História Nalu? Aye, sir! - Capítulo 32


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Categorias Fairy Tail
Personagens Elfman Strauss, Erza Scarlet, Evergreen, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Sting Eucliffe, Ultear Milkovich, Yukino Aguria
Tags Fairy Tail, Gale, Gruvia, Jerza, Miraxus, Nalu, Outros Ships
Visualizações 515
Palavras 2.297
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


ME DESCULPEM PELA DEMORA! É SÉRIO DESCULPEM MESMO ~ me curvando rapidamente e acertando uma lata de lixo com a cabeça ~ Ai...

Capítulo 32 - Aposta



* Natsu

- AI LUCE, ISSO DÓI!!!!!!!!!!!! - reclamei quando recebi uma chinelada na bunda.

Só uma semana morando com aquele gato, e minha vida ta um inferno.

- Bem feito! - ela me encarou irritada. - Ninguém mandou você tentar dar banho nele numa panela de água que estava fervendo!

- Parecia que ele tava com frio, ué! - dei de ombro e ela me deu um beliscão. - Ai!

- Eu vou é enfiar essa sua cabeça dentro daquela panela! Seu cérebro, que você nem usa direito, deve ter congelado!

- Ha.ha.ha, muito engraçado. - revirei os olhos. - Nós não estaríamos tendo essa discussão se você tivesse deixado aquele gato lá.

- Nós não estaríamos tendo essa discussão se você não tivesse tentado fazer cozido de Happy!

- Aye... - falando nele, o maldito apareceu, se esfregando nas pernas dela, enquanto soltava aqueles miados que não pareciam miados.

- Eu vou matar esse gato. - avisei apontando para ele.

- Eu vou matar você. - avisou apontando para a minha cara.

- É um animal Luce, - reclamei. - você não se dá bem direito nem com humanos! Imagina com animais! Imagina conviver com um?!

- Eu convivo com você. - deu de ombros. - Quem convive com você é guerreiro.

- Como assim? - fechei a cara.

- Convenhamos Natsu, você fala demais, fala tanto que as vezes penso que o meu ouvido vai sangrar! - reclamou.

- Ah... Então é assim...? - arqueei as sobrancelhas. - Então agora eu também não falo mais com você!

- Ata. - Luce riu. - Duvido.

- Quer apostar, garota? - a desafiei.

- O que vamos apostar dessa vez? - ela deu um sorriso malicioso.

Nós temos um histórico de apostas, desafios idiotas e brigas. Ah... A melhor pessoa para se apostar é a Luce... Ela joga pra valer.

- Se eu não falar por dez dias, e você não conseguir me fazer falar, vamos jogar o Happy na rua. - falei. - Se você ganhar... Sei lá, você decide...

- Só dez dias? - ela arqueou as sobrancelhas. - Essa aposta ta muito fraca, Natsu. - colocou uma mecha do cabelo atrás da orelha. - Eu aposto que você não consegue não falar comigo por um mês... - ela mordeu o lábio inferior. - E não me tocar.

- C-Como assim? - gaguejei olhando para ela com a maior cara de retardado.

- Se você ganhar, bye bye Happy... - fez uma cara triste. - Se eu ganhar... - ela riu. - Você vai ter que seguir as minhas ordens por 15 dias.

- N-Não, espera... Como assim não te tocar? - isso não soa bem...

- Aff. - ela suspirou e pegou as minhas mãos. - Essas mãos não podem me tocar, aqui... - ela levou as minhas mãos até seus seios - aqui - as levou até sua bunda. - e aqui. - ela deixou minhas mãos a sua cintura. Então passou o dedo sobre meus lábios. - E essa boca aqui... Nem sonhando, poderá passar por aqui... - ela fez minha boca roçar em sua clavícula - aqui... - em seu pescoço - e aqui... - seus lábios roçaram nos meus. Então disse rente ao meu ouvido:

- Entendeu... Daddy...? - ao dizer isso como em um sussurro, eu não pode aguentar.

Aquela cena toda estava extremamente sexy. Ela usava uma voz baixa para falar comigo, uma voz sensual, e, convenhamos, a Luce já é gostosa por si só, agora pensa numa GOSTOSA (com todas as letras maiúsculas) falando DADDY no pé do seu ouvido.

Aí você já começa a imaginar ela peladona, gemendo, de quatro, em pé, na cama, em cima da mesa, no armário, no banheiro, no chão... Enfim.

Voltando ao assunto gostosa (coisa que a Luce é com toda certeza).

Eu fui o felizardo que ganhei uma loira gostosa me chamando de daddy no pé do meu ouvido, e eu não podia perder essa oportunidade (até porque, Lucy Heartfilia não é de fazer essas coisas, ainda mais comigo, Natsu Dragneel), eu não sou burro, eu sou homem. Então...

ÓBVIO QUE EU METI O LINGUÃO!

Sabe aqueles beijos que você e a pessoa tão numa batalhas de línguas e a saliva começa a escorrer?

Ta não foi assim (to assistindo muito pornô), eu fui mais suave com ela, até porque ela podia não gostar. Por isso fui bem de leve...

* Lucy

Senti suas mãos apertarem minha cintura, e me puxarem mais para ele. Estávamos cara a cara.

Ele deu um sorriso de lado e começou um beijo. Um beijo quente, selvagem e... Desesperado.

- Ah... - me afastei dele e olhei para a sua cara de "Quero mais! Bora continuar na cama!" - Quer continuar? - ele concordou.

Sentei no sofá e abri as pernas de forma convidativa.

- Então venha... - sorri maliciosa. Ele veio me comendo com os olhos, mas antes que ele pudesse tocar em mim, fechei as pernas e encarei seu rosto confuso. - Sem me tocar certo? Aposta lançada, Natsu.

Levantei do sofá, peguei o Happy, para passear e antes de sair de casa, olhei para Natsu que estava sentado no sofá, com um certo volume no meio das pernas.

Dei uma risada e ele me encarou irritado:

- O que é tão engraçado?

- Nada. - dei de ombros. - Só quero ver você ganhar a aposta... - encarei sua ereção. - Assim. - arqueei as sobrancelhas. - Vai mesmo conseguir não me tocar?

- Acho que é melhor você sair daqui, antes que eu te estupre. - ele resmungou.

- Acho que já sabemos quem ganhará. - sorri vitoriosa. - Te provocarei com todo o prazer, Dragneel.

Ele me encarou e deu um sorriso sarcástico:

- Não cante vitória antes do tempo, Heartfilia.

- Está confiante que você irá ganhar? - perguntei.

- Eu jogo pra valer. - ele se aproximou de mim. - Pode parecer um pouco fácil não falar com você e até é... Mas não te tocar... - ele suspirou. - Você complicou a minha situação. Não tem como ignorar o seu corpo. E você sabe disso. - sorri. - Depois dessa provocação toda, então...

- Vá direto ao ponto. - comecei a fazer cafuné na cabeça do Happy e Natsu observou o gato receber carinho.

- Eu vou ganhar. - ele cerrou os punhos. - Eu vou usar todas as minhas forças para fazer esse demônio ir embora!

- Virou exorcista, foi? - provoquei e ele me olhou tipo "Você entendeu" - Enfim! A aposta começa amanhã, Dragneel. Agora se me der licença eu vou passear com o Hap-...

- Mas de jeito nenhum! - ele tirou Happy do meu colo, colocou ele no sofá e me puxou pra fora de casa, trancando a porta.

- Você é idiota?! - me irritei. - Abre essa porra!

- Não, nós vamos dar uma volta agora. E sem o demônio de pelo azul. - ele deu um sorriso forçado e me puxou para longe da porta de casa.

- Pra onde vamos? - murmurei.

- Pro motel. - olhei para ele assustada. - Brincadeira, quando eu for tirar sua virgindade, vai ser mais especial.

- Ata. - concordei... Espera... - O QUE?!!!!!

- AHHHHHHHHHH CONCORDOU!!!!! - ele saiu rindo do prédio comigo irritada indo atrás.

- EU NÃO CONCORDEI!

- SE DESSE PRA PRINTAR ESSA CONVERSA, EU PRINTAVA! - ele riu da minha cara.

- Aff, vai se fo-... - parei ao perceber o caminho que a gente tava pegando. - Hey, Natsu... Por acaso nós estamos indo até-...?

- It's a surprise, girlfriend. - ele riu.

"É uma surpresa, namorada".

Namorada?

- Ou você ta louco ou é burro. - suspirei e ele olhou pra mim confuso. - Girlfriend é namorada em inglês.

- E amiga é como? - ele perguntou.

- Friend. - revirei os olhos. - É burro mesmo.

- Ah, cala a boca! - ele me deu um chute fraco na canela. - Eu moro no Japão, então eu tenho que saber falar japonês, não inglês.

- Preguiçoso. - empurrei ele pro lado.

- Ata, eu? - ele pôs a mão sobre o peito, dramático. - Você tem preguiça até de tomar banho!

- Sua cara, Natsu. - me fingi de ofendida - Eu não tenho preguiça de tomar banho!

- Ah não! - riu sarcástico - "Luce vai tomar banho", "Ah não ta frio, é ruim que eu vou tomar banho. Amanhã eu tomo". E isso durou por CINCO dias.

- Mentira que foi dois! - retruquei lhe dando um tapa na nuca.

- Ai, Luce! Isso dói! - ele reclamou fazendo uma careta.

- Bem feito, Baka Pink. - ri.

- Vaca Amarela, - resmungou - loira oxigenada, loira do banheiro, noiva do Chucky...

- Olha... - murmurei olhando pra cima. - 'Ta nevando.

- VOCÊ ESTAVA ME IGNORANDO?! - ele se irritou.

- Talvez. - continuei caminhando enquanto assistia os flocos de neve caindo.

- Você me irrita. - reclamou.

- Faço das suas palavras, as minhas. - ergui a mão para o céu para pegar uns flocos de neve. - O inverno é tão bonito.

- Eu gosto mais do verão. - Natsu disse parando ao meu lado.

- Verão: muitas pessoas, todas suadas, muito desodorante vencido. - torci o nariz. - É uma estação nojenta. O verão combina muito com você Natsu.

- Nossa! Engraçadona em! - ele bateu palmas e imitou uma foca.

Uma foca que provavelmente estaria morrendo engasgada.

- Idiota... - não aguentei e acabei rindo.

- Mas até que você gosta. - ele me empurrou de lado, enquanto ria também.

Se eu realmente não gostasse da presença desse idiota, eu não conseguiria olhar na cara dele. E aqui estamos nós, agindo como um casal estranho... De amigos.

- Onde estamos indo? - perguntei pela décima vez.

- Surprise. - Natsu respondeu pela décima vez.

- Você só sabe falar a palavra surpresa?! - comecei a me irritar.

- "Surprise" significa surpresa? - ele parou para pensar um pouco. - Que engraçado. Eu pensava que significava outra coisa.

- Você pensou que significava o que?! - o encarei.

- Estamos longe.

- Vai tomar no cu. - me irritei. - Eu vou embora, aff... - me virei para ir embora, porém ele me segurou pelos pulsos e me virou. - N-Natsu o que...?

- Chegamos, sua impaciente. - revirou os olhos e largou meus pulsos.

Olhei em volta e percebi que estava em um parque vazio coberto por um tapete branco de neve.

Era lindo.

Natsu me puxou para um banco e apontou frente. Um lago congelado.

- Lindo. - comentei. - Mas por que me trouxe aqui?

- Foi aqui... Nesse lugar tão bonito... - ele me encarou. - Que você começou a me odiar.

- É um parque lindo. - comentei novamente. - E se você acha que me dizer que foi em um lugar tão bonito assim que eu comecei a te odiar, vai fazer eu pegar leve com você na aposta... Está bem enganado.

- Droga. - fez um bico infantil.

- Eu te conheço a muito tempo, Natsu. - ri. - Eu sei muito sobre você.

- Mas não o bastante para se lembrar porque nos odiamos. - ele fez uma cara de convencido.

- Tem razão... - murmurei - Não sei. - dei um sorriso de lado. - Mas não faz mal. Na verdade eu acho até que eu não te odeio tanto quanto eu falava.

- Todos me amam.

- Você continua o mesmo insurpotável. - ri. - Independente de eu ter esquecido ou não... Você continua do mesmo jeito. Chato, bobão, idiota e... Um pouquinho, mas só um pouquinho carinhoso mesmo.

- To me emocionando. - ele fez uma voz dramática, eu ri e ele deitou no banco, com a cabeça apoiada nas minhas pernas. - Eu sou um cara carinhoso. Continue.

- Antes você era mais. - comecei a enrolar as mechas de seu cabelo entre os dedos. - Muito mais. Tão grudento.

- Você era fofa. - ele apertou uma bochecha minha. - Era tão frágil, eu tinha tanta vontade de te proteger.

- Você ainda me protege, sabe... - murmurei. - De futuros pretendentes a namorado.

- Você ta muito nova pra namorar. - ele franziu a testa. - E com outro cara.

- Você tem a minha idade. - arqueei as sobrancelhas. - E como assim "com outro cara"? Eu não tenho ninguém pra início de conversa, graças a você-...

- Pois devia me agradecer, viu?! - ele cruzou os braços. - Você não precisa de ninguém além de mim.

...

Silêncio mortal.

...

- Ignora o que eu disse.

- Já ignorei. - limpei a garganta. - Olha as horas! Ta tarde e o Happy deve estar com fome... Ehh... To indo...

Tentei me levantar, porém ele me segurou.

- Pra que a pressa? Moramos no mesmo lugar! - riu.

- O Happy pode acabar morrendo de fome ou frio. - inflei as bochechas.

- Ótimo. - sorriu maldoso. - Que tal passarmos no shopping, e vermos alguns filmes até aquele gato maldito morrer?

- Natsu! - dei um tapa em sua testa.

- Ta bom, vamos... E outra coisa: Ai!

- Vai se foder.

- Ai meu coração...

- E é por isso que eu quero ganhar a aposta. - Natsu resmungou atrás de mim, parado na batente da porta com os braços cruzados. - Eu quero tirar esse maldito o mais rápido daqui.

- Se tivessemos chegado mais cedo, talvez isso não teria acontecido. - o encarei irritada. - Mas você inventou de fazer cosplay de lesma! O Happy deve ter se sentido muito entediado, por isso arranhou o nosso sofá!

- A culpa é minha agora? - ele se irritou.

- Aye. - Happy miou pulando no meu colo.

- Ô gato satânico, você fica quieto, senão eu te jogo pela janela! - ameaçou. - Eu em! Esse gato é do cão!

- Ele é muito fofo, Natsu. - revirei os olhos. - A primeira coisa que eu vou mandar você fazer quando eu ganhar a aposta será tratar o Happy gentilmente.

- Ata. - ele riu debochado.

- Não acredita que eu tenho capacidade de ganhar, Natsu? - o encarei.

- Muito pelo contrário, você tem... - me olhou dos pés a cabeça - Capacidade em abundância. - então abriu o seu maior sorriso. - Isso vai ser divertido... - mordeu o lábio inferior - Lucy.


Notas Finais


Gostaram? Sim? Não? Por quê?

Novamente: Me desculpem pelo puta atraso ~ me curvando de novo ~


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