História Não pisque - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Tags Camren G!p, Fifth Harmony, Lauren G!p
Exibições 505
Palavras 647
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um de brinde, só pra conquistar vocês

Capítulo 2 - Guardanapos italianos


 

Ficamos nos encarando por segundos, que mais pareciam uma eternidade. Desci meu olhar pra boca dela, e em seguida senti minha bochecha esquentar.

— Você não é louco de me beijar!

— Primeiramente, não é louco, é louca, sou uma garota, pelo menos da cintura pra cima, e pra comprovar isso pode apertar o local onde você está com as mãos – ela corou e tirou as mãos de cima dos meus seios depressa e levantou, me causando um riso – você bate forte, e aceito como um pedido de desculpas uma mãozinha pra levantar daqui.

— Folgada – revirou os olhos e estendeu a mão pra mim.

Peguei impulso e quando fiquei de pé estava próxima demais dela, e mais uma vez aqueles olhos estavam atentos à mim.

— Seus olhos são bonitos – é claro que a idiota aqui falou sem pensar.

— Eu não vou transar com você – sorri com a resposta ao meu elogio.

— Eu não pedi isso. Ainda. – pisquei pra ela e à vi revirar os olhos de novo, pelo visto isso é mania. Tomei um passo de distância e estendi minha mão em sua direção – Prazer, sou Lauren Jauregui, nova inquilina do 210C.

— Seja bem vinda, conquistadorazinha barata – apertou minha mão e deu um sorrisinho falso – era descafeinado?

— Perdão? – fiquei confusa.

— O café que por sorte não derrubou em mim.

— Ôh, droga! – me abaixei rapidamente e peguei minha garrafa – merda! merda! – ouvi uma risada e quando olhei pra cima vi ela seguindo pelo corredor – Ei! Olhos castanhos! Você não me disse seu nome!

— Quem sabe no próximo esbarrão eu diga – ela gritou de volta sem nem sequer olhar para trás.

— Prometo não estar com café na próxima, e estarei esperando ansiosamente!

— Mas eu não – acho que não era pra mim ouvir essa parte, porque ela não gritou, mas pude ouvir. O que tem de bonita tem de chata.

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— Já disse que foi só um esbarrão e não sei o nome dela!

Estava à meia hora no carro de Vero tentando fazê-la esquecer esse assunto, coisa impossível porque quando essa pessoa cisma com algo...

— Talvez ela seja o amor da sua vida e você perdeu uma grande chance por culpa do seu cafezinho idiota.

— Tá louca é? – bati na porta do carro três vezes, esqueci que não é feito de madeira.

— Tô falando sério animal, sempre quando você fala de alguma garota você diz que era gostosa e foca nos decotes, mas com essa, bom, acho que minha pergunta vai esclarecer tudo: desde quando você repara em olhos?!

— Só achei os olhos dela bacana, nada demais, pare de inventar coisa! Você fica insuportável quando está com fome! – revirei os olhos.

— Tudo culpa sua por não ter ido tomar café comigo!

— Vai à merda, vai.

— Da próxima vez você almoça sozinha – dito isso e ela parou o carro, achei que ela ia me botar pra fora – Pronto, restaurante italiano porque sei que você gosta – eu disse que era bipolar.

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Já estava no meu segundo prato de macarronada, e por Deus, como estava gostoso! Além do restaurante ser extremamente aconchegante e ter uma aparência antiga, mas aqueles antigos clássicos, a comida era uma maravilha. 

— Você está atraindo bastante olhares, donzela – odeio esses apelidos que Vero me dá.

— Talvez estejam olhando pra você – ela ia retrucar mas o garçom chegou em nossa mesa e se dirigiu à mim.

— Perdão senhor, mas a mesa 5 e a mesa 13 pediu para lhe entregar isso.

Dois pedaços de guardanapos com números anotados. 

— Por que todo mundo acha que sou homem? – Tentei disfarçar pra Vero não se gabar e dizer que estava certa, mas ela é rápida em ler coisas.  

— Claro que os olhares eram pra mim, né – Vero balançou a cabeça e riu sarcasticamente – Vamos lá garanhão, sei que está louca pra procurar as donas dos números.

Sorri maliciosamente e comecei a olhar em volta procurando as mesas. Já estou gostando de Nova Iorque.


Notas Finais


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