História Não tenha medo - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~BlueFireOkumura

Postado
Categorias Teen Wolf
Tags Boy Lovers, Colegial, Romance, Yaoi
Exibições 5
Palavras 3.834
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Um dia normal, para um sobrenatural


Acordei porém não abri os olhos, queria sentir o Liam perto de mim ainda. Me mexi um pouco para ficar mais perto dele. Foi ai que notei, minha ereção matinal, Puta Merda, eu to grudado nele, tipo meu pau ta colado na bunda dele.


Afastei minha cintura porém não meu peito ou meu rosto da curva de seu pescoço. Beijei sua nuca, e apertei sua mão, não resisti chupei o lóbulo de sua orelha e mordi levemente enquanto a puxo.


Ele gemeu baixinho meu nome. Deus desce aqui e ajuda, a carne é fraca. Ele moveu sua cintura até encostar no meu pau assim que encostou ele se mexeu um pouco, ai eu gemi baixinho.


— Bom dia meu Lindo — voz rouca de quando acordo.


— Bom dia meu Grandão — voz de manha, tipo “Não quero me levantar”.


Beijei seu pescoço, e trilhei até seu ombro.


— E… Lih — ele murmurou um simples “hum…”não está te incomodando?


— Você está assim desde quando eu acordei — sua orelha ficou vermelha — não me incomodo porque já é a 3° vez, toda vez que dormimos juntos sua situação era essa — eu nem tinha percebido.


— OK — Fechei os olhos e aproveitei o momento.


Ao respirar senti o cheiro do Liam. Deixei meu rosto próximo a sua nuca, com a ponta de meu nariz tocando-lhe a nuca. Ficamos daquele jeito até ele dizer que estava com fome. Nós levantamos da cama, assim que seu rosto foi virado para mim dei uns selinhos demorados.


Fomos até umas caixas, as caixas estavam escritas o que tinha em seu conteúdo tipo comida, roupa, limpeza essas coisas. Liam se ofereceu para me ajudar a arrumar tudo mas achei que seria pedir demais dele. Achamos as toalhas, sabonetes e umas roupas. Tomamos banho juntos — carícias, beijos, olhadas e talvez um tapa e uma encoxada na bunda Liam. Fizemos nossas higienes matinais e vestimos roupas folgadas mesmo, tem uma lanchonete no final da rua.


Vesti Um short jeans azul escuro, uma regata preta gola U e um cross e ele um short azul claro, uma camiseta branca e sandálias pretas. Peguei a carteira e as chaves.


Sai do Apê e percorremos o corredor indo na direção do elevador, antes mesmo de chegarmos ao elevador ele pegou minha mão. Olhei para ele e vi ele encarando a aliança em minha mão.


— Ei — levantei seu rosto e deslizei a ponta de meu polegar pela sua bochecha — você está arrependido de ter aceitado? — to com o cu na mão.


— Que? — ele me parecia surpreso — Claro que não! — soltei o ar que nem sabia que estava prendendo — Só que… foi meio inesperado, meio rápido demais — ele olhou para o chão — Vo-Você está arrependido? — senti cheiro de ansiedade.


— Claro… — deixei a frase interrompida e vi seus olhos se voltarem para mim com uma tristeza indescritível — que não estou arrependido, te conhecer foi perfeito, tudo em você me prende de um jeito que é impossível eu te largar — peguei sua outra mão onde estava o anel e plantei um pequeno beijo em cima do anel — meu Namorado, só meu.


— Uhum — ele fez voz sexy — seu, só seu.


O elevador chegou e nós entramos, encostei minhas costas na parede daquele cubículo e puxei Liam pela cintura para perto de mim, enfim quando eu o puxei ele acabou com as costas junto ao meu peito com meus braços rodeando sua cintura o prendendo, e deixei um chupão em seu pescoço. E ele deixou o ar escapar.


— Theo, para vai deixar marca — ele deixou um gemido escapar.


— Melhor ainda — mordi sua orelha, sei que ele se derrete se morder — assim todos saberão que você tem dono.


Beijei, mordi e chupei seu pescoço enquanto puxava seus corpo para mais perto de mim. Ele gemia baixinho. Parei antes que a coisa se intensifique. O elevador parou e nós saímos, fomos calmamente até a lanchonete, passei meu braço pelos seus ombros e ele agarrou minha cintura.


Caminhamos um pouco e avistamos a lanchonete, ouvi a barriga de Liam roncar e eu fiquei rindo. Ele subiu minha camisa ativou as garras e ameaçou perfurar minha pele. Aquilo enviou arrepios por todo meu corpo. Dei um sorriso e beijei sua testa.


— Faça isso que eu ou quebro ou desloco seu pescoço — sorriso maligno e olhos de Werewolf, ativei as presas também.


Chegamos na lanchonete que é bem aconchegante, não é uma lanchonete é um café. Pedi um pedaço de bolo de cenoura com cobertura de chocolate e um copo médio de café preto. Essa criança aqui do meu lado pediu 2 hambúrgueres e um milkshake Skimo.


— Não sei como não engorda — falei e dei um beijo rápido nele.


—  Pode se dizer que sou magro por causa do Lacrosse — mordeu o hambúrguer, e deixou o canto da boca sujo, claro que eu limpei com o meu dedo e lambi — e Faço academia, tem umas garotas no colégio que fariam de tudo para pegarem um jogador.


— Acho que vou virar um jogador de lacrosse — joguei no ar e levei o café à meus lábios, estava quente e delicinha.


— Eu não deixo — eu vi um vislumbre de olhos brilhantes aparecerem — eu não vou dar chances aos abutres de tentarem roubar o meu namorado — ele fez biquinho e me olhou tipo “Nem pense nisso”.


Não vou negar estava fofa aquela carinha dele, me inclinei e prendi aquele  bico dele entre meus dentes e o puxei. Aquilo se transformou num beijo de tirar o fôlego. Separei e dei uns selinhos nele.


— Não há nenhum ser que consiga te substituir na minha vida Lih — falei baixinho no seu ouvido com voz rouca, tinha uma mão em sua coxa.


— Acho bom — ele ta fazendo cara de raiva, mas sei que por dentro ta se segurando para não me agarrar ali — Vou ao banheiro.


Ele se levantou e saiu. Ri baixinho daquela situação. Voltei a comer meu bolo. Deus abençoe a pessoa que viu um bolo de cenoura e calda de chocolate e juntou essas duas perfeições. Depois que Lih saiu uma mulher veio até mim e ficou jogando conversa fora.


— Sério — ela parecia surpresa, usava um short curto e uma regata gola U — não acredito que você é assim todo em cima, e não faz academia.


— Fazer o que? — de fato nunca fiz — Deus que quis.


— Bem Theo, quando anos você tem? — ela se sentou apoiou o queixo na palma de sua mão.


— Tenho 16 Rachel — encostei as costas na cadeira e cruzei os braços — E você, quantos anos a senhorita tem?


— Não é nada educado perguntar a idade de uma dama — tom de ofendida — Brinks, tenho 25 e meio.


— Nossa — me surpreendeu, e que com apenas 25 aninhos ela ainda tem o corpo de uma mulher de 17 — Quem vê diz que tem menos — ela corou e eu sorri.


— Olha Theo, não sei se você trabalha ou só estuda — ela usou um tom sério — mas você é bonito, eu trabalho numa agência de modelos, eles estão à procura de um modelo masculino — ela abriu a bolsa e tirou um cartão e me entregou — de uma passada lá amanhã, acho que você não se arrependerá.


— Claro Rachel — sorri, afinal minha grana não esta alta — vou sim, obrigado pela indicação.


— Ah e quando chegar lá diz que Rachel mandou — ela se levantou e arrumou suas coisas estava quase saindo — Tchau gato — beijou minha bochecha.


— Tchau Rachel — sorri e acenei,  nesse momento Liam chega.


Meu Deus, só fudeu.


— Quem era aquela Piranha que tava aqui? O que ela estava fazendo aqui?— educado não é meu namorado?


Primeiro, não pode chegar e xingar as pessoas sem conhecê-las antes; Segundo, nome dela é Rachel — ele me olhou com raiva, putz meu! — Terceiro ela estava me oferecendo um emprego; e Quarto não precisa ter ciúmes, sou seu, só seu, já disse — tomei um gole de café e comi o que ainda tinha do bolo.


Ele ficou um tanto triste. Se sentou na cadeira e comeu o que ainda restava do hambúrguer, só ¼. Ele disse que precisava ir no banheiro limpar as mãos. Antes dele se levantar puxei ele e fiz ele se sentar no meu colo, abracei sua cintura e o prendi num beijo.


Ele ficou estático depois retribuiu, Jesus. Acho que nunca gostei tanto de alguém. Ele passou um braço por trás de minha cabeça e com a outra mão acariciou meu rosto, segurei sua cintura bem firme como se caso não segurasse ele fugiria.


— Você, não precisa se preocupar com todos que cheguem perto de mim — encostei nossas testas e roubei um selinho — você é único. Eu sou apenas seu, quantas vezes terei que dizer isso para você, hein Lih?


— Quantas forem necessárias — ele me calou com outro beijo, dessa vez rápido.


— Vamos — soltei ele é ele saiu de cima do meu colo — Vou pegar a conta, depois vou deixar você na sua casa, tenho uns assuntos a resolver.


— Uhum — ele saiu e pegou segurou minha mão levou até os lábios e deixou um leve beijo em cima do anel.


Fomos até o caixa e paguei a conta. Quando saímos ele disse que precisava pegar suas roupas na secadora. Subimos para o apartamento ele foi para a área de serviço e eu fui para o quarto, tomei um banho, escovei os dentes e troquei de roupa. Uma camisa social azul, casaco de couro preto, uma calça jeans preta, um tênis azul escuro e meu anel prata com detalhes pretos. Peguei a carteira, as chaves e os capacetes e esperei ele na sala.


Ele usou o banheiro da sala e quando saiu, infelizmente não estava só de toalha. Calça jeans preta, e uma camisa ¾, touca cinza e um tênis branco. Ele veio até mim pegou um dos capacetes e me deu um selinho. Descemos para a garagem, subimos na moto e partimos.


Deixei ele na esquina de sua casa, para não criar suspeitas. OK, rolou um beijo de tchau sim. Tenho que falar com o Derek, arrumar aquele apartamento, comprar o que estiver faltando e tal.


Fui na direção do loft do Derek, cheguei até que rápido, só que ele não estava.


— Oi Chris — comprimentei ele assim que o vi — Sabe onde está o Derek? Preciso falar com ele.


— Oi Theo, ele tá na empresa, o assunto é só com ele? — acho que talvez ele saiba me responder.


— Só queria entender o porquê dele ter me dado um apartamento — falei e me sentei no sofá — Ele tinha dito que pelo que eu fiz, mas eu não fiz nada.


— Sabe a Hamamelis que você deu para ele? — concordei — hamamélis é uma planta medicinal chinesa, usada para fazer chá ou uma pasta, em humanos normais o efeito é lento, porém bem eficaz, ajuda a curar sem deixar sequelas e não deixa infeccionar.


— Ta, isso eu sei, eu só dei um pouco de Hamamelis para o Derek — dei de ombro — o que tem demais? Ou ela tem um efeito diferente em sobrenaturais?


— Tem sim, em seres sobrenaturais ela é mais efetiva, podendo até mesmo anular o Wolfsbane se combinada com os ingredientes certos — ele se sentou na poltrona.


— OK, eu dei um pouco de Hamamelis ao Derek, eu misturei com outras plantas para o efeito ser mais efetivo mas não foi nada — falei um pouco curioso. Afinal o que eu fiz para merecer um apartamento todo mobiliado.


— Derek estava ferido por uma flecha mergulhada em Wolfsbane, aquele Chá que você deu para ele fez o efeito do Wolfsbane retroagir até sumir do organismo dele — ele se levantou e se sentou ao meu lado no sofá — outra vez ele foi ferido por um Alfa, feridas feitas por Alfas demoram semanas para saírem, você fez uma pasta que o ajudou na cura que foi realizada em apenas 4 dias.


— OK, ajudei ele a curar alguns machucados sérios, mas não foi algo tão poderoso ao ponto de que caso ele me retribuísse o favor seria um apartamento — expressei em minha voz um pouco de temor, ninguém dá nada sem querer algo em troca — olha, eu não posso aceitar. Fiz aquilo tudo para ser amigo do Derek, mas não sou tão íntimo ao ponto de ele me dar um apartamento.


— Conheço o Derek, ele não vai aceitar um não como resposta. Aceite, ele falava comigo pelo celular e Whats, ele dizia que você é engraçado, um bom menino, gentil, educado porém agressivo quando necessário. Ele gosta de você. Por favor aceite.


— Já vi que com o senhor não tem discussão certa. Bem já que não posso negar o apartamento, então agradeço pelo apartamento. Eu já vou indo, desculpe o incomodo.


— Você não incomodou Theo, boa viagem.


Dei um sorriso e sai pela porta, fui até o elevador e o chamei, pensei em Elena, não falei com ela direito nesses dias. Peguei meu celular e disquei o numero 1 coloquei para chamar e esperei. 1 toque e nada, 2 toques e nada, essa piranha tem a mania de só atender no 3°. 3 toque ela atendeu.


— Oi — falei em voz calma esperando ela gritar, afastei um pouco o celular do meu rosto.


THEOO — acho que fiquei surdo — porque não me ligou antes?


— Desculpa Elena — o elevador chegou entrei e apertei o botão — Estive muito ocupado nesses dias.


— OK então, como foi a introdução ao Mundo Sobrenatural? — aquele tom de brincadeira dela às vezes me irrita.


— Foi bom, aprendi como usar as garras, ganhei um apartamento, tô namorando o Liam — esperei uns segundos para ela processar isso tudo.


— Pera… QUE??? — Nem um pouco escandalosa né — NAMORANDO??? APARTAMENTO??? Explique isso.


— OK, primeiro respire — ouvi o som de um suspiro — ganhei o apartamento do Derek, lembra que eu dei Hamamelis para ele? — ouvi um Sim— Hamamelis em humanos são ótimas plantas, ajuda a curar sem deixar sequelas, não deixa infeccionar e não deixa cicatriz. Em seres sobrenaturais o efeito é maior, podendo anular até Wolfsbane, eu acho que ajudei o Derek a curar-se de 2 feridas extremamente fatais, ai ele me deu o apartamento todo mobiliado.


— Nossa! OK, Hamamelis em troca de um apartamento com móveis incluso. Agora o namoro.


— Pedi o Liam em namoro, ontem, levei ele para jantar, conversamos, comemos, e por fim levei ele até o jardim, me declarei e fiz o pedido, com direito a alianças e tudo.


— Espero que você não sofra caso não dê certo, contudo desejos-lhes muitas felicidades, afinal a parte das maldições já acabaram — acho que ela sorriu.


— E apois — sorri também — Elena vou voltar para ai depois que eu arrumar aqui OK?


— Pode vir, sério, aqui ta chato sem você — voz de manha.


— OK OK, tentarei ir, se o negócio de modelo der certo poderei ir na sexta e volto na terça.


— Pera, como assim modelo?


— Uma mulher me chamou para ser modelo. Vou fazer o teste, minha grana tá acabando. Hehe.


— Boa sorte Theo, você consegue, afinal você é bem bonito, se não fosse meu melhor amigo eu te pegava — não aguentei e comecei a rir.


— Lena, vou ter que desligar, vou arrumar o apê, e comprar algo caso falte.


— OK, beijo Deer — ai como senti falta dessa louca.


— Beijo Cow — desliguei e subi na moto.


Não demorou muito e eu já estava em casa, é estranho chamar esse apartamento de casa. Espero me acostumar rápido. Ao chegar no apartamento tirei a camisa e troquei a calça por um short folgado. Só então Comecei a arrumar, eram umas 10 da manhã terminei às 1:00 da tarde, no fim não tive que comprar nada. Fui na varanda onde tinha posto as plantas, um vaso com a Hamamelis está ali no cantinho. Em pensar que a planta que minha mãe me deu, me rendeu um apartamento.


Voltei a sala e me joguei no sofá de couro. O apartamento tinha 2 quartos, cozinha separada da mesa por um balcão, sala de estar com uma TV enorme, sofá de couro, uma mesinha e um hacker, área de serviço e a varanda. É um bom apê isso eu confesso. Resolvi tomar um banho.


Depois do banho, vesti só um short e fui para a sala. Liguei o som e fui cozinhar. Fiz macarrão e fritei uns pedaços de carne de porco. Fiz suco de maracujá e me sentei na mesa. Comi e limpei os pratos sujos. Voltei a sala, conectei o celular a TV e botei um filme qualquer para passar. Acabei assistindo Duff — Você conhece, tem ou é. Senti falta do Liam e da Elena. Resolvi e então chamar o Liam para dormir aqui comigo, ele aceitou. Fiquei conversando com a Elena a tarde toda. Tinha posto a massa do cuscuz de molho as 6 da tarde.


Deu umas 7 horas e mandei uma mensagem para o Liam dizendo que estava indo busca-lo, troquei o short por uma calça e coloquei uma camisa qualquer, ele disse apenas um OK. Fui e voltei, assim que entramos no apê ele disse que estava mais bonito assim arrumado.


— Liam — chamei a atenção dele — tá muito quente, se importa se eu ficar só com um short?


— N-Não — ele corou — você tem outro pra mim, tá muito quente mesmo — concordei e fomos para o quarto.


Trocamos de roupa ali mesmo, e no meio daquilo acabamos tirando um a roupa do outro.


Puxei sua cintura para mim e começamos um beijo selvagem, minha ereção estava sendo prensada contra a coxa dele, e a dele contra a minha. Deslizei minhas mãos pelo corpo dele, deixei uma mão em seu pescoço e outra na barra de sua camisa. Ele deslizou suas mãos por todo meu corpo, mas pararam na barra de minha camisa, ele começou a puxar e eu levantei meus braços deixando livre para a camisa sair.


Depois dele tirar minha camisa, tirei a dele, ataquei seu pescoço e ele gemeu meu nome, Puta Merda, desci a trilha até seus mamilos, chupei cada um e continuei minha trilha, beijei cada um daqueles gominhos dele, desabotoei sua calça e desci o zíper, abaixei sua calça revelando sua box branca. Subi tudo e o beijei, ele me retribuiu e aprofundou, ainda em pé ele tirou minha calça e roçou nossas ereções.


Comecei a empurrá-lo para a cama, teria feito ele meu naquele momento só que senti um fraco cheiro de medo no ar, então achei melhor parar, fui no banheiro e lavei meu rosto. Vesti um short e sai. Ele estava sentado com o rosto em suas mãos.


Me sentei ao seu lado e beijei seu ombro.


— Ei — ele virou seu rosto pra mim e vi lágrimas escapar daqueles lindos olhos azuis, essa imagem partiu meu coração em milhões de pedaços — o que houve?


— É só que… Tenho medo — coloquei uma mão em sua cintura, outra atrás de seus joelhos e o fiz sentar-se no meu colo, onde ele se aninhou — tenho medo de que… isso seja uma perfeita ilusão… de que eu não consiga te fazer feliz… de que esse amor que sentimos acabe… tenho medo de que eu acabe te machucando e me machucando.


— Lih — ele levantou seu rosto do meu peito e prendi seus lábios junto aos meus, foi calmo, porém ótimo, era incrível como seus lábios se encaixavam tão bem nos meus, separei e roubei uns selinhos dele — No dia em que eu não te amar, me interne pois estarei louco. Eu to aqui, sou o cara mais feliz do mundo por ter você comigo. Eu sou viciado — ele me olhou curioso — e minha droga é você.


Ele me abraçou como se o mundo fosse acabar, e sussurrou em meu ouvido.


— Obrigado — voz falhada imersa o soluços.


— Sabe que eu estarei aqui com você, para o que der e vier — beijei seu pescoço enquanto ele murmurava um simples Uhum.


Ele soltou meu pescoço e se aninhou ao meu peito onde traçou linhas imaginárias e eu continuei abraçando ele. Ficamos daquele jeito até a barriga dele roncar, soltei um pequeno riso e o chamei para jantar. Ele aceitou e eu o levei estilo princesinha, ele segurou meu pescoço e me roubava selinhos até chegar na cozinha.


Coloquei meu príncipe sentado no balcão e fui botar o cuscuz no fogo, coloquei uns pedaços de carne no fogo baixo e fui namorar um pouco, ele ainda estava sentado no balcão, fiquei entre as suas pernas e segurei sua cintura, ele pôs as mãos atrás de minha nuca e assim nos beijamos.


Foi envolvente, calmo, necessitado, saboroso de fato. Deixei seus lábios e encostei nossas testas.


— Me pergunto — quebrei o silêncio, mas não nos separamos — Como que eu fui me apaixonar por você ? Assim fui tudo muito rápido. Mas não me arrependo da escolha que eu fiz — roubei um selinho dele e sorri ao final.


— Também não me arrependo, mas que foi rápido, foi. Agora, como que eu fui me apaixonar por você? Eu não sei — ele fez uma pausa dramática — talvez tenha sido pelo seu corpo, ou pela sua personalidade. Não, acho que foi pelo conjunto todo. Desde suas perfeições a suas imperfeições.


Nos beijamos, teríamos ficado daquele jeito por muito mais tempo, se eu não tivesse me lembrado da comida. Virei o lado da carne e olhei o cuscuz, ainda não estava no ponto, mas estava perto.


Fiquei na boca do fogão um pouco até que senti braços envolverem a minha cintura e um rosto tentar ser escondido nas minhas costas. Senti beijos, chupões e mordidas serem distribuídos de minha nuca a meu ombro, depois meu lóbulo foi abocanhado e chupado. Gemi baixinho, Puta Merda, Liam quando quer me excitar ele consegue sem dificuldade.


— Liam — falei e ele disse um Sim?” de forma tão sexy que eu to quase pra virar agora e estuprar ele — se isso continuar, vou queimar a comida e te foder aqui mesmo.


— … — ele não disse nada, sabia que ele estava corado — você não vai deixar a comida queimar, não vai me foder ainda, e eu vou continuar.


E assim se sucedeu a noite, com carícias, beijos roubados, filmes, e por fim dormimos virado um para o outro, minha mão pousada em seu quadril e ele parecia que queria se esconder no meu peito, dei meu braço para ele deitar. E assim vi que, estou dependente desse garoto. Não sei mais viver sem ele, sem seus toques, sem seu jeito, sem seus beijos.


Não quero forçá-lo a nada, mas tá difícil segurar a barra.


Olhei para ele dormindo. Céus, como um garoto pode ser tão lindo assim? O melhor de tudo é que ele é meu.


“Mãe, Acho que encontrei quem me faça feliz, quem me complete como a senhora diria”


Dormi com aquele pensamento.



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