História Não resisto a nós dois - Capítulo 29


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Amizade, Drama, Moda, Revelaçoes, Romance
Visualizações 24
Palavras 4.140
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá pessoal!!! Voltei com mais um capítulo bem legal em Londres e já avisando que tem hot, porque hot é sempre bom. Ainda mais depois de um tempo sem att.

Agradecendo de coração a minha Best por estar me ajudando. Love u <3


Então vamos lá.
Boa leitura.

Capítulo 29 - Desejos


Fanfic / Fanfiction Não resisto a nós dois - Capítulo 29 - Desejos

 As meninas concordaram, e acompanharam seus passos até o local aonde os jogadores conversavam, descontraídos. Terry ria de alguma coisa que Hazard havia dito, e entendíamos bem o porquê: o belga era o piadista do grupo. A menina os abordou com um sorriso nos lábios, enquanto Mariah e Laura observavam a reação dos rapazes, de longe. Todos a fitaram dos pés a cabeça, transformando aquele situação em um momento tenso para todos. O capitão estendeu então sua mão, na intenção de cumprimenta-la, fazendo com que as duas, mesmo afastadas, suspirassem aliviadas com aquele ato. Alguns segundos depois, receberam um aceno de Cinthia, que pedia para que elas fossem até onde todos estavam. Ainda incrédulas, as duas caminharam naquela direção, e tempo depois ficaram cara a cara com os jogadores do exercito azul de Londres.

 

- Quer dizer então que são brasileiras? – David iniciou um diálogo em português, fazendo com que os demais presentes se enfurecessem com sua atitude.

- Qual é, Luiz? – Terry exclamou com seu típico e charmoso sotaque britânico – Entendi a parte do “brasileiras”, mas não apela, vai? Estou apenas começando as aulas de português.

Laura gargalhou, e não pôde deixar de notar o quanto aquele homem era grande e tinha presença. Terry tinha olhos pequenos e puxadinhos, que a morena não conseguiu deixar de admirar. Contudo, não era o único a chamar a atenção no local. O espanhol de nome engraçado também era mais bonito pessoalmente. Seu sorriso era algo hipnotizante. Talvez fosse o mais tímido do grupo, mas a menina podia jurar que o viu encará-la por repetidas vezes desde que chegara, e estava ficando sem jeito com aquela situação.

- Falaremos inglês então?- Mariah indagou, usando do idioma que estudara desde criança. Sempre tivera paixão por aquela língua, bem como ela cultura britânica em geral.

- Receio que sim! – Willian declarou, desanimado – O capitão manda, a gente só obedece! – finalizou, arrancando gargalhada de todos os presentes.

- O que fazem na capital inglesa? – Hazard indagou, interessado.

- Viemos a trabalho! – Cinthia respondeu – Laura é diretora de moda de uma revista conceituada  no Rio de Janeiro. E está na cidade pra fazer algumas entrevistas nos próximos dias.

- Diretora de moda? – Lampard exclamou, surpreso, fazendo com que Mariah se derretesse por sua voz – Você é nova pra um cargo tão importante. Definitivamente deve ser excelente no que faz.

- O Patrão que o diga! – Cinthia continuou – É a menina dos olhos dele!

Laura se desconcertou com aquele comentário, e com motivos. Mas de certa forma sabia de seu potencial, e de que apesar de seu envolvimento com Hazzan, tinha suma importância na Rouge.

- Ele também veio? – Azpilicueta indagou, declarando suas primeiras palavras naquela noite. Seu sotaque espanhol era nítido, mesmo após tanto tempo na capital britânica.

- Não! – Laura respondeu rápido – Viemos sozinhas! E estamos aproveitando esse primeiro dia pra conhecer a cidade, e também aproveitar o que Londres tem de melhor.

- Escolheram certo! – César prosseguiu – A Aura é a melhor boate daqui...

Seus belos olhos claros de alguma forma seguiam cada movimento que a morena fazia, seja com as mãos, seja com os lábios ou até mesmo com as sobrancelhas. Tímida, porém, satisfeita com seu possível interesse, a menina sorriu discretamente, enquanto os demais presentes começaram alguns assuntos paralelos, dispersando a atenção pouco a pouco. Mariah conseguira sua tão querida foto com Lampard, e também com os demais jogadores. Cinthia realmente levava jeito com aquele tipo de coisa. Pareciam íntimos, e dava pra perceber de longe o quanto todos estavam à vontade com aquela situação.

A conversa estava tão fácil e divertida que alguém do grupo as convidou para ficarem ali com eles, o resto da noite, o que foi aceito com entusiasmo pelas meninas.

Não deixaram de reparar no quanto todos eles eram simpáticos com as pessoas que os abordavam para tirar algumas fotos ou simplesmente elogiarem o trabalho do time. Eles sorriam, eram solícitos e cada um ia para seu canto se divertir. Algumas mulheres eram bem invasivas, mas alguns seguranças davam conta do recado, enquanto outras só ficavam de longe, sem se aproximar, temendo serem mandadas para fora da boate também.

Mariah estava num papo animado com o capitão blue sobre o Brasil e a vontade dele de conhecer o país, e ele  faria isto assim que estivesse melhor no português que estudava mesmo sendo um pouco diferente do português brasileiro.

- Eu vejo o quanto você é aplicado! – elogiou – Quase sempre vejo suas publicações nas histórias do Instagram.

- Tento fazer o meu melhor! – sorriu fazendo com que seus olhos ficassem mais fechados ainda.

- Então quer dizer que você acompanha o instagram do John? – Lampard que estava próximo a eles, falou, entrando na conversa – Só o dele ou de alguém mais?

A ruiva virou a cabeça para o lado permitindo que ele a olhasse de frente. Fitou seus olhos, e suas sobrancelhas se levantaram um tanto logo após.

- Alguém mais! – informou atenta aos movimentos que ele fazia até chegar próximo a ela, para que pudessem conversar sem gritar.

- Só os jogadores atuais ou nós meros mortais aposentados fazemos parte desse “alguém mais”? – deu um sorriso de lado, antes de dar um gole em sua bebida.

John que presenciava tudo deu uma gargalhada da cara do amigo.

- Caram pergunta de uma vez se ela te segue. Que dificuldade! – exclamou, divertido.

Mariah riu da reação dos dois e do como eles se tratavam, eram realmente muito amigos.

- Você foi o primeiro que eu segui, assim que criei minha conta! – contou, sem jeito – Afinal você é a lenda do Chelsea, não tem como não seguir você.

Os olhos dos dois se encontraram por uns instantes, deixando a ruiva com a impressão de que poderia se perder naquele olhar. Mal acreditava que estava ali, de frente para seu ídolo e muito menos que poderia estar flertando com ele. Era algo perigoso, mas incrivelmente instigante. Ela amava Guilherme, não havia dúvidas na relação dos dois, e o que tinham era belo e duradouro, portando não tinha perigo em uma simples troca de olhar com um homem fascinante. Homem este que era casado e pai de duas garotinhas lindas.

- O Terry... – se deu conta que o zagueiro não estava mais ali.

- Acho que já foi... – franziu o cenho, olhando a sua volta – Ou deve ter ido no bar, mas conte-me mais sobre você. O que faz lá no Brasil?

Frank se encostou na parede a suas costas e a olhou com interesse, esperando que ela o respondesse, o que se seguiu por vários minutos, numa conversa animada entre os dois.

 

***

 

Não muito longe dali Hazard que estava sentado na poltrona atrás da mesa da área VIP em que ficavam, e não conseguia tirar os olhos da pista de dança, onde Cinthia dançava sensualmente na companhia de Laura. As duas que haviam conversado por minutos com alguns jogadores, resolveram ir pra pista assim que uma música da qual gostavam começou a tocar.

Os olhares que ela lhe lançava não passaram desapercebido e aquilo estava mexendo com sua libido, assim como os movimentos daquele corpo escultural que ela possuía, algo que ele reparou logo que a viu pela primeira vez.

- Está esperando o que pra ir até lá? – William perguntou ao amigo.

- Não sei se devo! - respondeu meio incerto.

- Como é que é? – David exclamou, surpreso e pôs-se a rir – Qual é Hazard. Quando é que você fica cheio de dúvidas quando se diz respeito a mulher bonita e que está na sua?

- Pois é... Você é o primeiro a sair daqui com mulher, e agora ta ai, todo estranho... – William observou, sem compreender o amigo.

- Verdade, né?- concordou, e com um gole finalizou a cerveja que tomava e se levantou – Bom, rapazes, vou lá dançar um pouco com a brasileira e aproveitar minha noite com uma mulher linda e não com um bando de marmanjos.

Saiu de lá rindo dos “insultos” que seus amigos lhe falavam, mas foi com o objetivo de conhecer melhor aquela mulher que chamava sua atenção naquela noite.

Se pôs atrás dela, sem se encostarem, e viu Laura o olhar sorridente, fazendo um aceno positivo com a cabeça, saindo em seguida.

- Deveria ser proibido dançar desse jeito! – sussurrou ao encontro do ouvido dela, que soltou uma gargalhada sentindo as mãos dele em sua cintura.

- Deveria ser proibido dançar sozinha desse jeito! – gritou pra que ele pudesse ouvir. Colou seu corpo no dele no ritmo da música e pôde sentir o quanto ele estava excitado com aquele contato.

As luzes piscavam e as outras pessoas os prensavam um de encontro ao outro naquela pista de dança.  Não se importavam e nem reparavam o que acontecia a sua volta, o clima ali era bem sensual, quase sexual. As peles quentes e suadas eram tocadas e acariciadas de acordo com a melodia da música tocada.

Cinthia e Hazard não era diferente e depois de um tempo, já estavam se beijando com paixão. O belga segurava firme a nuca quente da brasileira, que se apertava contra o corpo magro, porém totalmente definido de seu companheiro. Suas línguas exploravam uma a outra sentindo seus gostos, fazendo com que aprofundasse mais a intimidade do momento. A mão de Eder, que estava na cintura de Cinthia, desceu lentamente, podendo sentir as curtas do corpo dela que ainda se mexia com o ritmo da música. Suspirou quando ela interrompeu o beijo e mordiscou seus lábios. Tinha nos olhos um brilho divertido e ao mesmo tempo sedutor que o deixou mais louco ainda, a ponto de não se importar com as pessoas a sua volta, e amá-la ali mesmo.

- Pode parecer apressado demais e você querer me dar um tapa na cara... – começou ele falando no ouvido dela – Mas eu não consigo me segurar mais, você está me deixando louco de um jeito que não consigo me controlar, e só consigo pensar em você dançando nua em cima de mim.

Cinthia respirou fundo, buscando por ar assim que o ouviu dizer aquilo, e um fogo a consumiu de tal forma que também não aguentaria se segurar mais.

Ca noite inteira, desde que o viu, não conseguiu pensar em mais nada do que tê-lo para si. Era como se um magnetismo existisse entre eles, e que não os deixava fugir. Não era uma menininha, e muito menos ingênua para não saber aonde aquela troca de olhares os levaria, ainda mais agora, depois de todo o jogo de sedução que seus corpos faziam.

Era dona de si e naquele momento faria o que desejava. E ela desejava mais que tudo o homem na sua frente.

- Me leva daqui e eu te mostro minha dança preferida! – murmurou ao ouvido dele, dando também uma mordida e uma leve chupada no local.

Hazard não pensou duas vezes, puxando-a pelas mãos, e a levou de volta à área Vip onde avisaram que estavam saindo. Cinthia trocou algumas palavras com Laura, afinal, teriam trabalho no dia seguinte e não poderiam faltar. Combinaram tudo, assim como se acontecesse algo, Julius ficaria a cargo de pegá-la  aonde estivesse.

Após alguns minutos, os dois saíram da boate rumo à casa do jogador belga, onde passariam o resto daquela noite conhecendo intimamente um ao outro, de um jeito bem prazeroso.

 

***

 

Deitada em sua cama, depois de um longo e relaxante banho, Mariah passava em sua mente os acontecimentos daquela noite. A verdade era que o dia fora incrível, havia conhecido tantos lugares que amava e sonhava em ir um dia, que tudo mais parecia um sonho, do qual não queria acordar. E então veio aquela noite na boate super badalada de Londres e cheia de pessoas que nem em seus sonhos mais loucos conheceria, porém, o destino veio para mudar aquela situação.

Pensou mais uma vez no homem que fazia parte de seus sonhos adolescentes e sorriu ao se lembrar de como ele era exatamente do jeito que ela imaginara: simpático, divertido, respeitador e principalmente, sedutor, mas de um modo que não a deixava incomodada. Um típico inglês, mas que sabia bem como se comportar com uma mulher brasileira. Conversaram até a hora de voltar pra casa e descansar. Se despediram na porta do carro com um beijo na bochecha e um sorriso, ela sentindo o cheiro do perfume masculino ainda impregnado nela, e ele sentindo a maciez do rosto dela.

Agora ela se encontrava ali, revivendo aquilo tudo e sabendo o quanto amava e sentia falta de seu homem, do seu companheiro, de quem levava consigo no peito e em casa pensamento. Pegou o celular, resolvendo fazer uma chamada para Guilherme, que atendeu no terceiro toque. Havia música alta e pessoas ao redor, ela sabia que ele estaria em alguma casa de show com a banda e agradeceu a Deus por ele ter atendido.

- Oi, meu amor! Que saudade! – ouviu a voz dele , no meio de tantas outras – Estava justamente pensando em você agora.

-Sério, baby? – sorriu, sentindo os olhos marejarem.

- Muito sério! – ele respondeu sorrindo – E ai, me conta... Foi tudo bem lá na boate? Se divertiram?

- Nossa, demais! – Você não tem noção! Foi muito bom, e tudo de graça! – contou, animada – Além de conhecermos alguns jogadores do Chelsea que também estavam por lá! – falou mordendo os lábios.

- Ah!  Eu vi isso, senhorita Cavalcante! Tirando foto com a paixão platônica da adolescência! – seu tom de voz não era de raiva, e muito menos ciúmes. Guilherme conhecia sua namorada muito bem, e confiava no amor que os dois compartilhavam.

- Bobo! – riu com as palavras que ele tinha usado – É, eu tirei, graças a Cinthia que teve a cara de pau de ir lá pedir. Eu não conseguiria! – jogou os cabelos para o lado.

- Mesmo sendo essa pessoa nem um pouco tímida, que você é? – perguntou, divertido.

- Jamais! Não saberia o que dizer. Provavelmente ficaria muda e passaria vergonha na frente de todos eles. – assumiu.

- Ele é legal? – Guilherme era curioso e Mariah riu daquela pergunta dele.

- É sim! Bastante por sinal! – confirmou ela, passando a contar o que rolou durante a noite na boate.

Conversaram durante alguns minutos até que alguém veio chama-lo, avisando que seriam os próximos a tocarem.

- Preciso ir, princesa! – disse meio que decepcionado por não poder conversar mais – Foi ótimo ouvir a sua voz e ver esse rostinho lindo antes de ir para o palco.

- Ta bem, amor! Mas olha... Tenha um ótimo show e amanhã eu te ligo de novo, tá? – prometeu ela.

- Vou esperar ansioso! Boa noite. Eu te amo!

- Também te amo! – falou em seguida, mandando um beijo, e desligou.

 

***

 

Sua pele quente e macia se encontrava desnuda e era deliciosamente torturada por grandes mãos que a tocavam com força, mas de um jeito enlouquecedor, tendo plena consciência de como fazer isto. Lambendo os lábios inferiores, prendeu a respiração quando o hálito quente pôde ser na sua barriga, bem embaixo do seu umbigo, fazendo-a tremer por inteiro, e apertar os dedos em volta dos cabelos que segurava em suas mãos. Quando o toque da língua se fez presente, Laura se contorceu debaixo dele perdida nas sensações maravilhosas que ele vinha lhe proporcionando e gemeu sentindo o seu coração se acelerar ainda mais dentro do peito.

As mesmas mãos que a seguravam pela cintura, agora a tocavam nas coxas, castigando-a, e indo em direção a sua pulsante intimidade que se encontrava milhada, sedenta por ser tocada e preenchida. Dedos longos a acariciaram por cima da calcinha branca de renda que usava, arrancando novamente um gemido, dessa vez mais alto e profundo. Ele estava deixando-a totalmente sedenta e desesperada por mais, sua respiração era forte e as batidas de seu coração aumentavam cada vez mais. Laura pensou que iria se desfalecer naquele momento.

Sua boca, porém, foi coberta pela boca dele. Aquela que ela fantasiou e desejou por um longo tempo e que não foi decepcionada, pois ele sabia bem como usá-la.

Seu beijo era faminto e possessivo, de uma forma que mostrava o que estava por vir. As línguas se moviam, se tocando,  sentindo seus gostos, a suavidade daquele lugar tão desejado. Arquejando o quadril, sussurrando palavras desconectas, Laura já não suportava a investida dos dedos dele por cima de sua calcinha, acabando por segurar a mão dele, introduzindo-a dentro dela, sentindo o alívio da pele com pele, de ser preenchida, não totalmente, mas aliviando um pouco da pressão que sentia que sua intimidade precisava.

Um gemido rouco saiu daquela boca máscula, seus olhos se fecharam ao constatar o quanto ela se encontrava molhada, totalmente pronta pra ele. Lambendo o colo dela,  que subia e descia de acordo com a respiração, saboreou a pele macia e levemente salgada devido ao suor da dança, aquela da qual ele não conseguiria esquecer, pois ficaria gravado em sua memoria por um longo tempo. Sem muita pressa, chegou nos bicos intumescidos que foram capturados por seus lábios e degustados com prazer. Mordiscou, chupou aqueles seios livres do soutien que fazia qualquer homem chegar à loucura.

Seus dedos ainda a torturavam com movimentos de vem e vai, e o dedão provocava o clitóris fazendo pequenas pressões até que ele sentiu as paredes em volta de seus dedos se apertarem e o gozo molhar ainda mais aquela pequena parte que se encontrava encharcada.

Laura soltou um grito ao sentir todo seu corpo tencionar e relaxar quando um orgasmo forte e poderoso a consumiu. Era como se a corrente elétrica que estava passando pelo seu corpo se dissipasse e em seu lugar ficasse um prazer gostoso. Sua intimidade pulsava e aquele alívio a dominou por inteiro. Era uma sensação incrível de relaxamento no paraíso.

Portanto, não parou por ai, pois ao abrir os olhos novamente, ao sentir a falta do calor dele sobre ela, ficou completamente paralisada ao vê-lo se despindo de suas roupas. Aquela visão a encheu de tesão novamente e sua boca começou a salivar cheira de vontade de saborear aquele corpo feito pelos deuses. Deveria ser um crime ter um corpo como o dele.

Se ajeitando direito nas almofadas da cama, observou cada movimento que ele fazia ao tirar cada peça. Lambeu os lábios várias vezes enquanto passava suas mãos pelo próprio corpo, o que chamou a atenção dele que parou para apreciá-la.

- Continua! – sua voz era de comando, e ele acabou por tirar o resto das roupas que caiam emboladas no chão.

Parado na beira da cama, acompanhando com os olhos as belas mãos dela acariciando o próprio corpo, sentiu subir um tremor e seu pênis pulsar tão forte ao ponto de ter um orgasmo só por conta daquela visão. Ela tinha os olhos fixos nos dele, a boca semiaberta e a respiração profunda, quando se tocou lá embaixo, na sua entrada molhada, arqueou o corpo e ele já estava de volta, com o peso de seu coro sobre ela, a beijando com sofreguidão, também com uma das mãos na dela, acariciando sua intimidade.

Os corpos estavam em ebulição, o calor que emanava dos dois era tanto que o suor escorria pela testa, mas nada disso importava, nada mais importava a não ser saciar um ao outro.

Com um puxão, ele levou os braços dela pra cima, e segurou-a firme nos pulsos. Já havia vestido a camisinha antes de ir para a cama, assim com calma e um controle que não sabia da onde vinha, empurrou as pernas dela pros lados, abrindo-a para si e começou a penetrá-la. Primeiro com a cabeça de seu pênis a provocou, fazendo movimentos circulares, o que fez Laura entrar em um desespero e mexer frenética os quadris de encontro a ele. Porém, sem pressa foi preenchendo-a sem tirar os olhos dos dela, que eram profundos e tão lindos quanto ela toda. Laura que queria senti-lo por inteiro, levantou as pernas colocando-as em volta da cintura dele e com um gemido de angustia e de prazer seu desejo foi realizado.

Suas mentes já não pensavam direito, o que os comandava eram as sensações que dominavam seus corpos.  Ele entrava e saia num ritmo torturante, e a penetrava com força, agora segurando a fina cintura dela, que por sua vez, arranhava suas costas. O prazer era genuíno, a vontade de sentir o gosto um do outro era real, explodir em um orgasmo gostoso estava ficando cada vez mais próximo com os dois corpos se batendo um no outro. Ele se inclinando para frente, capturando um dos seios e ela se apertando contra ele. Aquela dança era tão sexy que os dois já não tinham mais controle sobre si. A velocidade aumentou de tal forma que os gemidos de ambos se misturavam aos outros sons que eles faziam, seus corpos se movimentavam de encontro um do outo, sabendo que o melhor estava por vir. Até que com uma investida a mais, Laura sentiu todo seu corpo explodir num orgasmo violento, que a enfraqueceu ao mesmo tempo que a levou ao céu. Sua intimidade contraia rápido em volta do pénis ereto dele, que não parou com os movimentos de vem e vai, até que também chegou ao clímax mais alucinante daquela noite. Coração batia forte no peito... Respiração acelerada. E o corpo inteiro leve e saciado, era assim que César e Laura se encontravam. Deitados em silêncio naquela cama grande e macia, os dois se olhavam com um sorriso nos lábios.

- Seus cabelos são macios! – disse ele com uma mecha nos dedos – É difícil ver mulheres como você por aqui...

- Verdade? – ela perguntou com a voz fraca.

- Não tão belas e interessantes! – elogiou, brincando com os cabelos dela.

- Vou acreditar em você! – disse fechando os olhos, aproveitando seu carinho.

- Por favor, acredite! – pediu.

O silêncio voltou a reinar ali por alguns minutos. César a estudava com os olhos e mãos que a percorriam lentamente, sentindo os arrepios que a perpassavam. Riu quando ela se mexeu e soltou um gemido, com o desejo voltando forte novamente. Sugando um de seus seios, César quase a mordeu com força ao ser tocado intimamente. Laura apertava levemente a cabeça de seu pênis duro, deixando-o louco de desejo. Só depois de horas, muito bem aproveitadas, é que Laura falou novamente.

- Preciso ir para casa! – disse quebrando o silêncio.

Já se passava das 4 da manhã, mas ela queria voltar e dormir um pouco antes do dia começar.

- Tem certeza? – perguntou ele, franzindo o cenho, apoiando a cabeça nas mãos.

- Tenho sim! – confirmou ela – Eu não vou me sentir bem chegando lá de manhã. Não que eu me envergonhe do que fiz, mas é a casa do meu patrão e prefiro não abusar! – explicou, tentando ser entendida.

- Ta bom então! Mas se quiser eu te levo mais tarde, pra mim não tem problema.

- Obrigada, mas prefiro ir agora! – disse, se sentando na cama – Olha, eu não quero que você ache que estou fugindo de você...

- E por que faria isso? – César perguntou – Eu me diverti demais em sua companhia, e tenho certeza de que você também! – se aproximou, beijando-a no pescoço.

- Pode apostar que sim! – riu e suspirou com a carícia.

- Mas eu te entendo. Só me dê uns minutinhos que te levo lá! – pediu, dando-lhe um selinho e saindo da cama. Ele respeitava a decisão dela, portando, a levaria para casa.

 

 

As ruas ainda estavam desertas e escuras. César dirigia com atenção, e mesmo assim, sorrindo e trocando algumas palavras de vez em quando com Laura. Parou, então, e desligou o automóvel em frente a casa que ela apontou, olhando-a em seguida.

- Obrigada pela noite! – Laura interrompeu o silêncio.

- O prazer foi meu! – respondeu com um sorriso, o mesmo que hipnotizou Laura durante toda a noite.

- Foi nosso! – disse se aproximando dele – Me diverti muito e não vou me esquecer disso tão cedo.

- Essa era a minha intenção! – um meio sorriso e o olhar de quem sabia seduzir quase fez a brasileira esquecer onde estava e se atirar nos braços dele novamente.

 - É melhor eu entrar! – falou antes de sua boca ser capturada pela dele.

Aquele beijo foi intenso, mas com gosto de despedida. Ambos sabiam disto e estavam bem com a situação;

- Tenha um ótimo dia! – César desejou, assim que suas bocas se separaram.

- Você também! – sussurrou ela – Obrigada por me trazer até aqui...

- Nenhum incomodo, mesmo que a minha vontade fosse de te ver dormir na minha cama – sua voz rouca com aquele sotaque espanhol era a perdição e Laura sabia disso.

- Dormir seria a última coisa que nós faríamos, César! – constatou sorrindo, precisava sair dali logo, e foi o que ela fez.

Já estava fechando a porta da casa quando o carro dele deslizou pela rua rumo  ao seu lar novamente.

 

 


Notas Finais


PS: Morta estou com esse capítulo! /Jasmine


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