História Namseok is Real - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V, Yugyeom
Tags Comedia, Drama, Hopekook, Jikook, Kpop, Long-fic, Namseok, Romance Gay, Suspense, Taegi, Taemin, Terror Físico, Terror Psicológico, Yaoi
Exibições 41
Palavras 1.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Lemon, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Leitura

Capítulo 25 - 25 - Presente de muitos, celebração de poucos


Fanfic / Fanfiction Namseok is Real - Capítulo 25 - 25 - Presente de muitos, celebração de poucos


Hoseok



Todos iriam dormir aqui hoje, fala sério, temos que morar juntos de uma vez!


Namjoon acabara de sair do banho, iria vestir as minha roupas, provavelmente ficarão pequenas nele.
Mas não me importo de ver algo a mais do que deveria...



(...)



- O que está olhando?


Se fazendo de inocente, perguntou, enquanto eu o observava; da cintura pra baixo apenas coberto com a toalha.
Seria uma pena se alguém a tirasse.


- Nada... - Desviei o olhar e balancei o pé lentamente, me fiz de desentendido - Mas diz aí, o que tem para me dar, heim?

- Primeiro espera eu me vestir.

- Mas não precisa usar roupa para me dar o que eu quero.


Ele rapidamente corou. - Hobi! É s-sério, você tem que olhar p-para lá! - Apontou para a janela atrás de mim.

- Aigo, como ele é tímido! Não foi assim quando você quase me estuprou no banheiro. - Me virei para a janela, seja lá o que for, ele está fazendo muito suspense desnecessário.

- Aquilo não iria ser um estupro, você tava gostando que eu sei. - Aposto que esse ser irritante está sorrindo agora. Ele me deixa nervoso, nos dois sentidos.

- Cala a boca, idiota!




(...)





- Não vira agora, tá?

- Você tá me matando de curiosidade...

- Espera só um pouco... eu deixei por aqui... Achei!

- Aleluia! Posso ver?



Antes que pudesse virar, ele mesmo veio até minha frente, e se sentou na cama, escondendo algo atrás dele.


Tirou dalí, um caderno pequeno; não, um diário.

A capa era um verde que não cansava a vista e tinha detalhes em algum material muito parecido com prata, as folhas eram amareladas e continham mais detalhes antigos, as folhas nunca foram usadas.
O marca páginas era da mesma cor que a capa.
Aquele pequeno objeto me trouxe uma boa sensação, junto com cheiro de madeira velha.



- Iaí, o que achou? - Meu dongsaeng estava com um sorriso de dúvida.

- É lindo! Parece antigo, eu gosto de coisas assim.

- Eu sei que gosta, e é antigo, sabe... foi da minha mãe, foi o que consegui pegar no dia do incêndio. E agora é seu.

Ele levou o objeto para minha mão, que se fechou automaticamente.
Aquela informação mudou toda minha visão do objeto, droga! É algo tão importante para ele, então por que está me dando?

- E-eu não posso, não posso aceitar. É importante pra você, deve o guardar ou usá-lo.


Devolvi o diário para sua mão.



- Mas eu quero que você o use, não importa como ou para quê.

- Namjoon... e-eu não faço parte dessa história, eu não posso ficar com algo tão significativo.

- Eu quero que fique, quero que você saiba o quanto significa para mim, e uns dos meios que posso usar, é esse. Sei que ultimamente não vem se sentindo bem, e eu quero que saiba que estou aqui, mais do que um diário da minha mãe, isso é um presente, e é falta de educação recusar um presente, ainda mais quando foi o seu mozão que te deu.

- E-eu não sei se devo... pode ser que ache alguém mais especial e aí sim pode lhe entregar isso, não acha? Será um desperdício me dar isso. - Dizia levemente trêmulo, sentia a importância que aquilo tinha, e na real, por que daria á mim?

- Por favor, use-o como bem entender, eu só quero dá-lo à você, sim, vale muito para mim, mas seria legal dar isso para a pessoa que eu amo.

Ele sorriu, se inclinando para me dar um selinho demorado, que foi prontamente correspondido por mim, que cerquei suas bochechas com as duas mãos, pressionando ainda mais se seus lábios macios contra os meus.


- Olha... tá bom, eu fico com isso... - Com certeza eu estava corado, meu sorriso tímido sinalizava que havia perdido.

- Yay! Então toma - disse me entregando o objeto - se passou tanto tempo que acho que nem tenho tantas memórias com ele.

- Não fala assim! Isso aqui é especial!

- Ah... como você é fofo e sentimental... - Eu pude jurar que ele ironizou. - Eu ando pensando muito em você nesses últimos dias, na verdade, sempre estive, mas isso não importa agora, já que estamos aqui, não é?

- Acho que sim... - Não pude evitar gaguejar.



Ele fica pensando em mim?



- Olha... sabe o que eu quero?

- O que?

- Colorir seu mundo e te fazer feliz.

Não consegui responder, estava ainda mais envergonhado.


- Durante meses, e se não anos, eu sonhei em poder pegar sua mão e segurá-la assim - Ele pegou-a e a beijou - me sinto confuso também, mas sei que gosto de você pra caralho, será que podemos considerar amor?


Abri a boca para falar algo mas nada saiu, na segunda tentativa obtive sucesso:


- E-eu espero que... espero que possamos chamar de amor.


- Ei! Não fique sem jeito comigo, já até vimos um ao outro sem roupas, não precisa ter vergonha.


- Nam! Não precisa lembrar!


- Calma, Calma. - Ele riu - Ah sim, lembrei que queria te pedir desculpas por não dar isso no dia do seu aniversário, mas tinha um monte de gente ao seu redor que eu me senti apagado.


Ai, coitado, mas nem tinha tanta gente assim.


- Não precisa se desculpar, e ontem eu não esqueci da sua existência nem por um segundo, se é isso que quer saber...


Pra quê eu fui dizer isso? Só percebi que estava sendo envolvido por seu abraço quando já me faltava o ar.


- Namjoon, acho que... já tá bom... - Falei com dificuldade.


- Aish, você é tão fofo, eu não consigo resistir, desculpa.


Quando me soltou e recebi um beijo na bochecha; sorri e notei que o céu lá fora estava muito escuro, assim desfiz totalmente minha marca de felicidade.


- Puta que pariu, temos que dormir agora! Não quero o professor me advertindo de novo!




Notas Finais


Oi!
Espero que tenha gostado,
Obrigado pelos 110+ favoritos! 💚
Comente, e fale comigo pelo Twitter: @Shippo_Tudoo

Até a próxima, minha gente!¡


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