História Não Ao Suicídio. - INTERATIVA. - Capítulo 14


Escrita por: ~ e ~harleyskwad

Exibições 167
Palavras 309
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi, oi pessoal. Tudo bem? Espero que sim. Então, como meu amigo avisou à todos vocês, talvez a fic seja excluída, pelo fato de eu não ter seguido as regras do Spirit. Então, quem quiser manter contato é só mandar o número ou Facebook por MP. Por enquanto é só por esses lugares que posso ajudar vocês, espero que entendam. Aaaah, esse texto tem algumas partes fictícias e algumas reais. Enfim, espero que gostem, uh? LEIAM AS NOTAS FINAIS, PLEASE.

Capítulo 14 - Estocolmo


O meu pudinzinho é meio temperamental, mas qual é o relacionamento que não tem seus altos e baixos?

 

Estava no frio de Setembro - ora, não riam de minha cara! Realmente estava muito frio - quando o reencontrei. Ainda lembro-me perfeitamente de quando adentrei aquela sala e vi ele parado na porta, me encarando. Mrs. J. Foi tudo que pensei na hora. Fiquei paralisada, sem saber o que fazer, até que voltei do transe, suspirando e sentando na cadeira do antigo psicólogo do local, agora talvez eu sabia o porque de ele ter indo embora: J deveria ter o deixado louco, assim como me deixou. 

Engoli em seco, criando coragem e, finalmente, abrindo a boca e deixando a voz sair. 

– Sou sua nova psicóloga. Eu me chamo M... 

– Ora, Eduarda! Não finja que não te conheço! – Agora ele revirava os olhos, me fazendo engolir em seco novamente. 

– Tudo bem. Vamos lá, como se sente hoje? 

– Lembra de quando suas amigas nos comparavam aquele casal dos quadrinhos? O que acha de me trazer uma metralhadora? – Ele deu uma risada cínica e alta. 

– Por favor, responda minha pergunta. 

– Você me livrou de meus demônios por cinco anos, mas agora eles estão aqui de volta. 

Entendia agora o que ele estava tentando fazer. Manipulador, como sempre. Mas agora era minha vez de revidar, e por um momento esqueci do que fora fazer ali. 

– Ora! O que quer que eu faça? Eu SEMPRE dei o meu melhor, e tudo que você fazia era... Era... Me tratar feito um lixo... – Falei rapidamente, dando uma pausa para respirar, mas logo continuei – Você sabe que me deixou louca, IGUAL VOCÊ SEMPRE FOI! Você tirou a droga da minha sanidade!

Ele revirou os olhos, se levantando e vindo até minha direção. 

– Não me arrependo. – Disse, puxando-me da cadeira e me dando um beijo. 

Como eu o amo. 

 

 


Notas Finais


O texto é confuso, não é? Comentem o que vocês acharam desse texto... Confuso, estranho... Enfim, digam o que vocês entenderam da história. Tem uma dica, basta lerem com atenção. ^^


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