História Não Somos inocentes. - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Angélica Vale, Jaime Camil
Visualizações 92
Palavras 618
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, gente, eu mudei os cap, por que vou explicar melhor a história, pois uma pessoa excluiu minha antiga conta, e a da Bruna também, e essa pessoa não tem mesmo coração.

Capítulo 2 - Viaturas


Eu estava em uma sala, média e com paredes cinzas, ha, e uma das paredes haverá um espelho, bom, um espelho falso, no centro da mesa que estava sentada, haverá uma algema, e minhas mãos estavam presas a elas, quando a porta se abriu, um homem entrou e sentou do outro lado da mesa -Senhorita Queem, a senhorita explodiu um hotel na noite de 04 de outubro do ano de dois mil e quinze, isso é verdade?- respirei fundo -As vozes, tem vozes em minha cabeça, vozes de horror, desesperadoras, sangue, e a pupila dos seus olhos ficando pequenina, e seus batimentos cardíacos ficarem diminuindo devagar, bem devagar, - falei com as mãos na cabeça, e meus cotovelos encostados na mesa -A senhorita sofre de algum distúrbio mental?- ele ne perguntou, e eu soltei uma gargalhada -HAHAHAHAHA!- eu estava um pouco chapada, horas a trás estava fumando drogas, e bebendo muito, minha cabeça estava queimando -A sensação de poder matar alguém, é simplesmente incrível , e a partir do momento que você começa, não consegue mais parar.- falei -então você admite ter matado tidas aquelas pessoas?- olhei diretamente pra ele por no máximo dois minutos -Você me dá tédio.- falei, por fim -Você... Será enviada pra o manicômio mais próximo senhorita- dei um sorrisinho de lado -Você não é o primeiro nem o último a falar que sou louca, mais vai se arrepender. - falei, e ele pegou sua pasta azul, e foi embora, cinco minutos depois, dois políciais me levaram pra fira da sala, e passei por outra porta no corredor, e o mesmo homem estava entrando lá, e consegui ver Phil, com sua camisa branca de abotoar manchada de batom, e seus olhos me olhavam, e sua cabeça fez um sinal pra mim, era hora de agir, lembrei-me dos seus ensinamentos, me virei, dei um chute no pênis de um dos policiais, e o outro avançou pra cima de mim, me virei de novo, passei a algema em sua garganta, e fiquei puxando, seus pés não tocavam mais o chão, e quando ele parou de se debater, o larguei, e peguei sua arma no chão, atirei nele e no outro, abri a porta da sala que estava Phil -Ei- falei, e o homem me olhou -Eu falei que ia se arrepender- falei e atirei nele, cheguei perto de Phil, peguei uma chave mestre que tinha dentro do meu coque no alto da cabeça, e abri as algemas - Vamos?- perguntei -sim- ele falou, e pegou a arma do homem, no corredor não haverá ninguém, e Phil atirava nas câmeras , peguei um telefone que tinha lá, e liguei -Alô,? Lucas corre! Agora!- falei, e desliguei, quando fui procurar Phil, passei por uma sala cheia de gente morta -Mandou bem - falei pra ele que estava encharcado de sangue, e corremos pro lado de fora, e tinha um carro preto lá fora, entramos e fomos embora -Ocorreu tudo ótimo- falamos pra Lucas -Ótimo, mais e aquele helicóptero?- olhei pela janela e vi um helicóptero da policia -fudeu- falei -Lucas, acelera esse carro agora! Vai!- falou Phil, eu tinha que pensar, isso é uma armadilha, nos temos que despistar -Atire em alguma coisa importante!- gritei pra Phil -Oque poderia ser?- ele disse -Sei lá, uma van escolar!- e ele olhou pra todos os lados pela janela -Não tem! Mais tem um ônibus com varias pessoas !- falou e colocou a mão pra fora do carro e atirou no ônibus, fazendo o tal capotar -VOCÊS ESCOLHEM! NOS OU ELES!- falei em um megafone que tinha lá, esse carro provavelmente foi roubado, e Lucas foi mais rápido possível, mais lá na frente, tinha um pequeno problema, muitas viaturas, muitas mesmo.


Notas Finais




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