História Nascida para Ele - Capítulo 10


Escrita por: ~

Exibições 559
Palavras 3.285
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Um aviso antes de mais nada.
- Esse capitulo não foi revisado e nem betado, peço desculpa por qualquer erro de ortografia. Preferi postar logo para não deixar vocês, mais uma semana sem a continuação da história. Quando o capitulo passar pela revisão e a betagem, o postarei corretamente. Peço desculpas novamente.

OBS: Esse capitulo contém cenas inapropriáveis para menores de 18 anos, caso seja contra ou menor de idade. Peço que não leia o inicio da parte final do capitulo. Caso leia, a responsabilidade por esse ato é inteiramente sua.

Capítulo 10 - Se entregando


Fanfic / Fanfiction Nascida para Ele - Capítulo 10 - Se entregando

“Não existem pessoas certas e erradas. A que for errada pra você, com certeza, será a certa de outro alguém” (Querido John).

 

Point of View Phoebe Sparks

 

Parecia que apenas o meu corpo estava no quarto. Pois minha mente estava em qualquer lugar, menos ali.

Por um lado eu gostava de toda essa atenção, coisa rara na minha vida. Mas por outro, eu apenas queria que ele estivesse aqui. Olhando-me e avaliando, como sempre fazia.

Seus olhos focados apenas em mim, enquanto soltava pequenos sorrisos de algum pensamento impróprio. Já se tornou inevitável, eu me encontrava completamente necessitada dele. Amo seus cuidados, principalmente ter seus lábios nos meus. Eu o queria comigo, não só agora. Mas para toda a vida.

Solto mais um suspiro, voltando minha atenção ao espelho à frente. Uma mulher junto com Amanda mostrava-me, alguns vestidos. Eu não conseguia, e nem dava importância a nada disso, meus pensamentos estavam focados apenas nele.

Mas infelizmente, ele não estava aqui. Esse fato só aumentava o meu humor, pois o queria perto de mim.

— Então Phoebe, qual você irá usar? — olhei os cinco vestidos em cima da cama, procurando o mais simples.

— O rosa — sussurrei. Pois em minha opinião, era o mais lindo de todos.

— Phoebe cadê a animação? — bufei pegando o celular e a entregando. Mostrando as últimas noticias que eu estava vendo.

 

Nessa manhã de sábado, foi descoberto que Justin Bieber tem um novo amor. Phoebe Sparks, uma adolescente de dezesseis anos. Que com a morte dos pais, torno-se emancipada.

 

— Como eles podem escrever algo que nem sabe Amanda? Quem me dera ter ao menos conhecido meus pais — eu me encontrava com os nervos a flor da pele. E só piorava com o sumiço de Justin. — Cadê o meu namorado? Eu não quero mais participar de nada disso. O que mais podem inventar de mim?

— Calma Phoebe, isso é normal. Eles não se importam com o que sentimos, só querem uma noticia — talvez eu só devesse ficar calma, mas eu precisava dele. Não o via desde o café da manhã, nem ao menos almoçamos juntos.

 

Minha visão focou-se na paisagem lá fora, não demoraria muito para que a noite chegasse. Fechei os olhos, podendo ouvir o barulho da porta se fechar. Deixando tudo em um completo silêncio, foi então que senti suas mãos em minha cintura. Meu corpo pareceu aquecer-se instantaneamente, fazendo-me arrepiar com sua respiração próxima ao meu ouvido.

— Olhe para mim, Phoebe — desviei minha atenção da janela, voltando à mesma para ele. — Esta tudo bem? — seu olhar demonstrava sua preocupação, era bom saber que Justin estava ali por mim. Imediatamente joguei-me em seus braços, sendo acolhida em um abraço reconfortante.

— Sim, só estou com um pouco de medo — ele apenas sorriu, elevando sua mão em direção ao meu rosto. Fazendo um leve carinho.

— Não precisa ter medo, eu estou aqui com você — suas palavras pareciam tirar um peso das minhas costas.

Senti sua mão deslizar por meus cabelos, enquanto aproximava-se lentamente. Eu havia sentido tanta a falta dele, que não pensei duas vezes antes de beijá-lo. Apreciando a textura de seus lábios nos meus, podendo então iniciar um beijo calmo.

— Nunca mais me deixe tanto tempo com elas, sinto-me aterrorizada — recebi um sorriso do mesmo, logo podendo receber um beijo seu em minha testa.

— Não deixarei, estarei para sempre ao seu lado — sorri, sem delongas logo selando nossos lábios novamente.

 

 

As horas pareciam ter voado, eu já me encontrava completamente arrumada. Usando um vestido longo aberto nas costas rosa bebe, realçava a região dos meus seios por causa da alça grossa. Minha maquiagem estava básica e ao mesmo tempo marcante, meus cabelos praticamente todo trançado. Como já era de se esperar, estava usando um salto branco que abotoava no tornozelo.

Eu ando me perguntando se tenho algum problema, ontem mesmo estava em pé de guerra com Justin. Hoje eu já me sentia completamente dependente dele, necessitada até do seu olhar. Mas refletindo, tive a chance de perceber. Que posso sim gostar dele e ao mesmo tempo brigar. Pois é isso que casais fazem, conversam sobre o que não os agradam.

Então Justin teria que entender que eu tenho voz. Não irei mais calar a boca só por que ele quer, devo sim obedecê-lo. Mas também sei que tenho meus direitos, e questionar é um deles. Não irei mais ficar me sufocando, sem poder falar o que eu penso. Com tantas pesquisar, tive a chance de poder entender muitas coisas erradas em minha vida. Talvez o pior erro do Justin, tenha sido me dar um celular. O que mais me deixa intrigada, é que nem tudo faz sentido. Parece que existem falhas desde que nasci, como se algo devesse ser desvendado. Afinal, quem são meus pais?

 

 

— Dizem que é feio ficar encarando as pessoas — senti o olhar de Justin se queimar sob meu corpo. Logo parei de me olhar no espelho, desviando minha atenção para ele.

— Você esta maravilhosa — sorri, olhando-o de cima a baixo. — Não posso negar que você esta um gostoso, nesse Smoking — não pude evitar morder meu lábio inferior, podendo o ver se aproximar em passos lentos.

— Estas saindo uma bela de uma pervertida, minha querida — seu polegar pousou em meu queixo, retirando meu lábio de entre os dentes.

— Estou aprendendo com o melhor — deslizei a ponta dos meus dedos por seu rosto, fazendo questão de focar minha atenção em os seus lábios.

— Irei te confessar uma coisa — ele sussurrou próximo ao meu ouvido — Talvez eu esteja numa vontade louca de lhe jogar naquela cama e te fazer minha — balancei a cabeça negativamente, sentindo uma leve pulsação em minha intimida.

— E por que não faz isso? — perguntei, deslizando lentamente minha mão por sua nuca. — Há é mesmo, temos uma festa para comparecer. Acho que os convidados não irão gostar de serem trocados por uma simples foda — rebati enquanto afastava-me dele.

— Eu vou lhe ensinar a não me provar, bonequinha — em passos calmos até a porta de saída, fingindo não ouvir sua recente ameaça — Pode apostar que vou — acho que alguém esta começando a ficar enlouquecido, e não sou eu.

— Estarei ansiosa, meu amor — provoquei, deixando o quanto em direção ao elevador.

 

 

Uma música clássica era tocada no salão de festas. Justin estava ao meu lado, sua mão em minha cintura. Enquanto conduzia-me pela pista de dança, nunca cheguei a imaginar esse lado dele.

— Por acaso fizeram alguma lavagem cerebral em você? — ele arqueou as sobrancelhas, demonstrando sua total confusão.

— O que te faz pensar isso? — franzi o cenho, demonstrando o quanto estava sendo sarcástica — Você mesmo disse que a festa estava chata, então apenas decidi te divertir — sorri entrelaçando meus braços em seu pescoço. Eu gostava dessa sensação de importância e confiança.

— Estaríamos nos divertindo bem mais, se estivéssemos em nosso quarto — sussurrei ao pé de seu ouvido, sentindo um leve aperto em meu quadril.

— Acho que estou criando uma bonequinha muito pervertida — semicerrei os meus olhos, só então me dando conta do sentido de minhas palavras.

— Me ensinaram a não contar mentiras — concluir depositando um leve beijo em seus lábios.

 

 

A festa já acontecia há algum tempo, confesso que já perdi as contas de quantas pessoas tive que cumprimentar junto com Justin. Agora estávamos todos reunidos em um jantar, tenho que admitir que estou completamente entediada.

Odeio esses tipos de festas, esses papos chatos sobre negócios, principalmente o jeito que me olham. Mas Justin tem que fazer parte disso, agora eu sou obrigada acompanha ló. Sorri ao sentir a mão de dele em minha coxa, ganhando totalmente minha atenção.

— Em que tanto pensa? — estranhei sua pergunta de início, só então percebi que quase não havia tocado em minha comida.

— Em nada, apenas me sinto entediada. Vamos logo pro quarto? — sussurrei.

 Sem que eu pudesse impedir pensamentos pervertidos passaram por minha mente, logo surgindo um sorriso travesso em meus lábios.

— Só vamos terminar o jantar, e iremos— assenti de imediato.

Estou me saindo uma bela pervertida, tudo que falo parece desencadear algum pensamento malicioso.

 

Depois de inúmeras horas de conversas sobre negócios, podemos finalmente ir embora. A filial da empresa de Justin aqui na França, estava comemorando dez anos.  Em comemoração, fizeram essa festa. Eu apenas pensava em cama, encontrava em um estado limite de exatidão. Mas pela cara do loiro ao meu lado, já deixava explicito que iríamos fazer de tudo menos descansar.

 

— Bom, eu vou tomar uma banho e ir dormir — rezei mentalmente para que ele, não se lembrasse das provocações que lhe fiz mais cedo.

— Acha mesmo que vai escapar de mim, bonequinha? — meu corpo pareceu congelar, apenas continuei de costas para ele. — Não me diga que esta pensando que esqueci o que fez? — abri minha boca várias vezes, tentando o rebater. Mas nada parecia ser bem elaborado.

 

Meu corpo chocou-se contra a parede, Justin sem perder tempo voltou a me beijar com voracidade.  Meus saltos foram jogados para qualquer canto daquele quarto, suas mãos apertavam minha cintura sem pudor.

 

— Justin — suspirei entre o beijo. Senti meu cabelo ser puxado desfazendo completamente o penteado.

— Você ainda tem tempo de me parar, Phoebe — meu rosto encontrava-se preso entre suas mãos, enquanto meus olhos estavam focados nos seus. Sua voz saiu em tom de suplica, como se temesse algo.

— Eu confio em você — confiança é tudo que tenho nele. Eu sabia o que viria a seguir, e não me arrependeria de minha decisão.

Um sorriso cheio de más intenções surgiu em seus lábios, nossas bocas voltaram a se encontrar por apenas alguns segundos. Pois logo meu corpo foi virando para parede, onde apoiei minhas mãos. Sentindo o corpo de Justin colar-se ao meu, depositando alguns beijos em meu pescoço. Enquanto suas mãos trabalhavam no feixe de meu vestido.

— Como você, consegue me deixar tão louco em questão de segundos? — virou-me de frente para ele novamente, posicionando uma de suas mãos em meus cabelos. Enquanto me encarava, seu olhar era intrigante.

— Que eu saiba, eu sou a inocente aqui — fui sarcástica, ganhando um balaçar de cabeça dele. Ele posicionou as mãos nas alças do meu vestido, começando a desliza-las por meus braços.

— Eu te desejo tanto, minha boquinha — logo senti a vergonha me atingir ao ter meu vestido em meus pés. Seus olhos pareceram trabalhar em cada centímetro do meu corpo, coberto apenas por uma lingerie redada rosa bebê. — Eu te quero Phoebe, mais do que tudo que já quis. Realmente preciso de você — soltei um sorriso glorioso e o puxei para um beijo.

 

Voltamos a nos beijar com vontade, suas mãos firmaram em minha cintura me impulsionado para que ficasse com as pernas ao redor de sua cintura. Seu membro roçou em minha intimidade, que era protegida apenas pela calcinha. Caminhou comigo, enquanto eu tratava de desabotoar os botões de sua camisa.

 Ele deitou-me na cama com cuidado. Pôs-se sob meu corpo, logo que terminou de tirar sua camisa. Sem delongas começando a depositar beijos e longas chupadas por meu pescoço.

Foi descendo com uma trilha de beijos em direção aos meus seios, tirou meu sutiã com a minha ajuda. Levei minhas mãos aos seus cabelos, sentindo sua boca em meu seio direito sem deixar de massagear o esquerdo.

Já tivemos muitos preliminares, mas nunca chegamos até o fim. Sei que com Justin, não tem como e nem quero voltar atrás. Apenas ao lado dele consigo me sentir bem e segura, não irei perder nada disso. Já fiz a minha escolha.

Investi nossas posições, quando o senti depositar beijos por minha barriga. Posei minhas mãos em seu abdômen, meus olhos se prenderam ao seu olhar que me analisava minimamente. Foi a minha vez de depositar pequenos beijos em seu pescoço, sentindo suas mãos em minha cintura. Rebolei levemente em cima do seu pau, já que estava praticamente sentada em cima do mesmo.

— Não me provoca bonequinha — deslizei levemente minhas mãos por seu abdômen, fazendo questão de rebolar. Pude apreciar seus olhos se fecharam, enquanto sua respiração acelerava.

Posei as mãos no cós de sua calça, enfim desabotoado. Retirando-a de seu corpo com sua ajuda, podendo então apreciar a visão que estava tendo do meu namorado. Meu corpo chocou-se novamente contra a cama, suas mãos apertaram minha cintura fazendo-me sentir totalmente indefesa. E completamente dele.

Sua trilha de beijos recomeçou-se, em conjunto com mordidas depositadas em meu ombro, fazendo-me soltar gemidos baixos, levei as mãos aos seus cabelos. Suas mãos se movem para o cós da minha calcinha. Deslizando lentamente por minha bunda para as coxas, removendo o pequeno tecido. Não posso deixar de olha ló.

Ele detém-se e, sem tirar os olhos de mim nem por um segundo, lambe os lábios. Inclina-se para frente passa e o nariz por minha intimidade.

— Você tem o cheiro tão bom — ele murmura e fecha os olhos, com uma expressão de puro prazer.

Então sua mão percorre por minha coxa. Meu corpo parecia totalmente sensível a cada toque dele, fazendo-me não controlar meus gemidos.

— Minha querida bonequinha, nem queira imaginar o eu poderia fazer contigo — ele sussurra. Um intenso arrepio apoderou-se de meu corpo, lembrando-me que estava completamente nua e sua mercê.

 

Depois de parecer avaliar todo meu corpo, ele sorriu voltando a me beijar. Era tão bom sentir o corpo dele no meu, poder apreciar cada toque seu. Sua atenção voltou-se novamente para meus seios, passando suas mãos pelos mesmos.

 

— Se encaixam perfeitamente entre meus dedos, Phoebe — murmurou, ele parecia querer enlouquecer-me a cada segundo. Sorrindo, voltou a chupar um dos meus seios massageando o outro.

Sinto uma de suas mãos em minha intimidade, estimulando meu clitóris. Um de seus dedos penetrou-me, só então pude dar conta do quanto estava molhada.

 

— Justin isso é tortura — minha voz saiu baixa. Ele apenas sorriu, começando a movimentar seu dedo — Oh... Por favor — supliquei, tendo seus olhos nos meus. Sua boca se encontrou a minha, deixando meus peitos rígidos.

Encerrando o beijo, sua boca fez-se presente em minha vagina. Mas precisamente em meu “ponto mágico”, senti sua língua deslizar vagarosamente pelo o mesmo. Atendendo a sua provocação, rebolei contra a mesma desejando mais contato. Minhas pernas pareciam tremer, enquanto gemidos escapavam de meus lábios. Era como se eu não conseguisse pensar em mais nada, e inúmeros calafrios apoderassem do meu corpo.

 

— Se entrega para mim, meu amor — aconselhou-me, enquanto acrescentava mais um dedo. Aumentando gradativamente o movimento deles dentro da minha vagina. Soltei um gemido alto sentindo-o pressionar meu clitóris, era como se eu estivesse chegado ao meu limite. — Você é tão deliciosa — Justin olhou-me com um sorriso satisfeito, e chupou seus dedos— minha respiração encontrava-se irregular, havia acabado de ter um orgasmo.

Procurei não o olhar. Enquanto ele tirava sua cueca box, e logo abria o pacote de camisinha. Apenas não queria ficar ansiosa, preferia meter-me no relaxamento a qual estava.

— Você prometeu cuidar de mim — murmurei. Seu olhar queimou-se pelo meu corpo, até encontrar meus olhos.

— E eu vou. Você é a minha razão de viver, Phoebe — sorri e o puxei para um beijo urgente. Ele encaixou-se novamente no meio das minhas pernas.

Justin começou a me penetrar lentamente, tentei focar no beijo. Mas finquei minhas unhas em suas costas o fazendo parar.

— Respira, meu amor. Mantenha-se calma — suas palavras naquele momento até soavam reconfortante. Ele deslizou a mão por meus cabelos fazendo um leve carinho, logo selando nossos lábios.

Tratei de focar naquele momento, que desencadearia um novo recomeço. Novamente o apertei contra mim, podendo sentir mais uma tentativa de suas invertidas.

A dor era incomoda, mas não que não pudesse ser suportado. Uma de suas mãos foi posicionada nas minhas costas, próxima a minha bunda. Lentamente começou a me fazer rebolar contra seu pau.

Seus olhos estavam focados nos meus, ele parecia ter adquirido toda a paciência do mundo para aquele momento.

Por impulso, entrelacei minhas pernas em sua cintura o puxando contra mim. Mordi meu lábio inferior com força, deixando algumas lágrimas escaparem de meus olhos. A dor e o susto de tê-lo todo dentro de mim eram sufocantes.

— Justin — seu nome saiu em gemido fraco, enquanto o via parecer se controlar.

— Phoebe mantenha a calma, não quero lhe machucar — exaltou –se. Começando a deslizar uma mão por meu rosto, enxugando-o. — Se quiser, podemos parar. Eu apenas vou seguir o seu ritmo — ele parecia estar sendo sincero, mas eu não gostaria de parar.

Balancei a cabeça negativamente, autorizando-o a começar a se movimentar devagar. Uma de suas mãos aperta minha cintura, enquanto seus movimentos são calmos e lentos. Minha respiração foi acelerando-se junto com a sua, permitindo que todo incômodo fosse sendo deixado de lado.

Comecei a mover meu quadril junto com o seu, permitindo-o acelerar suas estocadas. Ouço meu nome escapar em um dos seus gemidos, fazendo-me focar por alguns segundos em suas feições de prazer. Deixo minhas unhas passearem por suas costas, entregando-me completamente ao nosso prazer.

Não controlando meus gemidos, sentindo a velocidade de suas investidas aumentarem. Alguns chupões foram depositados ao meu pescoço, fazendo-me arrepiar. 

— Não imagina o quanto esperei por esse momento — confessou, enquanto ia diminuindo suas estocadas. Voltando a entrar e sair lentamente de mim.

Justin não deixou de perceber meu estado de relaxamento, pois logo investiu nossas posições. Deixando-me por cima. Com sua ajuda, posicionei seu pau em minha entrada, sentando lentamente no mesmo. Comecei a movimentar-me devagar, apreciando a maravilhosa sensação de estar no controle. Firmei minhas mãos em seu abdômen, ganhando impulso para cavalgar em seu pau.

Suas mãos seguraram minha cintura com certa força, fazendo-me rebolar. Minha cabeça foi para trás, e um gemido sôfrego escapou por meus lábios.

— Es tão apertada, meu amor — sorri com sua afirmação, tudo estava sendo melhor do que imaginei.

— Serio? Nunca cheguei a cogitar essa hipótese — fui irônica, ganhando um olhar ameaçador do mesmo.

Fechei os olhos, sentido seu pau entrar e sair da minha buceta a cada cavalgada. Justin estava com os olhos focas em mim, enquanto eu mal consegui manter meus olhos abertos. O prazer que estava sentido era inexplicável, nunca imaginei que chegaria a esse estado de êxtase.

Meu corpo foi puxado para frente, fazendo-me deitar sob o dele. Uma de suas mãos firmou em meus cabelos, já a outra permaneceu em minha cintura. Justin começou a empurrar meu corpo contra o seu, fazendo seu pênis voltar a se movimentar dentro da minha vagina.

— Isso bonequinha, geme para mim — meus gemidos saiam baixo próximo ao seu ouvido. Fazendo-o aumentar seus movimentos.

Senti uma leve e prazerosa contração em meu ventre, junto alguns arrepios inexplicáveis.

— Justin, eu não...  — as palavras pareciam não existir, minha mente parecia estar embaçada. Meus cabelos foram puxados, enquanto seu pau ia fundo em minha buceta.

— Apenas se entregue, bonequinha. Mostre-me o quanto é minha — ordenou-me, era como se todas suas palavras comandasse tudo.

Mordi seu ombro, sentindo meu orgasmo apoderasse de todo o meu corpo. Recebi um tapa em minha bunda, podendo então ter seus lábios nos meus. Nosso beijo era feroz, acabando com o resto de fôlego que me restava. Já suas estocadas continuaram, arrancando inúmeros gemidos de ambas as partes.

Não demorou muito para que o pênis de Justin, pulsasse dentro da minha buceta. Indicando seu orgasmo. Terminei de relaxar meu corpo sob o seu, tendo seus movimentos cessados.

 

— Você esta bem? — perguntou, logo que se retirou de dentro de mim. Sua mão deslizou por meu resto, esperando uma resposta.

— Eu estou bem — sorri pela sua preocupação, e por ter conseguido formular palavras completa.

Ele foi ao banheiro retirar a camisinha, voltando em seguida depois de alguns minutos. Justin deitou-se ao meu lado, puxando-me para deitar em seu peito.

— Obrigado por estar ao meu lado, não sei como seria minha vida sem você — o olhei, tendo sua mão deslizando por meus cabelos.

— Obrigada por cuidar de mim — sorri, selando nossos lábios por alguns segundos.

 


Notas Finais


Trailer

https://youtu.be/2phLl8jq00Q

Roupa
https://www.polyvore.com/nascida_para_ele_capitulo_10/set?id=197253990

Acho que nunca trabalhei tanto em um capitulo, confesso que já estava preparando esse hot a quase um mês. Espero que eu tenha superado todas as expectativas, pois amei cada momento. Amei esse capitulo. Não sei se perceberam, mas a demora do hot ocorreu, porque queria que ele acontecesse depois que ela fosse emancipada. Achei melhor, pois assim ela responderia por seus próprios atos. Não deixem de comentar, quero muito saber se me sair bem. Pois confesso que estava meio sedentária para criação de hot´s.
Para quem ainda não sabe, Matt Bomer começa a aparecer á partir do capitulo 12. Ele esta chegando minha gente, já estou amando criar os conflitos que ele causara. Beijos, amo todos vocês.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...