História Namorada Quase Perfeita - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Drama, Revelaçoes, Romance
Exibições 59
Palavras 3.913
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


BOA TARDE PESSOAL, QUEM NÃO TEM AÇÚCAR COMER SAL <3

Acabei por me decidir que irei postar aos Domingos e nas Quartas, ou seja, a cada três dias.
Eu estou amando o comentários de vocês, ISSO É TÃO FOFINHO.
Fico feliz que estejam gostando
EU RECOMENDO QUE OUÇAM FALSE ALARM DO DIVO THE WEEKND FIZ ESSE CAPITULO OUVINDO ESSA MÚSICA, NÃO TEM NADA HAVER MAS IMAGINEI ESSA MUSICA TOCANDO ENQUANTO O JUSTIN DERRAPAR PELOS CORREDORES KKKKKK
ENTÃO
Nos vemos lá em baixo terráqueos

Capítulo 4 - Eu gostaria de ser a sua garota favorita


Fanfic / Fanfiction Namorada Quase Perfeita - Capítulo 4 - Eu gostaria de ser a sua garota favorita

 
 

Quinta, 18 de Novembro de 2016, Chicago 

Condominio Stock, Narrado em terceira pessoa, 07h23min 

 
 

Bom dia Chicago.  

Não se esqueçam do guarda-chuva previsão de chuva hoje.  

Fiquem com esse sucesso de música do nosso querido The Weeknd, False Alarm.  

A mão do loiro bateu com força desligando o despertador.  

Justin abriu olhos e fechou novamente.  

Virou-se de barriga pra cima, ainda com os olhos fechados. Sentiu uma brecha de sol no seu rosto, resmungou.  

Sentia o seu rosto queimar apenas de um lado, bufou colocando o travesseiro sobre o rosto.  

Quem abriu a porcaria dessa cortina? 

O apartamento estava tranquilo, nenhum sinal de algo anormal. Estava muito tranquilo.  

— Bom dia, Justin.  

— Bom dia, Serena. — o loiro retirou o travesseiro do rosto, sentando-se rapidamente na cama. —  O que está fazendo andando pela casa apenas de sutiã e calcinha?  

A morena encarou o seu corpo.  

— Aquilo me deixou quente de noite, resolvi tirar. — deu de ombros.  

O loiro continuava a encarando.  

— Ah, é fofinha  a cama do quarto de hóspedes, até que não foi tão ruim assim. — a morena sorriu.  

Havia se lembrado que ontem a noite teve uma pequena discussão com a garota. A mandou dormir no quarto de hóspedes a qual a garota se recusou. Não iria permitir que uma boneca dormisse com ele, até porque precisasse pensar no que a vida dele iria se tornar e também porque haviam se conhecido naquele mesmo dia.  

Havia colocado na cabeça antes de dormir que aquilo não se passava apenas de um sonho e que quando acordasse seria apenas um idiota sofrendo por um término desastroso com a namorada perfeita. 

Infelizmente , não era um sonho e a morena continuava o encarando com aqueles grandes olhos verdes.  

O mais alto levantou catando qualquer blusa sua que achou jogada pelo quarto. 

— Por Deus, Serena. Você não pode e nem deve andar desse jeito pela casa e se caso alguém chegue? — o loiro entregou a blusa para mesma, que pegou de contragosto. — Vista.  

— Mas Justin... 

— Apenas vista. 

— Tudo bem. — e com um bico nos lábios reclamou. — Não gostei do desenho.  

(...) vinte minutos depois.  

—  Você vai notar que o controle é seu, ao fazer o resumo de um livro que não leu, num estralo de dedos você já entendeu....Então valeu. — a morena cantava animadamente a música da série que passava na Disney.  

— ESTOU BASTANTE ATRASADO. — o loiro correu até sua mochila que estava pendurada na cadeira da mesa.  

A morena sobressaltou no sofá, havia se assustado com o grito do loiro.  

— Vai sair? — a garota se ajoelhou sobre o sofá observando a pressa do loiro.  

O rapaz a encarou enquanto catava sua carteira em cima da mesinha de centro. 

— Estou indo pra faculdade. 

— Ah, faculdade...— tentava se lembrar o que aquilo significava. — Cheryl me falou que cursava engenharia civil é verdade?  

— Ah, sim. Estou no penúltimo ano. —o loiro olhou o relógio arregalando os olhos. —OK. OK. Vou citar umas regras aqui, certo? — a morena assentiu. —Um. Não abra a porta pra ninguém.  

— Ok.  

— Dois. Em hipótese alguma abra a porta pra alguém.  

— Três. Caso você não abra a porta e acabem ligando pra você apenas diga que você se chama... 

— Serena e sou uma amiga que está de visita. — a morena sorriu. — Eu entendi.  

O loiro suspirou.  

— Beleza. Comprei algumas coisas ontem então tem coisa pra você. — o loiro caminhou até a porta. — Mas não coma tudo. Quando eu chegar verei o que podemos fazer com você.  

A morena tombou a cabeça pro lado.  

— Fiz algo de errado?  

— Não. Quero dizer, verei o que podemos fazer com você, sei lá vamos ir algum lugar...divertido?  

— Amo lugares divertidos. Tipo o de ontem? — a morena bateu palmas enquanto o loiro apenas assentia. 

— Certo, agora eu vou ind...— sua fala para totalmente quando sente o corpo da morena se jogar contra o do mais alto.  

A morena beija seu pescoço, causando calafrios no loiro. E com um forte abraço, ela funga.  

— O que está fazendo? —o loiro continua estático.  

— Estou me despedindo. — a morena o encara. — Vi que vocês costumam fazer isso quando alguém está indo embora.  

— É, mas eu não estou indo embora. — o loiro afasta a morena do seu corpo delicadamente. — Tchau Serena.  

E caminhou apressadamente pra fora do apartamento, ouvindo resmungos vindo da parte da morena.  

O elevador havia chegado rápido, fazendo o loiro voar para dentro do mesmo.  

Logo o rapaz apertou o botão para o térreo. Se encarou no espelho, dando uma amarrada firme no cabelo que ele insistia em fazer crescer, o transformando em um pequeno coque. E logo em seguida colocando o capuz de seu moletom sobre a cabeça, com toda certeza lá fora deveria está frio. 

Quando o elevador chegou no térreo correu em disparada ao seu carro, já havia perdido muito tempo naquele elevador.  

Chegando no portão da garagem buzinou para senhor Thompson.  

— Bom dia, filho.  

— Bom dia, senhor Thompson.  

— Atrasado? — o mais velho logo perguntou.  

— Como de costume. — o loiro brincou, acenando em seguida para o mais velho que havia aberto o portão para ele.  

Dirigia no limite, estava atrasado, mas não tentaria dar um de Relâmpago McQueen pelas ruas de Chicago até porque tinha um carro da policia a cada esquina.  

Sente o celular vibrar dentro do bolso do moletom e o nome de Chris brilha no visor.  

— Você nunca consegue chegar cedo, né? — o amigo logo disparou. — A senhorita confusão já está na sala não deu pra segurar esse cabelo de fosforo por muito tempo.  

— Agradeço pela ajuda, Chris. Já estou chegando.  

— Assim espero, parece que a louca aqui levou um pé na bunda. Já viu ela sendo chata? Agora duplica.  

O loiro fez uma careta.  

— É hoje que vejo o cabelo dela pegar fogo.  

Senhor Beadles, guarde o celular ou guardarei na minha gaveta. — ouviu a voz da professora de longe. — Seja rápido, Justin.  

Desligou.  

Vou dar um de McQueen, pelo menos hoje.  

Assim que percebeu estacionava o carro na vaga da faculdade, saltando do veículo rapidamente.  

Corria apressadamente ajeitando a mochila nas costas, se o diretor o visse correndo no gramado verdinho da faculdade com toda certeza iria pra diretoria.  

Logo ouviu o segundo sinal da manhã.  

ESTOU CHEGANDO NO SEGUNDO SINAL? ESTOU REALMENTE ATRASADO.  

O corredores da faculdade estavam escorregadios, essa era o horário que os auxiliares da limpeza resolviam encerar o chão depois da entrada dos alunos.  

— Não corra pelos corredores, rapaz.  

Mas o rapaz nem deu bola, estava ocupado demais com suas derrapadas sobre o chão escorregadio da escola.  

Escorregou no corredor rumo a sua sala aonde abriu a porta com um estrondo.  

Assustando não só a professora, mas também os alunos.  

— Senhor Bieber, espero que tenha um bom motivo desse seu atraso. E claro, outro bom motivo desse estrondo na porta. — a professora encarava o rapaz.  

Estava ocupado demais tentando ensinar algumas regras para minha namorada boneca.  

Algo o fez olhar para o seu amigo que sussurrou algo do tipo movimento.  

— Ah, é, foi por causa do movimento...— o loiro encarou a mulher a sua frente, que suspirou. — E eu vim derrapando pelos corredores da escola.  

— Uhum. Sente-se já perdeu vinte minutos de aula. — a mulher falou fazendo que o loiro soltasse o ar de seus pulmões. — Junte-se com sua dupla.  

O moreno empurrou sua mesa até a mesa do loiro o encarando em seguida.  

— Você parece aquelas pessoas de humanas com esses cabelo vendendo as artes na praia, nem parece que é de exatas. — o moreno comentou quando o maior retirou o capuz.  

— O único de humanas aqui é você. — o loiro retrucou.  

— Posso ser de humanas, mas meu curso requer cálculos do mesmo jeito. — o moreno deu língua para o loiro. 

O loiro ri.  

Chris cursava arquitetura pois dizia que sempre se deu bem com desenhos e em breve desenharia a casa mais foda feita por um arquiteto, mas teria a ajuda do loiro para colocar a obra em prática. O loiro concordou, mas o moreno também teria que desenhar uma casa para o mesmo.  

O loiro observa o moreno ao seu lado pegar uma folha branca e começar com seus breves "rabiscos". E depois de exatos dez minutos sente o menor empurrar a folha contra seu braço.  

— Como a ideia é sobre um duplex resolvi fazer uma cozinha americana. — o moreno explicou. — A escada passará por aqui.  

— Mas ela passando por aqui não vai haver ventilação e muito menos acabamento. — o loiro depois de observar a escada. — Por que ela não pode ficar na sala?  

O moreno observou.  

— Porque a colocando na sala não vai ter aonde colocar a coluna.  

— Agora eu entendi.  

(...)  

Como de costume dos dois amigos, foram os primeiros a sair da sala. Ouvindo elogios não só da professora como também de outros alunos que estavam presentes na sala. O loiro não negava, mas amava ser elogiado pelo o que fazia e isso dava mais certeza que aquela profissão era a certa para ele.  

— Eu tô falando depois que nos formamos teremos que trabalhar juntos. — o moreno ao seu lado falava animadamente após os elogios que recebeu dar professora.  

— JUSTIN!? —alguém gritava seu nome e a voz dessa pessoa aumentava a cada grito. — JUSTIN!? POR DEUS, EI.  

Coleen? 

— Algum problema? — o loiro diz após se virar.  

— Eu preciso da sua ajuda...— a ruiva estava ofegante — O Chaz, ele, ai meu Deus. Ele caçou briga com o Mark e agora o Mark tá batendo nele, por favor, faz ele parar.  

O loiro encara a ruiva a sua frente, ele devia ajudar? Será que Chaz merecia sua ajuda? Deveria deixar ele apanhar?  

No fim , ele acabou fazendo a coisa certa a se fazer.  

Puxou a mão da ruiva a sua frente correndo em direção ao pátio.  

Já era de longe que se podia ver a rodinha de pessoas curiosas e gritos a cada soco dado no moreno.  

O loiro soltou a mão da ruiva empurrando todos da sua frente e encarando Mark que tinha um sorriso no rosto.  

O mais alto logo encara o loiro.  

— Ah, Justin. Olha, estou fazendo um favor pra você, foi esse otário que roubou sua namorada, né? Ah, não me agradeça. — O mais alto balançou ás mãos. — Estou fazendo um favor para nós dois. 

 — Mark, por favor, pare com isso. — a voz de Coleen se fez presente no pátio.  

— Mark, por favor, pare com isso. — o mais alto imitou a voz da garota, logo revirando os olhos. — Fale isso pra princesa aqui. — Mark tira o rosto do moreno do chão com uma puxada de cabelo.  

— O que ele fez pra você? — o loiro observa o mais alto jogar novamente sua cabeça contra o chão.  

— No momento, nasceu. — e com um chute faz o moreno jogado no chão cuspir sangue. — Ele consegue ser mais babaca que você no primeiro ano.  

E mais um chute é dado. Coleen grita pedindo para ele parar. 

Isso já foi longe demais.  

— Eu agradeço que tenha batido nele Mark, agradeço mesmo. Te devo uma. — o loiro puxa Chaz fazendo o se sentar. — Mas como você sempre diz não se deve bater em gente babaca elas sempre precisam de mais.  

O mais alto sorriu.  

— Por isso gosto de você, garoto. — disse dando duas batidas em seu ombro. — Fica esperto, Chaz. — o mais alto diz apertando o nariz recém quebrado do moreno, o fazendo dar uma careta de dor.  

O loiro observa o mais alto sair caminhando tranquilamente sobre o pátio da escola, e percebe que ainda está cercado de curiosos.  

— Acabou a porra do show não estão vendo? — o loiro rosna. 

— Vão ciscar em outro lugar, eu hein. —ouve a voz de Chris que está acompanhado de um enfermeiro. —Eu vou acabar com a chapinha de vocês.  

 E dito isso o moreno começa a jogar a água de sua garrafinha nas garotas que insistiam em ficar de plantão ali.  

— Olha as galinhas correndo. — o moreno comenta assim que ver as garotas saírem dali.  

— Ai meu nariz. — o moreno reclama assim que é colocado sobre uma maca. — Porra Coleen. Não aperta.  

— Eu deveria era socar esse nariz, mas Mark já fez esse favor pra mim. Aonde você tava com a cabeça de brigar com o Mark? Logo o Mark, garoto. — a ruiva bate no lugar vago da maca. — Argh, ainda bem que Justin chegou.  

— Eu poderia ter me defendido sozinho, não precisava de ajuda. — o moreno rebate.  

— Pelo o que eu vi você realmente estava se defendendo. — o loiro o encara. — Depois não quer me ensinar como se defende daquele jeito não? Estou impressionada com suas defesas.  

— Ai que cheiro gostoso de ironia. — Chris brinca.  

— Eu, eu, eu só perdi o foco por alguns segundos. Se não fosse por isso tinha o derrubado.  

— Ah, claro. — o loiro se vira com as mãos no bolso. — Não fui eu que menstruei pela boca. — o loiro o relembra do momento que cuspiu sangue. — Tchau Coleen.  

— Justin. — a ruiva o chama.  — Obrigada.  

O loiro apena acena com a cabeça saindo para fora do pátio.  

(...) 

Com o fim das aulas o loiro finalmente pode ir embora, estava tão cansado e ainda o professor havia passado um trabalho pro outro dia. Ele só queria chegar em casa e desmaiar na sua cama macia, mas lembrou que tinha uma garota morando com você e rezava que ela não tinha acabado com seu apartamento.  

Acabou por deixar Chris em seu apartamento e agradeceu por não ouvir mais suas piadinhas sobre a briga que Chaz havia se metido hoje, não que não achasse graça, ria ora ou outra, mas não ficava rindo por desgraça alheia. Mentira, ria sim.  

E acabou por pegar um lindo e grande engarrafamento. Ah, Chicago você e suas avenidas.  

Encarava as calças por o lado de fora da janela e lembrou da pequena ajuda que deu ao Chaz hoje. Ele fez o certo, bom era o que a mente dele dizia, mas algo além de sua mente dizia que aquilo não era o certo a se fazer, pois só o ajudou porque Coleen pediu, se não fosse por isso estaria cagando para a briga de Chaz.  

O loiro ainda considerava o moreno seu amigo, até porque passaram por muitas travessuras juntos, mas seu orgulho era maior e não iria admitir isso, ás vezes dava a louca e nem admitia para si mesmo.  

E era nessas horas que Ryan fazia falta, apenas o loiro iria saber o que dizer nessas horas.  

O engarrafamento resolveu finalmente andar fazendo o loiro correr rapidamente pelas avenidas quentes de Chicago.  

Terminou de estacionar seu carro na garagem e sentiu seu celular vibrar no seu bolso, o catando rapidamente.  

"Eu finalmente aprendi sambar. Quando eu voltar vou sambar tanto na caras dessas galinhas de Chicago. Ah, tô louco. "  

O loiro riu. Tinha vontade de conhecer o tão famoso Brasil, mas deixou essa oportunidade para o amigo que só viajou para lá pois deduziu que o ensino de direito no Brasil era melhor, o loiro não discordou. Mas ele resolveu aprender outras coisas invés de direito, uma dessas era o samba e sua famosas e engraçadas gírias brasileiras. Uma vez o loiro disse uma gíria brasileira para o amigo e Justin não se lembra de rir tanto quanto riu naquele dia, pena que havia esquecido a gíria, até porque português não era um dos idiomas mais fáceis. 

Estava tão perdido em seus pensamentos que só percebeu que havia chegado quando sua vizinha entrou com seu belo poodle no elevador, não o cumprimentou e o loiro nem fez questão de fazer o mesmo.  

Deduziu que pelo menos Serena não havia queimado seu apartamento, isso era bom.  

Quando retirou a chave da fechadura pensou em encontrar um verdadeiro furacão e uma Serena gritando em meio a bagunça, mas felizmente isso não tinha acontecido.  

Estava tudo em perfeito estado do mesmo jeito que deixou quando saiu mais cedo para faculdade.  

— Serena? Cheguei. — o loiro jogou as chaves na mesinha ao lado da porta. — Aonde está?  

Percebeu que a TV estava ligada em um dos filmes animados de heróis, e percebeu então a cabeleira preta e brilhosa de Serena, que estava tão concentrada na TV que mal havia percebido sua presença na sala.  

— Você comeu alguma coisa? Esqueci de avisar que comprei aqueles hambúrgueres pra você. — aumentou o tom de voz, chamando a atenção da morena para si.  

A morena abriu um dos melhores sorrisos e pulou o sofá correndo em direção ao loiro, abraçando sua cintura.  

— Fiquei com saudades, Justin. — escondeu seu rosto no pescoço do loiro, cheirando em seguida. — Nojinho. Está suado, lá fora está tão calor assim? — a morena se afastou do loiro, limpando o nariz com resíduos de suor.  

— Na verdade, sim. É também porque fui de moletom hoje, jurando que ia fazer frio, mas resultou no sol no fim da manhã. — o loiro retirou o moletom jogando-o na mesa. — Pode fritar um ovo lá fora.  

A morena fez uma careta.  

— Não quero sair no sol. Não quero fritar. — a morena colocou a mão na cabeça negando rapidamente.  

— Ei, você não vai queimar. É um modo de falar, você só vai sentir o seu corpo... 

— Você é lindo. — a morena o interrompeu. — Muito lindo.  

O loiro coçou sua nuca, estava envergonhado.  

— Obrigado. — o mesmo sorriu tentando esconder a vergonha que já era visível em seu rosto. — Você é também é linda.  

— Eu sei. — a morena jogou o calo para fora do ombro. — Sou mais bonita que a Coleen, a Cheryl me disse que ela tem cabelo de água de salsicha, mas eu não sei o que é salsicha.  

O loiro arqueou uma sobrancelha.  

— Você não pode ir pela cabeça da Cheryl ela só fala besteira. 

— Então quer dizer que ela é mais bonita que eu?  

— Huh?  

— Meu cabelo é feio?  

— Quê?  

— Ai meu Deus....Você não gosta da Serena? 

O loiro apenas a encarou, não entendeu muito bem aonde ela queria chegar com aquilo.  

— Você ainda gosta dela, né? Cheryl me disse que ela é sua ex-namorada.  

Cheryl e sua linda boca grande.  

— Sim. Namoramos por um bom tempo, mas acabou tudo. — o loiro suspirou sentindo os olhos da morena pesar em si. — Ela foi a minha garota favorita. 

Eu gostaria de ser a sua garota favorita. — ouviu a morena dizer, mas o loiro nada disse. — Eu entendo. Você não tá preparado, mas eu não vou te forçar a nada...Uma boa namorada entende o lado de seu namorado.  

O mais velho sorriu, agradeceu por ter colocado aquela categoria na personalidade da morena. Ele realmente precisava de alguém compreensiva e essa pessoa era a morena a sua frente.  

— Eu tava pensando em fazer algo pra comer, uma macarronada. Quer me ajudar? — o loiro tratou de mudar de assunto.  

— A nãoooo isso é chato, não tem nada de divertido nisso. E você disse quando chegasse íamos fazer algo divertido. — a morena se jogou sobre a mesa da cozinha.  

— Sabe o que é realmente divertido? — o loiro perguntou para morena que só desencostou a cabeça da mesa e o encarou.  

— O quê?  

— Eu comendo. Ande, venha me ajudar. — o loiro pegou a panela de cima da pia. — Anda logo, Serena!  

— Você é extremamente chato. — a morena sussurrou emburrada.  

— Eu ouvi algo?  

— Não. — disse inflando as bochechas.  

O loiro encarou seu reflexo no vidro do armário, havia se descuidado um pouco não era algo que se falasse meu Deus ele não se cuida a anos, mas o cabelo estava enorme e o bigode já havia aparecido.  

— Eu preciso tirar esse bigode. — o loiro comentou.  

Serena virou seu rosto e encarou o tal bigode que o loiro comentou.  

— Isso é um bigode? Jurava que era sujeira. — a garota comentou.  

— Garota, eu vou te chutar dessa cozinha. — o loiro empurrou a mão do seu rosto.  

Serena acabou por fazer uma careta.  

— Eca, não. Não quero ser chutado pelo seu pé, ele é feio. — a garota novamente comentou.  

O loiro travou o maxilar fazendo a morena o encarar e começar a correr.  

— PARA DE RIR CARALHO, NÃO TO VENDO GRAÇA.  

Serena gargalhou.  

(...) 

— Você não acha que deveria ficar mais um tempo no fogo? Parece que tá cru. — a morena cutucou o macarrão que escorria na pia.  

— Está bom, Serena. Esse é o aspecto do macarrão.— o loiro comenta, não prestava muito atenção na morena, estava trocando mensagens com Ryan.  

— Se a gente comer isso vai dar dor de barriga. — a morena insistiu.  

— Você vai ver quando eu jogar o molho nele, vai ficar tão bom que você vai calar a boca.  

— Mas pra comer não tem que calar a boca? — a morena perguntou.  

— Serena, me faz um favor, sai daqui.  

A morena bufou se sentando na cadeira.  

O rapaz logo tratou de preparar o molho, que estava com um cheiro muito bom, pelo o menos o cheiro como diria Serena.  

— Me deu fome. — a garota escorregou da cadeira para o chão. — Tô com fome. Vai demorar?  

— Puta que pariu. Você fala demais assim mesmo? — o loiro indagou, logo jogando o macarrão na panela com o molho.  

Acabou por se lembrar que não tinha visto todas ás dicas de funcionamento de Serena, iria fazer isso hoje a noite.  

Encarou as mãos da garota vendo elas em uma coloração cor azul, mas se lembrava que quando ela havia chegado nem unha pintada ela tinha.  

— Está pronto. — desligou o fogo. — Senta na cadeira, Serena.  

Logo a garota sentou-se na cadeira e um prato foi colocado a sua frente, pelo menos o cheiro estava bom.  

— O cheiro está bom. — a garota colocou a primeira garfada de macarrão na sua boca, mas não disse nada. Apenas encarava o loiro com os olhos arregalados.  

— Ah, Serena, me poupe. Não deve está tão ruim assim. — o loiro resolveu comer e a primeira garfada foi colocada na boca, a comida da garganta não ia passar.  

— Eca. Eca. Eca. — a morena cuspiu todo o macarrão que estava na boca no prato novamente. — Isso parece borracha.  

O loiro não sabia se cuspia ou engolia era batalha que sua garganta estava ganhando.  

Por fim, levantou correndo e foi em direção a pia aonde cuspiu tudo até o que tinha comido hoje de manhã.  

— Acho que vou vomitar. — a morena colocou uma mão na boca e outra no estômago.  

— Para de besteira e pega uma toalha. — o loiro dizia com o rosto ainda dentro da pia.  

A morena veio correndo com uma toalha nas mãos a entregando para o loiro. 

— Nojinho. — tampou o nariz.  

— Estava pior do que eu pensava. — o loiro respirava ofegante.  

E ligando a torneira viu todo seu café da manhã ir por ralo abaixo, literalmente.  

— Isso é nojento. —a morena encarou a pia. — Vamos comer fora, Justin. Que nem ontem, por favooor. — a morena juntou as mãos e colocou um bico enorme nos lábios.  

— Acho melhor não...  

— Por favooor, prometo que dessa vez não saio gritando pelo shopping.  

O loiro encarou os grandes olhos pidões da morena fazendo o lembrar de Coleen. Estava sem saída, mas o único medo que tinha era se alguém perguntasse de Serena e da onde ele iria tirar uma boa mentira? Porque a história de amiga que está de visita não ia colar.  

— Tá bom. — o loiro jogou a toalha no balcão da cozinha. — Vamos sair mais uma vez, mas vamos a pé dessa vez. E por favor se comporte, está me ouvindo?  

A morena assentiu batendo palmas, suas unhas estavam em uma coloração da cor amarela.  

— Por favor, não fique se pendurando em mim a cada criança que chegar perto de você. — ele afagou seus cabelos.  

— Sim, senhor. — sorriu.  

É, acho que vou me divertir com ela. 


Notas Finais


QUEM NUNCA COMEU MACARRÃO CRU QUE ATIRE A PRIMEIRA PEDRA
Serena compreensiva é um amorzinho <3
Ah, não tenho nada contra quem é de humanas, até porque eu também sou e ganharei dinheiro vendendo minhas lindas artes na praia de Copacabana :')
Leitoras fantasmas, apareçam, eu não mordo...Ah não ser que vocês pensam. Ah, tô louca
Acabei por criar um twitter lá eu vou dar uma de louca e soltar alguns spoilers de Namorada Quase Perfeita
PODEM COMEÇAR A SEGUIR A MAMÃE >>>> https://twitter.com/bertinelini
UM CHEIRO NA BUNDA E ATÉ DOMINGO <3


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