História Não sou tuas nega! - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Anne, Aspen Leger, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Elise Whisks, Gavril Fadaye, Kriss Ambers, Lucy, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, May Singer
Tags A Seleção, Amexon, Romance
Visualizações 37
Palavras 2.303
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Amo todos que amam Malec

Capítulo 21 - A Festa- parte 2: Matando a saudade


...P.O.V/rainha da [email protected] toda

A festa seguia, animada? Talvez. Com alcoólatras soltos por ai? Com certeza!

Me rendi a ficar sentada em uma cadeira, conversando com Natalie. Já tinha bebido o suficiente, apesar de nós duas estarmos meio "alegrinhas" ainda.

-Não se esqueça daquelas braços fortes...-Natalie sussurrou.

-Não, não. O peito deve ser a melhor parte - falei, também susurrando.

-Não acredito que estamos realmente falando essas coisas...

-Não estamos fazendo nada de errado. Estamos apenas observando que Vossa Alteza real de andar malhando, e muito!

Ela escondeu uma gargalhada com a mão.

-O que a geração passada de estar pensando da gente?-praguejei.

Natalie perdeu o controle e riu. Alguns convidados desviaram o olhar para nós, mas Natalie não devia estar nem aí.

-Vamos-ela me puxou pelo braço. Hesitei por uns estantes, até ver que nosso glorioso destino era a mesa de guloseimas.

-America!-Elise saldou. Ela devia ser a que menos tinha bebido, mas ainda sim seu hálito a entregava.

-Sentiu minha falta- perguntei, levando a cabeça em um ar de superioridade, colocando a mão no quadril.

-Ahn...não.

Natalie riu mais ainda, já preparando mais um copo de champanhe.

-É mentira! É mentira!-ela protestou com um largo sorriso.

-Eu sei que é, eu sei que é!-imitei seu mesmo gesto desesperado com as mãos.

-Beba mais um pouco America-Celeste apareceu com um copo de um formato bizarro na mão.

-Isso é... vodca?-Elise soava desconfiada.

-Vamos lá America, hoje...

-É um dia especial- completei com a voz enjoada- como vou saber que você não quer me embebedar de vez e me fazer passar vergonha na frente de todos?-cruzei os braços.

-A é? - ela virou o copo inteiro na boca. Depois me encarou com as bochechas inchadas.

Natalie fez ruídos empolgados, em quanto Elise encarava de olhos esbugalhados.

-Sua vez- ela disse enchendo o copo mais uma vez.

-Obrigada, mas isso já é...

-America, vai deixar isso por barato? - Natalie insistiu- se sim, me de um também...-ela estendeu a mão, tomando o copo de Celeste.

-Está bem, está bem-me rendi revirando os olhos.

Natalie me ofereceu de bom gosto o copo. Era um liquido transparente. O cheiro era um pouco mais forte, mas dava pra ignorar.

"Finge que é água, finge que é água".

Tomei um golinho, apenas um golinho. Depois tossi. Aquilo era algo bem mais forte do que eu estava acostumada.

-Ah não! Tem que tomar tudo - Celeste insistiu

Tomei mais um gole.

-Vamos América!

Aos poucos eu consegui virar o copo por inteiro na minha boca.

-Aleluia! Deus seja louvado!-Celeste cantarolou- agora é sua vez Elise.

Elise a encarou horrorizada, como se Celeste tivesse sugerido comermos filhotes no jantar.

-E-Eu.

-Não! O Jack The Killer - sua voz estava carregada se sarcasmo - agora vira esse copo na boca!

-Não, não obri...

-Se você não beber, eu juro que vou no seu quarto de noite e virar esse vidro inteiro goela abaixo!

Não pude me conter. Cai na gargalhada junto com Natalie. Elise acabou por tomar alguns goles da bebida. Celeste e Natalie tomaram mais um copo, em quanto eu arrisquei mais um gole. Procurei não comer mais nada, afinal não queria vomitar.

Estavamos...bêbadas? Bêbadas de verdade? Ou podia chamar aquilo de falta de juízo?

Kriss também veio se juntar a nós. Ela estava muito "animada" e isso a fez exagerar na quantidade de champanhe que tomava, já que ela ODIAVA vodca.

-Kriss...-comecei -não acha que está bebendo além da conta?

-Não. Hoje...

-É uma ocasião especial-todas nós completamos em coro.

-Isso mesmo. Agora você, América Singer, a que desafiou o rei em público, deu uma joelhada em Maxon no seu primeiro encontro...

-QUEEE?- as outras praticamente gritaram, em uma mistura de horror, incredulidade e uma sádica adoração.

-De repente- Kriss continuou e ignorou completamente a surpresa das outras- VOCÊ está me dizendo o que devo fazer?

-Quer dizer...que agora é VOCÊ que está fazendo as coisas idiotas e sou EU que está te mandando parar.

-Deus - ela tomou o que devia ser o seu cinto copo - quando trocamos de lugar?

Só sei que depois de um tempo - de gritaria e folia - sai do grande salão esbarrando em um monte de outras pessoas na mesma situação que a minha. Andei pelo corredor, ou melhor, tropecei pelo corredor a procura do meu quarto. Me apoiei em uma parede com a mão, tentando preservar o resto de sanidade que ainda tinha. Respirei fundo, colocando a mão na cabeça. Desmanchei a traça - não que ela já não estivesse destruída - e passei a mão pelos cabelos, tentando me recompor.

Ou vi um tropeço. Não. Não era meu

Mesmo com a visão borrada, vi uma silhueta masculina se esgueirando pelos corredores.

-Max?

Ele virou o rosto. Sim. Era o Maxon. O cabelo bagunçado, a gola da camisa suja nos lados, os dois primeiros botões do paletó estavam desabotoados, em quanto o outro estava arrancado.

-America? O que está fazendo aqui?- ele se aproximou.

-Acho que o mesmo que você.

Permanecemos em silencio. Peguei suas mãos. Quer dizer, não fui eu. Foi só o meu corpo. Sorrimos sem motivo nem um.

-Acho que exagerei no cham...-ele começou.

-Shiii-coloquei o dedo na frente da boca, fechando os olhos- estou com dor de cabeça...

-Já?

-Não me julgue. Eu também acho que exagerei.

Estávamos praticamente susurrando. As testas já estavam coladas. As respirações lentas.

-Estou horrível, não estou?

-Não minha querida. Continua muito bonita.

-Não sou sua querida.

Fiquei parada enquanto as pontas dos dedos de Maxon deixaram minhas mãos e traçavam círculos na linha das costelas, movendo-se levemente, mais para baixo, seguindo as curvas dos seios.

"Isso é loucura", pensei, quando as mãos dele deslizaram para minha cintura, para puxar-me para perto, unindo os corpos até que não houvesse nem um milímetro de espaço entre os dois. Escutei algo que parecia mais taças sendo jogadas nas paredes, vindo do salão. A festa realmente estava chegando ao seu ápice no quesito loucura.

Sem qualquer aviso, Maxon atacou meus lábios com o seus. "O.k, agora quem está ultrapassado o quesito loucura somos nós". Curvei a cabeça para o lado, em quanto ele continuava usando a boca para abrir a minha. A pressão que fazia era tanta que acabei recuando um pouco.

-O que está fazendo...?

-Matando a saudade- ele respondeu simplesmente.

Dessa vez fui eu que o puxei para perto. Nossos lábios se encontraram de novo em uma pressão ainda mais forte. Chegava até ser dolorido, afiado e com uma pitadinha de desespero e uma fome quase descontrolada. Senti gosto de sal e do álcool, que era o gosto mais predominante. Ainda senti o engasgo da respiração de Maxon. Então suavizou em um controle forçado, mas ainda senti o desespero por mais em seus movimentos. Maxon era sempre muito cuidadoso, e acima de tudo, doce, mas agora não estava sendo. Deslizou as mãos pelo corpete do vestido, agora todo amarrotado. Ele quase me levantou, de modo que o corpos estivessem colados. Ele estava contra mim, o comprimento longo do seu corpo ao mesmo tempo rígido, mas não frágil. Meus dedos agarravam com firmeza os seus cabelos, tão forte que devia estar doendo.

Agora suas mãos não estavam mais nas minha costas. Apalmavam a parede descontroladamente, até sermos jogados para trás. Aquilo não era uma parede, e sim uma porta de um quarto qualquer. Logo estava novamente comprimida contra a parede. Agora eu literalmente estava na ponta dos pés. Os poucos centímetros que Maxon tinha a mais que eu não tinham importância. Depois eu fiquei me perguntando "por que eu fiz isso, oh senhor", quando e desabotoei o resto dos botões em seu paletó. Abaixei o olhar. Suas pupilas estavam dilatadas.

Percebi uma movimentação estranha atrás de mim. Fiz um sinal para que ele me deixa-se de pé. Depois disso - com um sorriso perverso - guiei as suas mãos até a parte de trás do vestindo, deixando seus dedos tocarem o fecho, que ele desdeu com muito gosto.

-Senti tanto sua falta - ele sussurrou no meu ouvido me fazendo arrepiar, depois depositou um beijo em meu ombro assim que a única alça cedeu e caiu para o lado.

-Também poliglota.

Mas não estava nem querendo saber de papinhos românticos ou algo do tipo. Tudo o que mais desejava era arrancar aquela maldita camisa. Que ódio desses malditos botões. Ódio e inveja. Inveja de Maxon. Para ele, foi até que bem simples abaixar o resto do fecho, até o corpete estar tão largo que escorregou, deslizando pelos braços, barriga até chegar no chão.

É, as coisas estavam bem injustas.

Maxon de supetão agarrou firme nas minhas coxas e me ergueram até eu estar um pouco mais acima de sua estatura, me segurando no colo. Segurei firme nas suas costas e ombros, em quanto ele me carregando até...possivelmente até Nárnia .

Senti as minhas costas aterrissarem em algo macio, para ser mais exata, um colchão. Estávamos em algum quarto de hospedes ou algo assim. Não sei porquê, mas a preocupação de estarmos em algum quarto de uma das selecionadas ou algo do tipo simplesmente desapareceu, afinal, achado não era roubado.

Eu já estava descalça. Maxon tirou seus sapatos e meias e se deitou ao meu lado.

Arranquei sua camisa das calças e repascei os botões. Logo aquela %@#$*& não estava mais no nosso caminho.

-Ames...-Maxon sussurrou quando passei os dedos pelos cós da calça, curvando a mão em sua cintura. Era o mesmo apelido que May me chamava, e mesmo que não fosse sua figura dócil e inocente ali, me ajudando a diminuir a pressão feita sobre mim nos últimos dias, aquilo foi muito reconfortante.

O meu polegar tocou o osso de seu quadril e puxou para baixo. Ele deslizou para sima de mim, lentamente, apoiando os cotovelos em ambos os lados dos ombros. Nossos olhos se encontraram. Ele abaixou a cabeça lentamente até os lábios apenas se tocarem. Me curvei pra cima, querendo encontra a boca dele com a minha, mas ele recuou, acariciando a linha da garganta com o nariz.

Não aguentei esperar dar a volta por cima e revidar aquela pequena e irritante provocação. Puxei ele pelos cabelos fazendo gemer baixinho de dor e empurrei seus lábios contra os meus.

Meu joelho tombou para o lado, e meu quadril se alinhou com o dele, recebendo um pouco do seu peso. Não estava ligando para posição um pouco inconveniente, na verdade, sentia que iria enlouquecer se ele parasse de avançar.

Inverti as posições, ficando sentada em com dele. Arranquei o maldito cinto da sua calça e joguei pra longe. Maxon deu uma risadinha maliciosa e quando fui abrir seu zíper, ele puxou pelos braços, me fazendo cair em cima dele, com os olhos arregalados.

-Seu maldito poliglota...-sussurrei. Cada gesto, cada movimento foram ficando cada vez mais ousados...

AUTORA:Dai pra frente foi apenas trocas de salivas.

America: É serio mesmo que vai fazer piadinha em um momento com esse?

AUTORA: Miga, quem vai transar aqui vão ser vocês, EU estou encarregada apenas de escrever *batendo palmas* AGORA SILENCIO! VAMOS RECOMEÇAR EM TRÊS, DOIS, UM... AÇÃO!

America:Pfff...

Assim que o ar se fez necessário e nos separamos, Maxon e eu estávamos de joelhos. Minhas mãos na sua cintura, em quanto as deles estavam nas minha costas.

Ouço um barulho seco de "clic", seguido por outro.

"clic"

Tenho que admitir que aquele sutiã era um dos mais "peculiares" que já tive o DESPRAZER de usar. Tive que pedir ajuda a pobre Anne que estava ocupada com outra tarefa, só pra me ajudar a colocar o instrumento de tortura. Ou Maxon sabia bem até demais sobre esse tipo de "técnica", ou seu desespero já tinha chegado em um nível tão rard...que...que...agora seria o que Deus quisesse.

Pouco me importei quando Maxon não fez mais nada, apenas encarou, sem nem um pingo de vergonha. Não era isso que pessoas normais - que não ligavam para sua ações pois alegavam estar bêbadas - fariam?

Ele mordeu o lábio inferior. Dessa vez eu o empurrei de um jeito quase violento para que voltasse a se deitar. E literalmente, depois ele "revirou" o jogo, ficando por cima de mim novamente, correndo os lábios pela minha clavícula. Não fiz nada além de suspirar e agarrar o lençol com força quando essa trilha segui caminho até os seios.

Agora sim, o resto de sanidade que eu guarda dentro de mim se foi completamente. Aquilo não era experiência. Não era instinto nem nada do tipo. Era apenas nós dois. Não os mesmo jovens "virgenzinhos", confusos e impulsivos do abrigo. Agora parecia que eles tinham sido possuídos por almas mais sedentas e ousadas.

Tudo tinha desaparecido. Insegurança. Seleção... e até o tecido.

Não estávamos mais nos beijando, e sim nos devorando.

Deveria ter ficado constrangida com a cena: Roupas espalhadas por tudo que é lugar. A cama já toda, completamente bagunçada. Maxon entre meus joelhos, agora flexionados. Mas covardemente colocava a culpa por sermos jovens demais, bêbados demais. Inconscientes demais. Culpava essas razões pelo que estava acontecendo. Culpava mesmo quando nossos corpos ficaram unidos mais uma vez.

Maxon enterrou a cabeça entre meu pescoço e o ombro. Mordi a própria mão tentado abafar os sons que fazia. Mas ficou cada vez mais difícil, principalmente quando Maxin começou a se mover.

Estava acontecendo. De novo. Mas era diferente

Agarrei com força seu cabelos, em quanto ele continuava se agarrando na minha cintura, sussurrando meu nome. Sabia. Aquilo era loucura. Uma loucura que cometíamos pela segunda FUCKING vez, o que deixava tudo ainda mais tentador. Era divertido como insistiam em controlar nossas vidas, e era mais divertido ainda o fato de teimarmos em ser jovens delinquentes.

O grito abafado de ambos indicava isso. Agora estava mais que consumado.

Com a respiração ofegante, caímos um do lado do outro, em silêncio , mas por dentro, gritávamos: [email protected]


Notas Finais


De novo, ficou bem idiota. Por favor, não admitam que ficou muito explícito para uma fic 16. pois também me sinto uma delinquente. Mas eu AUMENTO pra 18...se for da vontade de Vossas Altezas...
(PS: vcs devem ter notado que eu costumo editar muito essas cenas, mas é que me aparecem ideias novas...e...e [email protected])


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