História Não faça apostas! - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai
Tags Aposta, Baekhyun, Baekyeol, Chanbaek, Chanyeol, Menção Kaisoo, Menção Taoris, Side
Visualizações 149
Palavras 1.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi seres!
Finalmente criei vergonha na cara e tô postando essa side, sorry por ter demorado :v

Eu espero que gostem, era pra ser uma one, só que eu mudei... Ok? Ok. Isso, é.

Boa leitura, e relevem os erros (NÃO DESISTAM DE MIM, PLEASE) @-@

Capítulo 1 - Como não fazer ou aceitar apostas!


Fanfic / Fanfiction Não faça apostas! - Capítulo 1 - Como não fazer ou aceitar apostas!

COMO NÃO FAZER OU ACEITAR APOSTAS!

Aprovado por Byun Baekhyun. 



Se tinha uma coisa que Baekhyun tinha certeza absoluta, era que apostas são do demônio. 

Quando JongIn começou a mostar algum interesse por Kyungsoo, seu melhor amigo, o Byun tinha certeza que a única coisa que o loiro queria era uma transa. Afinal, Kim JongIn era o cara mais popular daquela escola, poderia ter qualquer um aos seus pés na hora que quiser, por que iria querer logo o baixinho grosso e irritadinho do terceiro ano? 

Coisa de louco!

Não que Baekhyun duvidasse que seu amigo pudesse ter um partidão daqueles correndo atrás de si, longe disso, Kyungsoo era muito atraente e – pasmem – fofo. Só que o Do sempre deixou claro não simpatizar nem um pouco com o Kim, e fazia o possível para se manter longe do mesmo. Era sempre a mesma desculpa quando JongIn tentava lhe chamar para sair: “eu não faço isso”, “eu não faço aquilo”. 

Irritante, irritante. 

Baekhyun sabia, e acreditava de pés juntos que eles eram o total oposto do outro e que nunca – repito e posso até soletrar – se dariam bem. 

Kim JongIn e Do Kyungsoo não combinavam, ponto final. 

E com essas afirmações – nem um pouco verdadeiras – sempre rondando em seus pensamentos, Baekhyun aceitou a aposta que Chanyeol, o ruivo alto e primo do Kyung havia feito consigo. 

Se os dois ficassem juntos, Baekhyun estaria devendo um encontro e um beijo para o Park. Agora, se não acontecesse, Chanyeol perderia trinta mil wons. 

Era a aposta perfeita, certo? 

Não. Sem sombras de dúvidas não. 

O Byun achava que eles não iriam ficar juntos, afinal, todos os fatos apontavam isso oras! Só que, (in)felizmente, todos queriam os dois como um casal no final – Zitao era uma excessão, é claro, e talvez seja por isso que Baek tenha simpatizado tanto com o garoto de olheiras profundas. 

Entretanto, mesmo com todas as suas orações e pedidos à estrelas cadentes, Chanyeol ganhou a merda da aposta. 

Ah, trinta mil wons não ganhos, que triste vida. – era exatamente o que eu pensaria se perdesse uma aposta dessas. 

Só que a única coisa que Baekhyun conseguia pensar após os dois pombinhos chegarem na escola de mãos dadas e sorrisos enormes e até mesmo anéis de compromisso nos dedos, quase gritando para todos que estavam namorando, era o possível encontro e ósculo que teria com o ruivo. Seria esse um de seus pesadelos se realizando? 

Agora, sentado naquela mesa de refeitório, com o rosto apoiado na mão direita e cansaço – quem sabe até um pouquinho de desespero – estampado no rosto, Baekhyun esperava por seu fim. Chanyeol tinha lhe mandado uma mensagem, dizendo que queria conversar consigo e que era para o Byun esperar-lhe no refeitório, pois já estava a caminho da escola. 

Vamos ser sinceros, Baekhyun não conseguia parar de tremer. Era praticamente impossível! A maldida aposta ficava rondando em sua cabeça a cada minuto, e sua imaginação fértil fazia com que imaginasse cenas uma mais constrangedora do que a outra. Era muito provável que Chanyeol chamasse-o para o encontro e, inesperadamente, ele tropeçasse e caísse no caminho, se espatifando de cara no chão. Ou que o Park venha lhe beijar e Baekhyun esteja com um péssimo hálito porque comeu cebolas no almoço – algo bem provável, porque o garoto realmente comeu cebolas.

Tudo o que o Byun queria agora, era que JongIn e Kyungsoo não tivessem se “acertado” e começado a namorar. Eles devem ter tramado tudo, aqueles filhos de boas mães. 

Zitao era o único – além de Baekhyun, é claro – que não apoiava o relacionamento repentino dos dois, porque, era quase impossível duas pessoas que se odiavam há dias atrás não se separarem por nada agora. O chinês acreditava que o Kim e o Do não foram feitos um para o outro como Kris afirmava e reafirmava. Ele e o Byun tinham até uma teoria, e começava com- 

– Baek! 

‘Ah, eu mereço.’ 

– Oi, Chanyeol. – respondeu, sua falta de animo muito visível pela sua cara e tom de voz. 

O Park franziu o cenho e se sentou de frente para o menor, olhando para ele fixamente como se tentasse entender todo aquele mal humor. 

– Nossa, que oi seco. 

– Quer que eu molhe? – respondeu com uma pergunta, com um sorriso cínico. 

– Wow, ok então. – deu de ombros, voltando a ficar quieto e só observando o rosto do amigo. 

Baekhyun estava nervoso, tímido, desesperado e todos os adjetivos sinônimos ao seus sentimentos possíveis. Mas a sua raiva por ter pedido a maldita aposta e, consequentemente, os trinta mil wons, acabando por ganhar no lugar um encontro e um beijo indesejado era, sem sombras de dúvida, desesperador. 

Afinal, Baekhyun não gostava de Chanyeol naquele sentido. Ele... Não gostava, né? 

Chanyeol continuou encarando descaradamente o baixinho, e o rosto do mesmo começou a ser colorido por um rosa que deixava bem claro o seu constrangimento em ser encarado daquele jeito. 

– C-chanyeol! – exclamou, fazendo um biquinho infantil nos lábios cor de pêssego. – Para de me encarar. – sua última frase saiu baixa e quase não foi proferida, o Park teve que se esforçar para ouvir. 

– Tudo bem, tudo bem! – levantou as mãos em sinal de rendição. – Mas, me diga uma coisa, Byun. Não era você quem estava me devendo um encontro e um... Beijo

Era impressão do moreno ou Chanyeol estava vermelho e constrangido? É, deve ser só impressão mesmo. 

O Byun deu apenas de ombros, como se não desse a devida importância ao fato, mas por dentro estava gritando e se batendo milhões de vezes por ter aceitado essa aposta idiota. Era ridículo, totalmente sem sentido! 

Chanyeol suspirou com o silêncio que pairava entre eles, e cansado de tudo isso, abriu seu maior sorriso e se levantou, ficando em uma pose de superherói que salvaria a pátria de um vilão asqueroso – que na verdade, era apenas um silêncio constrangedor. 

– Baekhyun! – chamou, levando seu olhar para o menor que também o encarou, só que bem mais entediado. – Você irá pagar a aposta agora. Vamos. 

E depois da frase, o Park simplesmente saiu andando em direção ao portão da escola, sem satisfação ou até mesmo um gesto para que o seguisse. 

– Hey! – Baekhyun se levantou, esparramando suas mãos na mesa e olhando confuso para a silhueta alta do mais novo há metros de si. – Girafante, onde vai?! – gritou. 

– Só me siga, Byun! – gritou de volta, parando de andar e se virando para o menor com um sorriso no rosto. – Venha, anda baixinho! 

 O mais velho revirou os olhos, pondo as mãos nos bolsos de seu moletom preto e colocando a toca do mesmo, andando calmamente e sem pressa até Chanyeol. Quando chegou perto o suficiente dele, o Park puxou-o pelo braço e abraçou seus ombros, tendo que se abaixar um pouco pela altura – ou a falta dela – de Baekhyun. Começaram a sair do prédio com passos calmos, com Chanyeol dando e respondendo alguns cumprimentos para alunos conhecidos. 

– Onde nós vamos, senhor Eu Ganhei Uma Aposta Idiota E Estou Arrastando Meu Amigo Para Um Encontro? – ironizou, olhando cínico para o maior.

– É uma surpresa, senhor Estou Devendo Um Beijo Pro Ruivo Bonitão E Não Quero Pagar. – devolveu, rindo quando ganhou uma cotovelada fraca nas costelas. Não era como se Baekhyun tivesse coragem de o fazer tão forte assim. 

Baekhyun se sentia curioso sobre o tal local para onde iam, mas ao mesmo tempo sentia o nervosismo o corroendo por dentro. Talvez eles fossem ao shopping, já que o Park tinha mania de comprar coisas desnecessárias, ou quem sabe ele o leve para uma sorveteria ou um parque. Chanyeol era uma caixinha cheia de surpresas, não poderia dizer com precisão ou certeza para onde o maior lhe levaria. 

Era complicado. Principalmente porque o maior estava perto demais, ao ponto de Baekhyun sentir sua respiração quente no topo de sua cabeça. Não era para se sentir nervoso com isso, mas ele se sentia. Sentia seu estômago dando solavancos bruscos e seu coração quase saindo pela boca. 

Qual será o motivo? Dor de barriga? Um infarto indesejado? 

– Chanyeol. – chamou, olhando para cima à procura dos olhos dele quando o outro respondeu com um “o quê?” baixinho. – Por que fica me cobrando esse encontro? 

Os olhos já grandes do mais novo triplicaram de tamanho pelo susto da pergunta proferida para si. O Park olhou para Baekhyun sério, e parou de andar, acabando por fazer o outro parar também, já que o mesmo estava abraçado à si. 

– É... Uma p-pergunta bem complicada. – respondeu, suspirando. – Por quê? Eu.. Eu não sei, Baekkie. 

O mais baixo continuou calado por poucos segundos, mas logo sorriu para Chanyeol e o puxou pelo braço, para que ele continuasse andando e o abraçando pelos ombros.

– Então podemos descobrir juntos depois? – não tardou a perguntar novamente. 

– Eu acho... eu acho que sim. 


Notas Finais


Psé, aqui está o primeiro capítulo. Hehe.

Essa fic é uma side dessa outra fic aqui ó: https://spiritfanfics.com/historia/toda-vez-que-voce-me-diz-um-nao-8705272

Até logo pluricelulares!


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