História Nascida Em 1990 - Lust For Life (Amor Pela Vida) - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Palavras 670
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor



Capítulo 9 - Me Dê Amor


Fanfic / Fanfiction Nascida Em 1990 - Lust For Life (Amor Pela Vida) - Capítulo 9 - Me Dê Amor

— Eu sempre quis te perguntar uma coisa. – falei.

— O que? – Robert respondeu.

— Por quê me estuprou? – sussurrei.

— Porque você pediu. Por quê deixou ele me estuprar? – ele falou.

Nessa hora encarei Robert e vi que seu rosto se transformava e outra coisa, se transformava num rosto de mulher. Era Anne.

— Robert? – falei.

...

Ouvi George se aproximando, e quando abri os olhos, eu me debatia no sofá, estava com frio, e George ao meu lado, falando que eu ia ficar bem.

Febre. Alucinações. Tudo foi um sonho então?

...

Tema: Give Me Love – Ed Sheeran.

Depois que a crise passou, acordei, parecia que tinha dormido por dias. Dias mesmo.

— Quanto tempo dormi? – perguntei à Geroge, assim, que acordei, ele estava sentado no chão ao lado do sofá onde eu estava deitada.

— Uma hora, no máximo. A febre passou. – ele contou.

— O quê é verdade? Acho que tive alucinações.

— Bom, Susan, você deixou Abby num orfanato. Tentou se matar, eu sai e te deixei aqui por uns minutos, quando voltei, Robert estava saindo daqui, ele me parou e quando eu ia socar a cara dele, ele me disse que você não estava bem. Perguntei o que ele tinha feito, e Robert respondeu que chegou e você já estava assim.

— Eu... não me lembro disso.

— Ele falou que você perguntava pra ele, por quê ele te estuprou.

— Estou ficando louca. Achei que tudo isso tinha acabado, mas nem começou. – falei colocando as mãos no rosto.

— Vai ficar tudo bem. Só que vamos começar a trancar as portas. – falou.

Eu ri e me sentei.

— Clay foi embora. – sussurrei.

— Ele não ficou feliz com a gente ter transado. – ele sussurrou de volta.

— Ele sabia que ia acontecer. Ele sempre soube.

— Mas vocês estavam juntos. – ele disse e me encarou.

— Era temporário, acho que ele sempre soube. Mas agora, ele foi embora. – abaixei a cabeça. Uma lágrima caiu.

— Ele vai voltar. Sei que você se importa com ele! – George enxugou minha lágrima.

— Eu me importo com ele, gosto dele. Não o amo. – falei. Reparei que ele me encarava nos olhos, então fiz o mesmo. — Eu te amo, mas acho que não faz mais diferença. Você e Brook, estão felizes. Acho que vou...ficar sozinha no final. Sei que parece que estou bancando a vítima, e sei que não sou. A culpa também é minha.

— Sim, a culpa é sua. – George falou mais alto, e eu o encarei. — E minha. De Clay e Anne, Robert.

— Para. – falei. — Estou falando da culpa de hoje ser mãe, não ter ficado com você, e ter iludido Clay, deixar ele ir embora. Abandonar minha filha.

— Ainda dá pra arrumar. – ele disse e chegou mais perto, segurou na minha mão.

— Brook. – sussurrei.

Ele não ligou, apenas me beijou.

Eu curti o beijo por alguns minutos, talvez segundos, mas logo o empurrei.

— Para. Não dá, não agora. – falei. — Você está com Brook, deve fidelidade à ela.

Ele se levantou.

— É verdade. – falou.

De repente ele saiu da sala, e log estava fora de minha casa. Acho que o magoei. Magoei todos à minha volta.

...

Tema: Apologize - OneRepublic

Era noite, eu decidi levantar e andar até a escada, se conseguiria subi-la, não sei.

Cheguei no primeiro degrau, uma dificuldade levantar a perna, tudo era difícil. Respirar estava se tornando impossível.

— Susan. – uma voz disse. Reconheci na hora, era Clay, ele voltou.

Eu me desequilibrei, caí. Na ponta da escada e comecei a chorar.

— Oi, me desculpa ter ido embora. – ele disse correndo em minha direção. Se abaixou e se sentou no chão ao meu lado.

— Clay, eu fiz...Abby. – Não conseguia falar.

— O que tem ela? Está dormindo? – ele colocou a mão em meu ombro.

— Eu a deixei em um orfanato.

Ele levantou em um pulo.

— O que? – falou alto.

Olhei para cima, seus olhos refletiam ódio.


Notas Finais




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