História Nas Asas Do Amor - Capítulo 35


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camilacabello, Camren, Laureng!p, Laurenjauregui
Exibições 326
Palavras 744
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P)
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 35 - Capitulo 35


O que se seguiu parecia ter saído de seus piores pesadelos. O vento soprava através do pára-brisa quebrado do helicóptero, jogando neve para todo o lado, enquanto a luz da lanterna parecia ficar cada vez mais fraca. Ela tentava trabalhar o mais rápido possível, rezando para que camila não acordasse antes que ela acabasse. Mas seus dedos estavam entorpecidos e desajeitados pelo frio, e ela tinha de parar a cada poucos minutos e soprá-los para voltar a senti-los.

Com a testa molhada de preocupação, a concentração focalizada em encontrar todos os vasos que sangravam, ela nem ouviu as orações murmuradas que saíam de seus lábios. Ela fez a Deus promessas ousadas, protestou e implorou.mulher orgulhosa, ela implorou como nunca havia feito antes em sua vida. Quando finalmente acabou e o último vaso sangüíneo foi encontrado e reparado, a pele rasgada foi costurada, não havia mais o que fazer a não ser esperar.

Foi a noite mais longa de sua vida.

Os sinais vitais de sua Camz estavam fortes, mas quando ela não recuperou a consciência, a preocupação passou a roer seu estômago como um câncer aumentado milhares de vezes. Ela estava tão quieta… Branca como a morte. Enrolou os cobertores térmicos em volta dos dois e ficou encostada nela para mantê-la aquecida, mas ainda assim ela não acordou. Sem deixar de olhar para ela, Lauren se esticou ao seu lado e começou a rememorar a cirurgia. Se tivesse deixado de lado qualquer vaso, o que seria fácil considerando a iluminação precária, ela teria problemas.

Só esse pensamento já a manteve acordada pelo que pareceram horas. Ouviu cada gemido do vento, cada barulho dos destroços do helicóptero à medida que o peso da neve que caía se amontoava lá fora. Pela manhã, elas estariam completamente cobertos e seria quase impossível vê-los do ar se os sinalizadores se apagassem. Mas não podia pensar nisso agora. Sua única preocupação agora era fazer com que Camila atravessasse a noite.

Não queria dormir nem por um segundo. Mas a exaustão a pegou pouco depois da meia-noite, entorpecendo sua mente e pesando suas pálpebras até que não conseguiu mais mantê-las abertas. Mas mesmo no sono, ela não relaxou a guarda. Em algum nível da consciência, acompanhava a presença dela ao seu lado, seu calor sob as cobertas, o ritmo lento e estável de sua respiração. Quando ela se mexeu, mudando de posição levemente, ela acordou instantaneamente e se pôs de joelhos ao lado dela e os dedos encontraram seu pulso antes mesmo que abrisse os olhos.

— Camz, querida? Você pode me ouvir?

Ela gemeu — um gemido baixo que quase se perdeu no vento — o rosto vincado pelos sulcos da dor quando se movia agitada em busca de uma posição menos dolorosa. Mas não havia nenhuma e com um suspiro fraco ela finalmente ficou quieta, desistindo da luta. Praguejando contra sua incapacidade de fazer algo mais, Lauren pressionou seu estetoscópio primeiro em seu coração, que batia forte, e depois em seu abdômen. O batimento cardíaco do bebê estava fraco, mas estável. Sentiu alívio e um nó de emoção em sua garganta. Os dois ficariam bem. Tinham de ficar! Nada além disso seria aceitável. 

Quando ia tirar o estetoscópio, ela se mexeu de repente, e agarrou sua mão. Na luz fraca da lanterna, os olhos de camila encontraram os dela.

— O bebê está bem — ela assegurou.

Ela fez que sim, um fraco sorriso nos lábios, os dedos apertando a mão dela sobre sua barriga.

— Eu sei — ela murmurou baixinho, com uma voz rouca que ela teve de chegar bem perto para entender. — Sabia que você cuidaria de nós.

Sua confiança, especialmente considerando as circunstâncias, mexeu com ela. Ela estava seriamente ferida e poderia levar horas, possivelmente dias, até que uma equipe de resgate as encontrasse. Tinha todo o direito não só de entrar em pânico, mas de ficar preocupada com o bebê. Em vez disso, ela fechou os olhos com um suspiro e voltou a dormir, a mão ainda segurando a dela como se nunca fosse deixá-la partir.

Emocionada, Lauren olhou para ela e sentiu seu coração apertar. Meu Deus, camila era demais. E ela a amava. Mais do que pensara ser possível. Se ela pudesse, a envolveria em seus braços e a colocaria em seu coração para protegê-la de todo mal, mas tudo que ela parecia querer era estar de mão dada com ela. E neste momento, era tudo que ela podia oferecer.



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