História Nayara - Capítulo 7


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Categorias Originais
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - O Plano


Fanfic / Fanfiction Nayara - Capítulo 7 - O Plano

NA SALA DO TRONO

A rainha Stella se deliciava com seu vinho. Sempre gostara muito de tomar essa bebida, especialmente quando desejava se inspirar. Acreditem ou não, mas vinho desperta excelentes ideias na mente da soberana de toda a Mattew. E nesse exato momento, Stella bebia o vinho com a intenção da bebida ajudá-la a ter boas ideias para planos contra Nayara.

— Jorgian? — A soberana chama por seu servo, que se encontrava perto do trono. Jorgian era seu servo preferido e o mais fiel, cumpria o papel de seu melhor amigo e confidente em muitos momentos.

— Pois não, minha senhora? — Jorgian se aproxima.

— Quero mais vinho. — Stella lhe entrega a taça de ouro vazia, para que Jorgian a preenchesse com vinho pela quinta vez.

— Tem certeza, senhora? — Jorgian pergunta.

— Eu sempre tenho certeza do que digo, Jorgian. Não sou mulher de voltar atrás. Se eu falei, está falado. — A rainha diz seriamente.

— Vossa majestade pode ficar embriagada. — Alerta Jorgian.

— E é exatamente isso o que eu quero... ficar embriagada de ideias que sirvam para acabar com a vida daquela inútil. — Stella sorri maliciosamente.

NOS APOSENTOS REAIS

O soberano Arthur estava sentado na cama, pensativo. Havia tentado adormecer muitas vezes, mas em nenhuma delas foi bem-sucedido. Estava furioso, e isso o impedia de repousar. O motivo da fúria eram os hebreus. Arthur sabia que eles já estavam em Mattew, e que estavam dispostos a pegar a terra para eles. E o rei Arthur sabia do quanto os hebreus e o Deus deles eram poderosos, e sabia também da abertura do Mar Vermelho, do Rio Jordão e da queda das muralhas de Jericó. Mas não queria e não podia permitir que eles conquistassem o reino de Mattew, por isso estava disposto a ensiná-los que com seu reino não se brinca.

— Servos? — Chamou o rei, decidido.

— Sim, senhor. — Os servos se aproximam e realizam uma breve reverência.

— Chamem meus melhores guerreiros AGORA! — O rei ordena.

— Sim, senhor. — Os servos se retiram.

— Por que nos chamou, majestade? — Os guerreiros perguntam após realizarem uma reverência ao adentrarem o quarto.

— Quero que espiem completamente a quarta região do meu reino. Sei que aqueles hebreus imundos estão por aqui, e tenho quase certeza que se hospedaram na quarta região. Quando encontrá-los, os exterminem daqui, ou meus jacarés se alimentarão da carne de vocês. — O rei disse seriamente.

— Sim, senhor. — Os guerreiros dizem amedrontados e se retiram dos aposentos reais, deixando apenas os guardas e os servos zelando pela segurança do soberano.

NA QUARTA REGIÃO DE MATTEW

Matheus realizava um discurso, até que é interrompido por gritos de guerra que pareciam aumentar cada vez mais. Eram guerreiros Mattenses se aproximando, dispostos a guerrearem pela terra.

— Meu Deus, o que farei agora? — Matheus encara o céu, agoniado. Eram guerreiros, arqueiros e guardas do reino de Mattew em grande quantidade reunidos para guerrear com os hebreus.

— Não tema, Matheus. Estou contigo. Pode dizer ao meu povo que Mattew pertencerá a vocês, porque todo lugar que vocês pisarem, pertencerá a vocês. É minha promessa. — O Deus de Israel responde, e todo o medo e agonia que Matheus estava sentindo desaparece naquele instante.

MINUTOS DEPOIS, NO QUARTO DOS GUERREIROS

— Obrigada, Ethan. — Nayara sorri fraco, se levantando.

— Não há de quê. — O guerreiro sorri docemente.

— Não entendo por que a rainha me odeia tanto. — Nayara abaixa o olhar.

— Bem... ela é realmente estranha. — Ethan parecia desconfortável com o assunto. — Você precisa ir agora.

— Você é bondoso. Deveria existir mais pessoas como você. — Nayara diz.

— Obrigado, minha linda. — Ethan segura delicadamente as mãos feridas da escrava.

— Ethan! — A rainha Stella adentra o quarto e o guerreiro faz uma expressão um tanto receosa. — O que essa medíocre está fazendo aqui?! — A soberana praticamente grita, fazendo uma expressão de nojo ao ver o modo como Ethan segurava as mãos da escrava.

— Ela estava ferida. Eu só quis ajudá-la. — Ethan abaixa o olhar, soltando as mãos de Nayara.

— Nesse momento eu agradeço aos deuses por eu te considerar tanto e não matar você! — Exclama Stella, furiosa. — Você já para o seu lugar, queridinha! — Stella aponta para a porta de saída do quarto e sorri sarcasticamente para Nayara, que se retira correndo.

O olhar triste de Ethan se fixou em Stella.

— Nem pense em falar comigo depois disso. Depois conversamos. — Stella também se retira do quarto.

NAS MASMORRAS

Nayara adentra sua cela silenciosamente e se senta no chão. Estava pensativa. Ethan era um guerreiro muito misterioso. A escrava reparou que Stella falava com ele como se conhecessem há anos. E se realmente fosse isso? O jeito que ela falava dele, com dele. Os olhares únicos que eles trocavam, eles eram do tipo que se entendiam pelo olhar. Por que eram tão ligados?

DUAS HORAS DEPOIS

NA SALA DO TRONO

— Soberano? — Luciano adentra a sala do trono. 

— O que quer? — O rei Arthur pergunta impaciente. Se seu arauto já pensava que ele estava furioso com a invasão dos hebreus, agora tinha certeza.

— Trago notícias da guerra dos Mattenses contra os hebreus. — Luciano torce o lábio.

— Diga de uma vez, Luciano! — Exclama o rei. Nunca gostou de suspense ou de demoras.

— Todos que foram guerrear... morreram. — Luciano abaixa o olhar. Ver a expressão que o soberano fez após ouvir a notícia era a última coisa que queria naquele momento.

— SAIA IMEDIATAMENTE!!! — O rei Arthur grita furioso, e arremessa sua taça de vinho no chão. Luciano se retira correndo da sala do trono. — Não é possível que esses imundos sejam tão poderosos. — Disse para si mesmo.

— Meu soberano? — Stella adentra a sala do trono furiosa.

— O que quer, Stella? — O rei pergunta.

— Ethan... vi ele em um momento romântico com Nayara! Ele segurava as mãos dela e ambos trocavam olhares e sorrisos! — Stella praticamente gritou.

— Como assim?! — Arthur se levanta do trono.

— Não podemos deixar essa nojenta impune! — Stella range os dentes de raiva.

— Lógico que não! — Arthur novamente se senta. — CLÁUDIO? — Grita o rei.

— Pois não, soberano? — Cláudio realiza uma reverência.

— Trate de desonrar Nayara agora mesmo. Estou com um plano em mente, e ele tem que dar certo. — O soberano sorri malicioso.



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