História Nanatsu High School - Capítulo 27


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Ban, Cain, Diane, Elaine, Elizabeth Liones, Escanor, Gilthunder, Gowther, Griamor, Guila, Jericho, King, Margaret, Meliodas, Merlin
Tags Baine, Kiane, Melizbeth, Nanatsu No Taizai
Visualizações 204
Palavras 1.398
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi povinho, capítulo novo ai saindo, mais uma vez quero pedir desculpas pela estupidez de ontem, prometo que não vai se repetir!
Boa leitura <3

Capítulo 27 - Os desejos de Elizabeth


Fanfic / Fanfiction Nanatsu High School - Capítulo 27 - Os desejos de Elizabeth

Nanatsu High Schoo,l 15:30 da tarde

Elaine, Elizabeth e Meliodas voltaram para a escola assim que terminaram o almoço. Eles adentraram a escola e foram direto para a sala do 2A, para começarem a organizar as coisas do festival, Elizabeth, tirou de sua mochila vários tecidos.

-Vai usar isso pra que? – perguntou Meliodas.

-Pra socar no seu cu – falou Elaine adentrando a sala com uma máquina de costura.

-No seu só se for – ele retrucou.

Elizabeth riu sem graça e respondeu:

-Vamos fazer as roupas das Maids que vão trabalhar no dia – ela começou a separar tecido por tecido, de acordo com as cores, que eram, branco, preto e outras coloridas – Cada Maid vai usar uma cor diferente no laço, quer escolher a sua, Elaine-san?

-Opa! – ela foi até Elizabeth – Quero a cor amarela.

-Certo, restaram as outras cores agora, espero que as outras meninas cheguem logo, pra escolherem – disse Elizabeth observando as fitas.

-Acho que vou procurar meu irmão, já volto – disse Elaine saindo da sala num passo.

-Ah, agora ela está preocupada com ele né, deve ter morrido de fome já! – exclamou Meliodas, Elizabeth apenas acenou com a cabeça concordando. Foi aí, que ele notou que os dois estavam sozinhos, hora perfeita para ele praticar seus atos pervertidos – Ei, Ellie... – chamou com uma voz sedutora.

-ÃN? – ela virou-se envergonhada – O que foi, Meliodas-sama?

-Nada, só queria te deixar sem graça mesmo – ele disse voltando a olhar o celular, onde pesquisava sobre ideias para festivais.

-Ah, meu Deus – disse ela em um suspiro –, não faça mais isso por favor... Achei que você fosse me atacar!

-Eu? – ele levantou-se e andou até ela – Jamais faria isso – antes que Elizabeth pudesse responder, ele roubou um selinho da mesma, que corou na hora.

-M-Meliodas-sama! Não faça isso assim do nada! – ela exclamou envergonhada.

-He he, desculpe, você é muito linda, não resisti – ele falou risonho, se afastou de Elizabeth e foi até a porta – Bem, o sinal daqui é um lixo, vou ver se consigo pegar mais lá no refeitório, já volto!

Depois da saída de Meliodas, Elizabeth respirou fundo, teve dificuldades para voltar a se concentrar no tecido, porém, conseguiu ao lembrar-se que o festival valia 4 pontos no boletim.

-Fala sério, eu estou bem ferrada...

 

Na sala ao lado, Ban ainda se concentrava em costurar, Merlin parecia entediada, pios mexia em suas mechas de cabelo enquanto lia uma revista, Gowther havia sumido, Gilthunder examinava as fichas das barracas que haviam concordado em participar do festival na parte da noite, e Margaret digitava mensagens alertando Jericho e Helbram sobre o ensaio que ocorreria naquele mesmo dia, as 17:00. O silencio era predominante na sala, todos pareciam muito concentrados, até que a porta foi aberta, era King, que levava consigo uma escada.

-Preciso que alguém me ajude a pendurar balões na quadra – disse ele, sem emoção.

-Sério, baby King? Não consegue nem pendurar balões? – debochou Ban – Mas tudo bem, eu te ajudo.

-Se me atrapalhar, vou contar pro professor e você vai ficar sem nota – ameaçou King.

-Vai nessa, sou uma das atrações da festa, sua cadela! – riu Ban colocando os tecidos sobre a mesa de Merlin, que o olhou torto. Depois se dirigiu até King e o puxou pelo capuz – Vamos Barbie Girl.

-ME RESPEITA, SEU VIADO! – gritou King enquanto era arrastado.

Depois de alguns minutos, arrastando King pelo corredor, Ban o soltou e seguiu com as mãos no bolso e mais uma vez, com uma cara de poucos amigos. King percebeu que ele estava daquele jeito desde que descobriu sobre Diane.

-Vai me tratar assim até quando? – perguntou King irritado.

-Até você virar homem e falar com a Diane – respondeu Ban.

-A gente conversou hoje – disse ele, fazendo Ban mirá-lo surpreso – Eu estava com fome, ela me ofereceu um pão, ai a gente falou sobre a aula escrota do Escanor e ela saiu pra procurar as meninas, e foi isso.

Ban permaneceu em silencio, apenas abriu um pequeno sorriso. Quando os dois chegaram na quadra, Ban disse:

-Tá, isso foi um avanço, pode voltar a ser meu melhor amigo agora.

-Seu lixo – sorriu King.

 

 

Elaine voltou para a sala do 2A, quando chegou lá, Elizabeth já havia feito quase metade de um dos vestidos de Maid.

-Não achei o inútil – disse Elaine ofegante. Ela se aproximou para dar uma olhada no vestido que Elizabeth estava fazendo – Uau, está ficando lindo!

-Obrigada Elaine-san – disse Elizabeth sorrindo – Vai dar um trabalho, vou fazer seis vestidos no total.

Elaine contou nos dedos as meninas que iriam participar do Maid Café.

-Não creio que vou ter que trabalhar com as vadias lá – disse Elaine estufando o peito – Vai ser uma merda, vou ter que me segurar pra não jogar café na cara delas, mas por via das dúvidas, faz café bem quente viu meu anjo.

As duas deram gargalhadas bem altas, provavelmente todos que estavam na escola escutaram.

-Você é doente mano – disse Elizabeth voltando a costurar.

-Doente não, vingativa – ela retrucou – Vamos terminar isso logo – Elaine pegou uma tesoura e sentou-se ao lado de Elizabeth, uma cortava e a outra costurava.

Depois de alguns minutos de silencio e concentração, foi inevitável para Elizabeth, não lembrar do feito de Meliodas antes de deixar a sala, o que fez ela ter um misto de emoções e se lembrar de alguns de seus sonhos insanos.

-Ei, Elaine-san... – ela chamou a amiga.

-Fala miga – respondeu Elaine.

-Eu, sabe, tenho tido algumas coisas – falou Elizabeth parando com a costura. Elaine a mirou.

-Que tipo de “coisas”? – perguntou parecendo confusa.

-Sonhos, ando tendo sonhos – respondeu Elizabeth, parecendo realmente envergonhada, ela fechou os braços em volta do corpo e começou a se remexer na cadeira – Sabe, uns sonhos meio...

-Meio!? – perguntou Elaine ainda tentando entender a amiga.

-...Sexuais... – respondeu Elizabeth ficando extremamente vermelha.

-AH! NÃO CREIO! VOCÊ? TENDO SONHOS DE SEXO? NÃO É MAIS A VIRGEM MARIA ELIZABETH? SUA SAFADA! – Elaine começou a gritar e a dar risada.

-E-Ei! Fala baixo, por favor, não quero que ninguém escute! – pediu Elizabeth quase tendo um ataque.

Foi quando a porta abriu-se, era Diane adentrando a sala.

-Oi, finalmente achei vocês – disse ela com um sorriso.

-Ei, Diane, adivinha só, a Ellie virou uma safadinha – falou Elaine virando-se para ela.

-AH! NÃO DIGA ISSO! – gritou Elizabeth escondendo o rosto com as mãos.

-É? Como assim? Eu sumo por um dia, e a Elizabeth vira ninfeta? – riu Diane indo até Elizabeth e tirando as mãos de seu rosto – O que rolou entre você e o Kaichou?

Elizabeth abriu a boca, porém não emitiu nenhum som, apenas continuou com as bochechas extremamente coradas.

-Ela anda tendo sonhos sexuais – contou Elaine.

-Aaaaaah, é isso? Achei que tinham transado, eu tenho esse tipo de sonho o tempo todo, relaxa, é normal – disse Diane sentando-se e espreguiçando-se na cadeira.

-Sério? – perguntou Elizabeth sentindo-se aliviada.

-Tem sonhos sexuais com meu irmão né piranha – Elaine deu uma risada safada. Diane apenas deu uma leve piscada para ela, o que indicava que “sim”.

-E você com o Ban, né cadela? – retrucou Diane.

-As vezes... – a loira pareceu pensativa – Mas sei que não vai rolar tão cedo, então só sonho mesmo.

-Eu não costumo sonhar com esse tipo de coisa – falou Elizabeth – Acho que estou ficando com vontade dessas coisas.

-Elizabeth deve sonhar com Jesus e com os unicórnios daquele comercial de carro – falou Diane – Relaxa meu anjo, é normal.

-Pônei maldito, pônei maldito, lá lá lá lá lá lá – cantou Elaine.

-Sem graça – falou Elizabeth emburrada.

-Já já passa, você vai ver – disse Diane.

Elizabeth assentiu e voltou a olhar os tecidos, Diane e Elaine miraram-se, estavam conversando por olhares, e após alguns segundos de “conversa”, Diane voltou-se para Elizabeth e a encarou.

-Ô que foi? – perguntou Elizabeth.

-Eu tenho uma ideia que pode servir pra você miga – falou Diane.

-Até já sei o que ela vai dizer – riu Elaine enquanto cortava um tecido.

Diane continuou mirando Elizabeth, e a mesma, permaneceu calada, esperando uma resposta.

-Ah, para! É tão óbvio! – exclamou Diane – Você precisa transar com ele!

A vermelhidão de Elizabeth voltou.

-C-Como? E-Eu não sei como faz isso... Meu Deus... – gaguejou Elizabeth extremamente envergonhada.

Diane e Elaine riram da reação da amiga, até que uma voz masculina ecoou pela sala.

-Transar? Com quem? – falou Meliodas, parecendo visivelmente confuso.

-AH! – gritou Elaine.

-Opa, fudeu! – sussurrou Diane tentando conter a risada.

-M-Meliodas-sama! – exclamou Elizabeth parecendo que ia desmaiar. 


Notas Finais


To pensando num Hentai Melizbeth hein! Quem topa?


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