História Não pode culpar uma garota por tentar - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jennie, Jisoo, Lisa, Rap Monster, Rosé, Suga
Tags Blackpink, Bts, Chaelisa, Jensoo, Sugamon
Visualizações 75
Palavras 2.295
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Esse capítulo tá uma porrakkkkkkkk
De qualquer maneira, espero que gostem
Qualquer erro, me avisem.

Boa leitura!<3

Capítulo 4 - Namjoon tá apaixonadinho!


20.06.17
    Quinta-feira.


    O meu dia começou – infelizmente – às três e meia da manhã, com um celular vibrando embaixo de minha barriga. Eu estava com tanto sono ontem que acabei esquecendo de botar o celular pra carregar no criado-mudo. Mas não culpo apenas meu celular por ter me acordado – até porque meu sono era pesado –, também era culpa da famosa vontade de mijar rs.


    Mas, quando eu vi o nome que piscava nas notificações, eu prometi a mim mesma; eu cometeria um homicídio, e a vítima seria Jennie Kim.

 


    Ridícula:
Tá acordada?

    Ridícula:
Lisa?

    Ridícula:
Lalisa??

    Ridícula:
Acorda!!!!!

    Ridícula:
Não acredito que não vai mesmo me responder…

    Ridícula:
Acabou a amizade, rum!

 


    Eu só posso ter jogado pedra na cruz pra ter que merecer isso. É a única explicação! Nem fiz questão de respondê-la. Mas fiz questão de visualizar cada uma das mensagens que ela continuava enviando. Algumas me chamando de nomes absurdos e outras mandando eu tomar naquele lugar por estar visualizando sem respondê-la. Hum, vou continuar ignorando.


    Porém, quando Jennie parou de mandar as mensagens, acabei ficando curiosa. Ela havia ido dormir? Ou não? Ela viria me assombrar ou algo parecido? Eu realmente espero não dar de cara com minha melhor amiga hoje. 


    Bloqueei o celular e – com muita dor e tristeza – me levantei para colocar o celular para carregar. Aproveitei para ir ao banheiro, me livrando daquele problema e voltando para a cama. Assim que deitei minha cabeça de volta no travesseiro quentinho, o sono logo voltou, e eu capotei legal.

 


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    No momento em que meus pés pisaram dentro daquele lugar infernal tão odiado por mim (mas conhecido como colégio), eu pude sentir toda a minha força fugir, me deixando completamente na mão. Eu estava muito cansada, apesar de ter dormido tanto. Me arrastei com os olhos quase se fechando até meu armário, abrindo-o em seguida. Peguei meu caderno e meu estojinho, logo tratando de fechar o armário. Todo o sono sumiu em questão de segundos quando vi, fazendo uma careta horrível atrás da porta do meu armário, Jennie, que gargalhou alto quando dei um grito incrivelmente histérico. 


    — Qual é a droga do seu problema, sua infeliz?! — gritei, assistindo-a ainda a rir.


    — Isso é por ter ignorado minhas mensagens! — cessou o riso, distribuindo tapas por meu braço. 


    — Ei, ei, ei! — tentei pará-la, mas, advinha! Ela não parou. — Para caralho com essa porra! — segurei seus braços, afastando-os de perto de mim. Ela continuou com a careta emburrada, parecendo incrivelmente fofa agora. Eu poderia apertar suas bochechas e… SE CONTROLE!


    — Por que me ignorou se estava acordada, uh? — fez bico. Injustiça!


    — A verdade é que eu não estava acordada, você me acordou! Não me encha o saco às três e meia da manhã, Jennie! Ignorei mesmo.


    — Mas, mas-


    — Hey, hey! — nos viramos para o lado, encontrando um Namjoon incrivelmente sorridente. Eu já conseguia imaginar a cara de merda de Jennie ao vê-lo.


    — E aí, Namjoon! — fui a primeira a comprimenta-lo, recebendo um sorriso fofo do mesmo. 


    — Oi. — apresento-lhes a pessoa mais seca, grossa e chata que conheço, Jennie Kim! E esse nem era o máximo de chatisse que ela conseguia chegar. 


    O Kim apenas deu um sorrisinho mínimo para minha amiga, que parecia pensar na ideia de homicídio que eu tinha tido de madrugada. 


    — Aliás! — gritei, acabando por assustar os dois. Me virei para Jennie, animada. — Você não me contou como foi com a Jisoo ontem! 


    — Eu teria contado… se você não tivesse me ignorado mais cedo. — me lançou uma carranca horrível, que preferi apenas ignorar. 


    — Desembucha logo!


    — Que Jisoo? — Namjoon perguntou, parecendo bastante confuso. Sorri em sua direção, pronta para explicar a história. Mas minha amiguinha querida foi mais rápida, jogando sua mão contra minha boca como se fosse uma daquelas raquetes que matam mosquito. Doeu.


    — Cala a boquinha — abriu um sorrisão, sussurrando entredentes. Medo?!


    — Por que não posso saber, hein? — ele insistiu. Jennie se virou em sua direção com uma expressão nada amigável no rosto. 


    — Porque é segredo. E segredos compartilhamos com os amigos e, bem, você não é um dos nossos. 


    Quando vi o rostinho fofo e feliz de Namjoon ficar triste, não pude deixar de ficar também. Seus lábios se apertaram em uma linha única e eu soube que ele segurava o choro. Ele assentiu levemente, dando as costas e indo para longe dali. Finalmente sai do choque em que me encontrava, olhando completamente indignada na direção de Jennie. 


    — Por que falou aquilo pra ele?


    — O quê? A verdade? — deu um risinho irônico — Lalisa, entenda: só porque você diz ser amiga dele, não quer dizer que eu tenha que dizer ser também. 


    — Também não quer dizer que precisa tratá-lo como um nada. — suspirei, negando com a cabeça — Vou atrás dele. Depois… a gente se fala.


    A verdade é que não nos falamos mais o dia todo. Eu a ignorei completamente todas as vezes que a via pelos corredores. Ela não pareceu dar a mínima quando – no intervalo – eu desviei da mesa que costumávamos sentar todos os dias juntas, indo em direção à mesa afastada em que Namjoon costumava ficar sozinho. Ela nunca se importava. Mas eu me importava, e muito!


    — Olá! — dei um pequeno sorriso enquanto me acomodava na mesa, sendo encarada por Namjoon. — O que tá comendo aí? — ri da gororoba que ele tinha na bandeja.


    — Por que está aqui? Você deveria estar lá com a Jennie comendo com seus amigos… Aqueles amigos que vocês contam seus segredos. — olhou para o lado, inquieto — E aqueles que nunca vi. — sussurrou.


    — Para com isso! — bufei — Eu não penso como ela, você sabe disso! É claro que te considero como amigo, idiota!


    —Uh-hum.


    — Tô falando sério, caramba!


    Mal vi quando um garoto de cabelos pretos sentou-se ao meu lado no banco. Só notei sua presença quando o mesmo colocou a bandeja em cima da mesa, suspirando em seguida. 


    O garoto com quem Namjoon andava conversando. Min Yoongi.


    — Oi.


    Ao trocar o olhar do moreno para meu amigo, pude ver suas bochechas ganharem uma coloração nova. Abri um enorme sorriso, achando aquela cena absurdamente fofa.


    Kim Namjoon estava apaixonadinho ou era apenas impressão minha? 


    — E aí. — respondi, esperando a fala do Kim, que logo chegou.


    — O-Oi. 


    Você não imagina o quanto eu quis gritar e rir ali mesmo. Sério. Apenas não fiz porque, além de passar vergonha, meu amiguinho Namjoon ficaria ainda mais vermelho. E, mesmo que eu queira muito ver isso, preferi ficar sem passar vergonha pelo menos na parte da manhã. 


    Mas, droga, ele estava apaixonadinho, sim!

 


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    Depois de passar o intervalo todo conversando com os dois e conhecendo melhor Yoongi, me levantei junto a eles para irmos para a próxima aula. Mas os dois pararam no meio do caminho, fazendo com que eu batesse com tudo nas costas de um dos dois (que segundos depois descobri ser o Min). Encarei os dois com a testa levemente franzida, e, pelos olhares que eles trocaram, soube que eu estava sobrando ali.


    — É… Vamos ao banheiro, ok? A gente se vê depois?


    Namjoon, Namjoon… Você não me engana rs.


    — Ah, claro, podem ir tranquilos. A gente se vê mais tarde… Hum, tchau! — falei, tentando ignorar a dor que as costas de Yoongi causou em meu pobre narizinho.


    Os dois me deixaram sozinha, e, enquanto andava, sorrindo maliciosamente para o nada, bati em mais alguém. Me afastei, passando a mão de leve pelo nariz, que agora doía ainda mais. 


        — Ai. 


    Ouvi uma risadinha que, sim, eu já conhecia muito bem, apesar de tudo. Levantei a cabeça e a olhei. 


    — Machucou? — Roseanne se aproximou um pouco do meu rosto (grite comigo. Obrigada), tocando meu nariz delicadamente. Ela tinha um sorrisinho incrivelmente lindo nos lábios. Meu nariz machucado havia feito a mozão sorrir. Boa, Lalisa, boa!


    — Não. — sim.


    Ela riu baixinho, se afastando. Triste, porém, mais seguro.


    — Avisa ela. — só então eu fui perceber a presença de Jisoo logo ao seu lado, dando pequenas cotoveladas fracas no braço da amiga. Rosé pareceu se lembrar de algo. Sorriu torto.


    — Ah, é! Meus tios viajaram ontem e meus pais vão sair hoje e, tipo, minha priminha tá lá em casa enquanto meus tios não voltam… Teria algum problema eu levá-la junto comigo para estudarmos? 


    Ah, mas era óbvio que a vida iria me dar mais um coice! O dia estava normal demais (tirando a briga que tive com Jennie) para ser apenas isso. 


    — Ah, tudo bem. Pode levar sua prima — só percebi o quão desapontada eu parecia, quando notei o olhar malicioso de Jisoo sobre mim. — Não tem problema, mesmo. — tentei consertar, mas né.


    Roseanne sorriu.


    — Certo. Te vejo mais tarde, Verdinha.


    As duas passaram por mim, mas não pude deixar de olhá-las mesmo de costas. Jisoo virou a cabeça em minha direção – com aquele mesmo sorriso malicioso de antes – e fez um sinal com os dedos, sussurrando que estava de olho em mim. 


    Era só o que me faltava mesmo.

 


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    Depois de continuar sem falar com a minha melhor amiga, e depois de ter dado algumas notinhas de dinheiro para Namjoon – pela aposta que fizemos sobre Rosé saber meu nome ou não –, finalmente cheguei em casa, me jogando no chão assim que atravessei a porta da entrada. 


    Imaginando estar sozinha, tirei os sapatos e comecei a me arrastar pelo chão em direção a escada enquanto resmungava e reclamava de dor nas pernas e nariz. Mas, quando minha mãe surgiu do inferno agachando ao meu lado no chão, tudo que eu fiz foi dar um berro, me levando depressa, sentindo o coração falhar uma batida. Ela riu. Ela riu da desgraça da própria filha.


    — Para de rir! — falei, indignada. Mas ela continuou rindo e murmurando uns desculpas baixinhos. — O que tá fazendo em casa?


    O fato é que, minha mãe nunca ficava em casa à tarde, ela trabalhava até muito tarde e eu quase nem a via direito. E, bem, meu pai não mora mais com a gente já faz um bom tempo. Por esse motivo, ver minha mãe brotar ao meu lado ao chegar em casa depois da escola, era uma surpresa enorme.


    — Machuquei as pernas.


    Então era ela quem havia jogado praga para que minhas pernas ficarem doloridas, uh?


    — Entendi. — cocei a cabeça — Uma colega vai vir aqui me ajudar com matemática hoje, tudo bem?


    — Que ótimo! Tá precisando mesmo.


    — Mãe- — ia discutir, mas era verdade. Bufei, irritada. — Enfim, ela vai ter que trazer a priminha dela também. 


    — Vou ficar ficar trancada no meu quarto dormindo o dia todo.  — suspirou, começando a subir as escadas. — Contanto que não me acordem, tudo numa boa. 


    Concordei com a cabeça e também subi até meu quarto à espera da mozão. Assim que ouvi o sinal que anunciava sua chegada — a campainha –, desci as escadas tão rápido, mas tão rápido que por pouco não termino de me quebrar toda. Iria ser triste.


    — Olá. — falei assim que abri a porta, encontrando o amor da minha vida e uma garotinha de cabelos pretos, ambas sorridentes.


    — Hey, Lalisa! — sua voz doce quase me causou um ataque de gritos histéricos, mas me controlei. — Essa é a Kora, minha priminha. 


    Meu olhar parou na garotinha mais uma vez; ela parecia ter seus quatro anos, por aí. Cabelos bem escuros e olhos castanhos. Sorri em sua direção, sendo retribuída de imediato.


    É, talvez não fosse ser tão ruim assim


    Eu nunca – nunca mesmo – poderia ter me enganado tanto como me enganei com esse pensamento. A pequena Kora era um demônio, devo dizer. Não estou brincando. Queria estar, mas infelizmente não estou. 


    Enquanto Roseanne tentava, mas só tentava me ensinar a resolver o primeiro exercício (que ela dizia ser incrivelmente fácil, mas não na minha opinião), sua priminha diabólica mexia e bagunçava tudo que seus olhinhos pequenos viam pelo quarto. Definitivamente, não estava conseguindo me concentrar, o que acabou nos levando a uma Rosé irritada chamando minha atenção. Revirei os olhos.


    — Roseanne, pode pedir para que sua prima não mexa ou destrua minhas coisas? Por favor?  — de onde veio a coragem? Da raiva, meu amigo.


    Ela me olhou por um momento, logo fazendo o que foi pedido. Kora apenas concordou com a cabeça, um bico enorme nos lábios. Eu sabia que, depois que passasse alguns minutos, a demônia iria voltar a bagunçar, mas fiquei quieta e agradeci. 


    — E me chame de Rosé, por favor. — senti minhas bochechas esquentarem rapidamente. 


    — Desculpe. É que… — mordi o lábio inferior, pensando se devia falar ou calar a boca de uma vez — Eu gosto de Roseanne.


    Pensei ter visto ela sorrir, mas, não. Com certeza era apenas impressão minha.


    — Obrigada.


    Passamos o final de tarde todo apenas estudando. Mas isso foi até eu ouvir a barriguinha de Rosé roncar. Dei um pequeno sorriso, largando o lápis de qualquer jeito na folha.


    — Quer comer algo? — ela me olhou e assentiu, ainda meio tímida.


    — Também quero! — a demônia — digo, Kora – gritou animada, me lembrando de sua presença.


    — Vamos descer. 


    Por fim acabamos por montar seis pequenos lanches – igual aos que eu levava à escola –, comendo-os com tanta, mas tanta vontade e rapidez que até eu assustei (e olha que eu como pra um caralho). 


    Fiquei triste quando, depois de terminarmos de comer, Roseanne disse que tinham que ir porque já estava tarde. Realmente, eram quase sete horas. Rosé e sua priminha – demônio – Kora foram embora, me deixando ali sozinha e entediada novamente.


    Me joguei no sofá da sala, relembrando as últimas palavras que ouvi da mozão aquele dia.


    — Como ainda não chegamos na parte mais difícil, a gente combina outro dia ou sei lá. A prova de matemática já é na quarta, então temos que agilizar, tudo bem? — eu apenas concordei com a cabeça, vendo-a sorrir. — Até amanhã, Lalisa.


    — Até amanhã, Roseanne.


    E então eu fechei a porta. Mas não antes de dar meu melhor sorriso a ela. 


Notas Finais


Eu falei que tava uma porra nekkkkkkkk
Enfim, desculpa a demora pra postar, foi a falta de criatividade(como puderam ver nesse capítulo).

Até o próximo!<3


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