História Não fui eu! - Reescrevendo - - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
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Palavras 3.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiie, estou reescrevendo a história e dessa vez dará tudo certo.

Eu revisei diversas vezes, se algo me escapou, peço perdão ^^'

Boa leitura

-- Atualizado -- Leiam as notas finais.

Capítulo 1 - One.


– JUNGKOOK!

 

As pessoas hoje em dia andam com a cabeça muito quente. Sinceramente, qual o problema em fazer uma brincadeirinha com o hyung do terceiro ano? Muitos é a resposta! Por zombar um pouquinho do veterano Kim Hyong, estou quase morrendo de dor no chão do corredor do colégio.

Kim Hyong tem 19 anos, repetiu dois anos seguidos, o que deixou ele preso ao ensino médio, tornando-o veterano do colégio. Metido, fresco, orgulhoso e riquinho metido a besta. Seu ego é tão grande que dá pra ver da lua.

Nossa briga é de anos e eu só não estou em estado pior por conta dos seus amigos que estão tentando segurar esse louco.

 

– Eu... mandei você... ir chamar o diretor. -murmurei a Taehyung, meu amigo de infância que veio me ajudar.

– E eu fui, seu idiota. -resmungou tocando rapidamente minha bochecha, fazendo com que eu virasse o rosto.

– T-tae..! -o alertei vendo o veterano se aproximar.

– Eu não entendo Taehyung.... -Kim falou em descaso, estalando seus dedos ao parar na nossa frente. – Por que continua se metendo em assuntos que não são seus?

– São meus! Meu amigo está nele! -Taehyung falou alto, se levantando irritado.

– Então é sua vez agora. -o mais velho falou sorrindo de canto, mas antes de fazer qualquer coisa, o diretor chegou, fazendo os alunos se dispersarem.

– Se eu ouvir a voz de qualquer um de vocês, levam suspensão na hora! -o diretor falou raivoso, me fazendo engolir em seco.

– Mas senhor.. -Kim é interrompido.

– Vai mesmo me desobedecer garoto? -o diretor falou irritado e Kim se calou, virando as costas e saindo rumo a diretoria. – E você Jeon? Se levanta e vem agora!

 

O mais velho dá as costas ignorando Taehyung que havia ficado ali, me fazendo suspirar em um misto de alivio e nervosismo. Um amigo me fitou cansado e veio me ajudar a levantar, indo comigo até a diretoria. No meio do caminho dei umas broncas nele, porque em momento algum pedi ajuda dele. Eu podia me virar muito bem, mesmo que estivesse todo quebrado, eu sempre tenho uma solução pra isso.

Assim que entrei na sala do diretor, me sentei próximo ao meu agressor e fiquei calado fitando a paquinha sobre a mesa que continha o título de diretor em cima. Como minha mãe sempre dizia, o silêncio é a melhor arma.

– Quanto tempo vou ter que esperar pra saber o que aconteceu? -o diretor quebrou o silencio, me fazendo erguer a cabeça. – Eu não tenho a manhã toda e muito menos paciência pra ter que ver novamente vocês dois aqui!

 

Um triste e maravilhoso detalhe sobre mim. Já é a sétima vez que venho parar na diretoria e digo isto só dessa semana. Acho que minhas provocações estão um pouco mais fortes este mês, o que resulta em vários alunos querendo resolver tudo no tapa. Esse bando de animais, não sabem o que significa uma conversa civilizada.

Porém... só de pensar em toda a atenção que recebo por causa dessas confusões, uma alegria imensa toma conta de mim. Tudo o que vem acontecendo só reforça a ideia de que sou um anjinho indefeso.

 

– Vamos Kim.... Qual o seu motivo pra bater no Jeon?

– Tá de brincadeira que você quer saber o meu motivo! -Kim reclamou irritado, fazendo o diretor bater a mão sobre a mesa.

– Onde foi parar seu respeito? Deixou ele em casa? -o diretor o repreendeu. – Você não sente pelo que seu Omma irá pensar?

– Eu sei bem o que ela vai pensar, ainda mais quando souber o que ele falou! -Kim disse alto, apontando para mim. – Falar que sou assim por culpa dela não é errado? A culpa é mesmo minha?

– Se gosta de provocar e não aguenta o troco o problema é seu! -falei chamando atenção de ambos e logo comecei a chorar. – Por que você sempre fala dos meus pais, hein?

– Você sempre fala da minha Omma! -falou alto e eu funguei baixinho. – Não sou como você que puxou pessoas que te abandonaram!

– CHEGA! -o diretor gritou se levantando da mesa irritado. – Isso é sério senhor Kim! Vai ficar uma semana em casa refletindo sobre o que disse!

– O QUE? MAS...

– Calado! E você Jeon, vá pra enfermaria, depois ligo pra sua Omma. -avisou ajeitando seu terno e concordei secando meus olhos.

 

Me levantei e Kim tentou me segurar, mas levou outra bronca do diretor. Saí cabisbaixo e fechei a porta com calma, escutando os gritos de Kim que estava incrédulo com sua punição, que seria uma semana de suspenção, fora o trabalho voluntário que faria na biblioteca por um mês. No primeiro corredor que virei, já me mantendo longe da diretoria, um sorriso largo surgiu entre as lágrimas que ainda caíam dos meus olhos.

Não vou mentir sobre o que estou sentindo, não gosto de fazer tão mal assim as pessoas, mesmo que Kim tenha começado com tudo, eu me sentia mal por jogar sempre toda a culpa nele. Este era meu sentimento. Culpa. Uma culpa enorme, mas que não conseguia superar a felicidade que começava a tomar conta de mim.

 

Conseguiu mais uma vez, Jeon.

 

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– Você deveria levar uma suspensão. -comenta Tae com os olhos fixos no videogame.

– Eu sei. -falo sério encarando o teto do meu quarto.

– Se sabe, por que se fez de coitado de novo? -indaga confuso e eu fecho os olhos, suspirando pesadamente.

– Eu não sei. -murmuro à mim mesmo, deitando de lado na cama, vendo Tae perde em seu joguinho.

– É claro que ele também está errado. -diz tombando a cabeça para trás, me olhando fixamente. – Por isso deve ser punido também.

– Não seja malvado, Tae. -falo tristonho e ele se levanta, parando de joelhos na minha frente, me encarando. – Ele está tendo dias difíceis.

– Ainda acho que não é motivo para bater em alguém. -fala sério e indica que eu de espaço para que o mesmo deite ao meu lado na cama. Deitamos os dois de barriga para cima. – Se fosse assim eu descontava minha raiva batendo em você.

– Eu sei. -suspiro fechando os olhos e sinto sua mão sobre minha cabeça, fazendo carinho ali.

 

Reconheço que errei no que fiz hoje. Já faz um tempo que Kim Hyong anunciou que sua mãe estava muito doente, o que o deixou muito estressado. Eu sei meus limites, mas não quando se trata do Kim. Ele me tira do sério e mesmo depois de anos de brigas, ele continua me machucando, falando do um dos segredos que poucas pessoas sabiam.

 

– Ele me provocou primeiro. -falo calmo e Tae suspira, me dando um cascudo.

 

Kim Taehyung, meu melhor amigo desde pequeno, é meu hyung que sempre está puxando minhas orelhas e me dando conselhos, fora todas as vezes que me meti em furadas e ele me ajudou. Graças a ele sou mais forte emocionalmente e tenho mais motivos pra viver sorrindo, assim como viver provocando as pessoas.

Tae como costumo chama-lo é sempre um amor de pessoa comigo, me deixa sempre pra cima e isso só faz com que eu me sinta mais importante, só que as vezes....

 

– Ai!! -reclamo assim que ele cutuca meu abdômen ferido. – Você é louco? Me bateram aqui!

– Você é um idiota! -afirma irritado. – Um idiota que ainda por cima é egocêntrico!

– Não começa Tae!! -cruzo os braços, virando o rosto.

– E ainda por cima fresco! Só está um tantinho roxo... -murmura estendendo a mão para tocar novamente, mas seguro seu pulso.

– Quer levar uns para ver se sou fresco? -solto seu pulso e fico de costas pra ele.

– Não sou eu o egocêntrico, otário, carente, mimado, safado, filho da mãe dramática, que está aí se sentindo culpado pelo que fez! -me insulta friamente, me obrigando a deitar de barriga pra cima, sentando sobre minha barriga.

– Sai de cima!

– Não até você para com esse drama de merda!

– Tá me chamando de dramático? -pergunto bravo, tentando empurra-lo pra longe, só que seu peso não ajuda, que o deixa com uma expressão divertida. – Você é meu melhor amigo, Tae! Deveria me ajudar e me apoiar! Em vez disso me xinga e me insulta sem pudor!

– Já vai começar o drama? -questiona sorrindo ladino e sinto o sangue ferver.

– Se é assim, saí de cima de mim!! -mando com raiva e ele começa a rir. – Sai porra!

– Nooossaaa.... -fala fingindo surpresa. – O anjinho xingou! O mundo vai explodir em mil pedaços!! Alguém me ajude! -continua fazendo drama e eu acabo rindo de sua expressão.

– Ainda tem coragem de me chamar de dramático. Seu idiota! -comento sorridente, ficando pensativo. – E ainda por cima.... É um manipulador! -exclamo pasmo.

– Vai começar. -revira os olhos.

– Agora vejo que não é meu amigo! Em vez de me apoiar, vem até aqui zombar da minha cara de otário! -dou uma pausa respirando fundo. – Seu safado, filho da mãe! Eu sempre lhe apoiei nas suas burradas! Sou eu quem te dar soverte quando está mal! Estou decepcionado, Tae. Meu melhor amigo é um ingrato que só que só vem na minha casa reclamar do que faço, sendo que você me ensinou todas essas coisas!

– Tá bom.... Cansei desse seu drama por hoje. -fala suspirando e saí de cima de mim.

 

Me sento na cama, assim que percebo que ele não vai voltar. Antes que o mesmo saia do meu quarto, o chamo manhoso, fazendo ele voltar e me dar um abraço antes de sair e voltar pra sua casa. Realmente...  Não há pessoa melhor quer ele. Pois sei bem que é difícil me aguentar.

 

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– Vou te levar no psicólogo! -diz minha mãe pela décima vez.

– Eu não preciso de um Omma!! -murmuro cansado, passando a mão pelo rosto.

– Aaah... Precisa sim! -fala se levantando do sofá, rumo a cozinha. – Quando seu pai voltar de viagem a gente decide.  

 

Minha mãe anda com essas ideias de psicólogo há dias. Já falei que está tudo bem comigo e que ela não precisa se preocupar, pois essa "carência" logo passa, mas ela me escuta? Tá na cara que não!

Meu pai e minha mãe, me adotaram quando eu tinha uns sete anos de idade. Eu vivia em um orfanato em Daegu, mesmo que eu tenha nascido em Busan. A senhora que era dona do orfanato me disse que a cegonha que era para me entregar aos meus pais, errou o lugar e eu acabei nascendo em Busan, mas logo ela me trouxe de volta a Daegu. Claro que uma simples farsa, o que sempre me fez pensar que eu era um encosto tão grande que preferiram me abandonar na porta de um orfanato ao me criarem como pais descentes.

Eu sempre fui quietinho na minha, por isso levou um tempo até eu ser adotado, mas quando o casal Jeon apareceu, se apaixonaram por mim logo de cara e me trouxeram para viver na tão sonhada Seul. É uma família comum. Minha mãe trabalha em uma perfumaria e meu pai, em uma multinacional. Sou mais apegado à minha mãe, pois quase sempre meu pai viaja à trabalho, então não vejo muito ele.

 

Mas o papo é sério.

 

Sempre que ela enfia meu pai no meio dá merda, ou seja, eu vou parar no psicólogo. Não que meu pai seja ruim, nem nada, ou que eu não goste muito dele -pode até ser as vezes- já que na verdade não conversamos tanto. Daqui a duas semanas ele volta, depois de uma viagem de três meses. Confesso que estou ansioso pela sua chegada.

Algo que poucos -vulgo minha mãe- entendem é o meu desejo por atenção. Incrivelmente as pessoas zombam, falando que é carência, falta de uma namorada, mas juro que não é a minha falta de experiência em namoros que causa isso. É algo que eu não controlo. Na verdade.... Controlo sim, só não quero.

Desde que era pequeno, eu era meio indefeso, ainda mais quando descobriram que eu fui abandonado. Tudo piorou! Meus amigos eram carinhosos comigo, me protegendo e me dando atenção. Vamos dizer que isso só me deixou à mercê de toda carência e agora dependo muito de atenção, pois na maioria das vezes, isso foi meu suporte para tanta gente me julgando.

Hoje já estou acostumado a receber atenção de todos que conheço e desconheço. Meu jeito inocente e minha carinha de bebê só me ajudam a -me- iludir mais ainda. Algo que estou sempre disposto a fazer, é achar jeitos de trazer a atenção das pessoas para mim.

Ser eu é tão bom e difícil ao mesmo tempo. Como Tae sempre fala, sou um ser humano muito mimado e dramático, sendo que sou o desafio da paciência alheia de muitas pessoas.

 

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Já noto o clima estranho, antes mesmo de pisar no solo do colégio. Estou sentindo que vai rolar treta e que eu vou estar no meio novamente. Espero que eu não tenha que virar saco de pancadas de novo para me salvar, eu já estou me cansando disso!

Não que eu seja trouxa de apanhar de graça, mas a maioria dos que aparecem são mais altos que eu, assim como mais fortes. Tá ok, é desculpa sim. Melhor eu fazer uma academia e umas aulas de autodefesa.

Entro no colégio sendo cumprimentado pelos alunos que estão espalhados pelo pátio. Noto um alvoroço vindo de dentro do prédio e ando apressado para lá, encontrando Tae no percurso.

 

– Hyung. -chamo e ele me olha surpreso. – O que está acontecendo?

– Ah... Você não sabe? -pergunta e eu nego com a cabeça. – Carne nova.

– Carne... nova? -questiono confuso e ele revira os olhos.

– Você é lerdo, Kookie! -diz suspirando.

 

Ele me chama de Kookie desde que nos conhecemos, mas ainda me incomodo com esse apelido. Me lembra biscoito.

 

– Um aluno novo acabou de chegar do litoral! -anunciou sorrindo quadrado.

– Ah é? -indago surpreso e a curiosidade toma conta de mim. – E de onde é? Como ela é?

– Calma, calma.... -fala sorrindo malicioso. – Em nenhum momento falei ser uma garota.

– Então é um menino? -indago abrindo a boca espantado. – E como ele é?

– Já mandei ficar calmo! -insiste batendo o pé no chão. – Ele é de Busan, sua cidade natal!

– Espero que não do mesmo bairro... -murmuro revirando os olhos.

– Ele tem mais ou menos essa altura... -diz pondo a mão no meio do peitoral.  – Um rostinho cheinho, corpo definido e digamos que ele é bem.... chamativo.

– Chamativo? -pergunto baixinho e Tae me olha confuso.

 

 

Se ele é chamativo, quer dizer que darão atenção a ele e não a mim.

 

 

– Aham! Me disseram que seu cabelo tem a cor laranja. -comenta animado e eu me surpreendo. Quem é o ser que pinta o cabelo de laranja? Na verdade, muitos. Mas foda-se.

– E onde ele está? -pergunto cerrando os olhos e Tae fica sério.

– Eu conheço você e sei o que vai fazer. -fala sério e eu suspiro impaciente.

– E eu conheço você, sei que não vai me falar nada. -suspiro e saio andando, ignorando completamente a sua tentativa frustrada de me parar.

 

Eu vou achar ele de um jeito ou de outro. Um cabelo laranja não é tão difícil de sumir de vista.

Sigo o caminho até o meu armário e a cada passo o barulho aumenta. São alunos diversificados, todos ao redor de alguém que tenta pegar suas coisas no próprio armário, mas são tantos alunos o enchendo de perguntas que nem respirar ele ou ela não deve nem conseguir respirar. Coitado. Tendo toda essa atenção e....

 

 

Pera!! E eu não recebo nada?

 

 

Fico em frente ao meu armário, observando aquele alvoroço de longe, um tanto irritado com toda aquela atenção em um estranho. Eu não me importaria se fosse alguém do colégio, pois é muito fácil me fazer de coitado ou fofo e pá! Toda a atenção vem pra mim! Só que com gente nova é totalmente diferente.

Um olhar diferente surgi na multidão, olhando diretamente para mim. O dono do olhar intenso e curioso, fixa em mim, me fazendo corar. Logo ele se desprende da multidão, andando em minha direção com um leve sorriso nos lábios cheinhos. E pelo cabelo que mais parece um sinalizador, já dá pra saber que é o aluno do litoral.

 

– Olá. -cumprimenta com um enorme sorriso e seus olhos viram dois risquinhos que somem rapidamente com sua reverência.

– Oi... -respondo receoso observando o aluno que tem uma estatura bem menor que a minha.

– Eu sou Park Jimin. Acabei de chegar no colégio, prazer em conhece-lo! -se apresenta sem jeito e seu rosto fica vermelho ao estender a mão em minha direção.

– Sou Jeon... -me apresento nervoso, engolindo em seco ao olhar sua mão pequenina estendida. – Jeon Jungkook.

Um silencio se instala entre nós e vejo seu corpo ficar rígido. Será que eu o assustei? Acho que por ele ser menor que eu, eu acabei o intimidando. Isso é ruim, não? Nem fiz nada de mal, só não consigo reagir com estranhos. As garotas o chamavam de fofo e eu não podia tirar razão, a não ser quando seu olhar se torna frio e determinado de repente.

 

– Saiba que não vou cair na sua lábia anjinho! -diz alto, apontando seu dedo gordinho para meu rosto. – Sei bem o que você quer, então não se meta comigo ou eu vou desmascará-lo na frente da escola toda!!

 

 

 

Ah, mas eu fiquei puto. Tão puto que poderia socar esse seu rosto infantil. Tão puto a ponto de xinga-lo e depois sair correndo para chorar na frente do diretor, jogando toda a culpa nele. Meu sangue ferve e minha expressão se torna carrancuda. Dane-se se ele chegou hoje! Guerra é guerra e foi isso o que ele acabou de declarar!

 

 

 

– Ótimo! Se sabe quem sou e o que faço, não tente entrar no meu caminho, Park Jimin! -cuspo as palavras cheias de ódio e passo por ele, quase o derrubando.

 

Se ele quer um inimigo, vai ter um inimigo!

 

Sabia que ia dar treta e que eu estaria no meio. Meu detector nunca falha! E parece que este tal Park Jimin vai ser difícil de lidar e nem precisei de cinco minutos com ele pra ter plena certeza disso.


Notas Finais


O antigo cap e esse não tem muita diferença - além do tamanho né - mas quem for ler novamente, vai notar certa diferença.

Eu já havia explicado o motivo de reescrita, mas recapitulando:

-- > Eu vi que a história perdeu o rumo e eu estava jogando muitas coisas, muitas histórias sem nexo e eu comecei a me perder do foco principal ( O Jikook e seu relacionamento ), tanto que até foquei demais no relacionamento do Jungkook e do Taehyung ( me empoolguei, foi mal ) e aí todos se confundiam e se perdiam. Agora tudo está indo no eixo, com foco e DIRETO!

SIM, DIRETO.

Porque eu escrevendo era uma negação. Sou confusa assim, mas não posso usar isso do modo errado, por isso mudei e agora estou arrumando corretamente,com muito amor e inspiração das leitoras.

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Obrigada mesmo por me acompanharem e agora estou de volta, trazendo a fic corretamente, bjs e sim, posto outro atras desse kkk


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