ainda estava emburrada. Se não estivesse, já estaria na porta da minha sala.

Suspirei e comecei a olhar toda aquela gente a procura da Oh Ha Ni ou até mesmo do Seung Ma. Avistei o Seung, mas eleitas ocupado demais conversando com algumas meninas como mais cedo. Sinto alguém colocar a mão sobre os meus olhos tampando a minha visão. 

— Oh Ha Ni? 

— Ah, sem graça. — ela diz me dando língua. — Vem, vamos para a fila.

[...]

Avistei a Chae com algumas meninas, ela parecia alegre. Suspirei alto e acabei chamando a atenção da Oh Ha Ni que estava concentrada comendo batata frita. 

— O que foi? Quem é ela? 

— Minha melhor amiga, ela está emburrada comigo porque eu não acordei ela cedo.

— Como assim? Eu não sou sua melhor amiga? — ela diz fingindo estar ofendida. — Brincadeira, bom... Eu acho que o azar é dela, porque eu te conheci a poucas horas e já estou te amando.

— Eu também já te amo. — digo sorrindo.

Comemos, combinando de depois das aulas irmos no shopping. O sinal tocou, avisando que já estava na hora de voltar para as salas. Fomos para a aula de música. E infelizmente ou felizmente, eu iria ter que ficar no mesmo ambiente que a Chae. 

[...]

As duas aulas de música passou bem rápido, o professor do mesmo era muito legal. Diferente dos dois primeiros. Fui em direção ao corredor depois que a Chae saiu da sala sem nem sequer falar comigo. Atitude que me machucou bastante. Encontrei o Seung e avisei o mesmo que ia almoçar fora com uma amiga. 

Encontrei a Oh Ha Ni na saída, pegamos um táxi e fomos para o restaurante mais perto que tinha. Estávamos com uma fome tremenda. Não demorou muito para que chegássemos em um restaurante de massas. Pedimos uma porção de macarrão coreano, comida que eu já estava apaixonada desde que a Kyung fez.

— Então, você tem muitos amigos? — pergunto a Oh Ha Ni.

— Ah não, só você mesmo. — ela diz fazendo o sorriso que havia no rosto dela desaparecer.

— Sério? Nossa, mas você é tão legal.

— Quem iria querer ser amiga de uma nerd? Além do mais, desengonçada e feia?

— Quem te disse isso? Você não é feia, muito menos desengonçada. Se quiser, eu posso te ajudar com isso.

— Omo! Como? — ela diz fazendo o sorriso aparecer novamente.

— A gente pode ir no shopping e dar uma renovada em você.   

— Claro, a gente vai depois de comer.

 Alguns minutos depois, terminamos de comer e pagamos a conta saindo do restaurante logo em seguida. Fomos andando para o shopping que ficava a uns 5 metros dali. 
Entramos no shopping, fiquei extasiada. Era incrível. 

— E então? Por onde começamos? — Pergunta a Oh Ha Ni sem esconder sua ansiedade. Parecia uma criança esperando por doce.

...


Notas Finais


Até o próximo capítulo ❤️
Espero do fundo do meu coração que vocês tenham gostado!
Kissus 💕


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