História Nathalie - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Green Day, Nathalie Emmanuel
Personagens Billie Joe Armstrong, Mike Dirnt, Personagens Originais
Tags Age Gap, Ecchi, Green Day, Lime, Romance
Visualizações 16
Palavras 1.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie!
Capítulo 02 para vocês!
Espero que gostem, perdoem os eventuais erros e aproveitem a leitura!

Capítulo 2 - O Primeiro Encontro


Capítulo 02 – O Primeiro Encontro.

 

Tínhamos acabado de terminar uma apresentação na nossa cidade de origem. Apesar disso, a gravadora havia feito reservas para nós num dos melhores hotéis de Oakland. O que era até bom porque aquele lugar me trazia lembranças que eu gostaria de esquecer até o último dos meus dias. Eu havia perdido a mulher da minha vida para uma doença incurável e cada rua, cada esquina, cada pequeno canto daquela cidade lembrava-me de Adrienne e nada podia ser mais doloroso que isso.

O problema é que já se passaram quase quatro anos desde o falecimento da minha esposa e eu não consigo seguir em frente. Todos os meus amigos lamentam pelo ocorrido, mas todos estão cansados de me ouvir dizer que não há mais ninguém para mim nesse mundo. Mike e Tré são os únicos que ainda entendem o meu lado. Após quase vinte anos ao lado de uma só pessoa, o seu corpo, a sua memória e seus os movimentos são todos dedicados à ela e quando essa pessoa se vai, nada mais importa. Não mais serve, nada é como antes. Nada funciona do mesmo jeito.

A equipe da banda decidiu dar uma festa na piscina do hotel para comemorar a metade da turnê e claro, eles convidaram algumas garotas de programa. Como todos os meus amigos estavam sempre cansados de saber, eu sempre fui monogâmico. Nunca gostei de me envolver com prostitutas e se o meu casamento esteve à beira do abismo algumas vezes, todas elas foram por causa do consumo desenfreado de álcool, remédios controlados e maconha. E agora tudo o que desejo é que alguém abra o meu peito e tire essa dor que insiste em me assombrar todos os dias e todas as noites.

 

Nathalie

 

A noite estava fria. O céu parecia mais escuro a cada passo que eu dava. Não havia uma única estrela e as nuvens cobriam até onde os olhos podiam enxergar. E mesmo assim, eu seguia o meu caminho. Vestia um longo sobretudo preto que cobria o meu corpo até os joelhos, mas por baixo desta casta peça estavam um vestido roxo de renda e cetim, meias pretas com cinta liga e um conjunto de lingerie constrangedor só de olhar. Não escondia quase nada, mas o vestido ajudava um pouco. Esse primeiro tinha um zíper que seria aberto nas minhas costas e depois disso eu deveria ficar de joelhos, rolar no chão, rebolar em cima daquele palco e subir no colo do meu cliente.

E o pior de tudo isso era saber que o cliente era nada mais, nada menos do que Billie Joe Armstrong, o vocalista, guitarrista e compositor do Green Day. A parte mais difícil era tentar não me lembrar de que o homem que contratou o meu serviço era alguém que eu havia admirado durante toda a minha adolescência. E agora eu teria que empurrar o seu peito com a ponta da minha bota coturno e fazê-lo entrar na minha boceta.

Quando finalmente cheguei à porta do Grand Hotel, o meu coração começou a bater alucinadamente. E contrariando todos os meus instintos, decidi atravessar a grande porta de vidro daquele saguão e me anunciar na recepção.

— Ah, oi. Boa noite. – cumprimentei o recepcionista que me lançou um olhar nada amigável. — Eu sou uma das convidadas do Green Day. – ele me encarou com uma cara de bunda tão grande que fui obrigada a continuar. — É uma festa na piscina, com strippers.

— Ah, sim. – ele disse com desdém na voz. — Pode assinar o seu nome aqui. – ele me apontou uma lista de convidados e eu assinei. — Procure os seguranças que eles te dirão o que fazer. Siga por aquele corredor. – ele indicou o caminho e eu o fiz.

Se fosse um caminho de terra batida, eu teria levantado poeira tamanha a pressa dos meus passos. Não demorei nem cinco minutos e escutei a música que vinha da piscina. Muitas garotas já estavam no local junto com a equipe da banda que se encontrava espalhada pela piscina. Logo depois de colocar os pés no piso que rodeava a piscina, uma mão forte segurou o meu braço.

— Ei! Aqui não. Venha comigo. – Quase dei um grito ao perceber que Mike Dirnt estava me conduzindo para algum lugar. Paramos de andar quando o pequeno palco que eles haviam colocado numa das laterais da piscina nos cobriu. — Eu sou o Mike. Qual é o seu nome?

— Nathalie.

Ele deu um sorrisinho e disse:

— Você é mais bonita do que eu imaginava, Nathalie. Isso é bom. Escute, você é uma surpresa para o meu amigo Billie. Ele anda bem deprimido nos últimos tempos e a sua missão é colocá-lo de volta nos eixos. Ou pelo menos tentar, certo?

Assenti com a cabeça.

— Perfeito. Escute, você pode guardar as suas coisas no guarda-volumes da piscina e escolher as músicas que vai dançar. Nós estamos sentados numa espécie de espreguiçadeira gigante de frente para o palco. Você vai subir quando for a hora, as luzes se acenderão e quando a sua primeira música começar, é hora do show.

— Tudo bem. Entendi.

— Eu vou voltar para lá e você vai entrar daqui a vinte minutos.

Ele me deixou sozinha e logo tratei de procurar o guarda-volumes. O atendente foi bastante gentil e depois de guardar a minha bolsa, procurei pelo DJ. Esse também não era um homem nada convencional. Parecia ter quase 50 anos e tinha os braços cobertos por tatuagens. Conversamos um pouco sobre as músicas do seu repertório e escolhi três que possibilitariam uma coreografia sensual. Quanto mais a hora se aproximava, mais eu queria fugir, mas as minhas pernas não permitiram. O meu orgulho falou mais alto e como um soco recebido de surpresa na boca do estômago, a minha hora havia chegado.

Subi o único degrau que separava o palco do chão e coloquei as mãos no cinto do sobretudo. Por trás das sombras que ainda me escondiam e das luzes que começaram a brilhar naquele momento, eu o vi.


Notas Finais


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Bjs e até o próximo!


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