História Não vele, revele - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Personagens Originais
Tags Baekyeol, Chanbaek
Exibições 479
Palavras 2.898
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, e aqui estou eu depois de semanas de atraso.

Mas sem enrolação, né? Vamos ao último capítulo ♡

Capítulo 7 - Como o nós somos um, que eu te disse.


Fanfic / Fanfiction Não vele, revele - Capítulo 7 - Como o nós somos um, que eu te disse.

Eu vou te proteger durante toda minha vida.

Então está tudo bem, apenas me siga...


 

Capítulo Sete

 

Um ano havia se passado, desde a crise no casamento pelo qual Chan Yeol e Baek Hyun haviam passado. Apesar de certas mudanças terem ocorrido, o casal continuava com a mesma essência. Alguns erros que acarretaram durante os dois anos de desentendimento, ainda os assombravam, em momentos de vulnerabilidade. Mas nesse momento, quando um parecia fraquejar, o outro estava ali, pois eram um casal, uma dupla, dois pilares, duas forças.

 

Puseram em suas cabeças que eles eram bons pais, mas que para que chegassem até ali, também foram namorados. E pelo contrário do que se pensa, você não abandona um posto, para partir até outro, você carrega em si toda uma bagagem desde conhecidos, a namorados, a noivos e por fim, casados. Por todos esses caminhos trilhados, não deixaram de ser eles mesmos para se tornarem outras pessoas, apenas aprenderam a possuir mais responsabilidades e uma maior maturidade para problemas difíceis.

 

Chan Yeol continuava o mesmo nerd, mas que passou a gostar de guardar todas as suas lembranças, não fugindo mais das que também eram tristes. Baek Hyun continuava o mesmo menino de sorriso fácil, da câmera de polaroide, mas que aprendeu a sempre pedir a opinião do seu marido para todas as decisões.

 

— Papai Baek? — Charlotte chamou, vendo que seu papai estava distante, enquanto encarava seu outro papai com olhar de apaixonado. Ela gostaria muito que um dia alguém a olhasse daquela forma.

 

— Sim, sweetheart? — Baek Hyun indagou, olhando para sua princesa com um sorriso terno em seus lábios.

 

— Está se mexendo. — A pequena apontou para o celular do pai, que vibrava nervoso em cima da mesa.

 

Baek Hyun achou que havia o desligado. Ele olhou para Chan Yeol, que estava na cadeira a sua frente, sendo separado apenas pela mesa quadrangular da lanchonete onde estavam, e que Charlotte escolheu para celebrar o seu aniversário após o término das aulas.

 

Eles ainda tentavam superar aquela fase, onde o incômodo se fazia presente quando o celular de Baek Hyun tocava em momentos importunos. Chan Yeol retribuiu o olhar da forma mais compreensível e acenou para que atendesse, e assim Baek Hyun o fez. Saindo rapidamente para fora da lanchonete barulhenta, repleta de crianças e indo para a frente da mesma.

 

Yoo Ra, que até o momento comia quietinha, acompanhou seu papai sair e logo se voltou séria para suas batatinhas. Era complicado para ela ver isso também, pois tinha que dividir seu papai mais com o celular, do que com o outro papai e sua irmã caçula. Chan Yeol notou o suspiro da sua filha, que agora já estava em seus dezesseis anos, e muitos pretendentes a secando pelos corredores da escola. Era complicado ser um bom pai nessa fase. Tinha medo de envergonha-la, mas segundo fontes confiáveis, ele era considerado um pai muito “descolado”. Era complicado ser tão maneiro assim quando os moleques caiam matando em cima da garota que sempre seria sua criancinha.

 

— A Yoo Ra tem um namorado. — Charlotte falou como se aquilo não fosse nada demais, enfiando várias batatinha na boca.

 

— Charlotte! — Yoo Ra reclamou alto, os olhos arregalados pela surpresa.

 

— O quê? — Chan Yeol indagou tão calmo, que chegou a ser preocupante. Quase como se perguntasse que horas eram naquele momento. Yoo Ra fitou o pai, com expectativa, esperando qualquer coisa, menos aquela calma toda.

 

— Não está bravo? — indagou, curiosa.

 

— Eu ainda estou processando a informação, por favor, aguarde um momento. — Chan Yeol disse de forma tranquila, mas por dentro estava processando quais dos pivetes iria matar primeiro, até descobrir quem estava encobrindo aquele namoro que nem ele sabia — Okay, estamos bem. — Chan Yeol afirmou, batendo as mãos afim de limpá-las — Quem é o sujeito?

 

— Não estamos namorando. — se defendeu imediatamente.

 

— Eu trabalho com nomes. — Chan Yeol disse, fazendo um gesto com a mão no ar, como se pedisse algo.

 

— Você está tão ferrada! — Charlotte falou, enfatizando a última palavra, fazendo Chan Yeol arregalar os olhos para sua pequena.

 

— Quem te ensinou a falar isso?

 

— O Brian.

 

— Quem é Brian?

 

— Não ouse!

 

— O namorado da Yoo.  

 

Ambas falaram ao mesmo tempo, mas a audição de Chan Yeol se concentrou apenas no que sua pequena informante tinha a revelar. Quem era esse moleque?  

 

Brian...Brian...Brian...Nããão!

 

— Está namorando com um intercambista? — Então o moleque ia ficar por ali, aproveitar as praias, passar a mão na sua filha e depois ia embora? Ah, mas não mesmo!

 

— Não estamos namorando papai. — afirmou de forma aflita.

 

— Então porque ele estava te beijando?

 

— Charlotte! — Yoo Ra exauriu frustrada, cobrindo a face com as mãos pela vergonha.

 

Chan Yeol levou a mão até a boca, dramatizando tudo. Lamentando a perda da inocência dos lábios de sua filha. Seu olhar vazio estava no chão, buscando amparo nas lembranças de quando ela lhe chamou de papai pela primeira vez, quando pediu abraço em meio aos choros quando caiu da bicicleta, enquanto tentava aprender a andar nela pela primeira vez. Ser pai nunca se tornava fácil.

 

— Papai… — Yoo Ra chamou, assustada com a expressão mórbida dele — Não fique bravo comigo.

 

— Temos que contar para o papai Baek. — foi a única coisa que respondeu, estava muito ocupado num funeral interno, pela morte da inocência de Yoo Ra.

 

— Ih! Você está tão ferrada! — Charlotte repetiu.

 

— Charlotte! — Tanto Chan Yeol, quanto Yoo Ra a repreenderam.

 

— Eu iria contar, mas estava esperando chegarmos em casa. — Yoo Ra disse, levando seu olhar para o pai através da enorme janela de vidro. Ele falava e se expressava o tempo todo, e Chan Yeol captou mais uma vez o lamento da filha — Queria conversar com vocês sem que esse celular tocasse o tempo todo.

 

Como sua função era ser o pai sem noção, que tentaria de todas as formas — vergonhosas ou não — fazer suas filhas sorrirem, tratou de fazer sua parte. Ele não queria que suas filhas se voltassem contra o pai, assim como ele mesmo fizera tempos atrás. Tinha como obrigação explicar para elas o quanto Baek Hyun era maravilhoso e esforçado.

 

— Olhe bem para aquele pequeno homem através do vidro. — apontou para Baek Hyun e suas filhas o fizeram rindo, pois se Chan Yeol fosse pego chamando Baek Hyun de baixinho, ia dormir com as orelhas quentes — Sabem porque o telefone dele toca tanto? — indagou baixinho, como se aquele fosse um assunto extremamente secreto, e as meninas negaram, curiosas — Porque ele é um super herói, e o que os heróis fazem?

 

— Salvam as pessoas. — Charlotte sussurrou.

 

— Exatamente!

 

— E qual o super poder dele? Não largar o telefone? — Yoo Ra indagou com deboche.

 

— Sem o papai Baek, muitas pessoas ficariam sem rumo. — confessou — Se ele não atender o telefone, as coisas simplesmente não acontecem! Ele tem o dom de fazer as coisas que estão apenas na mente das pessoas, se tornarem realidade.

 

— Então ele é uma fada? — Charlotte indagou de forma inocente — Uma fada madrinha?

 

— Não, ele tá mais para um gênio da lâmpada, ou um mago. — Yoo Ra discordou.

 

— Não, ele é tipo o Superman. — Chan Yeol falou.

 

— Mas o Superman não tem esse poder, papai, não faz sentido. — Yoo Ra falou.

 

— Então o quê? Ele não pode ser uma fada.

 

— Quem não pode ser uma fada? — Baek Hyun falou ao se sentar.

 

— Você. — Chan Yeol disse, fazendo Baek Hyun arquear uma sobrancelha em sua direção.

 

— E porque eu seria uma fada?

 

— O papai Chan nos disse que você tem que atender o telefone sempre, porque é um super herói, e que sem você o desejo das pessoas não se realizam, mas nenhum super herói faz isso, entende? — Charlotte falou de forma séria — Isso é coisa de fada madrinha, papai Baek. Igual a da Cinderela.

 

Baek Hyun acabou gargalhando com toda aquela história. Ele olhou para o marido, passando a sustentar um olhar cúmplice e principalmente, grato. Chan Yeol não estava indo para se voltar contra si, mas estava andando ao seu lado, segurando sua mão.

 

— E o que o papai Chan é então?

 

— Essa é fácil, — Chan Yeol bateu uma mão na outra, levando-as depois para seu peito estufado — eu sou tipo o professor Xavier.

 

— Não, você tá mais para o Luffy, do One Piece. — Yoo Ra discordou, olhando bem para o pai — Até o sorriso medonho, com mais dentes que o normal, você tem.

 

Baek Hyun novamente caiu na risada, concordando com a filha e fazendo um high five com ela.

 

— Tá rindo porque? Pelo menos eu não sou uma fada. — Chan yeol retrucou e Baek Hyun parou de rir imediatamente, o olhando sério, e Charlotte vendo isso, tinha apenas uma coisa a dizer para o papai Chan Yeol.

 

— Você está tão ferrado!

 

— Charlotte! — os três à mesa reclamaram, fazendo a pequena encolher os ombros confusa, afinal ninguém havia lhe explicado que o que falava, não era apropriado para sua idade.

 

“Baek Hyun assistia a um filme, bem ao lado de Chan Yeol. Era o primeiro ano deles juntos em Brighton após a mudança. E eles aproveitavam daqueles momentos após o trabalho para fazerem algo juntos.

 

Chan Yeol mantinha-se deitado sobre o sofá, tendo as coxas de Baek Hyun como um travesseiro, recebendo um carinho do mesmo em seu cabelo. Aquilo era tão bom, nada se comparava a sensação de ter seu próprio lar, poder desfrutar da privacidade ao lado da pessoa amada. Mas para Baek Hyun, ainda faltava algo.

 

— Será que seremos bons pais?

 

— Você acha que não?

 

— Eu não sei, — comentou sincero — é um mundo novo.

 

— Se você cuidou de mim, consegue dar conta de qualquer criança. — brincou, arrancando um sorriso de Baek Hyun.

 

— Eu não vou fazer isso só.

 

— Apenas brincando, — sorriu, olhando bem para seu marido — vamos ser ótimos pais, teremos duas crianças maravilhosas, e elas irão se orgulhar de nós, pois vamos fazer com que elas sejam felizes.

 

— Isso parece tão surreal… — murmurou, compenetrado em suas lembranças, onde tudo aquilo ao lado de Chan Yeol não passava de sonhos — estar com você, finalmente casados e...construindo uma família.

 

Chan Yeol levou a mão até a face serena do marido, o admirando, por tudo que era e por tudo o que fazia. Ele poderia ter mil vidas, mas se em todas elas encontrasse Baek Hyun, não estaria só de forma alguma.

 

— Obrigado por isso.

 

— Pelo quê?

 

— Por me dar algo que eu sempre sonhei...uma família para chamar de minha.”  

 

Baek Hyun abriu a porta do banheiro, passando pelo batente e mirando Chan Yeol, que estava sentado na ponta da cama a sua frente. Ele estava com uma blusa branca longa e folgada, aquelas bem confortáveis para dormir, mas as pernas estavam desnudas, pois apenas um calção pequeno cobria sua intimidade. Acabou rindo, ele realmente amava aquele homem, e a prova era vê-lo de samba canção e não broxar com a imagem. Ai, ai...casamento!

 

— Então eu sou uma fada? — Baek Hyun caçoou, ao se aproximar, afim de ir para a cama — É isso que anda ensinando para nossas filhas?

 

— Era apenas uma brincadeira, amor. — Chan Yeol respondeu com ar de graça, pegando o marido pela cintura e o prendendo ali entre suas pernas.

 

— Eu poderia ser um bruxo, sabia? Eles também tem uma varinha e fazem as coisas acontecer.

 

— Vamos apenas esquecer isso, — disse ao beijar o abdome cheiroso de Baek Hyun, que nunca perdia aquela mania de dormir apenas com uma calça de moletom fina — que tal você pegar essa sua varinha aqui — disse ao se inclinar para baixo e deixar um selar sobre o pênis, ainda coberto, do marido — e fazer algo acontecer entre nós, hum?

 

— Não fala assim com meu pau, faz ele parecer pequeno, — reclamou, e Chan Yeol riu — eu não tenho uma “varinha”!

 

— Hoje você tá difícil, hein?

 

— Certo! Então deixa eu chupar a sua “varinha”! — enfatizou com deboche e Chan Yeol fez uma careta, realmente se sentindo ofendido.

 

— Certo, eu entendi, isso é broxante! Me desculpe.

 

— Viu?

 

— Mas eu ainda quero que me chupe, isso não se dispensa. — concluiu com um sorriso sacana.

 

Baek Hyun gargalhou alto, empurrando seu marido sobre o colchão e realmente fez algo ali acontecer. E entre aqueles lençóis, acolhidos por aquelas quatro paredes, trocando juras e palavras de amor, jamais pareciam ter passado por momentos tão difíceis.

 

Mas é um erro pensar dessa forma, pois para que haja união, a fidelidade tem que ser provada. Quem disse que momentos difíceis não une, apenas separa? Ah, muitas pessoas. Mas onde elas estão para também afirmar que são dos momentos mais difíceis que o amor se torna mais forte, firme, como uma rocha, como uma montanha. Falando assim, pode até parecer fácil dizer que o amor pode superar tudo — e realmente pode — mas geralmente são as coisas menos românticas de um casamento que nos ensinam mais sobre nós mesmos, sobre o outro, e o que realmente é o amor.

 

Quando duas pessoas se gostam e se importam em construir uma relação duradoura, sempre há algo de novo para descobrir no outro. Tudo é uma questão de vontade.

 

Baek Hyun sempre acreditou que o casamento em si, significa que você encontrou uma pessoa incrível, com a qual quer passar os próximos dias da sua vida, compartilhando todas as coisas boas e os perrengues também. Que é ter união, amor, companheirismo e ótimas noites de sexo.

 

E obviamente, tudo isso muitos já sabem...

 

Mas existem outras coisas sobre casamento, que as pessoas esquecem de relatar. Ou simplesmente a ignoram, para que assim os desavisados não desanimem, pois mesmo que o casamento não seja um bicho de sete cabeças, ele também não é para os despreparados. Pois conforme o casamento acontece, as pessoas descobrem do que são feitas. E isso é o mais apavorante! Porque com o tempo é percebido que seus medos e inseguranças podem se transformar nas pedras de tropeço da relação. E foi da forma mais conturbada que Baek Hyun e Chan Yeol descobriram isso.

 

Mas, veja bem, se você acha que em um casamento bom e verdadeiro não existem brigas e que as pessoas mudam depois que se casam, está enganado. Se você procura pela ‘tampa da sua panela’, pela ‘metade da laranja’, está procurando errado. Cada pessoa é única e traz 100% de bagagem, precisa amar-se para poder amar o outro. Há muitas pessoas certas. Não existe somente uma alma gêmea. O que existe são casais que sabem trabalhar as diferenças e semelhanças a seu favor.

 

Casamento precisa de muito trabalho e alguns limites, às vezes você vai dormir zangado e acordar ainda mais zangado. As coisas não acontecerão da forma que você quer, haverão conflitos e você descobrirá que a única pessoa que você pode mudar é você mesmo, não pelo outro, mas por sua própria sanidade. E isso é justamente a magia do amor dentro do casamento! Seres humanos não são criaturas simples. O trabalho exigido no casamento não é apenas ter paciência, mas conforme você exercita essa virtude, irá notar que ambos estão em evolução.

 

Mas não seja tão exigente consigo mesmo ou com o outro.

 

Acalme-se.

 

Não é bom decidir nem insistir quando ambos estiverem nervosos. Discussões acontecem somente com pessoas que são íntimas umas das outras. Reconheça que vocês estão sendo exatamente quem são e isso é ótimo! Deixe as emoções se acalmarem. Ouça. Reconheça que nem sempre você está certo em tudo e cultivar o orgulho só trará outros problemas. Quanto mais você apreciar seu cônjuge por quem ele realmente é, mais você o respeitará, mais o ouvirá, e ele fará o mesmo por você. O essencial é trabalharem juntos nas diferenças e melhorarem a si mesmos para uma relação total e completa como duas pessoas inteiras.

 

O casamento não é como o namoro. As pessoas evoluem e a vida acontece. Mas há uma beleza recompensadora no casamento que não encontramos em nenhum outro tipo de experiência. É uma relação repleta de altos e baixos que traz lições difíceis onde, basicamente, ninguém está completamente preparado. Mas, no final, estas são justamente as coisas que fazem a vida juntos rica de experiências e vitórias, tornam o amor real mais forte e profundo e, consequentemente, merecedor da felicidade duradoura.

 

— Onde você acha que estaremos daqui a vinte anos? — Chan Yeol indagou, na mesma posição de anos atrás, quando fizera a mesma pergunta a Baek Hyun.

 

— Fodendo, provavelmente. — falou com ar de graça.

 

Chan Yeol se permitiu rir pela mesma resposta.

 

— Eu estou falando sério.

 

— Então eu vou repetir as mesmas palavras, porque me lembro delas como se tivesse as dito ontem. — respirou — “Eu não sei exatamente como, ou onde...Minha única certeza é que estaremos juntos, porque eu jamais vou deixar você escapar de mim.”

 

— Você é realmente uma fada, que faz as coisas que quer acontecer. — disse ao fazer graça — Você disse isso há vinte anos e estamos aqui, então eu não duvido dos seus poderes.

 

— Idiota, — ralhou — você nunca deve duvidar do meu amor por você.

 

— Eu nunca duvidei, por isso tomei aquela decisão tão estúpida há um ano, — murmurou, seus olhos tão firmes nos de Baek Hyun, quanto sua alma estava interligada a dele — eu confio tanto em você, que coloquei nossos destinos em suas mãos... porque você sempre será o meu chão firme, a minha melhor realidade.

 

O casamento não é o destino...

Ele está mais para uma viagem…

Onde se trilha um caminho incerto…

Que pode trazer tristezas ou alegrias…

Saúde ou doenças…

Até que a morte os separe.

Se bem que…

Nem a morte separa um verdadeiro amor.

 


Notas Finais


Perdão a demora, mas não vou explicar o motivo, todo mundo na vida tem imprevistos e problemas haha. O importante é que o último capítulo finalmente saiu, certo?

Então pessoal, o que acharam dessa interação da família? E essa Charlotte? Nossa, amo demais ♡ E como a maioria já previa, o final foi feliz, mas não por ser feito com personagens perfeitos. Não, não! E sim pelos personagens serem tão humanos e repletos de diferenças, fraquezas e pontos fortes. Existem muitos casais bonitos por aí, que você olha e deseja ter a mesma relação, que enfrentam a mesma situação, mas o que faz o amor deles ser belo é a perseverança. Quanta lição de moral, né? haha

Uma das leitoras (beijos le-chan) sugeriu que eu fizesse outra fic que contasse como esse nosso casal se conheceu, e admito que gostei da sugestão. Mas isso claro pode ficar a critério de vocês, caso queiram, irei sim trabalhar nisso e trazer um pouco do passado desses dois ♡

Nossa, enfim o dia chegou. O último capítulo de NVR. Ao contrário do que pensei, não estou triste, na verdade estou feliz e realizada com essa história. Grata por todo o carinho de vocês, e por ter compartilhado ela com todos que a leram. De todo o coração, meu sinceros agradecimentos por todos os comentários, favoritos...enfim, momentos que passamos juntos ao decorrer dos dias. Espero que nos encontremos em outros projetos. ♡♡

Espero que NVR tenha alcançado a expectativa de vocês, e sabem né, estarei aqui para responder todos os comentários.

Mil beijos e até a próxima ♡♡♡♡♡♡♡


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