História Não há sentido sem você - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Resident Evil
Personagens Barry Burton, Chris Redfield, Claire Redfield, Jill Valentine, Leon Scott Kennedy, Personagens Originais, Rebecca Chambers
Tags Chris Redfield, Jill Valentine, Resident Evil, Valenfield
Exibições 12
Palavras 1.394
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Comecei esse capítulo na madrugada e só consegui postar agora porque só nesse exato momento tive acesso a internet.

Capítulo 5 - O passado não tem importância


 

“É aqui mesmo Chris? ” Jill perguntou desconfiada.

“É sim, o O’ Brian está hospedado nesse hotel. ” – Chris respondeu apontando para um prédio muito bonito.

“Ele deve ser cheio da grana. ” – Jill disse rindo.

            Jill deixa o carro na rua da frente e segue ajudando Chris a caminhar, o ombro dele ainda estava dolorido. Quando ambos chegaram na porta do hotel avistaram um homem de meia idade com cabelos castanhos com um sorriso no rosto, era O’ Brian.

            “Redfield! ” – O homem disse em tom de saudação estendendo a mão para Chris e rapidamente desviou os olhos para Jill sorrindo “E a moça é? ”.

            “Valentine! Jill Valentine. Muito prazer! ”

            “Redfield deve ter falado de mim, prazer sou Clive O’ Brian. ” – O homem cumprimentou Jill com um aperto de mão.

            “Vamos direto ao assunto, onde podemos conversar mais a vontade? ” – Chris pergunta sem rodeios.

            “Desculpem, aqui não é o lugar apropriado, mas tenho outro local em mente, me sigam” – O’ Brian pediu.

            Chris acena com a cabeça, ainda apoiado em Jill, o rapaz e ela começam a seguir o homem. Eles chegam até o estacionamento do hotel e vêem uma caminhonete simples, o que leva Jill a soltar uma risadinha involuntária *Como um homem que consegue ficar num hotel daqueles dirige um carro tão simples? *

            “Aqui no estacionamento fica mais fácil de conversar. ” – O homem olha no relógio em seu pulso demonstrando sua pressa em falar com eles. “ Chris mandei uns amigos revistarem seu apartamento depois que me ligou falando da invasão, eles conseguiram uma informação muito boa...”

            “Que informação é essa? ” – Chris perguntou.

            “A sede da Umbrella fica na Rússia e parece que atualmente está sob o controle de Albert Wesker. ”

            Jill sente uma onda de ódio com raiva lhe consumir, aquele desgraçado não só ainda continuava vivo como estava vivendo muito bem e segundo o que Chris havia dito, o desgraçado tinha poderes sobre-humanos. Ela olha para o parceiro e via que os olhos castanho esverdeados dele estavam apertados e sua expressão facial era de fúria.

            “E como faremos pra pegar esse filho da puta? ” – Chris não disfarçou sua raiva.

            “Eu e uns caras estamos pesquisando tudo sobre e garanto que não vai demorar muito para eu conseguir a localização exata e planta da sede. ” – O’ Brian encara Jill e Chris. “Posso contar como vocês caso precise de ajuda? ”

“Claro!” – Jill responde, estava disposta a acabar com Wesker.

Chris esboça um sorriso para a moça, ele sabia que Jill também compartilhava o mesmo ódio por Wesker.

“Pode deixar, eu e minha parceiras estamos disponíveis. ”

            O’ Brian parecia aliviado com as respostas, porém o homem parecia que estava com pressa.

            “ Redfield deixei pago umas noites nesse hotel. ” – O homem entregou um papel com um endereço. “Vocês esperem minha ligação antes de tomarem qualquer atitude. ”

            “Obrigado de verdade, O’ Brian! ” – Chris agradece o homem e pega o papel.

            “Não precisa agradecer, é uma honra pode ajudar um amigo e sua namorada. “ O’ Brian brinca entrando na caminhonete “Até mais. ”

            Chris ficou um pouco sem graça pela piadinha, mas acenou a mão para o amigo na tentativa de evitar contato visual com Jill, esta estava corada.

            “Bom... parece que temos agora onde ficar! ” – Chris fala se afastando um pouco de Jill, o rapaz não estava mais com tanta dor.

            “Vamos para o carro e eu dirijo! ” – Jill avisa.

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            Depois de meia hora dirigindo e chegado numa rua bastante iluminada pelas luzes, Jill deixa o carro no estacionamento do hotel que O’ Brian indicou e ajuda Chris a sair do carro, mas esse a tranquiliza falando que não estava mais com tantas dores e poderia caminhar sozinho.

            Ambos entram no hotel e são recepcionados por uma mulher negra com os cabelos cacheados e com um belo sorriso no rosto.

            “Seja bem-vindos, vocês estão com reservas? ” – A moça perguntou.

            “Sim, Clive O’ Brian reservou para Chris Redfield e Jill Valentine. ” – Chris responde abrindo sua carteira e entregando um documento de identificação.

            “Ok vou verificar, aguarde um momento senhor Redfield. “ – A moça disse sorridente pegando o documento dele e se atentando aos registros de reservas. “ Está tudo certo senhor, essa chave corresponde ao quarto 35B localizado no segundo andar... aproveite a sua estadia. ”

            Chris pega a chave, agradece a recepcionista e vai em direção ao elevador. Jill o segue.

            “Este hotel até que é chique! ” – Jill elogia ao entrar no bonito elevador feito de madeira e detalhes dourados.

            “Deve ser desses hotéis 3 estrelas. ” – Chris concorda.

            Os dois conseguem encontrar o quarto de primeira e entram dentro dele, era bem aconchegante, bonito e espaçoso, mas havia um problema só tinha uma cama.

            “Ele realmente achou que éramos um casal...esse O’ Brian…” – Chris disse encabulado. “Tem uma poltrona ali talvez eu devesse...”

            “Chris não! Não irei deixar você dormir em algo tão desconfortável enquanto eu fico numa cama grande como essa, não vejo problema da gente dormir junto. ”

            “Ok. Mal posso esperar pra anoitecer ” – O rapaz brinca com a parceira.

            “Chris! ” – Ela também ri.

            Aqueles momentos de descontração serviram para tirar atenção sobre o dia longo e estressante que tiveram, entretanto, teriam que mais cedo ou mais tarde tocar nesse assunto e Jill não aguentava mais esperar.

            “Você pode me dizer agora tudo que aconteceu? ”

            “Já disse tudo que tinha pra saber, Anne pode ser traíra, tem mais zumbis por aí e a Umbrella está relacionada com tudo isso. ” – Chris se jogava na poltrona demonstrando todo seu cansaço;

            “Você esconde algo de mim. ” – Jill fala irritada.

            “Claro que não, pare de ser tão desconfiada assim mocinha. ” – Ele provoca.

            “Desde que te falei sobre Carlos você ficou um pouco distante de mim. ”

            Chris olha firme para Jill, aquele assunto ainda o deixava irritado, a moça sentava-se na ponta da cama disfarçando para não encarar o olhar dele.

            “Vamos esquecer esse assunto tá bom? Faz parte do passado tudo o que você e eu fizemos. ”

            “Se faz parte do passado, por que você ainda fica bravo? ”.

            Ele levantou da poltrona e se aproximou de Jill sentando-se do lado dela, levantou sua mão e a tocou no rosto. “Desculpe.”. Jill não esperava essa reação, imaginava que quando Chris se aproximasse ia ter uma grande discussão, aquele homem sempre a surpreendia da melhor forma possível.

            “Chris me desculpe também! ” – Ela fala isso levando sua mão até a dele que acariciava o rosto dela naquele instante.

            Os dois se entreolham, ainda gostavam muito um do outro e isso foi confirmado quando os dois se beijaram. Chris que teve a iniciativa e Jill se deixou levar.

            Quando notaram que o simples beijo havia virado uma “pegação” em cima da cama, ambos se soltaram um pouco para recuperar o fôlego, mas logo voltaram a se beijar desesperadamente, a saudade era maior do que qualquer arrependimento que teriam.

            “Que saudades de você. ” – Chris sussurrava enquanto beijava o pescoço de Jill.

            A moça tomava cuidado para não o machucar então evitava tocar no ombro esquerdo, ela não pararia aquele momento de luxúria por nada. Chris e Jill anteriormente já haviam retirado os coletes a prova de bala e agasalho. O rapaz tira a baby look que Jill usava e também sua própria camiseta.

            Um tocava o outro mostrando todo o desejo que tinham reprimido depois de muito tempo sem se verem, porém são interrompidos pelo celular de Chris que tocava bem alto da poltrona, onde deixou.

            “Chris você não vai atender? ” – Jill perguntava se afastando um pouco dele.

            “Você quer que eu atenda? ” – O moreno respondeu puxando Jill para perto novamente.

            Jill ri, claro que não queria que ele atendesse o celular, mas sabia que podia ser uma ligação importante e ela mesmo se levanta para apanhar o celular e joga em Chris que estava ansioso para recomeçar os amassos.

            “Vou atender isso daqui rapidinho e a gente continua…” – Advertia o parceiro.

            Chris atendeu e Jill deita-se na cama observando-o, mas nota algo estranho na conversa e o jeito que o rapaz ficou, estava com uma expressão bem séria o que levou a imaginar que era mais uma péssima notícia.

            “O que aconteceu? ”

            Chris desliga o celular.

            “Temos que sair daqui depressa. ”

 

            


Notas Finais


Esse foi um pouco mais Valenfield, mas óbvio tinha que ter algo pra dar aquela atrapalhadinha kkkk
Ainda vai ter muita encrenca, porém falto poucos capítulos para o final.


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