História Naipes - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 9
Palavras 1.036
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiiiii meus amores!!!! Voltei com mais um cap, eeeehhhh ~batendo palmas~!!! Desculpem-me a demora, eu tava passando por alguns problemas de saúde, mas já tô me sentindo melhor!!!!! Agora chega de enrolação e vou deixá-los com mais um capítulo : )

Capítulo 2 - Ouros


Fanfic / Fanfiction Naipes - Capítulo 2 - Ouros

“Aparência · Riqueza · Materialidade”

Dor. Muita dor. É isso que sinto, uma terrível dor de cabeça. Não me lembro de quase nada, tudo isso deve ser ressaca de ontem a noite. Sento-me na cama e assim que vejo onde estou tento me lembrar o que eu tinha feito no dia, ou melhor, na noite passada, e quanto mais tento me lembrar mais sinto que minha cabeça vai explodir. Mas não posso deixar uma dor de cabeça qualquer me vencer.

Pelo visto passei da conta de novo, talvez eu comece a moderar um pouco, mas será bem pouco mesmo. Sou Pietro Denari, filho de um dos mais ricos e influentes empresários italianos. Sou branco, magro, sedutor, rico, com 24 anos, uma barba curta, olhos azuis e uma barriga tanquinho de dar inveja em qualquer um. Moro junto com meus pais numa enorme, moderna e luxuosa mansão à beira do mar; a melhor que o dinheiro pode comprar. A dor de cabeça que estou sentindo começa a diminuir e aos poucos começo a me lembrar das coisas que fiz ontem.

Flashback ON

—PIETRO!- ouço meu pai gritando assim que ele chega em casa à noite.

—Aqui!- respondo ainda deitado no sofá assistindo TV.

—Como pensa em administrar a empresa e os negócios agindo desse jeito?- meu pai me pergunta logo arremessando um jornal em cima de mim.

Sento-me no sofá, pego o jornal e começo a lê-lo. É apenas uma reportagem falando de uma briga que tive ontem numa boate, mas não fui eu quem começou, como eu ia saber que o namorado do garoto que eu peguei na boate era ciumento. Logo meu pai começa a falar de responsabilidades, limites e empresa, todos sermões antigos, chatos e que estou cansado de ouvir, então, assim que ele vira de costas, saio de fininho da sala e o largo falando sozinho. Da sala vou direto para a garagem e entro na minha Lamborghini, ligo ela e saio da mansão. Vou dirigindo até o centro da cidade e só estaciono quando chego na minha boate favorita. Assim que saio do carro vejo uma enorme fila que começa na porta da boate e que parece não ter fim, mas como não gosto de esperar, ignoro a gigantesca fila, cumprimento alguns amigos seguranças e entro tranquilamente na boate.
O som alto com as luzes coloridas me causam uma excitação inexplicável que me faz querer dançar e beber, então não demoro para por tudo isso em prática. Primeiro vou no bar, peço um coquetel e assim que termino de bebê-lo saio de lá e vou direto para a pista de dança. Enquanto danço percebo que dois jovens e belos garotos estão me olhando e quando nossos olhos se encontram os rapazes vêm dançar junto a mim. Dançando bem próximos posso notar que além de lindo eles também são gêmeos, então resolvo puxar assunto pra ver qual é a deles e até onde isso vai dar.

—Estão sozinhos?- pergunto, pois não é todo dia que aparecem gêmeos.

—Sim!- respondem ao mesmo tempo.

—Aceitam um drink?- ofereço-lhes e logo os vejo assentir.

Saímos da pista de dança e nos sentamos nas banquetas do bar; eu no meio, o gêmeo mais sério na minha direita e o mais brincalhão na minha esquerda. Assim que o garçom aparece peço-lhe três martínis e poucos segundos depois ele nos entrega as taças com o coquetel.

—Eae, como se chamam?- pergunto.

—Sou Andreoli Quadri- o mais sério responde.

—E eu sou Vincenzo Quadri- o mais brincalhão diz bem perto do meu ouvido fazendo-me arrepiar por inteiro.

—Prazer, Pietro Denari!- falo.

—O prazer é todo nosso- Vincenzo diz maliciosamente.

—Quantos anos vocês têm?- pergunto antes de tentar qualquer lance com eles.

—Dezenove!- respondem juntos. —E você?

—Vinte e quatro. Vocês vêm sempre aqui?

—Não! Essa é nossa primeira vez- Andreoli diz. —Estávamos à procura de emoção.

—Entendo. Moram aqui mesmo?

—Moramos sim, umas duas quadras daqui. Caso queira ir lá em casa por nós tudo bem- Vincenzo fala e põe sua mão sobre minha coxa.

—Já que insiste! Não irei recusar o convite- respondo e logo dou-lhe um sorriso bem safado.

Continuamos conversando e bebendo até que os gêmeos resolvem ir para a casa deles, e como haviam me convidado também resolvo ir junto. Levantamos do bar completamente alcoolizados e finalmente saímos da boate tropeçando e nos agarrando uns aos outros.

Flashback OFF

A única coisa que sei é que não me lembro de nada do que fizemos depois que saímos da boate. Meio zonzo com todas essas lembranças, olho para os lados e vejo os gêmeos; pelo visto a noite foi muito louca. Porém, mesmo que eu queira aproveitar mais um pouco da companhia deles tenho que ir embora, então levanto-me cautelosamente da cama para não acordá-los e vou andando nu até o banheiro. Ao me olhar no espelho vejo o terrível estado em que estou, com meu cabelo bagunçado, olheiras enormes, chupões na barriga, arranhões no pescoço, entre várias outras marcas pelo corpo. Resolvo tomar um banho para esquecer esses detalhes, então ligo o chuveiro e deixo a água fria cair sobre meu corpo. Pouco tempo depois sinto as mãos dos gêmeos me apalpando, as de Andreoli passeiam pela minha barriga e as de Vincenzo de cima até embaixo nas minhas costas fazendo com que um sorriso safado brote em meus lábios. Mesmo com mãos bobas entre várias outras carícias, umas leves e outras um tanto quanto apimentadas, continuamos nosso banho sem nenhum problema.
Assim que terminamos o banho pegamos as toalhas e começamos a nos secar, depois de secos, as enrolamos na cintura e saímos do banheiro. Quando voltamos para o quarto pego todas minhas roupas que estão jogadas pelo chão e pelos móveis e começo vestí-las, já os gêmeos tiram suas toalhas e põem somente suas boxers. Assim que termino de me vestir trato de pegar o número de seus celulares e não me esqueço de passar o meu, caso queiram repetir a noite passada, e nos despedimos com um beijo triplo. Saio da casa dos irmãos Quadri e volto até o estacionamento da boate, ligo meu carro e dirijo de volta para minha casa.

Talvez eu tire o dia de hoje para descansar.

Ou não.


Notas Finais


Espero q tenha gostado!!! Deixe seu comment q eu fico feliz!!!! Até a próxima. Bjs!!!!


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