História Não sei sentir o que sinto - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias A Última Música
Personagens Personagens Originais
Tags Amar Alguém Além De Si
Visualizações 2
Palavras 525
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Não me olhe assim


E foi naquela manhã que eu reparei nos olhos dele pela primeira vez. E que olhos, eu não conseguia dizer nada até que percebo ele vindo em minha direção, minha mão soa e meu coração bate mais forte, o que estou sentindo? Será que tou ficando doida? Quero me livrar dessa sensação logo, mais ele chega mais perto e é como se eu não conseguisse me conter até ele me olhar e dizer:

Ele- Isso é seu? 

Estendendo o casaco em minha direção eu o pego e dou um sorriso de canto de boca pra ele e ele retribue logo em seguida. 

Eu- Sim, devo ter deixado cair. Obrigada. 

Ele- É você deixou cair. E não sorri assim de novo, é meio patético. 

Eu Não consigo falar nada, ele é um babaca, simplesmente um babaca, o que eu tava pensando. Que idiota eu sou. Me recomponho dou os ombros pra ele e saiu em seguida. Ele percebeu que fiquei chatiada, mas isso não faz muita diferença pra o garato mais popular do Colégio.

Toca o sinal, hora de ir pra casa. É um caminho longo, mas decido ir a pé, esperar o ônibus me deixa entediada. E hoje eu preciso mesmo relaxar.. Vou caminhando, ta quente hoje, vejo algo estranho mais na frente no meio da estrada então ando um pouco mais rápido pra ver quando eu vou me aproximando percebo que tem um rapaz de moto mais na frente parado me olhando. Eu logo vejo, é ele. Que droga! O que ele quer? Eu não posso mostrar que tou assustada mas eu estou. Vou fingir naturalidade. E vou passando até ele me intenrromper com uma frase:

Ele- Você não devia andar por ai sozinha. 

Eu- E você não devia ficar parado ai me olhando. 

Ele- Pode ser perigoso sabia? 

Eu- O que você quer? Não dar pra me deixar em paz? Que saco!

Ele- Ue, calma. Deixa eu te dar uma carona. 

Eu- Não vai rolar.

Ele- Vem, você não tem muito a perder. 

Eu- Eu Não vou. 

Sigo acelerando os passos e ele me acompanha com a moto devagar, me olha sem parar e eu não sei o que dizer, ele também faz um silêncio insuportável, e assim vamos até a porta da minha casa, quando ele acelera e sai sem nem se quer dizer uma palavra. Esse menino é maluco. 

Eu entro e vou logo pra mesa, estudar me deixa com fome. E ainda preciso estudar mais. Então adianto meu almoço e subo pra o quarto, ouço gritos do meu pai, ele ta na varanda e me chamando. Eu vou até ele e me deparo com uma caixa média, envolvida com uma fita vermelha e um laço meio torto e ele interrompe minha dedicação em decifrar o que de fato tinha ali. 

Pai- Filha chegou isso pra você. 

Eu- Pra mim? Como assim? De quem? 

Pai- Ah eu não sei. Leva pra o seu quarto que tá tomando muito espaço aqui.

Eu- Tá. Obrigada pai

Eu dou um beijo no seu rosto suado e desco as escadas com aquela caixa na mão. Não tem peso algum, só tamanho. Entro no meu quarto, e vou abrir. 

Nossa, mas porquê? 

Contínua...



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