História Love me like you do - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Romance, Thelacrimars
Visualizações 2
Palavras 1.020
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - 4.


O celular toca bem cedo e acorda Lara.

-Cadê essa droga? -Passa a mão pela cama procurando o telefone.- Alô, quem é? (em português).

-Hm... Alô, é o John. (Em inglês).

-Ah... Oi, tudo bem? (Adiante em inglês).

-Desculpa ligar essa hora, mas quero saber se você gostaria de ir em um lugar comigo?

-Bom... Tudo bem. Aonde vamos?

-Vamos á Província de GangWon, vou te levar em GangNeung. Lá tem uma praia muito bonita e uns parques bem legais. Você com certeza vai gostar!

-Ah, que ótimo. Vou me aprontar e tomar o meu café da manhã. Assim que estiver arrumada, eu te aviso.

-Vamos tomar café no restaurante? 

-Melhor não... Ontem você já não deixou eu pagar e fiquei um pouco envergonhada. 

-O restaurante também é meu. -Ele riu.- Não tem nenhum problema você ir e não pagar. Você está indo como minha convidada.

-Ai... 

-Faço questão. Em 15 minutos eu passo aí pra te buscar. Tudo bem?

-Ah... Okay. Estarei pronta. -Disse, contrariada.-

...

-Omma, eu trouxe aquela moça de ontem. Vamos tomar café. Tem como fazer estilo americano? -John falou com sua mãe.-(Em coreano).

-Tudo bem, filho. Vou fazer um café bem delicioso pra ela. (Em coreano). Bom dia, tudo bem? (Em inglês) -A mãe de John cumprimentou Lara.-

-Bom dia, tudo bem sim, obrigada. E a senhora? -Estendeu a mão para cumprimentá-la, sendo retribuída.-

-Senta ali, filho. Já trago o café de vocês. -disse apontando para a mesa.- (Em coreano).

Lara e John se sentaram à mesa e logo aproveitaram o café estilo americano conversando.

-Acho tão legal a maneira e a facilidade que vocês tem de falar esse idioma. Sei que é assim em qualquer lugar, mas acho muito incrível.

-Pra ser sincero, eu acho nosso idioma difícil. Nós temos muitas regras de formalidade. 

-Eu li algo sobre. Vocês tem que falar de acordo com a hierarquia, não é?

-Exato! E isso é bem chato. Ainda bem que não preciso trabalhar pra outras pessoas e sou meu próprio patrão.

-Eu sei como isso é bom. Não as regras de formalidades, mas trabalhar para sí mesmo.

-Desculpa a intromissão, mas o que você faz?

-Eu? Hmm... Como eu posso explicar o que faço?

-Se não quiser falar, tudo bem. Não se sinta na obrigação.

-Eu sequestro pessoas e vendo seus órgãos no mercado negro. -Deu um longo gole no suco de laranja enquanto olhava para o lado.-

-Ah..  Hãn? É... Então, está tão calor hoje, né? A praia vai estar tão cheia, melhor irmos numa próxima. -Ele disse, enquanto fingia se abanar com a mão.-

Lara o observou fazendo aquela cena e logo caiu na gargalhada.

-Do que você está rindo? -Ele a questionou, sério.

-De nada... Apenas não imaginei que você fosse acreditar nessa besteira que eu disse. -Dava risadas alternadas com os goles de suco.-

-Mas quem te disse que eu acreditei? Nada a ver. -John respondeu, contrariado.-

-Era brincadeira, okay? Na verdade, eu tenho um comércio físico e online de produtos femininos. 

-Você não precisa me provar nada. Fica calma. -Disse em tom de brincadeira.-

-Mas é sério. Eu quero ir á essa praia. Vamos, né?

-Vamos, sim. Eu também estava brincando.

Ambos riram por mais algumas vezes enquanto conversavam e terminavam seus cafés.

...

-Nossa... Eu estou sem palavras. -Lara dizia, encantada com a paisagem.- Eu nunca vi algo tão bonito desde quando fui á Fernando de Noronha.

-Nor ounia? -John disse, confuso com o nome.-

-Fernando de Noronha. No. Ro. Nha. -Disse pausadamente para que ele pudesse a entender.

-No. Ro. Nia?

-Não. -Lara deu uma gargalhada.- Nha, Nha... NoroNHA. -Enfatizou.-

-Ah, desisto. Eu disse certo, você que quer zombar de mim. 

-Não é isso. É que ficou bem engraçado. -Ela deu um leve tapinha no braço dele.-

Ambos ficaram em silêncio apreciando a vista da praia. Onde se encontravam, conseguiam ver o cruzeiro que ficou ancorado após a baixa muito forte da maré. O clima era agradável. O sol era forte, porém o vento gélido do mar, refrescava seus rostos.

-Você vai fazer algo mais tarde? -Ele a perguntou, com a visão fixada no mar.-

Ela o olhou, e retornou o olhar ao mar. Quando iria responder... Trim. Trim.

-Só um momento. -Ele disse, afastando-se um pouco.-

Lara ficara pensativa sobre a pergunta, e o escutou esbravejar. Mesmo que em outra língua, é possível compreender quando uma pessoa fica com raiva. Ele demorou menos de 3 minutos e logo voltou para o lado dela.

-Me desculpe. Problemas no restaurante. Vantagens e desvantagens de ser o próprio patrão. -Ambos deram um leve sorriso.- E então? -A questionou.-

-Então... O que? -Lara se fez de desentendida.-

-Você quer sair comigo mais tarde? -Ele a encarava com firmeza.-

-Hein? Sair? Mais tarde? Não sei.

-Se não for comigo, como você vai se virar por aqui?

-Ah... Okay. -Lara deu uma risada debochada.- Eu não sou nenhuma lesada, caso você tenha entendido dessa forma.

-Não foi minha intenção te ofender. -Pôs as mãos juntas e curvou-se.- Me desculpe (Em coreano). -

-Não precisa fazer isso. -Colocou a mão sobre o braço dele.- Sei que não falou por mal. Só não entendi a palavra que você falou.

-Eu falei Mianhae (미안해). Significa me desculpe.

-Mianhae? Me desculpe? Gostei.

-Você falou certinho. Já é quase uma coreana. -Ele disse, debochando.

-Ah, tá. Eu quero sim...

-Quer ser coreana? -Ele a olhou, confuso.-

-Quero sair com você hoje a noite. -Ela o olhou diretamente nos olhos, e logo virou o rosto, mordendo o lábio, deixando um olhar misterioso e um momento embaraçoso.-

Eles ficaram em silêncio por mais alguns minutos.

-Vamos voltar? Preciso te levar ao parque. -Ele a pegou pelo pulso e a levou para o estacionamento.-

-Não quero ir ao Parque, quero ir em algum lugar que toque a minha alma. Me leve em algum lugar que eu nunca vá esquecer. -Ela disse, já dentro do carro.-

-Mas esses lugares funcionam mais de noite.

-Quais lugares? -Lara perguntou intrigada.-

-De quais lugares você está falando?

-Quem mora no país é você. Eu não conheço a cultura e nem os pontos turísticos. -Ela disse, rindo.- Você que devia saber disso.

Eles seguiram até uma feira de comidas típicas e regionais. Ficaram lá por algumas horas até que ele a levou novamente para seu hotel.

-Pronto. Aqui está, entregue em seu hotel. 

-Muito obrigada, pela sua paciência e obrigada pelos lanches.

-Só aceito o seu agradecimento mais tarde, na pista de dança.

Lara o olhou com um sorriso envergonhado, deu um tchau e entrou no hotel.

...



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