História Náufrago - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~EddardEvans

Postado
Categorias Originais
Visualizações 0
Palavras 810
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Festa, Harem, Romance e Novela, Survival, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


EddardEvans: Obrigado por lerem!

Capítulo 6 - Previsão E a maior batalha de todos os tempos


JOÃO:

Acordei com um peso, suportável, nas costas; daí eu lembrei do estranho ocorrido na cafeteria. Levantei a cabeça um pouco e a vi deitada nas minhas costas; ela era bem fofa  dormindo. Rapidamente eu a coloquei na cama e me levantei. A cena não havia mudado muito desde que eu me levantara, a unica que mudava era que Mauricio estava acordado e que Rodrigo e alexia mudaram de posição, ou seja, ele em cima e ela em cima. Dei um sorriso besta para aquela cena.

Olhei para o Fabio e vi que ele continuava na mesma, mas mais contorcido. Fiz cara de afetado para isso.

me dirigi para a cama do Mauricio e me sentei ao pé desta. Olhei para ele e este me encarou.

- O que foi? - Ele me perguntou, raivoso.

- Eita! Calma, respira... eu não sou nenhum Emo-Violador-de-mulheres, não - só sou considerado pedófilo. - Mauricio parecia mais nervoso do que de costume, o que é muita coisa, já que ele não fica nervoso atoa. - O que foi? Tá com algum problema? - Ele assentiu. Rapidamente me dirigi para o meu primo e comecei a dar cascudos nele. 

- Que cê tá fazendo? - Mauricio perguntou, a cara afetada. Não liguei para ele e continuei a tão divertida "Acordação-Matinal". Rodrigo acordou e me olhou com aquela cara: "Que cê qué?".

- Eu não quero nada, mas o Mauricio precisa de conselhos amorosos; estou muito atarefado com minhas coisas então é sua obrigação cuidar do irmão mais velho. Vai lá, vai, vai, vai logo - Eu falei, a cara de um folgado sem precedentes. Rodrigo resmungou alguma coisa e se levantou, derrubando Alexia. ele olhou para o lado e falou, na maior cara de pau do mundo:

- Essa é uma visão muito boa, hein? - Olhou para mim, o seu trigésimo quarto sorriso mais escroto esboçado na cara.

- Vamos Mauricio, vamos reencantar sua garçonete. - Ele disse já porta.

- Ponha uma roupa antes, ô animal!

Depois de um tempo eu deixei o quarto. Mas fui acompanhado por uma menina sonolenta que não queria largar da minha perna. Segui para um restaurante, mas antes de entrar, eu barrei um senhor para perguntar as horas. E ele me disse que eram 12:00 em ponto. Fiz cara de afetado ao pensar quanto tempo eu passei dormindo. Entrei no restaurante e me surpreendi com a cena: o lugar era enorme, as paredes pintadas de branco e dourado, com desenhos gregos nas paredes. Havia lustres enormes -Quatro no total - e muitos velhos sentados em mesas redondas, feitas de carvalho escuro.

Todos pareciam mal-encarados e ricos-metidos-a-besta; então, passei os olhos pelo lugar e fui me sentar em uma mesa em que havia um velho dormindo, um chapéu tapando seu rosto. Olhei para o cardápio e pedi para o garçom o prato de nome mais estranho. Depois de um tempo, a comida chegou. Era um pratão enorme, com arroz no meio, camarão em volta deste, alface em volta deste, tomates em cima desta cebola; em um prato separado estava a maior lagosta que eu já vi na vida. Não me segurei, comecei a comer tudo.

A garota acordou e me olhou com cara de sono. Sua barriga roncou. Arranquei uma das patinhas da lagosta e dei para ela. ela não comeu a casca ela a penas chupou o conteúdo dela, o que foi meio constrangedor.

- Sabia que isso é bem obsceno? - Falei, dá eu apaguei.

"Olhei para trás e caí. O navio se rachara no meio, um cópia autêntica do Titanic e seus destroços foram engolidos por um enorme redemoinho [...]"

MAURICIO:

Enquanto eu ouvia aqueles conselhos velhos e de araque eu deixei minha cabeça vagar para a minha tão perdida Alexia, que escolhera esse cara depravado, obsceno, filha da puta, viado... (Rodrigo - Pego mais mulher que você).

De repente eu me levantei e chutei o Rodrigo na cara, a raiva transparecendo de todos os meus orifícios. Ele se pôs de pé num salto e falou com um sorriso sarcástico na cara.

- Então cê quer brigar, é isso mesmo? - Assenti. Então uma voz do além - que parecia muito com a dos meus irmãos - falou:

ROUND 1, FIGHT!

Ele veio e me deu um soco. Revidei dando três chutes e um soco. Ele avançou e me deu uma voadora com dois pés contínua. Estávamos os dois com metade da vida. Avancei, para acabar com essa palhaçada e... 

O Cabelo dele se alongou e começou a rodar e eu tomei tanto dano que eu morri.

ROUND 2, FIGHT!

Avancei, mas o cabelo do Emo-viado-das-trevas-gay me pegou pelas pernas, e começou a me bater de um lado para o outro. Fez isso 4 vezes e eu morri.

EMO-GÓTICO-DAS-TREVAS WINS. Passou um tempo e a voz tornou a falar:

VITÓRIA DE LAVADA.  

   CONTINUA :



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