História Não pisque - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Tags Camren G!p, Fifth Harmony, Lauren G!p
Exibições 473
Palavras 758
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei rápido, né? Mas agora só daqui um tempinho

Capítulo 3 - Trovões


 

Acordei sentindo um peso em cima do meu corpo, quando abri os olhos pude perceber que esse peso valia a pena. Deixe-me recordar: depois de descobrir quem eram minhas admiradoras Vero me convenceu a sair com uma delas, pois ela não podia me dar uma carona de volta alegando que tinha um compromisso. Compromisso, sei. 
Cheguei com meu sorriso mais galanteador na mesa 5, pois é, a sortuda foi a da mesa 5. E o que é melhor, de lá dava pra olhar pra mesa 13, a mesa da outra admiradora, então não me neguei a dar uma piscadinha para a garota da 13. É sempre bom ter uma carta na manga. 
O nome da felizarda era Fernanda, e adivinhem, estava cursando sexologia! Ganhei ou não ganhei na loteria? E devo admitir, foi um espetáculo na cama. Mas, como tudo que é bom dura pouco, tenho que vazar.
Olhei pro relógio que havia ao lado da cama, e eu precisava ir pra casa mesmo. 21h30 começa Friends, não posso perder minha série predileta por causa de uma transa, né? E calculando que vai levar uma hora pra mim chegar no meu apartamento, e agora são 19h43, então tenho que me apressar.

— Hei lindinha, eu tenho que ir –  empurrei Fernanda pra cair ao meu lado na cama. Rude? Imagina. Mas eu chamei ela de lindinha, mereço um desconto. 

— Irei te ver de novo? – se você continuar chupando meu pescoço assim, com certeza.

— Quem sabe – me levantei já colocando minhas roupas vendo Fernanda colocar um robe, me acompanhando até a porta.

— Você tem meu número, sabe onde moro, então quando quiser repetir sabe onde me encontrar – direto ao ponto, gosto assim.

Sorri maliciosamente e disse bem pertinho do ouvido dela — Foi um prazer te conhecer.

Antes de me virar pude ver ela com os olhos fechados e arfando, objetivo concluído.
Quando já estava do lado de fora do prédio peguei meu celular e liguei para Verônica, ela me deve uma carona. No quarto toque ela atendeu.

— To transando, não dá pra falar, xau – e desligou. Droga, vou ter que ir embora a pé.

Havia andado três quadras e começou a chover, que maravilha! 
Já estava ensopada quando ouvi aquele barulho. Não, não pode ser. Por favor, me diga que isso não foi um trovão! 19 anos e tem medo de trovão? Sim, sou bem madura. Fui pra de baixo de uma telha, tampei meus ouvidos e fechei meus olhos. Calma Lauren, respira, é só um barulhinho, já vai passar.

— Não me diga que você tem medo de se molhar – abri os olhos e a vi, olhos castanhos estava olhando com cara de deboche pra mim e segurando um guarda-chuva. 
Não pensei duas vezes e a abracei com todas as minhas forças e enterrei meu rosto em seu pescoço, porque eu fico desesperada com trovões, parecendo uma criança mesmo. 

— Cassilda, você tá enchar... – ela parou de falar quando olhei pra ela, e ela provavelmente reparou que meus olhos estavam lacrimejando, e eu estava em pânico – aí meu Deus, você tem medo mesmo!
 
— Os trovões, olhos castanhos, faz parar – não sei se ela conseguiu entender minha voz embargada, mas juro que pude ver um pingo de preocupação em seu olhar.

— Vem, já estamos perto do apartamento, e você vai pegar uma gripe se não trocar logo essa roupa – não sei como estávamos conseguindo andar comigo colada nela.

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 — Já pode me soltar Lauren, você precisa entrar no seu apê – paramos em frente à minha porta.

Balancei minha cabeça de forma negativa e a apertei mais, qual é, não custa nada aproveitar um pouco, né? 

Ela suspirou derrotada e começou a procurar minha chave em meus bolsos, após acha-lá abriu a porta e entramos. Reparei que ela olhou ao redor, provavelmente estava esperando um lugar bagunçado e eu a surpreendi, ponto pra mim. 

— Quer que eu te dê banho? – arregalei meus olhos na hora e olhei pra ela com muita esperança – é brincadeira, até parece, mas você tinha que ver sua cara – isso, ri de mim mesmo. Mas que risada linda – vai, você tem que ir tomar banho, se não vai acabar ficando resfriada.

— Quando eu sair do banho você ainda vai estar aqui? – tanto ela quanto eu nos surpreendemos com o que eu disse, mas tratei logo de corrigir – por causa dos trovões, lógico.

— Eu vou preparar algo enquanto você estiver no banho – e lá se foi ela em direção à cozinha.

— Sinta-se à vontade, olhos castanhos.

Estava me dirigindo ao quarto quando a ouvi dizer.

— A propósito, meu nome é Camila.


Notas Finais


Os comentários de vocês são importantes, galerix, me incentivam muito, de verdade. Quem sabe eu volto mais cedo se tiver uma boa quantidade de comentários? Fica aí a dica


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