História Nas Entrelinhas do Destino - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Malhação
Personagens João "Johnny" Spinelli, Karina "Ká" Duarte, Pedro Ramos, Personagens Originais
Tags Jorina, Perina, Santocek, Santovitti
Exibições 226
Palavras 3.609
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olha eu aqui de novo na madrugada!! Gente, adoro a madrugada, sou morcega, não durmo kkk mas enfim, capítulo novo para vocês, espero que gostem, Boa leitura!!

Capítulo 15 - Vai ter volta


Pov Pedro

Acordei e senti um peso sobre meu corpo, acompanhado de uma respiração leve no meu pescoço, sorri. Karina estava dormindo praticamente em cima de mim, seu rosto estava enterrado em meu pescoço, e ela tinha uma perna entre as minhas. Sua mão esquerda estava agarrada em meus cabelos, ela dormiu os acariciando e não soltou até agora... Suspirei fechando os olhos novamente, e então as lembranças da noite passada me invadiram.

Lembrei como eu estava angustiado depois do ensaio, como eu estava mal por ter passado esses dias longe dela; lembrei como eu passei um bom tempo tentando pensar em algo que a fizesse acreditar em mim quando eu confessasse meus sentimentos; e depois que eu tive a ideia de cantar, ainda permaneci mais algum tempo divagando e tentando arrumar um jeito de ficar sozinho com ela, porém não foi preciso. Digamos que as forças superiores - que sim, estavam em falta comigo por terem permitido a Karina ver aquela louca me beijando - resolveram me dar uma forcinha nos deixando trancados na fábrica, ou seja, hora de agir.

Eu não podia desperdiçar essa chance, eu estava disposto a fazer o que fosse preciso para convencê-la e eu sabia que não seria uma tarefa fácil, porém, eu também sabia que não podia desistir sem tentar. Como o esperado, Karina resistiu em me ouvir, entretanto, ela não foi capaz de fazer o mesmo em relação aos meus toques, e então, quando eu consegui beijá-la percebi que não demoraria muito para ela ceder, e realmente não demorou. Eu consegui dizer, olhando no fundo daquele mar que ela carrega no olhar, que eu estou apaixonado. Falei desse sentimento confuso que ela trouxe pra minha vida, e sim, eu consegui convencê-la, ainda mais depois de cantar pra ela aquela canção que tem tudo a ver com a minha esquentadinha, que tem tudo a ver com nós, sim, porque agora existe um "nós", e a prova disso é que ela está aqui, dormindo serena em meus braços.

Sorri ao lembrar também do momento intenso que tivemos ontem. Karina me tocou e me deixou tocá-la sem pudor, e eu adorei sentí-la tão entregue, tão à vontade em meus braços, mas adorei ainda mais ouvir seus gemidos rouquinhos em meu ouvido. Ah, eu sentia sua pele tremer e arrepiar com meus toques, com meus beijos, e isso só me fazia querer tocá-la mais, beijá-la mais... Percebi sua respiração falhar enquanto sentia suas mãos sob minha camisa, aquelas mãozinhas pequenas que me acariciavam ora timidamente, ora curiosas me faziam esquentar, meu corpo suava eu eu só queria saber de beijar aquela pele macia e cheirosa, sentir seus seios em minhas mãos e proporcionar a ela a mesma sensação prazerosa que ela estava me proporcionando, porém, tive que usar a pouca racionalidade que me sobrara para poder parar.

Eu sabia que Karina estava se deixando levar, ela estava agindo por impulso, então por mais que eu quisesse continuar, eu sabia que ela se arrependeria se fizesse algo no calor do momento, e eu não me perdoaria se não me controlasse e pusesse tudo a perder logo agora que estamos bem, mas confesso que foi difícil.

Karina suspira se aconchegando um pouco mais a mim, sorrio e beijo sua testa, percebo então o quanto e bom tê-la aqui, junto de mim, sentir seu cheiro, seu calor... Porém, meus pensamentos são interrompidos quando ouço um barulho vindo da porta da academia, engulo em seco. Se o mestre me pegar aqui, agarradinho com a Karina, depois de provavelmente ter passado a noite inteira a procurando, eu tô lascado.

- K, acorda. - Falei baixinho a chacoalhando um pouco, ela não se mexeu. - Karina, por favor minha linda, eu não tô a fim de morrer! - Tentei novamente, e dessa vez ela resmungou algo que eu não entendi e então sorriu afundando mais ainda a cabeça em meu pescoço, achei aquilo muito fofo e sorri, porém, meu sorriso se desfez quando percebi que realmente estavam abrindo a academia, e que eu não conseguiria acordar Karina a tempo, então fechei os olhos e fingi estar dormindo, assim eu poderia colocar a culpa na minha inconsciência.

- Ai Du, tô tão preocupada com a Karina... Aliás, não só com ela, né? O maluco do Pedro também sumiu. - Ouvi a voz da Bianca e suspirei aliviado. - Onde será que eles estão, hein? Apesar de tudo o que aconteceu ontem, isso é o que mais tá me preocupando... Minha cabeça tá estourando sem notícias da K... - Ela choramingou e ouvi uma risada que eu julguei ser do Duca. - Ei! - Ela o reprendeu. - Não ri, eu tô preocupada de verdade!

- Eu sei, Bia. - Ele assegurou ainda com humor na voz. - Mas eu já te disse que acho que a Karina tá bem, e o fato de o Pedro ter sumido também só me faz ter mais certeza disso. - Falou e eu ouvi a Bianca suspirar um tanto aflita. - Calma, a gente vai resolver isso, deixa só eu terminar de abrir essa porta, vai ficar tudo bem. - Assegurrou e então se afastou.

- Eu não tenho tanta certeza assim, é que... - Ela ia dizendo e então gritou: - AI MEU DEUS!!! - Eu tive então a certeza que ela tinha nos visto a julgar pela euforia em sua voz. - DUCA, VEM AQUI! VOCÊ NÃO VAI ACREDITAR!! - Continuou gritando e eu podia jurar que ela estava pulando de alegria, que louca... Mas enfim, ela gritou tão alto que nem o sono pesado da Karina resistiu, ela se remexeu e parecia estar despertando.

- Que é isso, Bianca? - Duca perguntou alarmado. - Por que tanto grito? Você não tava com dor de cabeça e... Pera aí, aquela ali dormindo agarrada no Pedro é a Karina? - Ele perguntou sorrindo.

- Aiii eles são tão lindos, você tinha razão Du, eles estavam juntos realmente! - Falou ainda eufórica, eu abri os olhos e encontrei aquela imensidão azul me encarando assustada.

- Ai meu Deus... - Ela murmurou. - É a Bianca, né? - Eu assenti sorrindo.

- Ahh, mas eles me deixaram muito preocupada... - Disse levemente irritada enquanto se aproximava, Duca riu. - E nada vai impedir esses dois de levar uma boa bronca.

- Ihh, se prepara pro interrogatório. - Karina disse se desvencilhando dos meus braços e então sentou-se, eu fiz o mesmo.

- Muito bonito hein, dona Karina?! - Bianca disse em tom de reprimenda, mas tinha um sorrisinho nos lábios. - Você sabe o quão preocupada eu tava com você, garota? - Disse e então virou-se para mim. - E você, Pedro? Pelo amor de Deus, seu pai tá maluco atrás de Você!

- Sem drama, Bianca. - Karina disse levantando-se. - A gente tá bem, não tá vendo? Pronto! - Disse e eu sorri me levantando.

- É, relaxa, Bia! - Falei e ela e Duca se entreolharam, ele riu novamente.

- Agora que eu tô vendo, eu sei que vocês tão bem, mas e ontem, quando eu não sabia onde estavam? - Disse e Karina bufou. - Poxa vida, eu, João e Duca estávamos loucos atrás de vocês, e o pior, sem o papai saber!

- O papai não sabe? - Karina perguntou.

- Não. - Bianca confirmou. - A gente conseguiu enrolar ele, disse que você tava exausta e foi dormir cedo... - Ela explicou e Karina sorriu aliviada. - Mas saiba que só colou porque ele tava muito preocupado com a Dandara. - Ela suspirou e Karina a mirou interrogativa.

- Por que, preocupado?

- Ela passou a noite no hospital, K.

- Minha tia tá no hospital? - Perguntei, ela assentiu.

- Tá sim. - Confirmou, eu e Karina nos entreolhamos aflitos. - Mas calma, ela tá bem.

- E o bebê? - Karina perguntou. - Nosso irmãozinho tá bem, né Bia?

- Tá sim, K. - Assegurou. - Foi só um susto. - Disse e eu e Karina suspiramos aliviados. - Mas vocês dois, hein... Que ideia foi essa de sumir?

- Você fala como se a gente tivesse planejado isso... - Karina disse. - Olha, a gente ficou preso aqui sem querer, tá?

- Quer dizer que foi coincidência? - Bianca perguntou arqueando a sobrancelha.

- Humhum. - Karina respondeu e então me mirou. - Né, Pedro? - Me lançou um olhar significativo, assenti imediatamente.

- Pura coincidência. - Afirmei e Duca sorriu.

- É, foi coincidência igual aquele dia que os dois sumiram na praia e voltaram juntinhos, e é mais coincidência ainda a gente chegar e ver vocês dois dormindo agarradinhos... Bia, normal!- Duca zoou e Karina lhe lançou um olhar mortal.

- Aquele dia na praia foi por acaso e hoje... Hoje a gente tava dormindo, não tem como saber o que estávamos fazendo! - Karina protestou. - Aliás, eu nem sei do que você tá falando... Não me lembro de ter dormido agarrada com esse moleque, mesmo... - Disse dando de ombros, sorri.

- Verdade. - Concordei. - Também não me lembro de ter dormido agarrado com nenhuma esquentadinha. - Provoquei e ela revirou os olhos, porém, percebi que ela tinha um leve sorriso nos lábios.

- Tá, eu vou fingir que acredito. - Bianca disse e eu vi a esquentadinha bufar. - Mas só porque eu sei que o papai fechou a academia às pressas por conta do mal estar da Dandara.

- Tanto faz, não me importo com o que você acredita ou deixa de acreditar mesmo... - Karina disse dando de ombros.

- É mesmo? - Bianca perguntou. - Mas eu aposto que você se importa com o que o papai pensa, né? Imagina se fosse ele a encontrar essa cena maravilhosa? - Karina suspirou baixando o olhar.

- A gente só tava dormindo. - Eu falei. - E não foi nossa culpa mesmo, a gente não tinha como saber que ia ficar preso aqui.

- Eu sei. - Bianca disse. - Mas vocês podiam pelo menos ter ligado, aliás, uma ligação resolveria tudo, bastava um toque e a gente vinha aqui soltar vocês... Por que não ligaram? - Arqueou a sombrancelha sorrindo maliciosa. - Tô começando a achar que vocês gostaram de ficar aqui uma noite inteira trancados, sozinhos...

- Agarradinhos... - Duca completou.

- Dá pra parar! - Karina disse. - E eu só não liguei porque meu celular acabou a bateria! - Falou mostrando o celular, Bianca revirou os olhos.

- E você, guitarrista? Não vai me dizer que o seu também tá sem bateria... Ai seria coincidência demais, né?!

- Não Bia, o meu... Ah Karina, explica aí! - Falei saindo do ringue.

- Eu, Pedro?

- É, eu tenho que procurar, ué.

- Procurar o que? - Bianca perguntou e então Karina contou que por conta de um "desentendimento" nós acabamos perdendo o celular. - Tá bom, então. - Bianca disse desconfiada. - Agora vão logo pra casa e se arrumem pra escola.

- Mas não vai dar tempo, a gente vai perder o ônibus.

- Vai dar tempo sim, o Duca vai levar vocês.

- Vou? - Duca perguntou.

- Vai. - Respondeu o encarando.

- Ah é, vou mesmo! - Disse rapidamente, eu e Karina rimos.

- Pois é, sem desculpas. Até porque vocês não vão querer que o papai saiba, né? Então vamos agir normalmente. - Eu e Karina assentimos e já íamos saindo quando Duca se pronunciou.

- Ei, e da próxima vez que quiserem se pegar escondidos prestem mais atenção pra não ficarem presos de novo. - Duca disse rindo, Karina se virou para ele lhe lançou um olhar tão ameaçador que ele até se engasgou e parou de rir na hora, eu e Bianca sorrimos.

Quando eu e Karina já tínhamos saído da academia e estávamos na praça eu e ela nos olhamos e começamos a rir, eu não sei dizer porquê, mas eu não conseguia parar, ela também não e eu estava adorando o som doce de sua risada

- Que loucura, ainda bem que o meu pai nem sonha com isso. - Falou ainda rindo.

- Em compensação o meu, né? - Disse em meio a um suspiro.

- Seu pai é muito bravo, Pê? - Perguntou e eu sorri negando.

- Na verdade, não, já a minha mãe... Lá em casa é a dona Delma quem manda.

- Ah, ela é das minhas! - Falou e eu sorri, então chegamos à sua casa. - Até daqui a pouco. - Falou sorrindo de lado, adoro esse sorriso.

- Até. - Falei e lhe roubei um selinho, ela arregalou os olhos e olhou ao redor e então sorriu. - Beijo esquentadinha. - Falei lhe lançando uma piscadela, ela revirou os olhos e fomos para nossas casas.

Depois de ouvir uma baita bronca do meu pai, e por sorte foi só dele - já que minha mãe ficou muito preocupada com a tia, e ele resolveu não contar que eu tinha sumido - tomei um bom banho, tomei um delicioso café da manhã e fui pra praça esperar o Duca, que hoje vai ser nosso motorista e então logo chegamos ao colégio. João já estava lá junto a Vicky e Fabi, e nós contamos a eles sobre como tínhamos ficado presos na fábrica, omitindo obviamente o que aconteceu entre nós naquela noite.

[...]

Os dias passaram-se rapidamente e eu não podia estar mais feliz. Eu e Karina estamos cada vez mais próximos, ela está cada vez mais carinhosa e eu adoro quando ficamos de dengo, mas existem outros momentos que eu gosto mais, são os momentos em que minha esquentadinha ousada surge. Ah como eu gosto quando a Karina é ousada, quando ela me olha com malícia, quando me provoca... É, os nossos momentos estão cada vez mais intensos, mais quentes, e eu confesso que está cada vez mais difícil me controlar, porém eu faço esse sacrifício, pois sei que a Karina ainda não está pronta para avançar na relação... Mas isso não impede que tenhamos nossas brincadeirinhas.

Hoje, quarta-feira, teve ensaio da banda mais cedo, e como sempre, eu me ofereci para guardar os instrumentos, mas eu só faço isso para ter um pretexto para ficar até mais tarde na fábrica. Depois de guardar os instrumentos, eu desci para a academia e fiquei no meu já lugar de costume observando o treino de uma certa loirinha que hoje parecia mais gostosa do que nunca. Ela já tinha se livrado da camiseta da academia e estava apenas de top, aquele top apertado que deixavam seus seios ainda mais atraentes, estava com um short curtinho deixando suas lindas pernas em evidência e chamando atenção para sua bundinha empinada; seu cabelo estava preso em um rabo de cavalo, deixando à mostra seu pescoço branquinho... Ah, só aquela imagem já me deixava excitado, aliás, a Karina em si não precisa de muito para me deixar assim.

Esperei o treino terminar, e como sempre, Karina é a última a deixar o tatame. Ela vem caminhando toda distraída com um sorriso lindo nos lábios e assim que ela passa por mim sorrio puxando-a pela cintura colando nossos corpos, ela arfa em surpresa.

- Não sei como é que o mestre te deixa vir treinar assim. - Falei praticamente colado ao seu ouvido, ela sorriu pousando seus braços sobre os meus que estavam firmes circundando sua cintura.

- Assim como, guitarrista? - Perguntou um tanto ofegante, não sei se pelo treino ou se por nossa aproximação, mas julgo ser pelos dois.

- Com tão pouca roupa, toda descoberta... - Murmurei depositando beijinhos em seu pescoço.

- Ah, os homens também treinam sem camisa... Direitos iguais.

- É, mas eles não são como você. - Sussurrei em seu ouvido mordiscando-o, ela se arrepiou e se virou entre meus braços.

- E como eu sou, Pedro? - Perguntou enlaçando meu pescoço, seus olhos tinham aquele brilho de malícia que eu adoro ver, sorri aproximando nossos lábios.

- Gostosa. - Sussurrei contra seus lábios. - Muito gostosa... - Reafirmei mordiscando seu lábio inferior apertando-a ainda mais contra mim.

Karina sorriu e me empurrou para debaixo da escada sem desgrudar de mim.

- Ótimo, acho que aqui tá bom. - Falou e eu franzi o cenho.

- Bom pra quê?  - Perguntei, ela sorriu aproximando nossos lábios.

- Pra matar a vontade que eu tô de te beijar, guitarrista. - Disse selando nossos lábios em seguida.

Karina tinha uma mão agarrada a minha camisa e a outra em meus cabelos, ela me beijava intensamente, explorando minha boca com desejo e eu não estava atrás. Minhas mãos já passeavam por seu corpo, acariciando sua cintura desnuda e descendo para sua bundinha onde apertei com força, Karina suspirou em minha boca puxando um pouco meu cabelo e mordiscou meu lábio inferior. Nossos lábios separam-se e Karina levou os seus ao meu pescoço, me arrepiei ao sentir seus lábios em contato com minha pele, e então suas mãozinhas habilidosas invadiram minha camisa, começando a acariciar meu abdômen e peitoral.

- O que ainda tá fazendo aqui? -Sussurrou em meu ouvido mordiscando-o. - Pensei que o ensaio já tivesse acabado. - Disse continuado a me provocar com os lábios.

- Acabou sim, mas você sabe que eu adoro te ver treinar, né? - Disse fazendo-a me encarar.

- Não sei porquê. - Disse dando de ombros. - Você nem gosta de muay thai...

- Eu gosto de você. - Falei acariciando seu rosto, ela sorriu lindamente. -  E adoro tudo o que faz. - Disse beijando sua mandíbula, e então o seu pescoço. - E o muay thai é uma dessas coisas, então eu gosto, entendeu?

- Sim... - Ela murmurou baixinho se agarrando mais a mim, suas mãos ainda estavam sob minha blusa e ela me arranhou com um pouco mais de força, arfei e intensifiquei os beijos em seu pescoço.

- E tem mais uma coisa. - Sussurrei em seu ouvido e o mordisquei, ela gemeu levemente.

- O-o que? - Perguntou com a voz falha, sorri e a puxei pelos cabelos ela arfou novamente e então sorriu, mirei seu rosto.

Ela estava tão linda, seus olhos estavam fechados, ela estava ofegante e passeava com suas mãos por todo meu tronco e eu me sentia quente apenas com aqueles toques puxei-a para ainda mais perto colando nossos lábios novamente, mas não a beijei.

- Te ver treinando me excita. - Falei contra seus lábios e então desci as mãos para sua bunda num aperto firme, colando-a ainda mais ao meu corpo, Karina gemeu e eu a beijei.

Minha língua adentrou sua boca rapidamente enquanto meus lábios a devoravam com volúpia. Karina levou uma de suas mãos ao meu cabelo e o puxou com força, minhas mãos passeavam incessantes por seu corpo, percorrendo cada curva sua, logo chegando aos seus seios, ela gemeu novamente enquanto eu dava graças aos céus pela acadêmia estar praticamente vazia e estarmos em um local escondido para que eu pudesse tocá-la assim. Estávamos muito próximos, nossos corpos estavam colados e o calor que emanava de ambos era intenso. Nossos lábios separaram-se novamente e voltei a beijar seu pescoço ainda massageando seus seios e eu podia sentir, mesmo sob o tecido os mamilos rígidos, então brincava com eles como podia. Karina arranhou toda a extensão do meu abdômen e gemeu meu nome baixinho, isso fez um arrepio delicioso percorrer meu corpo, e isso acabou refletindo numa parte bem sensível, sim, eu já estava ficando duro apenas em ouví-la.

Eu a beijei novamente puxando seu quadril com força, deixando-a colada a mim, ela gemeu novamente e eu gemi junto. Eu sabia que ela podia sentir minha excitação e parecia estar tão excitada quanto eu a julgar pela maneira que ela friccionava nossos quadris... Ah, aquilo estava me enlouquecendo! Eu já estava a ponto de arrancar o restante de suas roupas ali, no meio da academia quando ela me afastou.

- Você acha que estamos indo longe demais, né? - Perguntei ofegante, ela sorriu.

- É, estamos. - Confirmou também ofegante. - Mas eu estou gostando. - Sussurrou mordendo o lábio inferior.

- Ah, eu também estou... Você não sabe o quanto! - Falei e ela sorriu com malícia.

- Ah Pedro, eu sei sim. - Afirmou apertando seu quadril contra o meu, arfei e ela sorriu mais ainda. - Eu posso sentir. - Sussurrou mordiscando minha orelha, eu a fiz me encarar.

- Karina... Não me provoca. - Falei sério, ela não respondeu, só me beijou novamente, e céus, que beijo era aquele? Ah, acho que eu fiquei ainda mais duro com aquilo, e então ela mordiscou meu lábio inferior finalizando o beijo, sorriu e se afastou. - Hey, pra onde vai?

- Só tô fazendo o que você pediu. - Disse sorrindo provocativa. - Vou parar de te provocar, guitarrista.

- Karina... Não sai assim, não me deixa assim! - Falei olhando para o volume evidente em minhas calças, ela seguiu meu olhar e e sorriu novamente.

- Não posso. - Me lançou uma piscadela e já ia sair, mas eu fui mais rápido e a puxei pra mim.

- Tudo bem, pode ir. - Falei contra seus lábios, mirando-a intensamente. - Mas vai ter volta, esquentadinha. - Afirmei e selei nossos lábios rapidamente.

Karina arqueou uma sombrancelha, num desafio claro que meu sorriso demonstrava estar aceito, ela sorriu mais uma vez antes de sair, eu suspirei ainda afetado pelas sensações que seu corpo havia despertado em mim. Karina é complicada, ficar assim, nos pegando as encondidas é complicado, mas é uma delícia e eu mal posso esperar para encontra-la novamente.


Notas Finais


Ahhh esses dois, cada vez mais safados... ADORO!!! kkkk ❤🔥😍
Comentem e favoritem bebês, até logo!!


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