História Nascida do céu, criada pelo inferno - Capítulo 26


Escrita por: ~ e ~amberheardr

Postado
Categorias Amber Heard, Jared Padalecki, Jensen Ackles, Supernatural
Personagens Abaddon, Adam Milligan, Aidan, Alex Jones (Annie Jones), Anna Milton, Ash, Balthazar, Bela Talbot, Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Claire Novak, Crowley, Dean Winchester, Diana Ballard, Dorothy Baum, Ellen Harvelle, Gabriel, Gadreel, Garth Fitzgerald IV, Hannah, Jo Harvelle, Jody Mills, John Winchester, Kevin Tran, Lilith, Lúcifer, Mary Winchester, Meg Masters, Michael, Miguel, Naomi, Personagens Originais, Rafael, Rowena MacLeod, Ruby, Sam Winchester
Tags Apocalipse, Lucifer, Luta, Mistério, Morte, Romance, Tortura, Violencia
Exibições 155
Palavras 2.891
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Amores essa foi uma pequena idéia que eu e a Cami tivemos de fazer cap com bônus de histórias a parte de cada personagem. Agora vou postar um trecho da vida da Emma. Conforme for passando os capítulos mais importantes eu continuo a história dela e coloco dos outros personagens com maior importância nesse enredo. Espero que gostem.

Capítulo 26 - Emma Deneuve (Parte - I)


Fanfic / Fanfiction Nascida do céu, criada pelo inferno - Capítulo 26 - Emma Deneuve (Parte - I)

Sioux Falls 20 de setembro de 1987

Tão perto e tão longe ao mesmo tempo. - Era isso o que eu pensava enquanto ouvia a chuva cair do lado de fora, um incrível dilúvio cheio de raios e trovoadas. A cada trovão uma contração que me fazia contorcer sobre a cama. - Ótima noite para nascer pequena.  - Sorri com esse pensamento e apoiei minhas mãos sobre meu ventre. Minhas pernas já abertas diante de uma mulher que me ajudava no trabalho do parto e Henrique ao meu lado acariciando meus cabelos dizendo palavras confortantes.  - Ele é um bom homem.  - Pensei novamente. Um novo trovão,  uma nova contração,  um novo grito mediante aquela dor dilacerante que me cortava por dentro.

Por mais que o ambiente daquele quarto estivesse calmo,  não estava confortável.  Além de Henrique e a parteira, havia também um homem no canto do quarto observando tudo atentamente.  Ele não tinha dito uma palavra se quer desde que havia entrado no local. E eu não sabia se era a dor que estava manipulando meu psicológico,  mas tive a leve impressão de ver seus olhos brilharem em tom de amarelo. Talvez tivesse sido apenas o reflexo dos raios que passavam pela janela.

- Só mais um pouco de força,  já posso ver a cabeça do bebê.  - A parteira me incentivou.

Respirei fundo e usei toda a força que me restava, a dor foi dilacerante,  houve uma última trovoada do lado de fora, fora tão alto e forte que pareceu ter batido sobre o teto e eu tive a leve impressão de que o chão havia tremido. Mas ao ouvir um choro baixo e cheio de energia, a chuva cessou, os raios e trovões deram lugar apenas ao choro da criança. 

- Parabéns querida. - Henrique se inclinou sobre mim para me dar um selinho superficial.  Eu era tão feliz por te - lo conhecido, aceitou um filho que não era dele e ainda me amava.

- É uma menina.  - A parteira anunciou depois de ter cortado o cordão umbilical.  Enrolou a pequena em uma manta branca e me entregou.

Envolvi o pequeno embrulhinho em meus braços e encarei a pequena.  Tinha os cabelos tão claros que quase não se via os poucos fios em sua nuca. Ela tinha alguns traços de Bobby, o nariz e até mesmo a boca. Mas os olhos eram iguais aos meus,  a mesma cor escura e profunda. - Pensar que eu não tinha nenhum ressentimento do pai dela. Bobby fez suas escolhas,  e me deixou esse lindo presente.  Eu nunca poderia odiá -lo.

Olhei na direção de Henrique,  mas ele tinha acabado de se levantar e estava em uma posição ereta ao lado da cama enquanto encarava o outro homem que nesse instante já estava próximo de mim estendendo suas mãos para pegar minha filha.  Encarei seus olhos e realmente pude constatar que eram de uma cor amarelo e brilhante.  Encostei minha filha contra meu peito e me inclinei para trás afim de afasta - lo dela. Meu coração já batia violentamente no peito e meus olhos ardiam em lágrimas com o medo me consumindo.

- Se afaste da minha filha.  - Choraminguei e a bebê também voltou a chorar intensamente. 

- Emma, de - a para ele. Ele vai apenas abençoa -lá querida. Não se preocupe.  - Henrique falava tranquilamente enquanto afagava meus cabelos de forma a me acalmar.

Olhei na direção do meu marido e depois olhei para aquele homem de olhos amarelos.  Tinha algo em mim gritando para que não entregasse minha filha a ele,  mas acabei me convencendo e entreguei a pequena para aquele homem. - Fiquei observando todos seus movimentos, ainda tinha um certo receio quanto aquilo. Ele a envolveu com um braço e com a outra mão ele conseguiu cortar a palma de sua mão com a própria unha. Assim que a mão dele começou a escorrer sangue, ele mirou para a minha filha que já havia parado de chorar,  estava quase pingando as gotas de seu próprio sangue na boca dela. 

- Pare! - Gritei enquanto me jogava em sua direção para impedir tal ato. Mas Henrique agarrou meus braços me deixando presa contra a cama. - Me solte Henrique. O que ele está fazendo com a minha filha?

- Se acalme Emma, não se preocupe querida eu posso te dar outros filhos. Não vamos precisar dessa bastarda.

Observei quando o sangue do homem caiu na boca da minha pequena.  O ódio me subiu no mesmo instante, olhei para Henrique que ainda me segurava e soluçei sem forças para continuar lutando.

- Seu desgraçado,  ninguém vai machucar a minha filha. 

Depois de muito me debater Henrique acabou me soltando e aquela aberração que havia dado o sangue dele para ela me entregou - a sem dizer nenhuma palavra. Apertei minha filha contra meu peito novamente de forma a não machuca- lá.  E me encolhi na cama apenas desejando que todos sumissem.

O homem estendeu a mão na minha direção,  senti um certo formigamento em meu corpo mas nada mais que isso.

- O que está fazendo?  - Henrique o questionou com certo desespero.  - Nós combinamos que você fazia o que quisesse com a criança,  mas não mataria minha esposa.

- O que? - O questionamento saiu como um sussurro de meus lábios enquanto eu olhava na direção de Henrique.  Como aquele desgraçado se atrevia a dar minha filha para um estranho de olhos amarelos?  Aliás,  como ele se atrevia a entrega - lá para qualquer tipo de pessoa? Eu realmente havia sido ingênua quando ele disse ter aceitado tão abertamente um filho que não era dele.

Vi Henrique ser jogado contra a parede do outro lado do quarto, e aquilo realmente fez o pânico tomar conta de mim. Me virei para encarar a criatura ao meu lado. A parteira também estava ao lado dele e os olhos daquela mulher que antes eram azuis, agora estavam completamente negros de uma forma demoníaca,  sem contar o sorriso congelante que ela tinha estampado nos lábios. 

O homem me encarava de forma curiosa,  estendeu sua mão na minha direção,  tentei fugir do toque dele,  mas assim que seus dedos quentes tocaram minha testa ele se afastou rapidamente grunhindo e balançando a mão que fumaçava como se ele tivesse acabado de se queimar.  No segundo instante as duas figuras simplesmente desapareceram diante dos meus olhos. 

Eu sentia meu corpo todo trêmulo, minha filha estava quieta em meus braços e eu só pensava em poder sumir com ela daquele lugar. Olhei na direção de Henrique que tinha acabado de se levantar e caminhava na minha direção.  Olhei envolta e e encarei a tesoura que aquela mulher havia usado, agarrei o objeto e ainda com as mãos trêmulas apontei para o meu marido, mesmo sabendo que eu não conseguia ter nenhum tipo de moral.

- O que você fez? Você traiu a minha confiança.  O que acha que estava fazendo com a minha filha?

Ele não respondeu apenas se aproximou de mim em passos lentos, com a mão esquerda arrancou a tesoura da minha mão e a direita foi para o meu pescoço, achei que ele fosse me enforcar,  mas apenas puxou sua mão de volta me fazendo sentir o cordão estourar em meu pescoço.  Havia até me esquecido daquele colar que Bobby havia me dado. Era um pentagrama prateado que ele me fez jurar que nunca tiraria do pescoço,  virou tão cotidiano que eu havia esquecido de jogar fora.

- Quem te deu isso? - Henrique questionou com certa raiva.  - Você não é uma caçadora.  Quem te deu isso Emma?

- O pai da minha filha.  - Admiti com certo pavor o olhar dele sobre mim era assustador.

- Qual o nome dele? - Permaneci calada, meu passado não tinha nada haver com o que estava acontecendo naquele momento.  Até por que o Bobby não poderia fazer em relação aquilo tudo. - Qual o nome dele Emma? - Henrique apontou a tesoura na altura do meu rosto ameaçando me cortar com ela.

- Bobby.... Bobby Singer. - Respondi tropeçando nas palavras.

- Sua desgraçada,  foi ter uma filha logo com o Singer! - Henrique estava enfurecido, nem parecia mais o homem com quem eu tinha me casado que era doce, gentil e amoroso.

- Saia daqui por favor. - Pediu baixinho enquanto abaixava a cabeça para encarar minha filha em meus braços. 

Achei que eu teria de insistir muito para que ele fosse embora, mas Henrique apenas deixou a tesoura sobre a mesa ao lado e saiu sem dizer nenhuma palavra. Apenas bateu a porta e me deixou chorando completamente assustada junto com a minha pequena.

Senti minha blusa ser puxada,  olhei para ela e a pequena sorria, parecia querer me acalmar. Como se soubesse o que elas Tava acontecendo. 

- Você é pura como um anjo Catherine . - Sorri beijando a testa dela. - Apenas espere e veja.

5 anos depois.  

Depois do nascimento de Catherine,  eu só queria poder fugir com a minha filha pelo mundo. Mas fui atrás de Henrique questiona - lo sobre muitas coisas. Por que aquele homem de olhos amarelos deu o sangue dele para a minha filha? Acabei que descobrindo que ele era um demônio e aquela parteira também.  E que ele tinha um plano futuro com crianças que possuíssem sangue demoníaco.  Em meio a esses questionamentos, descobri que Henrique era um caçador,  não um caçador normal que caça animais na floresta. Ele caçava monstros, a maioria demônios e outras criaturas da mitologia que eu não acreditava que existissem. - Cheguei até a ficar um tempo em choque sem acreditar naquilo, achava que meu ex marido estivesse maluco.  Mas ele me mostrou que monstros existiam. Me levou em uma caçada a Dijin, foi o maior pesadelo da minha vida.  E ele ainda me contou que havia entregado Catherine em um pacto quando ela ainda estava em meu ventre. Essa história eu não entendo até hoje. - Por que ela é uma criança especial?- Ela é apenas normal. Nunca demonstrou nenhum sinal de poder ou algo paranormal.  Ela cai e se machuca,  ela chora, dorme e come como qualquer criança.  Ela é apenas fechada na dela, se interessou por livros muito cedo e lia os meus livros sobre lendas e o sobrenatural oculto.  Ela entendia algumas palavras. Esse aspecto nela me lembrava de Bobby. As vezes acho que ele teria orgulho se a conhecesse. - Mas ele também me Escondeu que era um caçador.  Talvez por isso não me quisesse por perto. Não vou atrapalhar sua vida, saberei proteger minha filha sozinha.

A pouco tempo encontrei uma casa em uma velha fazendo no interior de Nebraska,  era um bom lugar para viver com Catherine. Comprei armas e fiz um estoque grande de sal, aprendi a fazer água benta e exorcismo. Não deixaria que nenhum demônio tirasse de mim o meu bem mais precioso.

- Mamãe.  - Catherine entrou na cozinha aonde eu preparava nosso almoço.  Seus cabelos loiros estavam amarrados em dois rabos de cavalo,  um em cada lado de sua cabeça.  - Tem um moço gentil na porta. Ele me deu chocolate.  - Minha pequena estendia suas pequenas mãos mostrando dois bombons.

Meu coração acelerou na hora, minhas mãos tremeram e e eu apertei a faca que cortava a carne em minha mão. 

- Solte isso Catherine.  A mamãe já disse para não aceitar coisas de estranhos. - Tentei pegar os bombons da mão dela mas ela os Escondeu contra o peito fazendo bico e enchendo seus olhinhos de lágrimas.  Sabia que aquilo me partia o coração. 

- Ele não é estranho mamãe.  Ele disse que conhece a senhora. Ele está lá fora. - Ela explicou agoniada, parecia ter medo de que eu tirasse os chocolates dela.

Que Deus a proteja.  

Soltei a faca e peguei meu revólver na primeira gaveta do armário.  Eu não dei meu endereço a ninguém,  então não poderia receber visitas.

- Fique aqui querida. Grite se ver algo ou alguém estranho.  - Me abaixei para beijar a testa da minha pequena que já comia os chocolates e então me levantei seguindo para a porta da frente.

Destravei o revólver e manti engatilhado enquanto abria a porta que dava acesso a varanda.  Apontei o revólver na direção da pessoa,  mas antes que eu pudesse raciocinar recebi um tapa na mão,  seguido de um puxão que arrancou a arma da minha mão.

- Você pode até ter uma arma. Mas tremendo desse jeito não intimida ninguém.  - O homem a minha frente abriu o cartucho deixando as balas caírem no chão para me devolver o revólver logo em seguida.

- Eu não preciso de uma arma para me defender.

Desferiu um soco na direção do rosto dele, mas o desgraçado agarrou meu punho. Com a mão livre tentei dar um cotovelo em suas costelas. Ele desviou e agarrou meu outro braço, me fez girar e passou seu braço ao redor do meu pescoço enquanto colava meu corpo ao dele. 

- Desculpe,  mas você tem péssimos reflexos também.  Deveria treinar mais se realmente quer ser uma caçadora.  Essa vida não é só livros Emma. - Ele falava baixinho mas em um tom autoritário no pé do meu ouvido. 

- Quem é você?  Como sabe meu nome? E como me achou? - Foram as únicas coisas que meu cérebro pode formular no momento. 

O homem me soltou aos poucos e então eu pude me virar para observa - lo direito. Parecia ter seus quase quarenta anos, isso se já não tivesse. Uma barba escura começando a ficar clara e olhos claros que lhe davam um certo charme em meio a toda aquela marra e jeito militar.

- Sou John Winchester.  - Estendeu a mão na minha direção em um cumprimento, mas eu não peguei. Ainda não confiava nele e algo me dizia para não confiar. - Sou um caçador,  há muito mais tempo que você. 

- Tá.  - O cortei demonstrando meu tédio naquela história.  Eu sabia de outros caçadores e eles sabiam de mim. Mas eu havia deixado claro que trabalhava sozinha. - Como me achou?

- Eu te segui um dia desses. Mas resolvi aparecer só hoje. Temos muito que conversar. 

- Não temos não John.  - Dei um passo para trás,  fazendo menção de voltar para dentro. - Se não se incomoda eu estou fazendo o almoço.  Nunca mais apareça aqui, e fique longe da minha filha. 

Falei num tom decidido e entrei em casa, fechei a porta mas fui barrada no caminho com o pé de John impedindo da porta fechar completamente enquanto o caçador empurrava a madeira para que eu abrisse novamente. 

- Emma me escute. Eu vim te ajudar.

- Eu não preciso de ajuda. Me deixe em paz.

- Eu também estou atrás do demônio de olhos amarelos. Ele amaldiçoou meu filho.

Aquela frase foi o suficiente para me fazer parar de segurar a porta, me afastei e John entrou logo em seguida me encarando como se conhecesse minhas dores ou soubesse o que eu andará passando nos últimos anos. - Talvez realmente soubesse. Se ele não estivesse mentindo deveria ter um filho com o mesmo problema que a minha.

- Quantos anos seu filho tem? - Questionei,  talvez ele estivesse mentindo.

- 9 anos. - Respondeu sem exitar.  - A minha mulher morreu quando ele tinha 6 meses. O demônio de olhos amarelos deu o sangue dele ao meu filho e matou a minha esposa.

- Ele tentou me matar na noite em que a Catherine nasceu. - Expliquei sem querer me remoer com aquele passado assustador. - Ele deu o sangue dele a ela. E minha filha foi dada a ele como um pacto.

- Eu soube.  Por isso estou aqui, achei que seria  bom nos juntarmos para uma causa maior. Você precisa ser treinada para ser uma boa caçadora e saber proteger sua filha sozinha.

Por um segundo eu pensei em negar,  pegar a velha espingarda do meu pai que eu guardei como lembrança dele e atirar no John, mas eu tinha de engolir meu orgulho e admitir que a a ajuda dele teria de ser muito bem vinda naquele momento.

- Mamãe tem alguma coisa cheirando ruim na cozinha.

Catherine entrou na sala dando seu aviso, só então me toquei que havia deixado o frango no forno. Corri em direção a cozinha e desliguei o forno antes de abri - lo e ver a cortina de fumaça escura tomar conta da cozinha, avisando que tudo estava quase pegando fogo. - Peguei as luvas térmicas e tirei a assadeira de lá deixando sobre a pia e vendo meu fracasso culinário exposto para John que ria baixo junto com a minha filha.

- Eu juro que sei cozinhar. A culpa é sua de invadir minha casa assim.  - Comentei enquanto me virava para o homem apontando o indicador em riste na altura de seu rosto.  - Espero que não esteja mentindo pra mim e que realmente me ajude nessa vida de caças ou eu juro que mato você. 

- Com essa péssima coordenação motora?  - Ele questionou enquanto ria pelo nariz. - Duvido. Mas não se preocupe Emma. Te farei a melhor caçadora que já existiu. Promessa de escoteiro. - Ergueu uma mão no ar como se jurasse realmente aquela informação.


Notas Finais


Gostaram? Quero muitos comentários com a opinião de vocês. Próximo capítulo é Local Misterioso. Quem não se lembra sugiro que assistam.


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