História Não posso te amar! - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Malhação
Tags Bruno Gadiol, Daphne Bozaski, Gune, Malhação
Visualizações 212
Palavras 1.526
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Se tiver algum erro,me desculpe nao revisei,Boa Leitura ♥
Postarei 2 capitulos por diaa ♥ mais tarde sai outroo

Capítulo 4 - Detenção



Depois que saiu da casa de Gabi, Daphne voltou a noite para sua casa arrasada. Seu rosto estava inchado, e sua maquiagem toda borrada. Ao entrar em casa sua mãe lhe parou e perguntou:

- Daph, oh meu Deus! O que aconteceu?- Perguntou preocupada, Daphn apenas a olhou com uma cara de " Sério que você não sabe?!", ignorou a pergunta de sua mãe, revirou os olhos e subiu para seu quarto.
Entrou no banheiro, e foi até a sua caixinha, pegou o que ali tinha, sabia que isso era errado.

- Me desculpa, Gabi..- Sussurrou e começou a fazer.

Depois que terminou ela se sentia um tanto...aliviada?! Ela só queria um banho. Necessitava de um banho quente, entrou em seu banheiro, se despiu e entrou no box. Ah, o banho, melhor lugar para se pensar nos problemas, certo?! Certoo! Problemas era o que Daphne tinha de monte. E novamente se pois a chorar, com tantas pessoas no mundo, "porque logo eu?" Perguntava a si mesma

Saiu do banho um pouco mais calma.
Vestiu seu pijama, sua máscara de dormir e se deitou em sua cama.
Algumas lágrimas ainda desciam em suas bochechas, adormeceu assim, com o rosto molhado.

°•°•°•°

O barulho irritante do despertador, acordou Daphne. A mesma foi se arrastando para o banheiro, que se assustou com seu estado, seu rosto estava vermelho, e suas olheiras se destacavam. "Nada que um pó ou uma base não resolva" pensou a morena.
Tomou um banho e colocou seu uniforme, com seus saltos azuis. Cada dia uma cor de sapato, com seus acessórios combinando, já foi até com saltos laranja. Passou um pó na cara, que ajudou muito. (Sentiu a ironia?)

- DAPHNE ANDA LOGO! O BRUNO JÁ ESTÁ AQUI! - Gritou sua mãe.

- JÁ VOU!- Respondeu Daphne.

Daphne se olhou no espelho e suspirou, pegou sua mochila e desceu, encontrando um Bruno irritado e sua mãe impaciente.

- Vamos que estamos atrasados.- Falou Bruno, e Daphne assentiu

- Quer comer alguma coisa, filha?

- Estou sem fome.- Respondeu, e os dois jovens, saíram de casa, até a garagem, onde estava o carro do moreno.
Os dois entraram no carro e seguiram até a escola em completo silêncio. Estavam um pouco abalados e não estavam a fim de brigar logo cedo, que não demorou muito pra voltarem ao normal.
Daphne bufou.

- Olha garota, eu também não to feliz com isso não, tá legal?!

- Bruno,- Falou e ele a olhou.- Cala a boca e se fecha.

Chegaram na escola. Estava começando o pesadelo em suas vidas.. Era o que ambos pensavam. Mas por quanto tempo..?
Bruno desceu do carro, recebemos muitos olhares, isso não é uma coisa que se vê todo dia. Logo avistaram seus 6 amigos, que os olhavam como se fossem de outro mundo, com excessão de Gabi e Matheus.

- Meu Deus! O que eu perdi?- Falou Manu e rindo e Gabriel a acompanhou.

- Longa história. Mas resumindo- Falou Daphne

- Estamos namorando.- Completou Bruno. Os 6 se encararam com suas bocas em um perfeito "O".

- Como assim? Quando? Pensei que se odiassem. Aí meu Deus.- Falou Ana rápido balançando as mãos e soltando gritinhos. E o sinal bateu

- Como eu disse longa história.- Falou Daphne, e seguiram em direção a sala de aula. No corredor, enquanto iam até a sala de aula, recebiam alguns olhares. Mas voltaram no que tinham que fazer. Sentaram em seus lugares e a professora Jennifer, chegou.

As aulas ocorreram normalmente. A mesma coisa o intervalo, cada um em seus respectivos grupos.

- Não vai comer nada, Daphne?- Perguntou Gabi.

- To sem fome..- A morena respondeu.

- Milagre!- Zombou Manu, com as mãos pro alto. Daphne soltou uma risada fraca.

Bruno, só tinha que leva-lá e busca-lá na escola. Não tinham que conviver juntos, 24 Horas por dia. Por enquanto. Por enquanto...

O restante das aulas foi normal. Bateu o sinal. Daphne poderia até agradecer, se não tivesse que ficar na detenção com ele. Involuntariamente, olhou para Bruno, que estava dormindo.

- Vai fazer exatamente o que estou pensando né?!- Perguntou Gabi, rindo, junto com todos os 6.

- Exato!- Falou a morena e deu um sorrisinho de lado.

Pegou sua caneta preta e começou a desenhar no rosto do moreno. Juntou suas sombrancelhas, fez uma pinta, um bigodinho e um " I'm a Princess! " em sua testa. E para finalizar, tirou uma foto e posto na internet

- Caralho,Daphne!- Falou irritado após a mesma ter gritado em seu ouvido para acorda-lo. Todos riram escancaradamente~ com excessão de Bruno ~ ao encara-lo. O mesmo não entendeu nada.

- Posso saber o motivo da graça?- Perguntou curioso, um tanto irritado.
Gabi, Matheus, Manu, Gabriel, Ana e Juan se encararam e deram uma desculpa, falando que tinham que ir embora e todos saíram da sala.

A diretora chegou e levou os dois até a sala da detenção. No corredor todos olhavam para Bruno, apontando e rindo. O moreno não estava entendendo nada.

Não era na mesma sala deles, pois havia aula a tarde. A sala de detenção não era nem um pouco agradável, havia uns dois sofázinhos ali, uma mesa e várias tranqueiras. Eles não ficavam com algum adulto. Nenhum funcionário naquela escola queriam ficar com os dois juntos. A diretora só então percebeu o rosto de Bruno.

- Então quer dizer que você é uma princesa?- Falou rindo junto com Daphne. O mesmo ficou sem entender nada. A diretora, tirou um espelho do bolso e mostrou a ele. Bruno olhou, mortalmente a Daphne, que estava mostrando sua foto na internet.

A diretora, os empurrou para dentro da sala, prevendo o que viria a seguir. Os trancou lá e voltou a sua sala.

- Você ficou louca?- Perguntou Bruno, claramente irritado.

- Vingança.- Falou a morena se aproximando dele, com um sorrisinho nos lábios.

- Coisa amadora, não acha?- Perguntou irônico.

- Como se quebrar minhas coisas não fosse.- Falou revirando os olhos.

- A culpa é sua, morena falsificada.

- Minha nada, resto de aborto.- Falou ela indignada e ele mostrou o dedo do meio pra ela, que deu um tapa na cabeça dele, que por reflexo segurou seus cabelos, puxando.

Começaram a brigar. Eles se arranhavam, se batiam, tanto que caíram no chão, se batendo. Daphne, subiu em cima dele, ela o arranhava, batia.
Daphne deu um tapa forte em sua cara, o moreno bateu a cabeça no chão e ficou a marca dos dedos da garota, Bruno, a segurou pelos pulsos, que instantaneamente, o largou, já que era aquele pulso, e o moreno, por impulso, bateu a cabeça dela no chão e levantou irritado, pegou um pano com água pra se limpar, em seguida, se jogou no sofázinho.

Daphne se sentou rapidamente no chão, pois estavam deitados, ao perceber sangue no chão. Colocou a mão no nariz (Não dentro), que ficou cheia de sangue. Seus olhos encheram de água, pela dor. Pegou um lenço de sua bolsa para não escorrer tanto sangue.

- Bruno..- O chamou baixinho, quase num sussurro. O moreno bufou e a encarou irritado, assim que a viu sua expressão mudou, ele pareceu desesperado. A culpa lhe atingiu.

- Daphne, olha..eu... eu..- A morena o interrompeu.

- Tá doendo, ardendo e não para de sair sangue. Acho que você quebrou.- Falou em desespero, vendo sua blusa um pouco manchada.
O moreno se levantou e caminhou até ela. Apertou um pouco seu nariz e perguntou se doía, que mesma soltou um gritinho.

- O que você acha, idiota?- Perguntou ela um tanto irritada.

- Que é frescura isso, porque se tivesse realmente quebrado, estaria saindo muito mais sangue e você não estaria aguentando de dor.- Falou e a morena revirou os olhos. A culpa havia acabado de passar.- Vem aqui.- Chamou ela até a mesa, que hesitou um pouco mais foi. Bruno a colocou em cima da mesa e pegou uma caixinha de primeiros socorros que havia ali.

- Isso arde! AII!- Reclamou Daphne, após Bruno colocar pomada no seu nariz.

- Daphne,cala a boca!- Falou Bruno e enfiou um pirulito, na boca dela.

- Onde você achou isso?

- No lixo.- Respondeu Bruno e Daphne arregalou os olhos e cuspiu o pirulito no lixo.- To zoando, pateta.- Daphne revirou os olhos.
Bruno terminou de colocar o curativo em seu nariz.

- Pronto, garota.- Falou Bruno e a tirou da mesa. Ele se jogou no "sofá". Daphne se deitou delicadamente. Bruno, ao olhar pra ela, arregalou seus olhos, ao perceber que sua saia estava um pouco levantada e dava pra notar sua calcinha vermelha, também não deixou de notar as belas coxas da garota.

- Da pra parar de olhar pra minha vagina? Obrigada.- Perguntou ela, que fez ele se assustar.

- Não tava olhando. Quem manda deixar a tua calcinha vermelha a amostra?- Respondeu na defensiva.

- Ahh, perventidoo!- Exclamou indignada.- Acabou de admitir que estava olhando. Idiota.- Os dois reviraram os olhos.

 

- Que horas são?- Perguntou Daphne impaciente, depois de um tempo.

- Hora de você tomar vergonha na cara e comprar um relógio.- Respondeu grosso e a morena bufou.- 13:46.

- 1:14 minutos falta, arghh.

 



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