História Não estava preparada - Namjoon e Changkyun (I.M) - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Kim Nam-joon / Rap Monster, Monsta X
Personagens I'M, Rap Monster
Tags Bangtan, Bangtan Boys, Bts, Drama, Namjoon, Oppa, Rap Monster, Romance, Sexo, Violencia
Visualizações 11
Palavras 1.928
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annyeong *-*

Espero que estejam curtindo a história, ela está me instigando bastante.

Boa leituraaaaa nenê ❤

Capítulo 5 - Incômodo


— Que merda está acontecendo? — eu soltei das mãos de Changkyun e me afastei olhando pra Luizy — Por que vocês todos se conhecem?

— Helena... Eu posso explicar... — Luizy me abraçou mas eu me afastei.

— Entrem, parem de brigar aqui fora. — Tzuyu segurou na mão de Changkyun o levando pra dentro.

Tzuyu conversava comigo como se fôssemos melhores amigas, me perguntando se eu estava bem e como era o beijo de Changkyun. Namjoon estava em pé encostado na parede com um copo de whisky enquanto Changkyun e Luizy conversavam no sofá. Luizy chamou Tzuyu para lhe responder algo e ela me deixou sozinha na cozinha. Enquanto balançava uma garrafa de soju sentada em uma cadeira no balcão, Namjoon entrou e desviou o olhar enquanto enchia mas o copo pequeno.

— Fique longe de Changkyun.

— Hã? — o olhei e ele estava me encarando enquanto mexia a bebida — Eu não conheço você. 

— Apenas, não se apaixone por ele — ele se sentou do meu lado e meu rosto corou um pouco — Não se relacione com ninguém.

— É um pouco tarde, já o beijei e... — ele me deu um selinho rápido e eu quase o bati.

— Também beijei você, não se apaixone por um beijo. Fique longe dele. 

Eu apenas me levantei e saí em direção a sala. Tzuyu parou de falar e todos olhavam pra mim, Namjoon apareceu bem atrás de mim voltando a se recostar na parede. 

— Me digam o que está acontecendo.

— Bem... Helena, o problema é que... Na verdade nós... — Luizy não conseguia falar e estava nervoso demais pra olhar pra mim diretamente.

— ME DIGAM LOGO PORRA! — falei batendo o pé com força no chão e ele se assustou. 

— Calma garota — Namjoon começou — O problema é que meu irmão está atrás de você, ele é meio louco as vezes por mulheres, você não o quis mas ele ainda te quer, então ele...

— PÁRA! Quem é o merda do seu irmão? 

— Wonwoo.

— Você tá brincando comigo? — falei me sentando e colocando as mãos na barriga onde ele havia me cortado — Ele não pode simplesmente me deixar em paz? Que merda!

— Ele conhece você... — Tzuyu respirou fundo — Você veio fazer o intercâmbio, lembra? Quando ficou bem amiga do Luizy e queria ficar na casa dele mas não podia porque tinha que ficar com os outros estudantes?

— Eu sei mas, eu não namorei nenhum asiático.

— Helena, seu intercâmbio foi interrompido, não se lembra o porquê?

Eu me lembrei. Como um flashback​ na minha cabeça tudo se encaixou.

[ Flashback On ]

Era manhã de verão e estávamos indo pra uma festa na casa de um dos amigos do MJ, namorado da Yonghee minha colega de quarto. Tinha muita bebida, muitos jogos e música. Tinha um cara alto do outro lado da pista me olhando, ele era incrivelmente lindo e seus olhos puxados mais que o normal faziam seu sorriso ficar fofo.

— Quer sair daqui? — ele disse se aproximando de mim — Juro que sou legal.

Fomos pra um quarto no segundo andar cheio de DVDs e pôsteres. Ele conversou comigo sobre a festa, e sobre coisas realmente engraçadas. Eu gostava do seu sorriso, gostava dos seus olhos. Ele me deu uma garrafa de soju e explicou o porquê de ter feito uma festa pros cambistas, eu sorria sempre que ele me olhava e não aguentei, o beijei.

— Desculpa. — disse sorrindo mas não estava culpada.

— Tudo bem, eu já ía fazer isso alguma hora.

Ele pegou a garrafa da minha mão colocando no chão e voltando a me beijar, seu beijo era lento e gostoso, sua língua dançava na minha boca e começava a me excitar. Do nada ele puxou meu vestido pra cima com agressividade, eu me assustei e o abaixei voltando a beijá-lo. Ele me segurou pela cintura me colocando mais acima da cama ficando entre minhas pernas e me beijando cada vez mais rápido, como se estivesse desesperado por aquilo. Seu perfume era forte e doce ao mesmo tempo, era bom. Suas mãos grandes apertavam minha coxa com força e eu estava muito excitada, mas não queria passar do limite, não bêbada, não naquele dia. O continuei o beijando pois achei que pra ele estava gostoso como estava pra mim. Suas mãos subiam meu corpo devagar apertando minha bunda, pude sentir sua ereção aumentar entre as minhas pernas. O olhei sorrindo e ele sorriu de volta.

— Vamos parar por aqui, já está passando dos limites. — me afastei dele e calcei os sapatos que havia tirado quando entrei.

— Cê tá me zuando? — ele estava sério e parecia com raiva.

— A gente pode se ver de novo, e continuar em um próximo encontro, uma base de cada vez.

Ele socou a parede ao se levantar me fazendo levar um susto. Sua respiração estava ofegante, mas eu achei que era mais uma de suas piadas anteriores.

— Você vai foder comigo hoje. 

— Tudo bem, isso não vai rolar assim... Eu tô bêbada, você também é melhor...

— É melhor você me obedecer. — ele estava se aproximando de mim devagar mas eu não percebi — Tira a roupa e deita!

Eu sorri sarcástica, e ele me deu um tapa forte no rosto. Fiquei parada lá sentindo arder, o olhei e ele repetiu o que havia dito. Foi quando eu corri pra porta e gritei por socorro em vão... Ele havia trancado a porta. Ele puxou meu cabelo e me fez cair no chão, me dando socos na barriga ele sorria toda vez que eu gemia de dor. Ele já havia me batido várias vezes, eu não tinha forças nas pernas então ele me colocou na cama e tirou minha calcinha, as lágrimas corriam pelo meu rosto enquanto​ ele tirava a própria roupa. 

— Por favor, não faça isso. POR FAVOR! 

— CALA A BOCA! — ele me deu outro tapa e eu chorei baixinho.

Abaixando sua cueca, ele encostou lentamente seu membro em mim, fechei os olhos e debati as pernas e o empurrei. Ele se abaixou e pegou uma arma abaixo da cama e apontou pra mim. 

[ Flashback Off ]

Meus olhos derramaram lágrimas sozinhos, só de lembrar daquilo, da minha mãe e de como ela ficou triste e o porquê dela ter chorado tanto por eu ter voltado para cá. Ele me deixou ir embora no outro dia, foi quando liguei pra polícia e pra minha mãe. Mas nunca o encontraram de novo, eu não havia o encontrado de novo até aquele dia na boate. 

— Não chore — Luizy me abraçou e acariciou meu cabelo — Desde que você se foi á dois anos atrás nós cuidamos de você, protegemos você dele, apagamos qualquer rastro seu das redes coreanas. Mas ano passado você quase debutou em um grupo brasileiro e isso ficou conhecido mundialmente. Aquele reality foi muito famoso.

— M-me d-desculpem... — falei entre soluços. 

Tentei me levantar, mas fiquei tonta e caí, Namjoon que estava em pé me segurou, isso já havia acontecido antes então sorri.

— Você sempre tá aqui quando eu vou cair? — falei antes de desmaiar.

[ Quebra de Tempo ]

Acordei no dia seguinte no meu quarto. A casa cheirava a ensopado de frutos do mar, Luizy fazia um ótimo ensopado. Lembrei do que estava acontecendo comigo e minha cabeça doeu. Me levantei e peguei a mala embaixo da cama, coloquei minhas coisas dentro, arrumei minha mochila e saí pela porta dos fundos. 

Eu não tinha para onde ir, fui para o metrô. Mamãe mandou um dinheiro para alugar uma casa pra mim mas, usaria pra pagar a passagem de volta. Sentei no banco de sempre do metrô e chorei. O trem que levava ao caminho do aeroporto passou cinco vezes, em nenhuma tive coragem de entrar e ir embora. Lembrava da minha mãe, e de como ela ficaria decepcionada. Meu pai pediria cada centavo do que gastou comigo de volta, e eu teria que devolver.

[ Namjoon On ]

Passei a noite em claro, em frente a casa de Wonwoo aguardando qualquer movimento que ele pudesse dar. Quando decidi voltar pra casa e deixar Yoongi no meu lugar já era quase manhã. Tomei um banho gelado e me lembrei de Helena, e dos seus longos cabelos cacheados, do seus lábios que por milésimos de segundos estiveram nos meus. Helena não merecia o que passou, não merecia o que estava passando, ela gostava da Coréia, do Brasil, do mundo, mas Wonwoo iria atrás dela onde quer que ela fosse.

*mensagem no line*

 A Helena está aí? 

Me responde.

Rap Monsteeer !!!

Era Luizy, ele era um pouco desesperado. Fui até sua casa que ficava a duas ruas da minha, e ele estava na esquina nervoso. Com as mãos na cabeça gritando com Tzuyu que estava longe.

— O que aconteceu? — cheguei próximo a ele tocando seu ombro tentando acalmá-lo.

— A Helena sumiu — ele respirou fundo — Ela estava no quarto dormindo e...

Changkyun chegou no seu carro e veio em direção a nós com pressa.

— Ela deixou algum bilhete? — ele já sabia o que estava acontecendo — Eu posso procurar pelas ruas que ela conhece, caso ela apareça vocês me liguem imediatamente.

Dei de ombros, e Luizy andou até sua casa, até perceber que eu não estava atrás dele. Me virei e voltei pra casa. Sabia exatamente onde ela estava, e como ela estava. Peguei meu carro e fui em direção ao metrô. Seguir a vida de Helena durante esse tempo me fez saber onde ela ía quando estava triste, onde ía quando estava feliz, quando queria ficar com alguém, quando queria jogar, quando queria beber, ou quando queria chorar, no fim ela sempre voltava pro mesmo lugar pedindo desculpas a sua mãe em português misturado com coreano, ela chorava como um bebê sem se importar com as pessoas ao redor, as lágrimas eram delas mas ela não sabia que isso não era comum por aqui.

Ela estava sentada no banco perto da porta de segurança, no último banco do metrô, ela chorava e limpava o rosto com a manga do moletom cor de rosa. Parecia um bebê com seus sapatinhos felpudos, gostava disso nela, aparentemente ela não tinha um estilo fixo. Coloquei uma máscara e o capuz e me sentei ao seu lado fingindo esperar. Ela não se intimidou com a minha presença é continuou a chorar, soluçava e me dava vontade de tirar todo o sofrimento dela, mas fiquei esperando algo.

[ Namjoon Off ]

Enfim tomei coragem, eu não tinha muitas opções. Me levantei e coloquei a mochila nas costas, ainda soluçava quando uma mão gelada segurou a minha me impedindo de ir até o trem que havia parado. 

— Oh... Quer alguma coisa Ahjussi? — falei tentando ver seu rosto.

— Que você volte pra casa — ele se levantou tirando a máscara laranja do Ryan — E eu não sou ahjussi.

Namjoon

O olhei nos olhos por um longo tempo enquanto ele falava, meu coração sentiu uma paz por vê-lo ali, como se fosse me salvar de algo. Apenas me aproximei e o abracei pela cintura, seus braços em volta dos meus ombros me fizeram confortável.

— Eu não quero dar problemas pro Luizy e pra Tzuyu, nem pro Changkyun e pra você. Me desculpem.

— Está tudo bem Helena.

Eu sorri de canto limpando uma lágrima que quase trouxe outras mil, eu estava com as bochechas coradas e naquele momento não soube o que fazer. 

— Vamos, você ficará na minha casa — ele segurou a mala e começou a andar e eu apenas o segui, de todas as formas não queria ter que ver o meu pai com raiva.





Notas Finais


E aí nenê, curtiu?

Espero que sim! Até o próximo capítulooooooo...

Beijinhos​ 💞


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