História Nature's Mysteries - Capítulo 13


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Fantasia, Ma8du, Nature's Mysteries, Natureza, Romance
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Palavras 2.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oiieee gente linda <3 eu voltei com a fic <3 Bem... o capitulo de hoje é o maior que já escrevi, e um dos mais divertidos HAUHAHA espero que gostem <3 boa leitura <3
P.s.: Essa na imagem é a Crhystal que vocês vão conhecer hoje. <3

Capítulo 13 - Irmãzinha!


Fanfic / Fanfiction Nature's Mysteries - Capítulo 13 - Irmãzinha!

Sua expressão muda rapidamente de algo tranquilo para tal espanto que deixa sua pele mais pálida do que eu achei ser possível, seus olhos azul turquesa ,com um leve violeta nas bordas, agora estão arregalados, rugas e olheiras de noites mal dormidas estão aparentes em seu rosto, que agora demonstra espanto. Ele desvia seu olhar de mim para Meredit, ela faz um movimento quase imperceptível com a cabeça, concordando; e de novo seu olhar se encontra com o meu; ele se aproxima de mim em passos leves, seu rosto ainda demonstra uma expressão de choque. Ele para a poucos centímetros de mim, minhas pernas tremem e eu tento ao máximo manter a postura e o rosto firme. Me assusto quando ele me puxa para um abraço apertado, solto o ar de meus pulmões que eu nem sabia estar prendendo, após alguns segundos digerindo o que estava acontecendo retribuo o abraço, que dura alguns instantes antes dele se soltar de meus braços e segurar meus ombros, assim que vejo o seu rosto, percebo seus olhos marejados; ele parece sem palavras, mas não conseguia parar se sorrir assim como eu:

- É-é  v-você mesma? Minha  f-filha?- fala gaguejando um pouco- Você voltou?

Balanço minha cabeça positivamente:

- Sim, sou eu pai, quer dizer... ahm... Sr.King?

Ele me abraça de novo, e solta uma gargalhada alegre, um pouco rouca pelo choro, as lagrimas descem pela sua pele branca:

- Me chame de pai, papai, papi ou qualquer outro sinônimo! Ah como eu estou feliz, e o quanto eu esperei por esse dia!

Eu sorri ainda mais, eu mal o conheço mas parece que temos algum tipo de ligação, eu não sei explicar, é um tipo de sensação maravilhosa. Quando lembro que não estamos sozinhos na sala, me separo dos braços de meu pai e olho para traz aonde se encontram Sam, Mare e Jane, apesar de tudo elas ainda são minhas irmãs, sendo de sangue ou não.

- Bem, pai, gostaria de apresentar minhas irmãs, não de sangue, mas ainda sim duas pessoas eu amo muito, está é Mare e está aqui é Jane – falei apontando para as meninas.

Elas sorriem e se aproximam de nós, elas parecem um pouco perdidas sobre como deveriam agir, Mare estava ruborizada e Jane um pouco mais pálida que o normal; elas fizeram uma reverencia meio desajeitada fazendo o rei rir:

- Ah! Não é preciso tanta formalidade - ele estendeu a mão para cada uma das meninas, que a apertaram gentilmente – Prazer em conhecê-las!

- O prazer é todo nosso.

Elas dizem  juntas. Eu me aproximo de Sam sorrindo e ele sorri também, e eu juro que meu coração bateu mais forte por essa simples ação dele.

- Bem, pai, esse é meu... amigo, o nome dele é Samuel, mas todos o chamam de Sam.

Meu amigo se aproxima do rei e fala:

- Prazer em conhecê-lo, é uma honra falar com o senhor.

- Igualmente! Bem temos... uma Vulpe, dois... não, três – fala se virando para Meredit – Guardiões.

- Não querendo ser chata ,Jack, mas ainda precisamos resolver o que vamos fazer sobre May... Agora com os ataques dos Demo...

- Sim, estou ciente sobre isso, - meu pai interrompe Meredit,  ajustando sua postura, colocando as mãos para traz e trincando o maxilar – esses... esses pedantes acabaram com uma cidade inteira de Bruxas ao leste.

Fico pasma, olho para Sam e meu amigo tem a mesma reação.

- Bem, mas o que vamos fazer?- Meredit  pergunta -  Agora eles conseguem localizar May; a nossa casa foi atacada mais cedo, ela não está segura em lugar algum, por isso viemos.

- Ela estará segura aqui, pedirei a uma de minhas amigas bruxas para preparar uma poção para que não a localizem, - ele se vira para May – sua estadia e a dos seus amigos aqui permanecerá em segredo até tudo isso acabar, ninguém poderá saber que você voltou.

Sinto um aperto no coração, eu nem ao menos falei tchau á minha mãe, ah como sinto falta dela, eu acabei de “abandonar”  quase todos que eu conhecia, minhas amigas e amigos da escola, todos ficaram para traz na minha “outra” vida. Sam percebe meu desconforto e entrelaça seus dedos nos meus. Minhas irmãs se aproximam mais de mim e Jane me abraça de lado enquanto está de mãos dadas com Mare.

- Então...

Meredit foi interrompida por batidas na porta. Todos dirigiam seus olhares para a entrada.

- Entre.

O rei deu a ordem e Josh entrou pela porta.

- Me perdoe majestade mas a rainha e a princesa desejam ve-lo.

- Ah sim, elas são bem vindas, deixe que entrem.

O Mordomo fecha novamente a porta, para em menos de 5 segundos abri-la novamente. Uma mulher e uma garota entram na sala, ambas com enormes e lindas asas brancas. A porta se fecha atrás delas; a mulher  é alta, apenas um pouco mais baixa que o rei, tem belas curvas em seu vestido longo vermelho como sangue, seus cabelos negros e pele pálida já com algumas rugas pela idade, seus olhos são pretos como a noite, eu deduzo ser a rainha; a garota ao seu lado aparenta ter a minha idade, é do meu tamanho, assim como a mãe possui cabelos longos e negros, sua pele é pálida, veste um  vestido longo, verde esmeralda, que realça suas belas curvas iguais as da mãe, seus olhos azul  turquesa denunciam sua identidade assim que visto pela primeira vez; ela é filha do rei, meu pai, ela é a princesa e minha meia-irmã.

- Óh querido – fala a rainha de modo pachorrento se aproximando de meu pai, que a abraça pela cintura – soube que temos visita.

- Ah, sim, querida, essa é Meredit  Shoop  uma grande amiga, e essa – falou apontando para a rainha- é minha esposa  e rainha Adeline Wood king.

Meredit faz uma reverencia e depois volta a sua postura perfeita;  a garota que se encontra do lado da rainha, pigarreou chamando a atenção de todos.

- Ah, claro, essa é minha filha e princesa Crhystal Wood King.

Meredit novamente faz uma reverencia, mas antes que ela termine Crhystal pergunta:

- Quem são essas pessoas  papai?

Arregalo meus olhos por um instante e encaro meu pai.

- Bem, querida... essa é May –disse sorrindo para mim- e esses são seus amigos, Mare, Jane e Sam.

A Rainha arregalou os olhos por um instante e seu rosto ficou pálido.

- May? A May?

- Quem é essa mãe?- Crhystal pergunta, mas é ignorada.

- Sim, querida – meu pai respondeu Adeline sorrindo de orelha a orelha- ela mesma!

Eu me aproximo um pouco tímida e estendo a mão para a rainha, provavelmente, com a sorte que eu tenho, se eu fizesse uma reverencia iria cair.

- Muito prazer!

A Mulher aperta a minha mão ainda de boca aberta.

- Igualmente... v-você é muito linda, é a cara de sua mãe.

A sala ficou em silencio por alguns segundos.

- Obrigada, conheceu minha mãe?

- Não tive a oportunidade de conhecê-la pessoalmente, mas já ouvi muito sobre ela, e já a vi em uma foto.

- Alguém pode me explicar o que está acontecendo? – Crhystal pergunta já meio impaciente.

Todos ficam em silêncio por um tempo, até Adeline pegar a mão da filha e começar a falar.

- Filha, bem... sabe quando você era uma criança e eu contava as histórias de um anjo que se apaixonou por uma fada?

- Aquela da garotinha enviada para o mundo dos humanos?

- Sim aquela mesma – a rainha falava com uma voz calma e doce – então... Acontece que essa garotinha... é ela,- disse apontando para mim- May.

A garota ficou sem reação a principio, mas depois se virou para mim e estendeu sua  mão.

- Muito prazer em conhecê-la, serio mesmo, sempre quis te conhecer.

- O prazer é meu!- respondo.

Ela sorriu, e  meu pai e Adeline se entre olharam.

- Querida, você só precisa sabe de mais uma coisa.

- Sim, papai, diga.

- O anjo que se apaixonou por uma fada, fui eu.

Agora ela realmente ficou sem reação, ela encarou o chão e por um instante pensei ter visto alguma feição de raiva, isso até ela se virar para mim com um sorriso no rosto.

- Então você é minha irmã? Que bom eu sempre quis ter uma.

- Mas eu preciso que isso fique somente entre nos, ninguém pode saber, é muito perigoso para a May, os demônios estão atrás dela, agora que assumiu sua verdadeira forma no nosso mundo. Irei pedir a uma de nossas criadas bruxas para criar uma poção que não permita eles localizarem ela.

- Tudo bem querido, mas acabei de perceber minha falta de modos – disse se aproximando de meu amigo e minhas irmãs, apertando a mão de cada um deles – prazer em conhecer todos vocês.

Meu pai chamou por Josh, que logo apareceu na porta.

- Josh, alguns amigos meus passaram um tempo aqui, por favor leve-os até seus respectivos quartos.

- Os de  visita no segundo andar, majestade?

- Esse mesmo, providencie um criado para cada convidado e cuide para que tudo esteja aos gostos de cada um.

Josh assentiu e entrou na sala com as mãos para traz em uma postura  perfeita.

- Me sigam por favor.

- Espere! Eu levo May até o seu quarto- disse me puxando pelo braço- quero falar com ela.

Olhei para traz antes de ser puxada rapidamente por Crhystal, e vi meu pai sorrindo para a Adeline, antes de beijar sua testa, olho na outra direção e vejo Sam um pouco confuso, mas quando seu olhar cruza com o meu, sito a alegria correr meu corpo, ele me lança um sorriso maravilhoso que retribuo antes de ser obrigada  pela minha nova meia-irmã  a entrar em uma porta que liga vários grandes corredores de madeiras claras e escuras, com algum quadros, aonde subimos uma escada para o segundo andar,  me fazendo perder a linda visão que tinha do sorriso de Sam.

Ela me arrasta mais um pouco até entrar em um quarto enorme, o piso é de madeira escura assim como os moveis,  a cor das paredes é de um bege rosado muito lindo, tem uma escrivaninha de madeira do lado esquerdo, uma cama de casal muito grande do outro lado do cômodo, uma lareira junto a dois sofás pequenos com uma mesinha de centro, um guarda-roupas e uma estante de livros também feitos de madeira e uma porta de vidro com cortinas em tom bege, que dá a uma pequena varanda com vista para a montanhas;  a muitas luzes no quarto, mas ainda sim a um grande lustre de cristal no meio do quarto, é tudo muito lindo.

Crhystal se vira e fecha a porta do quarto, é impressão minha ou sua feição angelical agora mostra um rosto cheio de raiva e nojo.

- Okay, agora vamos parar com essa brincadeira.

Falou mais para si mesma do que para mim.

- Do que você está falando Crhystal?

Ela começou a gargalhar, mas logo voltou a sua expressão de ódio.

- Olha aqui sua garota pacóvia, se você acha que pode chegar aqui, sem nenhum aviso e tomar minha coroa você está muito enganada, - ela se aproxima de mim- eu nasci para ser rainha, eu trabalhei duro para fazer meu pai sentir orgulho de mim, de repente você chega com esse sorrisinho no rosto e esses cabelos ruivos achando que tem algum poder, -seu rosto demonstra nojo, e o meu com certeza espanto, não imaginava que isso iria acontecer- você não passa de uma ignóbil, pedante e tênue garota querendo homizio, é menos que  uma nódoa para mim. Não fique no meu caminho.

Ela cuspiu cada palavra com tanta ignorância e nojo, que a cada frase eu ficava mais perplexa do que já estava com a situação, essa garota me faz cair direitinho em sua atuação de boa menina a alguns minutos, agora que ela mostrou sua verdadeira face, não passa de uma mimada, egoísta, egocêntrica e mal-educada princesinha que agora me enoja, me falando palavras fúteis e algumas bem distintas, que até eu não sei o que significa. Mudei minha expressão de uma menina doce para uma seria e com raiva. A única coisa que consegui responder foi:

- Isso é uma ameaça?

Ela abriu novamente a porta e já ia saindo, se virou para mim com um sorriso sarcástico no rosto e disse:

- Pode apostar que foi!

Ela saiu e fechou a porta, me deixando paralisada com suas palavras tão pernósticas.


Notas Finais


Obg por lerem seus lindos, e por favor COMENTEM PQ ISSO ME DEIXA MUITO FELIZ, obg por me aturarem bjs <3


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