História Não me esqueça - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Charlie
Exibições 6
Palavras 1.150
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Voltei! E sim voltei.
Quem quer um cap narrado pelo Charlie? Eu! Porque ele tá tão misterioso!
Eu tô amando usar a Ashley Benson como Alya...NAUM SEI PORQUE

Capítulo 4 - Tudo errado


Fanfic / Fanfiction Não me esqueça - Capítulo 4 - Tudo errado

 — Dá pra vocês saírem? — O Zelador gritou.

— Ai meu deus! Oque estamos fazendo? — perguntei sussurrando.

— Não sei, mas finge que não tem ninguém aqui. — Ele falou baixinho.

Ficamos nos encarando por um tempo até Charlie, ter a brilhante idéia de trocar nossos números, sim! Mas quando chegou naquela parte de salvar como, eu salvei como "Charlie",mas o telefone disse que esse número já existia e só então eu me dei conta que nunca tive coragem de deletar o número do telefone dele. Nunca.

— Acho que ele já foi. — Charlie levantou e destrancou a porta, olhou para todos os lados e segurou meu pulso. — Vem.

Eu saí do nosso "esconderijo", mas não segui ele. Por mais que cada célula do meu corpo gritasse por mais contato, meu cérebro me dizia que era errado.

— Não posso. — Eu falei, chorando rios.

— Como assim não pode? Tá com medo de perder a carona? — Charlie brincou,mas quando viu que eu estava chorando, mesmo, ele parou e limpou minhas lágrimas. — Por que você não pode?

— Porque…Eu estou noiva Charlie, você chegou tarde de mais.

— Noiva?! Como assim? Pensei que me amasse!

— E amo! Mas é difícil! Eu Amei você por três anos, três malditos anos e quanto a você? Oque você fez nesses 3 anos? EU SOFRI! ENQUANTO VOCÊ PEGAVA ONDA NA AUSTRÁLIA.

— Calma aí! Eu? Oque eu fiz?! Não sei, acho que fiquei TENTANDO RECUPERAR A MINHA MEMÓRIA.

— QUE SEJA!

— QUE SEJA!

E então, cada um foi pro seu lado. Fim...Brincadeira, eu saí andando irritada e chorando.

James não podia me ver assim, não agora. Então, eu peguei um táxi em direção a pessoa que eu mais confio nesse mundo e liguei pra essa pessoa.

— Lucas? Você está em casa? Tô chegando. — Sim! Pensaram que era a Helen, né? Tudo bem. Mas enquanto a Helen se divertia por aí, luquinhas estava aqui comigo e isso nos aproximou bem mais.Tipo, Muito!

O táxi parou em frente ao apartamento do Lucas e ele já estava sentado nas escadarias me esperando, ele parecia preocupado ou que tinha acabado de perder alguém.

— Lucas? Ei, oque foi? — Corri pra cima dele e o abracei.

— Destruidor…ele está mal. — Sim, Lucas ainda tem Destruidor assim como eu ainda tenho Lucky.

Um fato interessante de Lucas é que ele é gay e saí com o Marcelo, O professor dos cães, lembram? Então. Eles são mais ou menos 9 ou 10 anos de diferença, mas pra eles isso não é nada.

— Mal?! Ai meu deus! Acho que o fato de ter dado uns amassos com o Charlie nem chega perto! Vamos ao veterinário?

— OQUE?! — Lucas gritou assustado. — Com quem?!

— Charlie Wilde. Conhece? — Respondi.

— Sim! E é por isso que você vai subir e contar tudo. — Lucas se levantou rapidamente e me pegou pela mão. — Só pra você saber o destruidor está tomando altas doses de um remédio louco aí.

— Mas ele vai ficar bem? — Eu Perguntei.

— James? Ele já sabe? Nossa.Você traiu ele! Preciso contar pro Marcelo. — Lucas ficou tão agitado de repente…que uau! Foi estranho.

— O cão! Ele vai ficar bem?

— Ah, sim.

Lucas me arrastou apartamentos acima até chegar no seu.

O Apartamento do Lucas era…Dele. Algo bem confortável, com características estranhas de um escritor, mas a essência era de um gênio. Móveis de couro e umas plantinhas por aí, aposto que ele fuma elas de vez em quando.

Destruidor veio fazer festa pra mim, logo de início, mas depois ele se cansou e voltou pra sua caminha.

Marcelo estava na sua mesa de escritório concentrado, não faço idéia no que, mas provavelmente não é no Lucas.

E Lucas já estava atacando o sorvete do freezer.

— Alguém quer? — Lucas ofereceu. Eu recusei e Destruidor nem se moveu, mas alguém disse:

— Eu! Eu necessito de açúcar antes que durma nessa mesa. — E então…ele me viu e sorriu de orelha a orelha. — Princesa! Como vai?

— Em uma escala de 10 a 0, eu estou igual as minhas antigas notas de matemática. -0,5.

— Péssimo. Vou deixar vocês a sós e vou comprar rosquinhas.— Marcelo pegou seu paletó, beijou os lábios melados de sorvete do Lucas e saiu do apartamento.

— Então, quer ligar pra Helen ou vamos falar tudo agora? — Ele perguntou.

— Tudo bem, conto depois na faculdade e vejo ela pirando na frente de todos. — Sorri diabolicamente para Lucas.

— Essa é a minha garota. — Ele sorriu pra mim. — E o que a minha garota,safada, esteve aprontando?

— Nada de mais.

— Nada? Você expulsou o marmelo atoa.

— Brincadeira…Vamos aos negócios.

Então, depois de contar a minha linda trajetória pra ele, a sua única reação foi desmaiar, ou fingir. E depois surtar como um louco por aí.

—Não! Lya! Você não fez isso!

— Fiz!!

— Puts.Tá ferrada, vai contar pro Jimmy, né?

— É…

— "É" ?Nada disso. Verdade, na lata.

Arg!!!!!! Como eu odeio o fato dele estar certo, em todos os sentidos.

— Tá. Vou indo então.

Me despedi de Lucas e sai pela porta e cruzei o corredor, pensando na vida e em como contar pro James…Sério? Eu não vou contar! É isso, é bem melhor eu não contar nada, até porque não é como se o Charlie fosse bater na minha porta pra conversar comigo…ISSO PODE ACONTECER!!!

Vou contar...

Vou contar...

Vou contar…

Vou contar...

Vou contar...

Vou contar...

Não vou contar…

Aff! Não consigo.

Peguei o primeiro táxi que vi e fui direto para o meu apartamento. Na verdade se eu eu pudesse, iria fugir porque eu sou uma covarde, e foi por isso que eu e Charlie fugimos. Porque somos covardes e não queremos enfrentar os problemas, mas é exatamente isso que impediu de ficarmos juntos. E me arrependo muito disso.

Assim que eu desci do Táxi a chuva começou, eu "corri" pra dentro do apartamento, fiquei meio molhada, e o porteiro me olhou de cara feia.

Subi de elevador para o oitavo andar, estava mergulhada em meus pensamentos profundos que nem me notei que eu já tinha chego no meu andar.

A porta abriu, meu coração acelerou e fui caminhando bem devagar até a minha porta. As sensações de nervoso aumentavam mais e mais.

Destranquei a porta e vi um James sentado no sofá com uma cara de choro, olhando a porta.

— James?

— ONDE VOCÊ ESTAVA?! EU ESTAVA QUASE LIGANDO PRA POLÍCIA! — Ele se levantou do sofá e veio correndo ao meu encontro, me abraçou desabando em lágrimas. — Nunca mais suma no meio do nada!

Aquele abraço me fez ter certeza que eu não poderia contar pra ele. Nunca. Esse segredo morreria comigo, com o Charlie e com o zelador.



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