História Não posso te amar! - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Malhação
Tags Bruno Gadiol, Daphne Bozaski, Gune, Malhação
Visualizações 219
Palavras 1.113
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


So falarei que vem SAFADEZA ADOOOORO

Capítulo 7 - Onde tem gordura aqui?


- Até que enfim! Não aguentava mais aquele hospital.- Falou Daphne, saindo do hospital junto de Bruno.

- Você só ficou lá 1 hora. Eu que tive que dormir lá num sofá que me deixou todo doendo, olhando pra tua cara de morta viva.- Falou ele. Eles tinham acabado de sair do hospital, já era manhã do dia seguinte. Daphne tinha ficado desacordada o resto do tempo, por causa dos remédios que deram a ela. Bruno, teve que a acompanhar.

- Bruno...Você poderia limpar teu carro de vez em quando, não acha?- Falou e fez uma careta, ao abrir a porta e se deparar com o vômito não limpado ali. Bruno a encarou mortalmente.

- Eu limpei anteontem! Você que vomitou aí sua retardada.- Falou irritado, entrando no carro, Daphne entrou com cuidado e cruzou as pernas para não pisar em seu próprio vômito. Bruno olhou disfarçadamente a morena sentando. Ainda estavam de uniformes. Não ajudou muito

- Pelo menos meu vômito tem cheiro de morango.- Bruno revirou os olhos, não podia negar isso. Como o vômito dela conseguia cheirar morango? Nem mesmo Daphne sabia.- Será que dá para parar de olhar pras minhas pernas e subir o olhar pro meu rosto, idiota?- Falou irritada. Bruno subiu o olhar rapidamente.

- E se você me contasse eu saberia. Nem sei como vim parar aqui.

- Você não se lembra do que fez hoje?

- Ah, sim, Bruno! Porque eu estou te perguntando o que eu fiz, sendo que me lembro perfeitamente e super quero ouvir tua voz de mariquinha, que nem parece de mulher, né?!- Falou sarcástica revirando os olhos, Bruno bufou.

- Você estava queimando em febre, chegou a delirar, literalmente! Vomitou duas vezes e uma delas no meu carro.- A encarou mortalmente. A mesma deu de ombros.- E perdi as contas de quantas vezes você chorou. E você mal conseguia andar, eu tive que te carregar. Bem que você poderia emagrecer um pouquinho, né- Falou frustado.

- Nossa.. Se ferrou.- Falou e começou a rir.- E você sabe muito bem que eu não tenho uma gordurinha fora do lugar.- Disse rindo.

- Vai rindo, quero ver quando eu ligar pra tua mãe e dizer que cê estava no hospital.- Daphne fechou a cada na hora.

- Tu num é louco! Se você fizer isso eu te mato, desgraçado.- Falou o olhando mortalmente

- Tenta a sorte, morena de aráque.- Falou provocando. Daphne bufou.

°•°•°

- O que você AINDA está fazendo aqui, desgraça?- Falou Daphne ao acabar de acordar quase meio dia, descer as escadas e encontra Bruno deitado no sofá mexendo no celular, Bruno a olhou de cima a baixo e deu um sorrisinho malicioso, a morena estava com uma regata roxa justa e um shorts curto branco, a mesma revirou os olhos. Não iriam pra escola o resto da semana, a morena estava com atestado e Bruno com preguiça mesmo.

- Porque eu me preocupo muito com você, vim me certificar se está tudo bem e se irá tomar os remédios direito.- Disse e se levantou. Daphne revirou os olhos.- Em outras palavras, minha mãe me obrigou ficar com você até que seus pais voltem.- Bufou.- E chamei e chamei Matheus, Gabriel e o Juan. Já já eles chegam.

- Chamei Gabi, Manu e Ana, devem estar vindo. E com que direito cê vai chamando pessoas pra MINHA casa?- Perguntou e deu ênfase no "Minha".

- Porque eu quis e não te devo satisfação do que eu faço.

- Deve sim, se você tá de intruso na minha casa

- Correção: Porque minha mãe me obrigou! Você fala como se eu quisesse ficar aqui olhando pra tua cara de morta viva. Teu cabelo então, parece um bombril.- Zombou.

- Como se seu cabelo fosse lindo. Dá pra fritar um pastel com essa oleosidade toda.- Retrucou.

- Pra quem tava delirando em febre ontem, explodindo de dor de cabeça, tá bem estressadinha.- Falou sarcástico, Daphne revirou os olhos.- Falando nisso tá na hora do seu remédio.- Falou e foi até a cozinha e voltou com o remédio e um copinho na mão.- Iih, você não tá com sorte, 10ml de remédio de laranja.1

- Teu cu que vou tomar isso.- Fez uma careta. Daphne adorava apenas suco de laranja, outras coisas ela não aguentava nem chegar perto.

- Ah vai, mas oh se vai.- Falou com um sorriso de lado, se aproximando dela. A mesma se afastou e caiu no sofá que estava atrás dela. Bruno subiu em cima dela, com uma perna de cada lado dela, a preensando, mas não pondo todo seu peso, obviamente.

- SOCORROOOOO!- Começou a gritar.- ELE QUER ME ESTUPRAR!2

- Cala a boca, Daphne! Tu não faz meu tipo.- Falou e pôs a mão na boca dela, a mesma mordeu.- Ai, sua idiota!2

- ALGUÉM ME AJU...- Bruno aproveitou que ela estava gritando e enfiou o remédio na guela dela. Daphne, na hora cuspiu tudo na cara dele.

- Filha da..

- Olha como fala da minha mãe.- O interrompeu. O moreno pegou o remédio da mesinha que estava do lado do sofá e encheu novamente o potinho.- Sai de cima de mim, seu obeso.

- Onde tem gordura aqui?- Perguntou e levantou a blusa, dando a Daphne uma visão para seu tanquinho totalmente definido, a morena engoliu seco.- Gostou né?! Pode falar, eu deixo.- Sussurrou em seu ouvido

- Chega...mos! Eita.. Voltamos outra hora.- Falou Gabriel, que tinha entrado na sala acompanhado dos outros. Bruno abaixou rapidamente sua blusa.4

- Não é nada disso que estão pens...- Começou a se explicar Daphne e Bruno aproveitou e enfiou novamente o remédio em sua boca e saiu de cima dela. Daphne engoliu e fez uma careta, e sentiu uma ância. Pôs a mão na boca e se segurou pra não vomitar ali mesmo. Bebeu a água que tinha ali em cima da mesinha. Os adolescentes entraram e se sentaram( jogaram) no sofá, já que ali havia 4 sofás.

- Parem de ser trouxas! Eu nunca ficaria com ela! Não faz meu tipo.- Falou o moreno fazendo pouco caso voltando da cozinha, que tinha ido limpar seu rosto.

- Se eu não fizesse seu tipo, você não olharia frequentemente pro meu corpo.- Retrucou Daphne, e seus amigos falaram "Toma" ou "Essa doeu".

- Trouxemos pizza.- Falou Ana tentando apartar uma briga antes que ela começasse.

- Aleluia, to morrendo de fome.- Falou Daphne.

- Ela voltou ao normal.- Zombou Bruno.

- Idiota.- Falou e eles começaram a comer a pizza. Ali mesmo, com a mão mesmo.

- Gente.- Chamou Manu, depois que acabaram de comer, que a encararam.- Vamos jogar verdade ou desafio?- Perguntou sorrindo perversamente.

 



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