História Nas margens do Lago - Draco e Hermione - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Tags Draco Malfoy, Drama, Dramione, Harry Potter, Hermione Granger, Jk Rowing, Romace
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Palavras 2.522
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ola meu amores, como estão??
Peço mil desculpas pela confusão que eu causei, mas a insegurança bateu então acabei apagando o capitulo, acreditando que eu poderia fazer melhor, mas a verdade é que não veio mais nada na cabeça do que eu já tinha escrito, pois o que escrevi é o necessário mesmo. Fiquei preocupada de estar muito repetitivo, mas vou confiar em vocês (=
BOA LEITURA A TODOS!!!

Capítulo 22 - Um erro, uma decisão (As paginas do Diário)


- Espero que valorize esse precioso tempo que estou te disponibilizando, Draco... – Disse Voldemort ao encarar Draco entrando na sala.

- Pode ter certeza, Milord... – Disse com toda a firmeza que conseguia.

-  Eu tenho que admitir que eu estava mais concentrado no objetivo de você cumprir a missão, que não me importei muito com a fato de não ter tido o mesmo treinamento que qualquer um aqui presente nessa sala, mas eu também tenho que admitir que vem fazendo um bom trabalho. Sempre soube que dentro de você havia algo que eu pudesse admirar, você pode ser tão frio quanto eu. Realmente a punição surtiu efeito em você. - Voldemort  sorriu satisfeito, mas foi frio, tão frio como de costume. - Espero que continue assim, não me decepcione. 

- Sim, Milord... – respondeu. Foi ai que Draco entendeu as ameaças que recebia durante os treinamentos. Voldemort não o matava quando ele fraquejava, porque ele queria o transformar como ele. Queria tirar de Draco toda a sensibilidade que ele tinha adquirido depois da morte de Narcisa. Mas Voldemort nem imagina o quanto esta sendo difícil vestir a sua mascara e deixar o seu sangue correr o mais frio que ele conseguia. Tinha vezes que o medo era muito maior do que a sua frieza. 

- Muito bem... TRAGAM A PRISIONEIRA – Ordenou Voldemort, fazendo dois comensais irem até as masmorras da mansão. Draco passava o olhar por cada pessoa e foi frustrante não ter ninguém com quem pudesse contar. Snape não estava naquele momento e Bellatrix?... Bem... Ela era a ultima pessoa que ele poderia esperar alguma coisa. Para quem matou o próprio primo e nem se importou com a morte da irmã, quem era ele naquela hora?

Alguns minutos depois, os comensais trouxeram uma garota que devia ter a idade aproximada de Draco. Era magra, pele clara, olhos castanhos e cabelo preto. Tinha um olhar de desespero que Draco não quis olhar por muito tempo.

- De boas vindas a essa mocinha, Draco. – Voldemort deu um leve sorriso de deboche. A garota foi jogada aos pés de Draco e chorava compulsivamente. – Hoje vamos começar com ela... – Draco permaneceu estático. Olhou par baixo vendo aquela garota que tentava esconder o rosto com as mãos algemadas. Ele não sabia o seu nome e muito menos a sua história; sabia apenas que era uma trouxa, o tipo de pessoa que foi ensinado a vida toda a odiar, mas ao vê-la em prantos ao seus pé, mata-la se tornou algo tão mais difícil do que poderia imaginar. – Quero que a torture primeiro – Ordenou Voldemort.

- Nãão!! Por favor! – Implorou a garota para Draco. Diante da suplicada da menina desconhecida, ele acabou cometendo grande erro, um erro que foi capaz de derrubar qualquer muralha que um pessoa tenha construído para esconder os sentimentos mais nobres. Ele olhou nos olhos dela e enxergou Hermione ali. – Por favor... eu não fiz nada para vocês eu, eu nem os conheço... – Voldemort a interrompeu.

- CALA A BOCA, SUA IMUNDA! – Ordenou Voldemort. A moça tentou conter o choro, o sufocando dentro de si. Se encolheu de uma forma como se seu próprio corpo, fosse capaz de lhe proteger. Agora o que restava era apenas rezar. – Vamos Draco estou esperando... Se for um bom garoto, irá ter a sua recompensa. – Aquilo intrigou Draco, o fazendo questionar, para quem sabe ganhar um pouco mais de tempo para aquela tarefa que ele queria fugir.

- Que recompensa?

- Verdade, eu não te falei... Vou te presentear com a sangue-ruim, o que acha? Quando eu acabar com Harry Potter, você é quem será o responsável pela morte dela – rui, fazendo todos naquela sala também rirem. Enquanto ele olhava aquela moça chorar, a imagem de Hermione lhe passava pela cabeça. Ali foi que ele percebeu, que não queria ver Hermione naquela posição, não queria ter que ser responsável por sua morte, não queria perde-la como perdeu a sua mãe. – Ainda estou esperando... – Voldemort disse fazendo Draco sair de seus devaneios.

Diante daquela pressão que estava enfrentando, apontou a varinha em direção a garota que ainda chorava ao seus pés. Se xingou mentalmente ao perceber que sua mão tremia. Ele não podia demostrar nervosismo. Ele não podia derrubar a sua mascara.

 - Não tem coragem, Draco? ... foi so te elogiar que você regride? Lembre-se que eu não perco tempo com gente covarde. Quando se acovardar lembre-se da sua mãe, do quanto ela sofreu por sua culpa... – Draco estava sentindo raiva, muita raiva ao ouvir aquilo. Então, sem ao menos tomar consciência, aquela garota que tinha sido jogada aos seus pés, não pertencia mais aquele mundo. Ela tinha morrido, pois ele tinha proferido a maldição da morte.

~*~

Sua cicatriz pegava fogo, ardia de uma maneira que tentar ficar relaxado, parecia ser uma tarefa impossível. Ele sabia que não podia deixar Voldemort dominar a sua mente, ele tinha que mantê-la fechada, não tinha enfrentado varias aulas com Snape atoa, ele tinha que se esforçar, mas oclumencia não era algo que ele tinha habilidade. Ficou paralisado ao se deparar com a cena de Draco matando uma garota. Ficou revoltado ao ver as expressões frias que ele exibia em sua face pálida. Sentiu ódio, odeio dever Draco ser tão sádico como estava sendo com aquela pobre garota. Já não bastava todos os anos que ele havia sido uma pessoa ruim com muita gente, principalmente com seus amigos e quase ter matado Dumbledore... Ele tinha que estar tirando a vida de alguém inocente? Sim, ele tinha, porque ele era Draco Malfoy.

- O que foi Harry? – Perguntou Hermione preocupada

- É a sua cicatriz de novo? Você sabe... – Começou a dizerRony, mas Harry o interrompeu.

- Esta tudo bem Rony, já esta passando... – Interrompeu Harry respirando fundo.

- O que foi que ele te mostrou? – Perguntou Hermione curiosa.

- O Malfoy matando uma garota... – Hermione sentiu seu corpo gelar e engoliu seco.

- Você tem certeza, Harry? Você que você-sabe-quem pode esta te fazendo ver o que ele bem entender...- Disse Rony

- E a troco do que ele me faria ver Malfoy matar uma garota?

- Eu não sei, Harry... Mas não pode acreditar em tudo que ele te mostra... Talvez seja uma forma de te deixar mais vulnerável.. – Disse Hermione tentando mais se convencer do que o próprio Harry.

- É impressão minha, ou você esta defendendo ele? – Perguntou Harry serio. Ele não esta acreditando que seus próprios amigos estavam duvidando o que ele esta vendo.

- Não estou defendendo ninguém Harry – disse Hermione firme – Apenas estou querendo de lembrar que não deve se deixar abalar com qualquer coisa que você-sabe-quem coloca na sua mente...

- Ela tem razão Harry... Não deve acreditar no que vê, já não é a primeira vez que ele faz isso com você... As vezes ele só quer te deixar vulnerável – Harry pareceu refletir com alguns minutos.

-  Eu preciso dar uma volta... – Disse Harry levantando do sofá, se sentindo frustrado. Ao passar pelo quadro da mulher gorda, murmurou com toda a raiva que sentia.

- Se é verdade ou não, não importa... Assim que eu consegui acabar com Voldemort, Malfoy, eu acabo com você.

~*~

“20 de Julho de 1997

O choro daquela mulher invade a minha mente a todo instante. Eu não sei o nome dela, nem a sua historia, so sei que tirei algo dela, que ela tinha por direito, a vida. O mais engraçado disso tudo, é que sempre acreditei que pessoa como ela, não eram nada, porque não era como eu. Não passavam de trouxas nojentos. Mas que droga, mãe... É tudo muito pior do que eu podia imaginar.

Eu não sei o que Voldemort pretende, mas independente do que seja, não era isso que imaginava para a minha vida, não era isso que eu imaginava que seria pertencer a uma familia da elite, com poder e dinheiro, porque nada disso tem valor, quando se esta sozinho.

Se eu pudesse, eu juro que tentaria passar informações para a Ordem, sobre o que acontece por aqui, mas infelizmente, não posso. Como o Snape mesmo disse, minha tia vai estar me vigiando, e eles não acreditariam, principalmente Potter e o Wesley. Eles não se dariam ao trabalho de nem me ouvir, até porque eu quase matei o Dumbledore e passei uma vida os ridicularizando. Potter, por sua fama, que na verdade era algo que eu sempre quis ter. Sempre busquei ser reconhecido por algo importante, principalmente por ser um Malfoy. Quando o Voldemort me deu a missão, eu fiquei muito orgulhoso, porque iria finalmente fazer algo que o meu pai pudesse se orgulhar de mim, e que ele acreditasse que eu pudesse ser exatamente o que ele sempre acreditou que eu seria.

Weasley pode não ter dinheiro, como eu, mas hoje, consigo enxergar que ele não é diferente de mim, dinheiro não significa nada. Quase o matei por puro descuido, por estar extremamente desesperado em cumprir a missão, que eu tinha certeza que daria certo. Ele não merecia ter passado por aquilo. Nunca me permitir conhece-lo de verdade, porque achava que ele não era digno da minha atenção, mas a verdade é quem não é digno de nada, sou eu. Ele pode não ter dinheiro, mas ele é um cara que tem sorte de ter amigos de verdade, amigos que estão la para o que der e vier, enquanto eu, estou aqui sozinho nessa casa, vivendo as piores coisas. Ele tem sorte de ter uma familia.

São essas as vantagens de ser um Malfoy?...”

Draco ia terminar a carta, mas foi interrompido por Snape ao ouvir a batida na porta. Rapidamente ele fechou o diário e escondeu na gaveta antes que Snape descobrisse. Draco era orgulhoso demais para revelar aquele diário a alguém.

- Pode entrar! – Disse se certificando que o diário estava bem escondido.

- Como foi o treinamento? - perguntou entrando no quarto com uma expressão seria.

-  Uma merda como sempre... estou fazendo o que me disse: “Se não pode com eles, alia-se a eles”

- Quem foi essa vez?

- Uma garota trouxa... Voldemort queria que eu a torturasse, mas eu não tinha coragem – Ele não se importou em relevar aquilo para Snape, mas também apenas diria para ele.

- Ele percebeu? – Draco assentiu se sentindo frustrado – Mas o que foi que eu disse a você...?

- Eu sei, ta legal? – disse começando a ficar irritado – Ei já sei que tenho que me manter firme até o final, porque não tenho escolhas... mas eu não consegui...

- O que foi que aconteceu?

- Ele esfregou um monte de coisa na minha cara. Disse que não perdia tempo com gente covarde como eu e que é para eu me lembrar da minha mãe que morreu justamente por eu ter sido um covarde em não ter matado Dumbledore. Eu fiquei com muita raiva de ter que ouvir aquilo... então...

- Então...? – Incentivou Snape para que Draco continuasse

- Eu a matei...- suspirou

- Das outras vezes que teve que matar outras pessoas, eu não tinha te visto tão derrotado como você esta com essa garota... Vamos Draco, não seja fraco!

- NÃO DIGA QUE EU SOU FRACO, PORQUE EU NÃO SOU. EU ESTOU ME TORNANDO UM ASSASSINO, UM MALDITO COMENSAL DA MORTE. EU NÃO SOU FRACO. – Snape sabia muito bem que Draco não era fraco. Era nítido como aquilo tudo estava sendo demais para ele, mas ele tinha que continuar até que a guerra terminasse e Harry Potter vencesse, so assim tudo valeria a pena. Snape também imaginava do porque Draco estava mal por ter matado a garota trouxa. Não sabia exatamente do porque o assassinato dela o abalou tanto, mas conhecia a relação daquilo tudo. A carta que tinha recebido pela manhã, estava bem fresca na sua cabeça.

- Me diga o que foi que te abalou tanto... Ela era so uma trouxa... – Ele queria instigar, ouvir do próprio Draco para ter a certeza que aquela carta era 100% verdade.

- Vou receber uma recompensa, nas palavras de Voldemort pelo meu desempenho.

- Qual? – Snape perguntou preocupado.

- matar Hermione Granger.

Pronto era tudo que ele precisava ouvir para confirmar o que imaginava. Draco amava Hermione. Um sangue puro e uma nascida-trouxa. Grifinória e Sonserina. A história que Snape bem conhecia iria se repetir e de uma forma tão dolorosa quando foi a sua, porque mais uma vez não tinha espaço para um amor como o deles. Não naquelas circunstancia, por isso Snape presava a vida de Draco, para ele ter a oportunidade de viver algo que ele não viveu.

- Se afaste dela, Draco... faça ela te odiar...

- O que você esta falando? – Draco sentiu seu coração sair pela boca

- Se você a ama, o único jeito de protege-la é se afastando. Deixe-a livre para seguir a vida dela..

- Mas eu não a amo.. – Disse mas não totalmente certo. Ele nunca sentiu nada como aquilo por alguém que não fosse da sua família.

- Sim, você a ama, apenas não quer admitir para você mesmo. Sei que pode parecer cruel, mas vocês não podem ficar juntos, sabe disso... Se afaste dela. So assim vai consegui salva-la.

- Porque a mantendo por perto é mais fácil de os atingirem e Voldemort vencer, não é?

- Embora não pareça, a vida é capaz de nos trazer uma segunda chance. – Assim que Snape saiu, Draco passou a refletir sobre se afastar de Hermione. Realmente era a coisa certa a se fazer naquele momento. Ele tinha que protege-la, mantê-la segura por mais doloroso que fosse e mais uma vez estivesse perdendo.

- Eu prefiro te perder estando viva e bem do que te perder como perdi a minha mãe... Espero que um dia me perdoe por tudo de ruim que lhe causei e estou prestes a causar – disse em pensamentos altos.

~*~

Um Uiske de fogo, parecia ser o ideal para aliviar a sua tensão. Não pensou duas vezes ao pegar um copo de cristal e depositar uma quantidade razoável para o ajudar a pensar no que iria fazer em relação a Draco e Hermione. Enquanto refletia, desdobrou a carta que tinha recebido com a letra delicada que tão bem conhecia. Ele fez o que lhe pediram, mas não com a intenção que a pessoa imaginava.

“Caro professor

Preciso te contar algo importante. Sei que pode parecer um absurdo, mas já faz um tempo que vinha desconfiando. Não pensei em pessoa melhor para contar isso. Draco esta tento um caso com a Hermione Granger. Eu nunca os vi juntos, mas eu percebo o jeito dele quando a olha. Ele se afastou de mim e dos amigos. Toda vez que tentamos conversar com ele, ele inventa uma desculpa, se afasta, mas é evidente o olhar diferente que apresenta quando a sangue-ruim aparece.

Eu não sei a quanto tempo e nem quanto tudo começou, mas decidi te contar, porque o senhor é o único que pode me ajudar a destruí-los. Eles não podem ficar juntos. Meus pais me contaram que Voldemort esta usando a mansão como sede, então acredito que esteja próximo de Draco e pode me ajudar.

Pansy Parkinson”


Notas Finais


Estou morrendo de medo de estar sendo uma história cansativa... espero não esta decepcionando vocês!!!
Muito obrigada por todo o carinho e incentivo de cada um S2
Não esqueçam de comentar, porque sabem que eu amo ver kkk
Beijão a todos


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