História Naomi Alexandra - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Destruída, Dor, Naomi Alexandra, Sexo, Sofrimento
Exibições 6
Palavras 585
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Hentai, Lírica, Mistério, Sobrenatural, Steampunk, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


OLÁ PESSOAL, ENTÃO, ESTÁ É A MINHA PRIMEIRA FANFICTION OFICIAL. EU ESPERO QUE MINHAS PALAVRAS OS AGRADE, JÁ VOU LOGO AVISANDO: EM ALGUMAS PARTES, PODEREI USAR PALAVRÃO.
PEÇO POR FAVOR, QUE, COMENTEM E SE GOSTAREM, COMPARTILHE A FANFICTION COM SEUS AMIGOS OU CONHECIDOS.
OBRIGADA!

Capítulo 1 - Sem capítulo até segundas ordens


Natal de Dois Mil e Quinze, às vinte e Duas horas.

— Quero que você faça isso para mim, não me importe se você está bem ou não. Agora em diante, você é de minha autoridade; terás de fazer tudo, exatamente tudo, o que eu mandar. Está me ouvindo?

— Sim, mestra.

— Olhe para mim! Responda-me em alto e audível som! 

Levanto minha cabeça, e a encaro.

— Sim mestra! Apartir de hoje, farei tudo que me mandares, não importe se eu estiver bem ou ruim. 

A verdade era, que aquela mulher me dava nojo. Se eu tivesse a plena coragem absurdamente forte, iria estrassalhá-la com as minhas próprias mãos. Eu nem me importaria com as digitais que deixaria em seu corpo.

— Logo logo, os convidados irão chegar. Quero que termine a sala de alimentação e o Hall de entrada em exatamente vinte minutos. Sem atrasos e mais agilidade.

Peguei os produtos necessários e comecei a limpeza primeiramente pelo Hall de entrada. Enquanto fazia as coisas, eu ficava pensando em qual motivo fiz para que meus pais houvessem colocado-me naquela espécie de orfanato para adolescentes. 

Que eu me lembre, eu apenas fazia o que minha mãe mandava. Como boa filha, era 0 meu dever fazer tudo o que ela me mandara. 

[...] Vinte e Duas e Quarenta da noite. 

Isso é extremamente ótimo, o melhor presente de natal que já recebi em minha vida (Irônia). Bom, na verdade nunca ganhei presente, e pelo jeito isso aqui não é o mesmo, então interpretarei isso como o qual.

Eu havia acabado de receber uma vassoura nova, da bruaca da minha nova "mãe", eu realmente gostaria de enfiar esse cabo no ânus dela e depois fazê-la engolir a vassoura inteira.

"Isso, é para você ter mais agilidade com o chão, queridinha."

Sai batendo o pé para o jardim, ainda estava com minhas roupas rasgadas, com aparência velha e desgastadas. O vestido deveria ser lindo, assim que o compraram na loja, mas com o passar do tempo e dos usos, acabou ficando desbotado e sem sua beleza.

Eu pensava em coisas felizes, para não ter de derramar as lágrimas, pelo menos não no dia de natal.

Sentei-me em algum lugar do jardim, já que eu havia terminado meus deveres da casa, ordenados pela Brunette. Eu fiquei sentada por ali, pensando em minha vida e em tudo que já vivi até agora e ainda irei viver. Pelo visto, terei de ser obrigada a viver com essa família de idiotas por um bom tempo. 

Até que vi o enorme carro preto, parar-se em frente à mansão. Demorou no máximo um minuto, para que uma família nobre saísse. Primeiro saiu o casal adulto, eles aparentavam ter seus quarenta e poucos anos; depois saiu um pequeno menino, de olhinhos azuis um pouco puxados e boquinha desenhada, ele aparentava ter seus quatro para cinco anos; e por último, o garoto mais lindo que vi em minha vida. Ele tinha o cabelo loiro, com algumas de suas mechas verdes. Isso combinou com os seus olhos. 

Ah, teus olhos...

Eram tão verdes, tão intensos, que por algum momento, achei que seus olhos eram compostos por neon. Seu corpo masculino, escultural ainda em desenvolvimento, chamou um pouco da minha atenção. Ele vestia um conjunto moletom da Adidas, então lhe deu um ar um pouco esportivo. Mas acredito que ele também aprecie esportes, com certeza.

Então ele me encarou, percebi o quanto meus olhos estariam "grudados" nele. Sem jeito e com vergonha, entro para dentro da mansão pelas portas do fundo.


Notas Finais


Explicações: fiz o primeiro capítulo pequeno, pois a Fanfiction ainda está em fase de observação, desenvolvimento e analisamento.

Obrigada por lerem até aqui!


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