História Namorada Quase Perfeita - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Drama, Revelaçoes, Romance
Exibições 64
Palavras 2.554
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


BOA TARDE PESSOAL, QUEM NÃO TEM AÇÚCAR COME SAAAL (vai ser meu bordão, apenas)

Perdoem meu atraso
Perdoem os errinhos
Perdoem tudo mais não desistam da minha linda pessoa <3

NOS VEMOS LÁ EM BAIXO TERRÁQUEOS

Capítulo 3 - Será que estou atrapalhando o casalzinho aí?


Fanfic / Fanfiction Namorada Quase Perfeita - Capítulo 3 - Será que estou atrapalhando o casalzinho aí?

Quinta, 17 de Novembro de 2016, Chicago 

Condomínio Stock, Narrado em terceira pessoa, 14h48min 

 

As batidas se tornaram frequentes.  

Justin!? 

— JÁ ESTOU INDO! — gritou.  

O loiro correu o olhar pela extensão da sala, estava começando a soar frio, suas mãos tremiam e o nervosismo tomava conta do seu corpo. Aonde iria esconder uma boneca quase humana em seu apartamento sem que Coleen percebesse?  

— Estou com fome. —  a garota se pronunciou.  

Rapidamente o loiro a olhou e uma ideia correu por sua cabeça.  

Sua mão alcançou a dela e apertou enquanto andava apressadamente até a cozinha.  

Suas mãos empurravam a garota apressadamente a dispensa da cozinha e a mesma deixava perguntas no ar que não eram respondidas pelo loiro.  

— Fique aqui. Não saía daqui, está me ouvindo? Pode comer o que quiser, mas não saía daqui até eu mandar. — o loiro ordenou.  

A morena nada disse estava confusa demais para processar o que ele tinha acabado de dizer.  

A porta foi fechada com força.  

O loiro tentou conter o nervosismo antes de abrir a porta e encarar Coleen novamente. 

Mantenha a calma. 

Vai dar certo. 

Só mantenha a porra da sua calma.  

— Atrapalho? — a ruiva sorriu assim que a porta foi aberta.  

Até demais.  

— Claro que não. Eu...Ah, só estava arrumando umas coisas. — mentiu.  

— Estava recebendo encomenda? Posso voltar depois. — a ruiva deu dois passos para trás. 

Por impulso o loiro segura o braço da garota a sua frente. 

— Não, não, não. — o loiro rapidamente solta seu braço, sua mão automaticamente vai para sua nuca. Fodidas brotoejas! — Ah, quero dizer...Estava, mas já me desfiz dela.  

— Então posso entrar? A caixa está meio pesada. — a ruiva faz uma carinha de dor.  

O loiro solta uma risada fraca, e abre espaço que a mesma passe pela porta e caminhe até sua sala.  

Seu olhar foge para cozinha e um certo calafrio corre pelo seu corpo.  

Comporta-se Serena.  

— Não perdeu a mania de limpeza. — a ruiva comenta, passando os dedos sobre o balcão que tinha na sala. — Continua impecável.  

— Uma casa limpa deixa a convivência melhor.  

A ruiva concorda levemente.  

— Queria que Chaz fosse assim. — balança a cabeça negando — Tem vezes que não reconheço meu apartamento.  

— Chaz tem seu lado porco, mas é legal.  

— Você voltou a falar com ele? — o loiro nega — Eu não queria acabar com a amizade de vocês. 

Mas acabou.  

— É, tem algumas coisas que não são pra sempre. — o loiro se senta sobre o braço do sofá e encara a ruiva a sua frente. — Um exemplo disso é nosso namoro. 

Se percebia que seu pequeno comentário havia a deixado incomodada. 

O loiro gostou disso.  

— Ah...Eu encontrei coisas de dois anos atrás, por exemplo o seu boneco perdido do Homem-Aranha. Te dei de presente de aniversário e logo depois você sumiu.  

— Não tenho culpa se seu quarto era uma bagunça na época. — o loiro ri pelo nariz. 

A ruiva concorda. Está concentrada em outra coisa.  

Seu cabelo estava tampando seu rosto, deixando-a mais bonita que o normal. 

— Eu encontrei sua cueca da sorte.  

Ela balança a cueca na frente do loiro e mantém o melhor sorriso no rosto.  

— Poderia ter jogado fora. — o mais velho puxa a cueca das mãos da garota. — Para de rir, ela dar sorte sim.  

— Ah, claro, uma cueca do Homem-Aranha sempre irá dar sorte.  

— Eu estava usando ela no nosso primeiro encontro, pare de falar mal da cueca.  

E mais uma vez o comentário do loiro havia a deixado incomodada.  

O rosto da ruiva tomou uma cor rosada, havia se lembrado de seu encontro com o mais velho. Não podia negar, os momentos que havia passado ao lado do loiro realmente valeram a pena.  

— Eu fico pensando ás vezes o que teria acontecido se eu não tivesse pisado na pata daquele cachorro.  

— Você não teria namorado alguém tão boa quanto eu.  

— E nem me decepcionado, não é mesmo?  

As respostas bem dadas já estavam a irritar a ruiva, tudo bem que ela havia errado, mas não precisava jogar na cara a cada oportunidade.  

— Já conversamos sobre isso, Justin. Por favor, não quero falar sobre isso.  

— Não, tudo bem. — o loiro balança as mãos. — Mas se tivesse me contado antes nada disso estaria acontecendo.  

— Justin!  

— Ok. ok. Desculpe. — o loiro lança a cueca do Homem-Aranha em sua direção. — Algo mais que você trouxe?  

— Achei só isso. — mostra as roupas do loiro — E você achou algo meu?  

— Na verdade eu não tive tempo de procurar. — isso era verdade. — Quando cheguei tive que receber a encomenda.  

— O que você recebeu? É seu pai tentando te conquistar de novo?  

— Huh não. É algo digamos que melhor?  

— Hmmm. O que você encomendaria de melhor?  

O celular do loiro começou a tocar.  

O nome da Cheryl brilhou na tela e ele agradeceu por ela ter ligado agora.  

— Já volto. — sinalizou para Coleen, que assentiu. — Alô? 

— Você já tá em casa? — o loiro confirma — Beleza estou indo pro seu apartamento agora. 

— Ah, Cheryl, faz um favor pra mim?  

— Ih, lá vem. Solta aí.  

— Me traga todas ás roupas que você não usa.  

— O que diabos você quer com minhas roupas? Espera...Tá virando gigolô?  

— Tchau Cheryl.  

O loiro volta a caminhar até a sala aonde encontra Coleen encarando os porta-retratos dos dois.  

— Eu me lembro desse festival. — a ruiva aponta. — Você me pediu em namoro.  

— Eu me lembro desse dia como se fosse ontem. — o loiro coloca as mãos dentro do bolsa da calça e caminha até a ruiva. 

— Se foram sete anos...Passou tão rápido. — e com o dedo ela contorna a foto — Você se arrepende?  

— Huh?  

Ok. Essa pergunta havia o pegado de surpresa.  

— Você se arrepende de ter me conhecido?  

— Não...Pra falar a verdade, eu faria tudo de novo. — o loiro responde, estava sendo sincero com ela. E a ruiva o encara. 

Por que tão fodidamente linda?  

E por impulso a ruiva o abraça e logo é rodeada pelos braços do mais alto.  

Eu sinto sua falta. — o loiro sussurra. 

A ruiva prende a respiração. Ela também sentia sua falta, também sofria, também chorava, não foi nada fácil seu término. O namoro com Justin foi sua deixa pra depressão, sem ele, ela poderia continuar na sua salinha especial. 

Mas estava com Chaz agora, ela não podia voltar atrás. 

—  Eu também sinto.  

O loiro a abraça com mais força.  

Por Deus, como sentia falta disso.  

E com uma forma de carinho ele dar um beijo no topo da sua cabeça.  

Será que estou atrapalhando o casalzinho aí? 

Quando diabos ela chegou e entrou?  

— Ah, oi Cher. — a ruiva desfaz o abraço caloroso que estava com o loiro a minutos atrás.  

—  Não fale comigo como se tivesse intimidade, garota. — a morena dispara.  

— Cheryl! — o loiro a repreende.  

— Qual foi? Não sou obrigada a gostar dela.  

— Está tudo bem, Justin. — a ruiva o tranquiliza. — É, bom, eu preciso ir. Podíamos sair qualquer dia pra tomar café.  

— Tudo bem é só me ligar. — o loiro sorri.  

— Certo. Tchau Justin. — a ruiva meio desajeitada dar um beijo em sua bochecha. — Tchau Cheryl, foi bom te ver de novo.  

— Não digo o mesmo. — a morena empina o nariz.  

O loiro acompanha a ruiva até o elevador que estava meio desconfortável, provavelmente pelo abraço.  

— Prometo que vou procurar coisas suas aqui em casa.  

— Assim espero. — a ruiva aperta o botão do elevador. — Meu vestido vermelho deve está com você.  

— Acho que seria uma boa ficar com ele, guardar de recordação.  

A ruiva arquear uma sobrancelha, fazendo o loiro rir.  

— Você fica fofa assim.  

— Eu não sou fofa. — o elevador chega. — E trate de devolver meu vestido.  

— Não sou obrigado a devolver.  

— Você que sabe. — a ruiva dar um breve tchau pra ele enquanto a porta do elevador é fechada.  

Poderia dizer que o humor do loiro estava ótimo, nem lembrava, até o momento que teria que contar o real motivo de Cheryl está ali em seu apartamento.  

Bufou. 

Andou sem pressa até seu apartamento.  

Cheryl não trouxe Calamar de volta pra casa... 

Argh... 

Ainda vou enfiar aquela garota numa garrafa.  

— Posso saber o motivo de você não trazer Calamar para casa? — fechou a porta do apartamento. — Cheryl, estou falando com você!  

— Posso saber o motivo de você ter uma garota dentro da sua dispensa? — a morena aparece segurando o pulso de Serena.  

— Isso faz parte do que eu ia te contar.  

— Então já pode começar.  

O loiro respira fundo encarando a garota confusa que ainda está sendo segurada por Cheryl.  

— Depois do término com Coleen eu tava na merda, literalmente. Ryan me ajudou algumas vezes dise que era pra me entreter com alguma coisa até mesmo com merdas na internet.  

— Tinha que ter o dedo desse garoto no meio.  

— Continuando. Eu acabei encontrando um site de propagandas de boneca realistas, bonecas quase humanas. — a morena arqueou sua sobrancelha. — Que dizia que a boneca podia ser personalizado por mesmo, achei uma puta de uma besteira, e acabei por fazer isso, porque só faço merda, mas fiz pensando que não ia dar em nada. Senhor Thompson me disse que havia uma entrega pra mim, e a entrega era isso. — apontou para Serena.  

— É o quê? — a morena soltou o pulso de Serena. — Está me dizendo que a garota que estava em sua dispensa é uma boneca? 

— Sim.  

A morena gargalhou.  

— Qual a graça caralho? Estou falando sério. 

— Eu não sabia que o término o deixou tão idiota. Por Deus, Justin, isso não é possível.  

— É verdade.  

— Eu entendo que teve uma noite com ela, aí Coleen chegou e não teve tempo de mandar ela embora, mas essa história de boneca não cola, migo.  

— Não.Não.Não. Ela veio nessa caixa. Nessa maldita caixa. — o loiro pegou com força o papel que estava dentro dela. — Leia o papel. 

A morena pegou o papel das mãos do loiro. E seus olhos rolaram pelo papel.  

— Ai meu Deus...— a morena encarou Serena. — Isso não é possível.  

— É claro que é possível, Cheryl. Ela foi possível.  

— Eu sou uma coisa possível. — Serena brincou. — Qual seu nome? 

— Ah, é, Cheryl. Cheryl Anderson. E o seu?  

— No meu sistema não consta nenhum nome.  

— Seu nome é Serena. — o loiro fala.  

E mais uma vez a garota parecia processar algo.  

— É normal eu continuar achando que isso não é possível?  

— Eu parei de achar isso quando ela abriu os olhos. Você trouxe ás roupas?  

— Huh? Ah, sim, trouxe sapatos também, mas não sei se minhas roupas vão servir nela, ela é mais...evoluída.  

A morena colocou a mochila em cima do sofá e com ajuda do loiro vasculhou a bolsa.  

— O que você vai fazer? — a morena perguntou.  

— Eu ainda não sei, talvez ficar com ela.  

— Ela não é um bicho, garoto. Você deve ficar com ela.  

— Qual foi, Cheryl? Ela é uma boneca, não tem documentos, não tem registro. Por Deus, ela não saiu de uma vagina foi fabricada!  

A morena o encarou.  

— Pensasse nisso antes de clicar no maldito anúncio.  

— Qual foi a parte do "divirta-se com merdas na internet" você não entendeu?  

— E qual foi a parte "pensasse nisso antes de clicar no anúncio" você não entendeu? Não se faça de moleque, Justin! Você aprendeu a vida toda a agir com as consequências, está na hora de mostrar que realmente entendeu alguma coisa. E não se faça de idiota, ela é mais bonita que aquela água de salsicha que você chamava de namorada.  

— Vai começar com os insultos?  

— Vou. E se achar ruim chamo ela de cabelo de ferrugem e você de água de batata. — a morena o encarou. — Serena, querida, venha cá.  

Serena caminhou em direção a morena.  

— Tome.  

— O que eu faço com isso? — a garota encarou a peça de roupa em sua mão.  

— Vista.  

— Como se veste?  

Justin levou sua mão até a testa.  

— Você vai colocar seus braços nesses buracos aqui. — a morena ensinava a garota que prestava atenção em cada palavra dita.  

A garota terminou de colocar o vestido que a morena havia lhe dado. 

— Cachorro fofo. — a garota encarou a estampa. 

— Em falar em cachorro. O quê houve com Calamar? — o loiro disparou. — O quê ele tem?  

— O médico disse que ele comeu algo que não é possível fazer a digestão. Ele vai ficar em observação.  

— E tu me fala isso só agora?  

— Eu pedi pra me ligar, mas não tenho culpa se já tava querendo colocar chifre no Chaz.  

— Garota, cansei de você.  

(...) quatro horas depois.  

A morena já tinha ido embora, depois de muito custo porque havia se apegado com Serena nesse pouco tempo que ficou com ela.  

E ainda a morena prometeu levar a garota para seu apartamento para um dia só para garotas, mas o loiro não deixou e sem explicar o motivo despachou a morena do seu apartamento.  

Cheryl tirou uma foto com Serena, disse que guardaria aquela foto como uma das burradas mais fodas que o loiro já havia feito na vida.  

Serena dizia que gostava da Cheryl e queria que seu nome fosse Serena Cheryl e ainda pediu para o loiro pensar no caso, mas é claro que o loiro ignorou pedido da garota. 

— Eu acabei de sair da época de provas mãe. —o loiro caçava algo no armário. — Não vou viajar agora.  

— Mas podíamos ir para a nossa casa de verão, faz tempo que não vê seus irmãos. — sua mãe tinha razão.  

— Eu sei, eu sei. Vamos deixar isso para as férias, tá bom? Eu realmente estou me dedicando na faculdade, falta um ano para me formar.  

— Ok, eu entendo. — o loiro ouve sua mãe suspirar. — Vai passar o Natal com a gente?  

— Provavelmente não. — o loiro ajeita o celular na orelha. — Não vou aguentar os chiliques do pai.  

— Ele só está estressado com a loja, querido. Ele mal tem tempo pra ele mesmo. 

 — Tire férias oras.  

— Não é tão fácil e você sabe disso.  

O loiro suspira.  

— Mãe preciso desligar. Vou sair pra comer algo aqui em casa estou em estoque zero.  

— Você não sabe viver sozinho, hein. Não quero que fique comendo porcarias na rua, Justin!  

— Eu vou jantar no shopping que tem perto do prédio.  

— Argh garoto. Peça coisa saudável, ok?  

— Sempre peço. — o loiro sorri. — Tchau mãe. Te amo.  

— Tchau querido. Te amo.  

O rapaz desliga o celular o jogando em cima da mesinha.  

— Hulk esmaga. Hulk esmaga. Hulk esmaga. — a garota de cabelos úmidos sentada no sofá repetia as frases do herói enquanto o mesmo batia um vilão no chão.  

O loiro passa pela sala indo em direção seu quarto.  

— HULK ESMAGA. — ouve Serena gritar. — HULK ESMAGA.  

Olha para trás e ver Serena correndo a toda velocidade em direção ao seu quarto, seu corpo se lança contra o do loiro fazendo os dois caírem na cama e Serena distribuir socos contra o loiro.  

— Cê tá ficando louca, garota? Sai de cima de mim.  

— Hulk esmaga. Hulk esmaga. Hulk esmaga. — a garota repetia enquanto socava o loiro.  

Rapidamente o loiro a joga pro lado, colocando suas mãos em cima da cabeça.  

— Cê tá ficando louca não é? Se fizer isso de novo eu que vou socar você. — o loiro ameaça a morena a soltando em seguida.  

O loiro havia acabado com a brincadeira e isso não agradou Serena.

O loiro se afasta da cama e caminha em direção ao guarda-roupa.  

Serena se levanta e bate o pé contra o chão fazendo o loiro a encarar.  

— Vou esmagar suas bolas!  

Puta que pariu... 


Notas Finais


QUEM NUNCA ESMAGOU AS BOLAS DE QUEM AMA ATIRE A PRIMEIRA PEDRA
SERENA MELHOR BONECA QUE VOCÊ RESPEITA
CHERYL MELHOR AMIGA QUE VOCÊ TAMBÉM RESPEITA
ADOREI O JUSTIN TIRANDO COLEEN DE TEMPO, NOS GOSTA É ASSIM
então é isso
até daqui três dias
um cheirinho na bunda <3


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