História Naruto, a vida e seus obstáculos! - Capítulo 4


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Karin, Kiba Inuzuka, Kushina Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Sai, Sakura Haruno, Sari, Sasori, Temari
Tags Bebidas, Drogas, Naruino, Sasusaku, Volta Por Cima
Exibições 55
Palavras 767
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capitúlo aqui!

Capítulo 4 - Meu amigo Sasuke


Fanfic / Fanfiction Naruto, a vida e seus obstáculos! - Capítulo 4 - Meu amigo Sasuke

Perto de casa morava o Sasuke. É com ele que eu brincava. Ele morava com a avó e nunca tinha visto seu pai. Eu achava o Sasuke meio lento para tudo. Logo descobri que era fácil mandar no Sasuke. Embora fora da escola ele fosse meu único amigo, eu sempre o sacaneava. Quando alguma coisa saía do controle, eu colocava a culpa nele. Ele não falava nada. Acho que depois ele se queixava para a avó, mas não acontecia nada.

A escola passou a ser meu parque de diversões e onde eu adorava a ir, embora tivesse começado a levar bronca todos os dias.

-Cadê sua tarefa? Assim você não vai aprender.

-Não deu, professora! - e sempre inventava uma desculpa.

Meu prazer era aprontar: era a torneira da pia do banheiro que eu deixava aberta depois de trancar o ralo, estragava, de propósito, o material de algum colega, xingava, dizia palavrões, brigava, e assim por diante. Comecei a ser conhecido! Quando era chamado à secretaria da escola, baixava a cabeça, esperava a professora ou diretora terminar a fala, respondia o que ela queria ouvir e continuava tudo igual.

- Combinado? Posso contar com você? -perguntava a professora. Eu consentia com um aceno, mas aquilo era mais uma bronca que me fazia ficar idignado, achava que todos podiam fazer o que queriam, menos eu.

Tantas foram as vezes que minha mãe foi chamada até à escola. Virou até piada! Ela sempre dizia: -Em casa a gente conversa. Às vezes, ia me xingando da escola até nossa casa, mas nunca conversamos. Parecia que minha mãe e os professores tinham combinado. Então eu pensava: -Que se danem!

Quando eu estava com uns dez anos, minha mãe me flagou fumando. Na volta da escola, eu e mais dois colegas procurávamos bituca de cigarro na rua. Logo a moda pegou. Era nossa ocupação de todos os dias. Quando ela me viu fumando, pegou um rodo e veio me bater, gritando a todos os pulmões.

-Menino vagabundo, era só o que faltava! Não tem vergonha? Sabe o que os outros acham disso, imprestável? Onde eu estava com a cabeça quando te fiz?

Segurei o rodo com força, rodei-o e o tomei das mãos dela. E provoquei:

-Vem me bater agora, vem!

-Você não presta, é igual a seu pai. Eu lavo as minhas mãos. - Eu não entendi direito, mas tive a sensação de que daquele momento em diante poderia fazer o que quisesse. Não tinha mais limites. Naquela noite, fumei a noite toda. Ah! Também fui dormir sem tomar banho! Quer dizer, fiquei me virando na cama e não conseguia dormir.

                        *

Um dia, tentei ensinar o Sasuke a fumar. Mas ele não aceitou. 

-Você está louco, cara! Minha vó vai se chatear. Ela é muito boa pra mim, não posso fazer isso com ela. Não posso decepcioná-la.

-Nada a ver, Sasuke! Todo mundo fuma, você é um bundão.

-Eu até tenho vontade de fumar, mas perderia a confiança da minha óavó. Então, tô fora. - Fiquei com muita raiva do Sasuke. Que cara bobão. Naquele dia, quebrei um brinquedo do Sasuke, e senti certo prazer quando o vo choramingando. Corri para casa. Não sei por que, mas fiquei invejando o Sasuke.

                     * 

Aos onze anos, minha vida virou um terror. Minha mãe brigava, eu gritava de volta e a desafiava, dizia que ela não tinha moral para nada, que era uma vadia. Mas não acontecia nada. Ela brigava de igual para igual comigo.

Eu sempre achava que as aulas eram um castigo. Ficava me perguntando por que estudar. Aquilo parecia não fazer o menor sentido. 

-Por que saber as histórias de gente que já morreu, professora?

A turma ria do meu questionamento e eu me sentia o cara. Faltava às aulas. Dizia que ia para a escola, mas não ia. Na escola, descobri que dificilmente seria reprovado, então eu só bagunçava. Quando a professora me chamava a atenção, eu gritava de volta.

-Qual é professora, só pega no meu pé. Cai fora. - Ela chamava a orientadora, a diretora. Podia chamar quem quisesse! Um dia, uma professora foi saindo da sala e eu saquei que seria chamado à diretoria novamente. Falei bem alto, para que todos ouvissem: - Vou até lá encarar essa. - A turma toda ficou me olhando sair antes que me chamassem à diretoria. Minha moral só crescia. Até que um dia veio Conselho Tutelar. Chamaram minha mãe, que se fez de vítima. Contou uma história comprida que eu escutei, mas não prestei atenção em nada. Aquilo era um teatro. Final da história: nada aconteceu e eu continuei. Agora eu tinha mais um desafio: chamem o Conselho Tutelar, e ria. A turma me seguia.



Notas Finais


Se hoje não tiver, amanhã te mais capítulos. Obrigado, por estarem acompanhado minha fic. Não se esqueçam de favoritar, se ainda não o fez. Até logo.


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