História Não tenha medo Marcy - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Hora de Aventura
Personagens Marceline, Princesa Jujuba
Tags Duda Eu Te Amo, Eu Te Amo Muito Duda, Fora Temer, Já Disse Que Te Amo Duda?, Kid!bubbline, Te Amo Duda, Tentativa De Fluffy
Visualizações 34
Palavras 1.172
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drabble, Fantasia, Ficção, Fluffy

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom... Primeiramente: eu amei muito escrever essa historinha (me deixou muito feliz), escreve-la me deixou feliz porque ela tem um significado muito grande pra mim.
Segundamente: Duda tu tá ficando velha! q (essa frase não pode faltar no aniversário de ninguém), Duda você é uma pessoa incrível. Você sempre esteve do meu lado, me ouviu quando eu queria desabafar e me fez sorri como uma idiota várias vezes quando eu estava triste. Você me conquistou na primeira frase (mesmo que esta tenha me feito duvidar de sua sanidade rsrs), eu só tenho que agradecer a Taegod por estar na Tl no dia em que nos conhecemos. Espero que você continue com esse seu jeitinho cativante de ser, não é atoa que você conquista todos a sua volta (quem não ama Maria Eduarda nesse site? q)
Resumindo: EU TE AMOOO MUITO <333 espero que todos os seus dias sejam repletos de felicidade e que você sorria tanto quanto me faz sorrir.

Feliz aniversário meu anjo <3

ps1: ignora os erros rs

Capítulo 1 - O menino sol que nunca queria dormir


Fanfic / Fanfiction Não tenha medo Marcy - Capítulo 1 - O menino sol que nunca queria dormir

- Agora nós temos que ir dormi Marcy. - Foi o que a garotinha cor de rosa disse depois de ganhar a partida de xadrez que ela insistiu para a vampirinha jogar consigo. Mas a pequena Jujuba não sabia que isso era a última coisa que a vampirinha queria escutar. A vampirinha estava com medo.

 Ela estava com muito medo do escuro.

A vampirinha estremeceu em apenas pensar em dormir sozinha em sua cama e pior ainda: no escuro.

Ela sentiu seus olhinhos marejarem com tal pensamento e o medo paralisar todo seu corpinho, sem perceber ela apenas olhava para o chão.

De imediato a pequena Jujuba logo notou que sua amiguinha vampira parecia perdida em pensamentos e tinha os olhinhos transbordando medo e lágrimas.

A menininha cor de rosa sentiu a preocupação apertar seu coraçãozinho, ela não sabia o que fazer nem o que a vampirinha tinha, ela parecia feliz jogando xadrez consigo.

“será que insistir pra Marcy jogar comigo foi uma ideia ruim?”

A pequena Jujuba estava quase se desesperando e resolveu perguntar logo o que a Vampirinha tinha.

- Marcy? Marcy está tudo bem? Foi o xadrez? Desculpa! Eu não sabia que você não gostava de jogar! - Agora era ela a sentir seus olhinhos marejarem.

A vampirinha finalmente parou de olhar para o chão e foi tremendo que respondeu a amiga feita de doce.

- E-Eu tenho medo... Tenho medo do e-escuro. - a vampirinha estava quase entrando em pânico. E a luz ainda estava ligada.

A garotinha cor de rosa finalmente entendeu a reação da pequena vampira, não sentiu graça da situação como outras crianças teriam. Ela sentiu a maior vontade de ajudar a vampirinha a perder seu medo do escuro, ela sabia como era sentir esse medo e sabia também que não era nem um pouco legal.

- Eu posso te ajudar Marcy! - Disse animada por ter uma ideia na cabeça que poderia fazer Marcy perder o medo.

A vampirinha olhou para ela pensando em como a sua amiga cor de rosa poderia a ajudar agora.

- Como? - disse fazendo uma expressão confusa no rostinho.

A vampirinha observou atentamente a pequena Jujuba sentar na cama e bater no espaço vazio do seu lado.

- Vem cá Marcy! Vou te contar uma história que meu pai me contava quando eu sentia medo do escuro, o nome dessa história é O menino sol que nunca queria ir dormir.  - A garotinha feita de doce disso ainda com um sorriso no rosto.

Assim que Marcy se sentou do seu lado, ela começou a contar uma história, história essa que a vampirinha prestava toda a atenção.

“Há muito, muito tempo, há milhões de anos atrás, não existia nada à face da terra… Nada de nada! Nem mesmo pessoas ou animais. Em contrapartida, o céu já era habitado: o Sol, a Lua, as estrelas… Já lá estavam todos.

Naqueles tempos, eram ainda muito novos, caprichosos, malucos e, por vezes, mal-educados. Sobretudo o Sol! Passava o tempo a passear os seus raios novos e ofuscantes, todo orgulhoso por ser o mais luminoso, o mais cintilante! Aborrecia toda a gente com os seus raios, o seu calor e a sua luz.

— Para de brilhar! Fazes-nos mal aos olhos! — diziam as nuvens.

— Apaguem-no! Não consigo fechar os olhos! — resmungava a Lua.

— Ah, estes jovens! Julgam que podem fazer tudo! — protestavam as estrelas mais velhas.

— Mas tu nunca estás quieto? — suspirava a Terra, extenuada.

— É sempre de dia! Nem podemos fechar os olhos! — diziam as pequenas estrelas, que, como todas as crianças, precisavam dormir.

Todos os habitantes do Céu, cansadíssimos, irritados, tristonhos, começaram a pensar no que fazer ao menino Sol para ele brilhar menos: fechá-lo num armário escuro, pôr lhe graxa preta…

— Isto não pode continuar! — trovejava a Trovoada. — Temos de encontrar uma solução.

E teve logo uma ideia, que contou à Lua e às estrelas.

A Trovoada teve então uma conversa com o menino Sol.

— Solzinho, tivemos uma ideia. Vais brilhar entre nós algumas horas e, depois, ala! Vais brilhar para o outro lado da Terra. Assim, fazes algumas horas conosco e algumas horas com o outro lado. Enquanto lá estiveres, eles divertem-se e nós dormimos. E enquanto estiveres entre nós, eles descansam. Assim, não precisas de parar e toda a gente ficará satisfeita!

O menino Sol saltou de alegria face à ideia de ter duas casas e, sobretudo, amigos em todo o lado.

A partir daí passou a haver noite na terra, para grande felicidade dos seus habitantes, que podem assim repousar. Foi nessa altura, aliás, que os homens apareceram, dizendo que, com um pouco de Sol durante o dia e um pouco de escuro à noite, a vida seria bem agradável na Terra.

Sabe-se que, à noite, o Sol nunca chega a desaparecer totalmente, mas que está simplesmente do outro lado da Terra, a viver a sua segunda vida, na sua segunda casa, à espera de voltar. É por isso que nunca se deve ter medo do escuro.”

 

Terminando de contar sua historia, a pequena Jujuba perguntou para a vampirinha com muita expectativa, queria saber se tinha ajudado em algo.

-Você ainda tá com medo Marcy? - ela não gostava nem um pouco de ver sua amada vampirinha com medo e esperava que a historinha tivesse tirado qualquer resquício de medo que ela sentia, mas sabia que ela ainda poderia estar com medo.

- Eu estou muito melhor... Mas você poderia dormi aqui comigo? - a vampirinha disse fazendo a sua melhor carinha de cachorro perdido, ela sabia que a sua amiga cor de rosa nunca falaria um “não” para ela quando fazia essa carinha. E como esperado, a garotinha cor de rosa não deixou de sorrir e pensar que nunca falaria um não para a vampirinha. Afinal ela amava as noites em que dormia abraçada a sua amiga.

- Que pergunta boba Marcy! É claro que eu durmo aqui com você. - Com isso a pequena Jujuba foi em disparada até a sua cama pegar seu travesseiro e cobertor cor de rosa. A vampirinha nunca sentiu tanto alívio na vida, ela se sentiu realmente bem depois da historinha do menino sol, mas o que fez ela se sentir melhor ainda foi o sorriso de sua amiga feita de doce.

 - Hum... Bonnie? Você vai me deixar quando o menino sol voltar? - Ela tinha muito medo do escuro, mas este nunca chegaria perto do medo de perder sua amiga Jujuba.

- Por que você esta fazendo tantas perguntas bobas? Eu nunca vou te deixar. Nem quando o menino sol voltar. - A garotinha cor de rosa disse sorrindo, já deitando no espaço que Marcy deixou para ela.

- Você promete? - A menina feita de doce não demorou muito para responder.

- Prometo. Mas você tem que prometer também! - ela continuava a sorrir, Marcy achava incrível como ela não tirava o sorriso do rosto.

- Eu prometo.

E foi sorrindo uma para a outra que dormiram naquela noite, sem deixar a luz acesa e sem medo algum.


Notas Finais


Eu não tenho palavras pra dizer o quanto eu amo a Maria Eduarda, simples assim.
Sabe, seria engraçado se vc dissesse que não gostou da historinha apenas pra eu responder "Tu não gosta nem de arroz Maria Eduarda" ekjifujf

Bom... é isso.

Ah! quando você sentir algum medo eu estarei lá para acabar com ele ta? ta. (mesmo q for uma barata. Eu mato ela!)


Te amo muito! nunca se esqueça disso <3


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