História Nas Asas Do Amor - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camilacabello, Camren, Laureng!p, Laurenjauregui
Exibições 414
Palavras 1.067
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P)
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 25 - Capitulo 25


— Problemas?

Perdida em seus pensamentos, ela olhou para camila na porta de seu escritório. Forçou um sorriso, mas estava obviamente tensa.

— Nada que eu não possa resolver. Entre. Está tudo bem na clínica?

— Sim. A multidão da tarde já está quase chegando, mas ainda tenho alguns minutos. — Deixando a porta aberta ela atravessou a sala e se sentou na cadeira onde estava antes, seus olhos observando como ela olhava distraída para a comida que há poucos minutos a atraía tanto. Praguejando contra o telefonema que destruíra o clima entre elas, tentou dizer a si mesmo que o que a deixara neste humor não lhe dizia respeito, mas lhe dizia respeito o fato de ela não querer comer. E afetava seu bebê.
Com uma expressão preocupada, ela foi direta:

— Seu irmão lhe deu más notícias?

— O quê?

— O telefonema. Foram más notícias? Você parece estar em outro planeta.

Ela hesitou e esboçou um sorriso forçado.

— Desculpe. Você sabe como é família… Eles telefonam para falar de assuntos sobre os quais você não tem o menor controle e lhe deixam pensando o dia inteiro. Espero que não seja nada.

— Sabe de uma coisa? Dizem que sou uma ótima ouvinte. Se você precisar desabafar com alguém, serei toda ouvidos. Às vezes, vale a pena desabafar com alguém.

Involuntariamente seus olhos observaram os ombros dela. Eram largos e fortes o suficiente para suportar qualquer peso. Uma mulher poderia confiar em uma mulher com ombros como esses, uma mulher que pudesse passar o braço em volta dela e fazer com que esquecesse o mundo. Se tivesse oportunidade ela deitaria sua cabeça no ombro dela e lhe contaria qualquer coisa.
Antes que não pudesse evitá-la, ela disse:

— Meu pai concordou em vender mais ações da Cosméticos Cabelo para Mônica Malone.

Ela levantou as sobrancelhas surpresa e assobiou.

— Parece que já li algo sobre ela no passado, na seção de negócios. Ela já não é a maior acionista fora da família? E seu pai ainda está vendendo mais ações da família para ela? Será que é uma atitude sábia?

— Não, mas parece não haver argumentação possível com ele. Adam está furioso. Ele não consegue entender o que aconteceu com ele, e papai não quer falar.

— Seu pai sempre explica suas decisões para a família?

— Não, mas ele pode perder a empresa por essa decisão.

— Se ele vender à Mônica o suficiente para lhe passar o controle. Você realmente acha que ele faria isso?

Não. Ela nem precisava pensar sobre isso.Alejandro podia ser irritante às vezes, mas era afiado como um bisturi quando se tratava de negócios. E desprezava Mônica Malone. Não havia por que passar a empresa para ela em uma bandeja.

— Não — ela disse sorrindo, aliviada. — Claro que não. Não sei por que pensei nisso. Creio que meu irmão me pegou de surpresa.

— Com o que ouço sobre seu pai, acho que ele ainda estará negociando e trabalhando quando estiver com noventa anos. Acho que você não deve se preocupar.

Camila sentia a mesma coisa, mas ouvir dela a fez se sentir melhor. Isso a aborrecia mais do que gostaria de admitir. Ela era uma mulher fácil de conversar e confiar, mas ela não podia incorrer no erro de transformá-la em um apoio emocional sempre que precisasse. Não havia futuro para as duas juntas. Nem agora, nem nunca.

Parecia que Lauren havia partido para a clínica em um instante e no seguinte já estava de volta. Camila estava examinando o Cessna para ver se estava tudo bem antes de levar um corretor imobiliário e seu cliente para olhar um rancho que estava à venda, e nem notou sua chegada até se virar e quase tropeçar nela. Surpresa, ela não conseguiu esconder o sorriso de prazer que apareceu em seu rosto.

— O que você está fazendo aqui? Pensei que tinha pacientes esta tarde.

— Poucos. As mesmas gripes e resfriados. Soube que você vai voar e pensei em ir junto… se houver lugar para um passageiro extra.
Camila não podia acreditar que ela estivesse falando sério.

— Bem, é claro que tenho espaço, mas esta não é uma emergência médica. E a clínica? Você não tem que estar presente no caso de precisarem de você?

— Não ficarei completamente fora do ar. Você tem um rádio a bordo. Ally pode telefonar para Charlie se acontecer alguma coisa e ele pode se comunicar conosco.

Ela tinha planejado tudo. Quanto mais Camila pensava, menos gostava. Acreditava firmemente em coincidência, mas ela aparecer aqui por acaso justamente quando estava no meio de uma checagem pré-vôo e quase pronta para decolar era adequado demais para ela engolir.

Ela olhou para se assegurar que seus passageiros estavam longe e perguntou receosa:

— Como você soube que eu tinha clientes? Eu mesma não sabia até eles apareceram aqui há quinze minutos, querendo alugar o Cessna.
Ela encolheu os ombros — e evitou os olhos inquisidores dela.

— Tive sorte, eu acho.

— Que sorte que nada! Foi Charlie, não foi? Ele lhe telefonou. Espere até eu pôr as mãos nele.

— Pare! — Lauren rosnou, pegando o braço dela antes que ela desse uma descompostura em Charlie.

— Essa idéia foi minha, não foi de Charlie, então não brigue com ele por algo que eu fiz. Pedi a ele que me ligasse todas as vezes que você recebesse uma reserva de vôo para que eu pudesse ir junto e ter certeza que nada aconteceria com você.

Tocada, mas indignada, Camila queria acreditar que sua super-proteção vinha de um carinho genuíno. Mas ela nunca havia mencionado como se sentia em relação a ela e temia que isso fosse apenas uma necessidade dele de controlá-la.

Desapontada e alarmada, ela afastou seu controle.

— Não quero que você interfira em minha vida desta maneira. Não me importo com o que você combinou com Charlie, não preciso de uma babá enquanto vôo. Sou perfeitamente capaz de tomar conta de mim mesma, então você pode voltar para a sua clínica. A resposta é não. Você não irá conosco.

— Então terei que dizer para aqueles dois bobões que você está grávida e tem vertigem quando voa. Antes que você perceba, a notícia se espalhará pela cidade e você não será capaz de pegar um cliente para voar com você.

— Você não ousaria!

— Tente.

Notas Finais


Iii essas duas heim, são teimosas hehe

Nos veremos em breve sweetie's amo vocês 😘


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