História Namorado de aluguel - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Amanda, Ámbar Benson, Ana, Cato, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nico, Nina, Pedro, Personagens Originais, Ramiro, Rey, Ricardo, Sharon, Simón, Tamara, Tino, Yam
Visualizações 37
Palavras 1.281
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amores,tudo bom? Passando aqui so para avisar que criei um grupo de quiz. Então quem quiser entrar o link estará nas notas finais



Curtam o capítulo.

Capítulo 7 - 06


Ana e Carolina se juntaram a nós ao lado do nosso carro.

— Karol — Ana falou. — Estamos num impasse. Quero ouvir sua

opinião.

— Tudo bem. — Pendurei a mochila no ombro e bati a porta.

— Qual prédio você acha que é mais alto, o Holiday Inn ou o

Convention Center?

— Hum... o quê?

— Os garotos estão falando sobre fazer rapel em um deles.

Hipoteticamente, é claro.

— Qual Holiday Inn? O da orla ou o do centro da cidade?

— O da orla.

— O Convention Center. Sem dúvida. Mas o da orla é mais fácil para

quem quer fazer rapel sem ser visto.

— Viu? — Ana perguntou, olhando para Carolina.

— Você fala como se a Karol fosse especialista em altura de prédios.

Ótimo. Achei que a discussão fosse com os garotos. Não percebi que iria

contrariar a Carolina. Era como se ela sempre estivesse do lado oposto ao meu,

mesmo que eu nem soubesse.

— Mas posso estar enganada — acrescentei. — Nunca medi. — E comecei

a andar em direção à porta do edifício. Elas me seguiram.

— Vou procurar no Google — Ana decidiu.

Ela vivia usando o Google para provar que estava certa. O problema era

que, quando estava errada, ficava toda irritadinha, como se nós

houvéssemos mudado as respostas do Google só para contrariá-la.

Ana pegou o celular.

— Ah, eu queria aproveitar para postar no Facebook do Sebastian o que

penso sobre o que ele fez com você. Como é mesmo o sobrenome dele?Pronto. Era esse o jogo. Fiquei surpresa por ela ter esperado tanto

tempo.

— Ele não tem Facebook. Ninguém mais usa isso. — Era mentira, mas eu

nunca revelaria a ela o perfil do Sebastian.

— Instagram? Twitter? Você já me mostrou as páginas, mas eu não

lembro o nome de usuário — ela insistiu.

— A gente terminou, Carolina. Não quero que ele pense que ainda estou

na dele.

— Mas sou eu quem vai mandar a mensagem. — Ela estava

empunhando o celular, pronta para digitar, como se eu fosse dar as

informações sobre as redes sociais do Sebastian ali mesmo, a caminho da sala

de aula. Eu não sabia ao certo se ela esperava encontrar alguma coisa para

me incriminar, ou se sabia que ele não era quem eu havia dito que era. —

Você viu a foto que eu postei do baile? Já tem quarenta curtidas.

— É, eu vi.

Mesmo assim ela me entregou o celular, e olhei o grupo de sete pessoas

em torno da mesa no baile. A cabeça do meu suposto namorado estava

quase completamente escondida atrás da minha, e eu me dei conta de que

preferia que não estivesse. Segurei um suspiro frustrado por pensar nisso e

devolvi o celular.

— Estive pensando... — Carolina começou.

O que nunca é bom, pensei.

— É tão estranho o Sebastian conhecer alguém do nosso colégio. Ele não

só te conhecia como estava enrolado com ela e namorando você. Quais são

as chances de isso acontecer?

Droga. A história tinha furos. Furos enormes. Todo mundo pareceu

analisar o comentário, porque ficaram todas me encarando, esperando

uma explicação. Uma mentira inofensiva. Era só isso que eu tinha em mente

na noite do baile. Uma pequena mudança na ordem dos eventos. E agora

ali estava eu, ainda mentindo. Senti que estava construindo uma teia, e tive

medo de ser a única a ficar presa nela.

— Ele morou aqui antes de me conhecer. Antes de ir estudar fora. Ele

deve conhecer a garota dessa época.— Quem é a garota? — Chiara perguntou. — Acho que a gente devia ir

falar com ela. Mandar ficar longe do Sebastian.

— Eu não conheço. Talvez nem estude aqui. Pode ter ido ao baile com

uma amiga. — Eu estava cada vez mais nervosa, com o coração disparado.

Não gostava de mentir. Para minha sorte, Santiago Owen se aproximou e

passou um braço sobre meus ombros. Fiquei feliz com a interrupção. Sabia

que ele mudaria de assunto para discutir coisas do conselho estudantil,

questões em que trabalhávamos havia semanas. Bom, pensei que fosse esse

o motivo para ele estar ali. Era exclusivamente sobre isso que falávamos.

— Então, agora que você está solteira...

Talvez ele não mudasse de assunto.

— Não costumo repetir, Santiago.

Ele riu.

— Azar o seu.

— É, eu estou sangrando por dentro.

— Sei. Mudança de emergência na pauta. O sistema de som do ginásio

não está funcionando. O sr. Roberto  não sabe se vai conseguir consertar até

sexta-feira.

— Tudo bem, a gente fala sobre isso na reunião de hoje.

— Como vice-presidente, achei que fosse importante vir informá-la

imediatamente, já que sou apenas um servo aos pés da sua autoridade.

Bati com o quadril no dele.

— Já entendi. A gente se vê depois da aula.

— Estou dispensado, chefe?

Eu sorri.

— Cai fora.

Ele se afastou correndo e foi se juntar a outro grupo de garotas na

nossa frente. Chiara e Ana haviam ficado alguns passos para trás,

discutindo a lição de cálculo, mas Carolina continuava ao meu lado.

— Achei que ele tivesse dito que não conhecia bem a cidade. Ele

perguntou se tinha algum lugar com jogos eletrônicos — Carolina comentou.

Pisquei, confusa.

— Quê?

— O Sebastian. Você disse que ele já morou aqui, mas ele falou que não

conhecia bem a cidade.

Minha paciência se esgotou. Eu não suportava mais. Eu tentava ser

simpática havia meses, porque temia que, sendo sincera, elas escolhessem a

Carolina. Mas agora eu tinha que correr o risco, porque estava cansada de

sentir como se tivesse que me defender toda vez que me reunia com as

minhas melhores amigas. Então, com o tom mais firme e baixo possível,

falei:

— Cansei disso. Você conheceu o Sebastian. É óbvio que ele existe. Se

continuar com esse joguinho, eu e minhas amigas vamos nos afastar e você

vai dançar.

Minhas mãos estavam tremendo, e eu as enfiei nos bolsos para Carolina

não perceber como me incomodava ter que falar desse jeito. Eu presumia

que o que havia dito ao Sebastian postiço na noite do baile fosse verdade:

que ela me considerava a líder do grupo. Nesse caso, a atitude firme podia

funcionar.

Ela estreitou um pouco os olhos e inclinou a cabeça para o lado, como

uma leoa avaliando a próxima refeição.

— Não sei do que você está falando — respondeu, embora os olhos

dissessem: “Aceito o desafio”.

— Melhor assim. Foi só minha imaginação, então. — E andei depressa

para o prédio C, me afastando do grupo. — Vejo vocês na hora do almoço.

As três se despediram ao mesmo tempo, e eu entrei no edifício

enquanto elas seguiam para o que ficava ao lado. Colei as costas à parede,

respirei fundo contando de um a dez até parar de tremer, depois segui

para a sala de aula.

Sentei no meu lugar, e a garota na minha frente, alguém que costumava

sentar do outro lado da sala, se virou para trás para passar o questionário

que a sra. Alejandra já estava distribuindo.

— Obrigada — falei, irritada com a sra. Alejandra por ter escolhido a

segunda-feira depois do baile para dar uma provinha surpresa. Peguei o

celular e digitei um tuíte rápido:









Repassem: Prova surpresa de política.










Isso deveria me render alguns pontos com meus seguidores. E eu me

senti melhor por fazer algo legal depois do que tinha acabado de dizer a

Carolina. Suspirei e guardei o telefone.

— Dia ruim? — perguntou a garota à minha frente.

Olhei para aqueles olhos marcados com muito delineador preto, como

sempre, e não disfarcei a surpresa. Era a irmã do Sebastian postiço.


Notas Finais


Então quer dizer que a ......... era a irmã do Sebastian postiço nossa. Comentem,favoritem,deixem sua nota
Bjs fiquem com Deus e até a próxima

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