História Namorada de Mentira - Capítulo 24


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 24 - Acho que vai ter que Retirar o que Disse..


Sua mão seguia o movimento de sua boca em uma incrível sincronia, sua outra mão sabia exatamente como e onde tocar enquanto seus olhos me transmitiam toda a excitação e o prazer que ela sentia em me ver naquela situação. Fechei meus olhos fortemente quando senti a pressão de seus lábios aumentarem, deixando um gemido alto escapar da minha boca. Puxei seus cabelos assim que senti meu orgasmo se aproximando, a fazendo parar com os movimentos e me olhar confusa. A puxei para cima e grudei nossas bocas em um rápido selinho antes de vira-la na cama, voltando a ficar por cima.

Não levei muito tempo em sua boca, logo começando a descer meus beijos por seu pescoço e busto. Dei leves mordidas em sua barriga antes de descer sua calcinha, a jogando pelo quarto. Comecei distribuindo beijos demorados pelo interior de suas coxas para provocá-la. Dei leves beijos por sua vagina, evitando o ponto onde ela mais precisava, e senti suas mãos puxarem meus cabelos.

- Quem diria que estaríamos nessa situação hein, Alice... - comentei com um breve sorriso.

- Cala a boca e me chupa logo, Victor.

- Direta. Adoro garotas assim. - separei seus grandes lábios com dois de meus dedos e passei minha língua por toda sua intimidade, parando em seu clitóris e o abocanhando.

Um gemido de alívio e prazer escapou de seus lábios enquanto Ali arqueava as costas em busca de mais contado.

Atendi aos seus pedidos e intensifiquei meus movimentos, sentindo uma de suas mãos puxar meus cabelos com mais força. Os gemidos altos que escapavam de sua boca eram completamente capazes de acordar meus pais, deixando tudo ainda mais delicioso e excitante. Percebi, através dos movimentos de seu corpo, que seu orgasmo estava próximo, então me afastei de sua intimidade e refiz a trilha de beijos até chegar em sua boca. Seus lábios imediatamente devoraram os meus, dando início à um beijo desesperado.

- Camisinha. - sussurrou com a voz falha. Concordei com a cabeça e me levantei da cama indo até minha bolsa, tirando um pacotinho preto de lá de dentro. - Eu não acredito que você trouxe camisinhas.

- O Jonas colocou na minha bolsa antes de eu sair de casa. - dei um sorriso amarelo enquanto vestia meu membro com a camisinha.

- Me lembre de agradecer ele depois. - dei um sorriso malicioso e voltei para a cama, me posicionando entre suas pernas.

- Com certeza. - falei em seu ouvido antes de me enterrar completamente dentro dela de uma única vez. Um gemido de prazer escapou de ambas as partes enchendo o quarto. Fiquei um instante parado, deixando que ela se acostumasse com a sensação, antes de começar a mexer meu quadril, tirando completamente meu membro de dentro dela e o colocando novamente.

Mexi meus quadris primeiramente em movimentos lentos, arrancando suspiros nada discretos de Alice. Aumentei os movimentos aos poucos, fazendo suas unhas se enterrarem ainda mais na carne das minhas costas, me causando uma dor prazerosa. Depositei beijos descompassados pelo seu pescoço, não me importando com os gemidos cada vez mais altos que saiam de sua boca, e tentei dar leves mordidas, deixando pequenas marcas pelo local.

Eu poderia viver naquele momento para o resto da minha vida. Alice era incrivelmente quente, macia e apertada, me fazendo querer gritar a cada nova estocada. Deslizei uma de minhas mãos de sua coxa até seu busto, capturando um de seus seios novamente; seu seio rígido roçava na palma da minha mão implorando por uma atenção que foi prontamente atendida.

O som de nossos quadris se chocando e de nossos gemidos enchiam o quarto em uma sinfonia deliciosa. Apertei sua coxa com um pouco de força, sentindo os cabelos de minha nuca serem puxados com a mesma intensidade.

Busquei sua boca, tentando iniciar um beijo mal sucedido, e Ali aproveitou para inverter as posições. Um sorriso satisfeito se formou em seu rosto enquanto ela rebolava os quadris lentamente sobre o meu pau, me fazendo apertar os olhos e gemer com sua tortura.

Ali iniciou um movimento para cima e para baixo com seu corpo e a visão de seus seios saltando foi demais para mim. Suas mãos estavam apoiadas no meu peito, sua cabeça jogada para trás e sua boca permanecia aberta, não se importando em reprimir nenhum gemido. Levei minhas mãos à sua cintura, ajudando com os movimentos, e passei a impulsionar meu quadril para cima, intensificando as estocadas. Seu corpo devorava o meu membro cada vez mais rápido, me fazendo apertar sua cintura com cada vez mais força enquanto contraia meu abdômen.

Segurei sua cintura com força, a obrigando parar com os movimentos, e inverti as posições novamente, voltando a ter controle total da situação.

Continuei com os movimentos rápidos, sem coragem para diminui-los. Seu corpo todo tremia e se contorcia embaixo do meu enquanto gemidos desconexos saíam de sua boca. Sorri satisfeito ao ouvir meu nome entre esses gemidos. Suas unhas arranharam minhas costas com tanta força que eu podia jurar que estava sangrando.

Poucas estocadas depois, senti meu próprio orgasmo me atingir, sendo acompanhado de um gemido quase animalesco. Escondi meu rosto em seu pescoço, esperando minha visão voltar ao normal e os espasmos pararem.

Quando recuperei os movimentos do meu corpo, saí de dentro de Alice e me joguei ao seu lado, respirando pesadamente. Comecei a rir sozinho ao me lembrar de um acontecimento.

- O que foi? - perguntou com a voz voltando ao normal.

- Acho que vai ter que retirar o que disse sobre eu não durar muito tempo. - falei olhando em seus olhos, Ali logo me acompanhou nas risadas, concordando com a cabeça.

 



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