História Ne Ver, Ne Boysia - DJH - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Dinah Jane Hansen
Tags Ally Brooke, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Normani Kordei
Visualizações 18
Palavras 852
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeiramente Olá.
Segundo: nossa séculos desde a última vez, socorrinho. Bem, eu resolvi postar essa fic sem nenhum otp de Fifth Harmony porque eu tenho um fraco por coisas diferentes, então aqui está uma fic onde a Dinah é protagonista. Não sei muito o que dizer aqui btw, só que só estou postando porque ficaria mais fácil pra uma amiga (não preciso citar nomes, cê sabe que é pra você) ler minhas fics. E porque eu quero -q. So that's it.
Espero que vocês gostem. :3
boa leitura.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Ne Ver, Ne Boysia - DJH - Capítulo 1 - Prólogo

Se uma palavra pudesse descrever o dia de Dinah, esta palavra seria desastre.

Eram exatas 22h, e Dinah estava em sua sala, vendo e revendo aqueles malditos vídeos. Lá estava Amy Ocelean, uma garota de 20 anos, suspeita de assassinar a sua família. Estava quase próximo ao julgamento de Amy, e não havia nenhuma prova de que ela matou sua própria família. Nada, nem mesmo um rastro sequer. Isto estava deixando Dinah insana, desde que ela era sua única suspeita. Se não foi ela, então quem poderia ter sido? 

Dinah não conseguia entender o que fazia este caso tão difícil.  Já havia trabalhado com casos semelhantes, e havia se saído bem, mas este caso estava sendo uma pedra em seu sapato. Havia dias que Dinah ficava até tarde, vendo aquele vídeo, tentando achar qualquer coisa que pudesse levá-la a alguma prova. Especialmente porque Amy aparentemente não se importava se estava sendo acusada de assassinato. Estava sempre com um ar sarcástico, desafiando a delegada Watkins, que já havia feito diversas tentativas, mas não havia conseguido nada. Amy não disse nada, nem mesmo que era inocente. Era como se, de alguma forma, ela soubesse que iria escapar disso. 

Dinah apertou o play novamente, encarando impacientemente a televisão.

 

— Senhorita Ocelean, onde você estava às 20h de sexta-feira, 21 de março? — Era notório que a delegada Watkins estava tentando ser paciente.

Não houve resposta.

Amy encarou profundamente os olhos da delegada, desafiando-a a dizer algo. A mais nova parecia tentar invadir a mente da delegada, que ajeitou sua postura na cadeira, deixando escapar um suspiro frustrado. Esta era sempre a resposta. Ela apenas a encarava, esperando que fizesse alguma acusação.

— Desta forma não podemos ajudá-la, senhorita Ocelean. — Suspirou novamente, fitando os olhos grandes e castanhos da garota. — Não podemos fazer muito, se você não colaborar.

— Eu não me importo.

 

Dinah pausou o vídeo, analisando a postura despreocupada da garota. Aparentemente ela não se sentia intimidada pelo fato de estar algemada. Era quase como se isto fosse algo corriqueiro na vida da mesma. O que Dinah pôde perceber a cada vídeo, era que estavam sempre fazendo tentativas de enfraquecê-la, intimidá-la. Dinah não viu sinais de sucesso, todavia. Ela continuava lá, sentada naquela cadeira, encarando os olhos da delegada como se estivesse desafiando-a a falar algo além do esperado.

Ela parecia querer algo surpreendente. Algo que não fosse “não podemos ajudá-la se não colaborar”, ou “onde estava na hora do acontecido?”. Dinah só não conseguia decifrar ainda o que seria surpreendente para ela.

 

Watkins respirou fundo, parecendo tentar manter-se calma.

— Talvez você não se importe, mas há pessoas que se importam e que querem resolver este caso. — A voz da mesma fez-se presente novamente, o tom mais sério do que anteriormente. — Então, seja lá o que você está escondendo, nós iremos descobrir.

— Então não precisa da minha ajuda. — Amy respondeu-lhe, recostando-se na cadeira.

A garota parecia divertir-se com aquele jogo. Parecia saber exatamente o que a delegada Watkins estava tentando fazer, e estava usando isto ao seu favor. Isto passava a impressão de que ela já esteve naquela situação antes.

 

— É isso! — Dinah pausou novamente, levantando-se de sua cadeira e correndo até a porta, abrindo a mesma e visualizando sua colega de trabalho.

— O que foi? — A mulher franziu o cenho, estranhando o olhar de Dinah.

— Você precisa ver isso, Rozzi. — A mulher suspirou, sabendo que desta empolgação toda de Dinah não iria sair boa coisa.

Levantou-se de sua cadeira, adentrando a sala de Dinah e encarando o vídeo pausado na televisão, fechando a porta atrás de si e cruzando os seus braços abaixo do peito, tentando decifrar o que aquilo poderia significar.

— Eu já sei que você está obsessiva com este caso, Dinah. — Thomas apressou-se em dizer. — Você precisa ir para casa.

— Não. — Dinah revirou os olhos. — Não é isso. Olhe a postura dela.

A detetive Thomas respirou fundo, negando com a cabeça.

— Dinah, não faça esse jogo comigo. — Ela riu de canto. — O que foi?

— Não parece a primeira vez dela nesta situação.

— Tudo bem. E daí?

— Como “e daí”? — Dinah franziu o cenho. — E daí que talvez ela possa, de fato, ter estado nesta situação antes.

— Você quer dizer que ela já pegou uma faca e sangrou pessoas inocentes até a morte outras vezes? — Thomas arqueou a sobrancelha.

— Você é tão sem graça. — Dinah revirou os olhos mais uma vez. — Não. Eu quero dizer que ela já deve ter supostamente cometido algum crime antes.

— Você não vai me fazer perturbar a Hernandez com isso, vai?

— Por favor. — Dinah juntou suas duas mãos, fazendo um beicinho manhoso para sua colega.

— Não. — Ela negou com a cabeça. — Não mesmo.

— Por favor! — Dinah insistiu.

— Eu odeio você. — Dinah riu, já sabendo que ela iria ajudá-la.

— Eu sei. — Piscou para a mesma. — Talvez possamos tentar descobrir se ela tem algum diagnóstico. Psicopatia, talvez. Qualquer coisa.

— Irei falar com a Hernandez, ver se ela descobre algo.

Dinah assentiu, sorrindo animada.

— Eu estou sentindo que podemos descobrir algo daí. E você?

— Eu estou sentindo que você vai me meter em encrenca. — Thomas respondeu, respirando fundo. — Bom, seja o que Deus quiser. 


Notas Finais


Bem, por enquanto é só isso. Alguém me deve um textão, né, P? haha
Enfim, o primeiro capítulo sai em breve.
Então é aqui que eu fico. Um beijo na bunda, e até o próximo capítulo :*


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