História Naruto, a vida e seus obstáculos! - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Karin, Kiba Inuzuka, Kushina Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Sai, Sakura Haruno, Sari, Sasori, Temari
Tags Bebidas, Drogas, Naruino, Sasusaku, Volta Por Cima
Exibições 72
Palavras 608
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esta é uma fanfic inspirada no livro Tosco, de Gilberto Mattje. Todo o conteúdo que está na fanfic é do livro. A única coisa que eu fiz foi mudar os personagens.

Capítulo 1 - Primeira briga!


Fanfic / Fanfiction Naruto, a vida e seus obstáculos! - Capítulo 1 - Primeira briga!

Há dias que uma espécie de tristeza me invade e, então, certas memórias tomam conta de mim. Em um instante, toda a minha vida parece passar como em um flash.

Lembro-me de quando, ainda bem pequeno, mas bem pequeno mesmo, um toquinho de gente ainda, minha mãe me chamava sem paciência. Não sei o quê, mas parece que sempre havia uma coisa errada. Acho que eu pensava que era comigo!

Faz tempo, mas é com se tivesse sido ontem. Lembro-me que eu tremia quando papai gritava na mesa! Era estranho! Dava medo! Sempre parecia muito barulhento.

Chegou a hora de ir à escola. Eu não queria ir. Minha mãe me deu banho, sem paciência, como sempre.

-Vamos, menino, ligeiro, pare de brincar com a água. Coloque essa roupa- tudo isso sempre aos gritos e fazendo alguma coisa pela casa.

Depois, fomos apressados para a escola. Ela cumprimentava as pessoas pela rua. Aí, era outra pessoa, falante e bem humorada, enquanto comigo era só aos puxões. Minha mãe é quem carregava a pequena mochila. Chegamos.

-Olha que menino lindo! Você vai gostar! Olhe quantas crianças. Temos muitos brinquedos- era uma senhora para quem não olhei e cuja fala me soava falsa. Lembro-me de minha mãe indo embora e me deixando lá com outra tia que eu nunca tinha visto e que foi me puxando pela mão. Lá dentro, havia várias outras crianças. Eu não quis brincar, preferi ficar com a tia. Acho que descobri que cuidaria de mim. Então ficava ao seu lado o tempo todo.

Mas fui crescendo e era difícil ficar quietinho como a tia queria. Comecei a pensar que ela não gostava mais de mim.

Um dia, um menino me mordeu no braço. Recordo-me que fiquei meio sem reação. Mas não aconteceu nada com ele. Quando minha mãe chegou para me buscar na escola, fui logo mostrando:

-Olha aqui mãe, olha aqui- mas minha mãe nem deu bola! Acho que foi a primeira vez que, assim que cheguei em casa, chorei baaixinho e sozinho. Será que foi a última? Não!

Outra vez, quando vi meu pai brigando. E como ele era bravo! Creio que não havia ninguém mais bravo que ele. Eu saía de perto. Dava medo.

Depois de uma briga de papai, tudo ficava quieto çlá em casa. E assim continuava por uns dias.

Durante o dia, quando estava em casa, ficava bastante só. Quem sabe eu ficava melhor sozinho. Adorava meus soldadinhos de faz de conta. Eles sempre batiam uns nos outros e um deles é que tinha feito algum mal para um dos outros e, por isso apanha. Apanhava muito, ás vezes até quebrava. Bom, pelo menos não faria mal a mais ninguém!

                        *

Acho que estava com uns sete anos quando a escola ficou séria. Minha letra era horrível! Perdi meu caderno umas três vezes. E, claro, sempre apanhava de minha mãe quando isso acontecia. Ah! E ela sempre ameaçava:- Vou contar para seu pai. Mas nunca contou, do contrário ele teria me batido, com certeza. Mas foi nessa época que comecei a ser líder. Eu escolhia quem iria participar de qual time de futebol na hora do recreio.

Foi em um desses recreios quando briguei pela primeira vez um menino franzino me acertou jogando bola. Parti para cima dele e o esganei. Lembro-me da sensação de raiva e poder. E fui gritando com ele imitando meu pai:

-Isso é para você aprender a não se meter com quem não deve!- e repetia.

A monitora viu, separou a gente, pediu que eu não fizesse mais aquilo, mas ficou nisso. Minha mãe nem ficou sabendo. Depois desse dia ganhei moral: todos me reispeitavam mais e  eu comecei a gritar mais com todos, acho que até com a monitora.

                      *


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Aceito críticas e se gostaram não se esqueçam de favoritar hoje tem mais um capítulo. Obrigado.


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