História Nas Asas Do Amor - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camilacabello, Camren, Laureng!p, Laurenjauregui
Exibições 445
Palavras 1.334
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P)
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie?

Capítulo 24 - Capitulo 24


Acomodou-se e se preparou para usufruir o raro momento de ser mimada, olhando Lauren fazer seu prato com todos os tipos de guloseimas tentadoras.

- Onde você conseguiu tudo isso? Não me diga que você fez isso sozinha, porque não acreditarei. Você provavelmente é um terror na cozinha.

- Você deve saber que posso fazer um filé ao ponto - ela respondeu enquanto colocava o prato em frente a ela, e começava a fazer um para ela. - Não me peça para fazer nada mais complicado do que isso. A maior parte, eu comprei em uma delicatessen da cidade. Você gosta?

Pegando um pedaço dos ovos temperados, Camila fechou seus olhos e saboreou, com um sorriso de satisfação.

- Mmm... Eu adoro. Nem me lembro da última vez que participei de um piquenique.

- Eu lembro! - ela pegou uma cadeira e se sentou em frente a ela. - Estava na Faculdade de Medicina e era o meio do verão. Um dos meus amigos me arranjou um encontro com uma estudante de enfermagem cujo principal objetivo na vida era se casar com um médica. Claro que eu não sabia disso, mas minha amiga sabia. Mal colocamos a comida no jardim, ela começou a me agarrar e nos jogou sobre um formigueiro

Oh, não! - Camila engasgou, tentando não rir. - Isso deve ter sido horrível. O que você fez?

- Corri para o hospital. Ela era alérgica!

- A você ou às formigas?

- Engraçadinha... - ela disse, sorrindo. - Às formigas, claro. Mas ela ficou tão envergonhada depois disso que sempre que encontrava comigo no campus, se escondia como se eu tivesse uma doença contagiosa. Desnecessário dizer que nunca saímos juntas novamente.

- A pobre garota provavelmente queria sumir em um buraco. Será que ela conseguiu se casar com uma médica?

Lauren deu uma gargalhada maliciosa e sedutora.

- Sim, John, o amigo que organizou o nosso encontro acabou se apaixonando por ela. A última notícia que ouvi era que eles já tinham três filhos e estavam esperando o quarto. Ele está trabalhando de sol a sol para alimentá-los e economizar para a universidade deles.

Fascinada por esse lado dela, Camila sorriu.

- Imagine, poderia ter sido você.

Ela concordou, sorrindo.

- Sim, me livrei graças a Deus e às formigas. - Inclinando-se ela a serviu de mais um ovo. - Olhe, coma mais um.

- Lauren! Ficarei do tamanho de uma baleia se você continuar assim.

Ela estava rindo quando disse isso, mas foi a coisa errada a dizer. Seus olhos observaram longamente as curvas dela, notando seus seios fartos sob o suéter azul-marinho de gola rolê, sua cintura pequena e o fulgor de suas coxas. Não a tocou, mas nem precisou. Entre um batimento cardíaco e outro, ela já estava quente e ofegante, e ambas se lembraram daquela noite nas montanhas, quando não conseguiram se afastar uma da outra.

- Você será uma grávida linda. Sua pele já está com um brilho rosado.

A cor em suas faces era a mesma de uma rosa antiga, mas Camila não encontrou as palavras para dizer a ela. Seu pulso estava retumbando, seu sangue quente e os recessos escuros e secretos de seu corpo estavam pulsando com a memória do amor delas. Ela deveria estar horrorizada, mas tudo que conseguia pensar era que elas estavam sozinhas e que se ela lhe desse a mão Lauren a pegaria. Seus dedos formigavam só em pensar.

O toque do telefone foi como um grito no silêncio estilhaçando a tensão. Ela pulou, completamente ruborizada. Meu Deus, ela não ficava vermelha assim desde que era adolescente! O que estava havendo com ela?

Pegando o telefone sob a toalha da mesa, ela pegou o fone com dedos trêmulos.

- Serviço de Vôo Cabello - disse agitada, evitando o olhar penetrante de Lauren. - Aqui é Camila. Como posso lhe ajudar?

- Espero que possa mesmo, minha irmãzinha - disse seu irmão. - Como estão as coisas?

- Adam! - Encantada, ela pediu que ele esperasse um pouco e disse a Lauren.- Me desculpe. É meu irmão e não falo com ele há séculos. Tenho de atender.

- Sem problema - ela disse e se levantou com o encanto que sempre a atraía. - Preciso ver com Ally se está tudo bem na clínica. Há outro telefone por aqui?

- Na mesa do Charlie... - ela disse. - Aperte o número 9.

Lauren fechou a porta e ela concentrou sua atenção em seu irmão.

- Está tudo bem por aqui. Como estão as crianças?

- Uns terrores abençoados - ele respondeu com uma risada. - Só Deus sabe como irei controlá-los quando chegarem à adolescência. São capazes de assustar uma babá mais rápido do que qualquer outra criança que eu já tenha visto. Mas não foi por isso que telefonei.

Algo em seu tom de voz fez com que um alarme soasse em sua cabeça. Desde que a avó deles morrera naquela floresta tropical brasileira, parecia que a família mal acabava de lidar com uma crise que logo outra já se iniciava.

- O que é desta vez? Outra invasão no laboratório?

- Não - ele disse e soltou a bomba: - Papai decidiu vender algumas das ações da família para a Mônica.

- O quê?


- Eu sei, isso dá um nó em nossas cabeças, não dá? Ela já comprou tudo que estava ao seu alcance e agora, por alguma razão, papai lhe está vendendo ainda mais.

- Mamãe deve estar enfurecida - Camila disse franzindo a testa. - Depois da família, Mônica já é a maior acionista. Se ela puser as mãos em um número suficiente de ações, papai terá de lhe dar a chave da porta da frente. Acho que você devia falar com ele.

- Eu? Você deve estar brincando.

Camila piscou com o tom sarcástico de seu irmão e desejou ter algo a dizer para melhorar o relacionamento dele com o pai. Ambos eram fortes, cheios de opiniões que quase nunca concordavam. Conseqüentemente estavam afastados há anos e uma reconciliação parecia longínqua. Era irritante.

Ainda assim camila nunca resistiu a fazer o papel de pacificadora.

- Se você der uma chance a ela...

- Por que deveria? Ela nunca me deu uma.

- Mas...

- Nem tente. Nunca me relacionarei com ele como você, Diana e Carol. Há muita água para rolar entre nós.

Não devia ser assim, mas Camila conhecia aquele tom. Era uma cópia xérox de seu pai quando decidia alguma coisa e não pretendia mover nem um dedo. Lutando contra um sorriso, ela se perguntou como os dois não percebiam que eram iguais. Mas não havia sentido em tentar convencer Adam daquilo. Ele nunca acreditaria.

- Sei que você não gostará de ouvir isso, mas terá que confiar no nosso pai sobre esse assunto. Ele não faria nada para prejudicar a empresa. Ele vive e respira para a empresa exatamente como nosso avô fazia. É por isso que nossa avó o deixou no comando. Ele é o proprietário das ações dele. Pode vendê-las para quem quiser e não há nada que possamos fazer.

- Exceto considerar que ele está envolvido com alguém, porque ele está obviamente fora de si.

Camila riu, ela não conhecia ninguém mais no controle de suas próprias faculdades mentais do que seu pai. Fosse qual fosse a razão para fazer isso, não era por estar envolvido sentimentalmente.

- Talvez a mamãe não esteja falando com ele agora, mas não consigo vê-la fazendo isso por muito tempo - ela respondeu com uma voz divertida.

Mudando de assunto por consentimento mútuo, elas passaram o resto da chamada falando sobre o novo serviço de vôo de Camila e o que estava acontecendo com a família. Ela não lhe disse sobre o bebê, não estava pronta para as perguntas que viriam e quando desligou, alguns minutos mais tarde, com a promessa de não perder o contato, ela sorria. Mas isso não demorou. O que havia possuído seu pai para vender ações para Mônica?

Notas Finais


Volto em breve .


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...