História Nas Asas Do Amor - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camilacabello, Camren, Laureng!p, Laurenjauregui
Exibições 335
Palavras 707
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P)
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 34 - Capitulo 34


Então Lauten voltou a si, se viu caída contra a porta de passageiros, os dentes trincados numa praga e as mãos agarradas às laterais do assento. Atordoada, ela percebeu que batera a cabeça e que desmaiara por alguns segundos mas não tinha a recordação do fato. A última coisa de que se lembrava era da árvore atravessando o pára-brisa e o gemido de Camila…

— Meu Deus! Camz! Querida?

Virou-se para ela e ficou paralisada ao vê-la presa no assento por um galho que perfurara seu lado da cabine. Mal respirando, branca como a neve que caía, ela estava inconsciente e coberta por seu próprio sangue. Por uma fração de segundos, ela não conseguiu se mover, não conseguiu fazer nada, a imagem do passado aparecendo como um espectro na sua frente. Com torturante clareza, ela viu sua esposa deitada, quebrada e sangrando nas rochas do penhasco de onde caíra, morrer em frente aos seus olhos.

— Não!

Conseguiu soltar o cinto de segurança e afastar os galhos que enchiam a frente da cabine. Mais uma vez, a vida da mulher que ela amava estava em suas mãos. Só que desta vez, meu Deus, ela não iria perdê-la.

— Agüente firme, querida — ela disse com a voz embargada, sentindo a sua pulsação. — Você está me ouvindo? Agüente firme.

Se ela a ouviu, não deu sinal. Seu pulso estava estável, mas ficando fraco a cada segundo. E o sangue… Deus, ela havia perdido muito! Ela tinha de parar o sangue.

Mas quando se inclinou para inspecionar o corpo de camila e olhou bem o ferimento pela primeira vez, seus dedos tremeram. O galho, que tinha uns cinco centímetros de diâmetro, estava firmemente cravado logo abaixo das costelas dela. Se ela puxasse agora, camila sangraria até morrer antes que ela pudesse encontrar sua mala de médica por entre os destroços.

Tinha de fazer uma cirurgia.

Foi tomada pela emoção, mas não havia como evitar o inevitável. Ela estava perdendo sangue sem parar. Se a queria viva, tinha de fazer alguma coisa já.

Decidida, ela pegou o microfone do rádio e pediu socorro, explicando sua localização aproximada, mesmo que não tivesse certeza se o xerife ou qualquer outra pessoa a ouviria. Quando esperou uma resposta, tudo que conseguiu foi estática.

— Maldição! 

Desligando o transmissor, ela encontrou alguns sinalizadores sob o assento de camila e colocou-os em seus bolsos em número suficiente para fazer um círculo em volta dos destroços do helicóptero. Não os acendeu imediatamente, pois tinha de ter certeza que não havia vazamento de combustível. Se alguém chegasse perto da velha cabana abandonada, que o xerife sabia ter sido seu último destino, não poderia deixar de ver o local do acidente sinalizado. Estaria aceso como um bolo de aniversário.

Depois disso, não havia mais nada a fazer senão carregar camila para a parte de trás do helicóptero e deitá-la cuidadosamente em uma das padiolas que ela sempre carregava nas emergências. Ela encontrou sua mala de médico e fez uma prece silenciosa a Deus por tê-la mantido viva. Mesmo assim, ela sabia que precisaria de todas as suas habilidades e a ajuda do homem lá em cima, para fazer uma cirurgia dessa magnitude em condições absolutamente primitivas. Estava escuro, frio e longe de ser um ambiente estéril — ela nem queria pensar sobre a infecção que ela contrairia por causa daquela árvore maldita. Mas isso era algo que elas pensariam mais tarde. Primeiro, ela tinha de salvá-la.

— Você vai conseguir, meu bem — ela disse enquanto posicionava a lanterna que encontrara junto com a maleta.

— Você está me ouvindo? Estou aqui e não permitirei que nada aconteça com você.

Ela gemeu, mas não recuperou a consciência, o que era provavelmente uma bênção disfarçada. Tudo que ela tinha para atenuar sua dor era um anestésico local. Ajudaria, mas se ela acordasse, seria pior. Lavando as mãos com álcool, o único desinfetante disponível, ela arrumou tudo o que podia precisar, e pegou o galho da árvore, sabendo que no segundo que o puxasse não haveria tempo a perder.

— Não morra. Não morra. Por favor, meu Deus, não permita que ela morra.

Repetindo a oração como um mantra, ela respirou profundamente e puxou o galho da pele dilacerada.


Notas Finais


Fui 🏃🏃


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