História Não pisque - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Tags Camren G!p, Fifth Harmony, Lauren G!p
Exibições 468
Palavras 781
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Por mais que não tenha bombado em comentários, eu fiquei super feliz com os comentários que obtive, saber que estão gostando da história é de muita importância para minha criatividade!
Mesmo sem conhecê-los, adoro vocês galerix <3
NOTAS FINAIS

Capítulo 4 - Duas dúvidas


 

— O nome faz jus à pessoa – gritei do quarto.

— O que quer dizer com isso? – mais um grito.

Caminhei até a porta do quarto.

— Quer dizer que o nome é bonito – do lugar em que eu estava consegui ver ela sorrindo, e ela não percebeu que eu a observava. Ponto pra mim.

— Você deveria enfiar suas cantadas sabe bem onde – temos alguém se fazendo de difícil, pois ela continua sorrindo.

— Ok senhorita, serei uma cavalheira agora – andei de volta até meu armário e peguei uma cueca azul (pois é galerinha, eu tenho um pênis, sou interssexual), um top preto, uma calça moletom cinza e uma camiseta preta lisa.

Me dei conta de que Camila também deveria estar molhada por conta da chuva, e já que eu a impedi de voltar a seu apartamento, ela merece pelo menos um banho e roupas quentes. Voltei ao corredor e dessa vez ela virou sua atenção pra mim.

— Para lhe provar meu cordialíssimo, eu tenho um banheiro aqui no final do corredor o qual você pode se banhar madame, antes que fique doente, e deixarei a porta do meu guarda-roupa aberta para você se sentir à vontade – virei de volta ao quarto sem esperar resposta – e ah, a cueca laranja é nova, nunca usei essa coisa broxante, pode vesti-la.

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Sai do banho e coloquei a roupa que havia separado, partindo rumo à cozinha que tinha um cheiro maravilhoso. Porém, parei com a visão que tive. Camila estava com meu blusão da minha antiga universidade, e uma calça moletom que ficava sobrando a maior parte da barra, seu cabelo estava amarrado em um coque, enquanto ela se mantinha concentrada em mexer na panela balançando os quadris ao ritmo de uma música que eu não soube distinguir. E puta que pariu, que monumento. Não me interpretem mal, vocês também ficariam olhando se vissem a cena. Porém, o que mais me intrigou, além de ter meu membro semi-ereto no momento, foi como ela parecia a vontade e o quanto aquilo fez eu me sentir aconchegante. Agora vamos sair desse conto de fadas e pensar em algo broxante, vamos lá, o clichê de sempre, velhas fazendo ioga. Mas isso me faz pensar em Camila fazendo ioga. Oh merda, ela vai ver meu estado. Coisas broxantes, coisas broxantes, coisas broxantes. E como se Camila pudesse sentir minha batalha interna ela desligou o fogo e virou em minha direção e foi só o tempo de correr pra sentar na cadeira, fazendo a mesa tampar essa coisa vergonhosa. 
 
— Nossa, isso tudo é fome? – pude perceber que ela deu um pulinho de susto e isso me fez rir. 

— Você não tem ideia do tamanho da minha fome – dei um sorrisinho de lado e a vi corar. Strike um!

— Antes de apresentar minha sensacional refeição, estou curiosa sobre duas coisas – ela se encostou na pia e cruzou os braços – de onde vem todo esse trauma de trovões?

E como se a pronúncia da palavra fosse um chamado, o barulho estrondoso se fez presente.  Arregalei meus olhos e senti meu coração acelerar.

— Lauren, você tá pálida, respira pelo amor de Deus! –  ela se apressou em pegar a panela em que estava mexendo e trouxe até mim – olha, esquece esse barulhos ridículos e foque nessa maravilha de brigadeiro que eu fiz.

 Por incrível que pareça aquilo fez eu me distrair e não pude evitar uma gargalhada.

— Então a refeição sensacional a qual você se referiu era brigadeiro? Sério isso? – voltei a gargalhar e dessa vez ela me acompanhou, já disse que essa risada é um som muito bom?

— Isso é o máximo que eu sei cozinhar, além do mais eu estava tomando banho e só deu tempo de preparar isso – deu de ombros e pegou uma colher de brigadeiro levando à boca – eita cassilda, isso tá quente! 

— Vou pedir uma pizza. E só pra não perder o costume, você tá linda com minhas roupas – dei uma piscadela e parti rumo ao telefone, mas pude ouvir ela dizer baixinho "babaca". 

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Após fazer o pedido da pizza, que era baseada em queijo e frango c/ catupiry, Camila voltou a me interrogar sobre os trovões, e bom, nunca tive uma resposta plausível pra isso, o meu pavor simplesmente apareceu e eu não ousei contestar.

— Eu ainda tenho uma outra pergunta para lhe fazer, e se sinta à vontade caso não queira responder – ela deu uma pequena risada e continuou – mentira, você me deve isso por eu ter salvo sua vida.

— Diga então, olhos castanhos, qual sua dúvida? – apoiei a mão no queixo e olhei naqueles olhos tão penetrantes, afim de, de algum modo, passar coragem à ela.

— Vou ser bem direta, tá? – assenti – você tem um pênis? 


Notas Finais


Já sabem, né? Deixem aquele comentário maroto


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