História Nefasto - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Kai, Kris Wu, Lu Han, Sehun, Xiumin
Tags Chanbaek, Colegial, Hunhan, Kailu, Krishan, Xiuhan
Exibições 562
Palavras 1.230
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi!

Como eu prometi, se o capítulo anterior tivesse uma boa recepção, eu postaria hoje.
Então...

Boa leitura!

Capítulo 3 - Primos.


 

Capítulo Três  – Primos.

 

 

 

– Cheguei! – Gritei assim que a porta de entrada se fechou atrás de mim.

– Estou na cozinha! – Ouvi a voz de meu pai e franzi o cenho, andando até a cozinha.

– Pai? – Praticamente gritei antes de me agarrar ao seu pescoço. Meu pai soltou aquela gargalhada que eu amava enquanto me abraçava de volta. – O que faz aqui tão cedo?

Meu pai era praticamente a pessoa mais ocupada do planeta. O que não é uma surpresa, já que ele é diretor de uma escola com mais de mil alunos.

– Eu decidi sair mais cedo, já que hoje é sexta e teremos um convidado. Quero que você suba e se arrume – Meu sorriso desapareceu na mesma hora.
 

Yifan.

– Paizinho...

– Ih... O que você fez, Luhan? – Ele me encarou com uma das sobrancelhas erguidas enquanto eu revirava os olhos.

– Eu tenho um encontro hoje, tudo bem se eu não ficar para o jantar? – Falei rápido com os olhos fechados. Meu pai ficou uns segundos calado então eu abri os olhos devagar, encontrando um senhor muito perplexo na minha frente. Sorri do jeito mais fofo e amigável que eu conseguia antes de soltar uma risadinha nervosa. Ele já sabia da minha sexualidade.

– É... – Ele pigarreou – Claro, filho, tudo bem.

Meu sorriso abriu­-se na mesa hora. Aproximei-­me dele, distribuindo beijos por toda a sua bochecha esquerda enquanto gritava uma mistura de “obrigado” e “eu te amo” nos intervalos. Soltei-­me dele, correndo escada a cima para me arrumar.

– Mas fique o quanto puder, o convidado chega às 19:00h! – Meu pai gritou antes que eu fechasse a porta de meu quarto.

Um banho e várias roupas no chão depois, eu estava terminando minha maquiagem, que aprendi com o Baekhyun, quando bateram à minha porta.

– Entra! – Gritei terminando de passar o lápis de olho. Pelo espelho pude ver quando minha mãe entrou.

– Oi, querido, só para avisar que Sehun e Dong  estão aqui. – Ela sorriu antes de sair e fechar a porta. Encarei meu reflexo no espelho. Sehun? Não era possível que... Um sorriso diabólico apareceu em meu rosto enquanto eu terminava a minha maquiagem. Encarei-­me no espelho e sorri mais uma vez antes de colocar meu coturno e sair pela porta de meu quarto.

As gargalhadas já eram audíveis do andar de cima. Respirei fundo antes de começar a descer, os olhos nos degraus para que eu não caísse. O riso cessou assim que o barulho do meu andar estalou no chão de pedra do andar debaixo. Ergui  meu  olhar  até  a  sala  onde  meu  professor  e  uma  versão  mais  velha  dele  me encaravam. Meu pai se levantou do sofá e foi até mim, beijando minha testa e me guiando até mais perto do sofá.

– Filho, acho que você já conhece o Sehun. – Apontou para ele, que pigarreou enquanto piscava os olhos várias vezes. – Esse é meu amigo de longa data e pai do Sehun, Dong.

O homem se levantou para apertar a minha mão e eu sorri sem graça quando seus olhos extremamente familiares se encontraram aos meus. Jesus, aqueles dois nem precisavam de teste de paternidade.

– Faz anos que não te vejo – Ele sorriu ternamente – A última vez você tinha um ano. Sehun já tinha 8, então se lembra de muita coisa.

Segurei minha reação. Eu não sei o que era mais estranho: O professor que eu mais odeio e que mais me odeia de volta estar na minha sala­ de­ estar e eu estar conhecendo o pai dele ou eu já ter conhecido meu professor que eu mais odeio e que mais me odeia de volta quando criança.

Definitivamente as duas coisas.

– Ah... – Foi a única coisa que consegui dizer depois de soltar a mão de Dong. Voltei meu olhar para Sehun que praticamente me comia com os olhos e sorri levemente, como se o cumprimentasse. Somente por que meu pai nos encarava como se encara uma briga de rua: Com os olhos esbugalhados e uma cara assustada.

Já sacou de onde eu tirei meu talento para exagerar nas coisas? Pois é.

A campainha soou e eu me segurei para não parecer aliviada. Mais um momento naquela situação e meu cérebro iria começar a inchar. Corri com cuidado para não tropeçar em meus próprios pés, o que foi um desperdício quando eu quase cai ao ver Yifan na minha frente.

Ele estava lindo, perfeito para dizer a verdade. A camiseta preta tinha as mangas dobradas acima dos cotovelos, deixando com que as tatuagens que desciam por seus braços ficassem visíveis. Seu cabelo não estava no perfeito topete e sim levemente bagunçado. Juro que eu quase babei. Ele sorriu sorrateiramente para mim, olhando-­me de cima a baixo e depois sorrindo maliciosamente.

– Você está lindo. – Ele se aproximou de mim, encaixando minha nuca em seus dedos e aproximando meu rosto de seus lábios, depositando um leve beijo em minha bochecha.

Ok, é agora que eu caio ou eu deixo para depois?

– O-­obrigado. – Gaguejei, controlando minhas pernas para não cair. Ele ergueu uma de suas sobrancelhas antes de pigarrear – Ah, sim, só vou pegar minha carteira, um segundo.

Quase corri escada a cima para pegar a carteira e desci correndo as escadas, trombando em alguém enquanto corria novamente para a porta.

Os olhos castanhos encontraram os meus e eu dei um passo para trás arrumando meu cabelo.

– Onde você vai? – Sehun franziu o cenho e eu suspirei, guardando meu celular no bolso da minha calça.

– Sair – Encolhi os ombros. – Pai! Estou indo! – Gritei e ouvi um “Tudo bem, divirta­-se” como resposta. – Com licença.

– Sehun? – A voz de Yifan soou e eu congelei na hora.

– Yifan? – Sehun franziu o cenho mais uma vez, aproximando-­se do meu encontro.

Oi? O quê? Alguém me belisca e diz que isso é mentira por favor.

– Quanto tempo, primo! – Eles se abraçaram e eu fiquei lá, parado encarando-­os com cara de tonta.

PRIMO? 

– Pois é! – Yifan sorria abertamente e eu não conseguia decidir quem era mais bonito: Sehun ou Yifan. Eu dou empate por que meu Deus... – O que você faz aqui?

– Ahn, meu pai é amigo do pai dele e ele me deu um emprego na escola dele. – Sehun sorriu enquanto colocava as mãos nos bolsos da calça e foi só então que eu percebi que ele estava vestido para ser despido.

O  quê?  Eu  ainda  não  estou  cego  com  tanta  beleza  na  minha  frente,  então  é  bom aproveitar.

A camiseta branca por baixo da jaqueta jeans era colada ao corpo, o que deixava seu abdômen definido visível. Eu quase morri com aquilo.

– Ahn... Luhan? – Yifan me chamou e eu pisquei várias vezes, encarando-­o.

– Hm?

– Vamos? – Ele apontou para fora da casa e depois virou­-se para Sehun – Foi ótimo te ver, primo. Me liga pra gente sair com os outros, 'tô com saudades de todo mundo.

– Pode deixar, cara – Eles se cumprimentaram mais uma vez enquanto eu corria para fora de casa puxando Yifan pela mão para o mais longe daquela casa.

E do meu professor perigosamente gostoso. 

 

 

 

 


Notas Finais


Alguém imaginou que eles fossem primos? WJDBJSKASJKWDHEWO
Acho que ninguém. q
Ô família abençoada!

Deixem seus comentários, me estimula a atualizar mais rápido!

Até o próximo.


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